quarta-feira, março 27, 2013

5 lições de segurança do programa de ameaças internas do FBI


Ameaças internas podem não ter conseguido chamar tanto a atenção quando as APTs conseguiram na Conferência da RSA deste ano. No entanto, duas apresentações realizadas pelo FBI roubaram a cena durante uma sessão que ofereceu aos profissionais de segurança corporativa algumas lições aprendidas na agência depois de mais de uma década de esforços para identificar profissionais internos maliciosos, após o desastroso caso de espionagem de Robert Hanssen.

1. Ameaças internas não são hackers.
Geralmente, as pessoas acham que os insiders mais perigosos são hackers rodando ferramentas tecnológicas especiais em redes internas. Não é bem assim, disse Patrick Reidy, CISO para o FBI.

“Você lida com usuários autorizados fazendo coisas autorizadas com objetivos maliciosos”, disse ele. “Na verdade, analisando 20 anos de casos de espionagem, nenhum deles envolvia pessoas rodando ferramentas de hackeamento ou aumentando privilégios com propósito de espionagem”.
Reidy conta que menos de um quarto dos incidentes internos rastreados por ano acabam se comprovando acidentais, ou o que ele chama de “problemas com pessoas tolas”. No entanto, no FBI, a equipe de ameaças internas passa 35% do tempo lidando com esses problemas. Ele acredita que o FBI e outras organizações deveriam buscar maneiras de “automatizar o conjunto de problemas” focando em melhor educação para o usuário. Deixar esses incidentes simples de lado dá mais tempo à equipe de ameaças internas para concentrar em problemas mais complexos com profissionais maliciosos, disse ele.

2. Ameaças internas não são apenas questões técnicas ou de cibersegurança.
Diferente de muitas outras questões envolvendo segurança da informação, o risco de ameaças internas não é um problema técnico, mas problema centrado em pessoas, disse Kate Randal, analista de ameaças internas e pesquisadora-líder do FBI.

“Assim, você precisa buscar soluções centradas em pessoas”, disse ela. “As pessoas são multidimensionais, portanto, você precisa de uma abordagem multidisciplinar”.

Isso começa com esforços focados na identificação e na observação de seus funcionários, seus possíveis inimigos e os dados que podem estar em risco. Em especial, em entender quem seus funcionários realmente são, devendo ser examinados por três importantes ângulos informacionais: virtual, contextual e psicossocial.

“A combinação desses três fatores é a parte mais poderosa dessa metodologia”, disse Randal. “Em um mundo ideal, gostaríamos de coletar o máximo possível sobre essas áreas, mas isso nunca vai acontecer. Então, o mais importante é adotar um método trabalhando com seu departamento jurídico e de gestão para definir o que funciona melhor dentro das limitações de seu ambiente”.

3. Um bom programa de ameaças internas deve focar no desencorajamento, não na detecção.
Durante um tempo, o FBI preferiu utilizar análises preditivas para ajudar a prever comportamento interno antes de atividades maliciosas. Em vez de desenvolver uma poderosa ferramenta para parar criminosos antes do ato, o FBI acabou com um sistema que era estatisticamente pior do que desmascarar comportamento suspeito. Comparada com as habilidades preditivas do Punxsutawney Phil, a marmota do Dia da Marmota (dos EUA), o sistema foi ainda pior para prever atividades maliciosas internas, disse Reidy.

“Teríamos resultados melhores se contratássemos Punxsutawney Phil e colocássemos em frente a todos os funcionários perguntando “este tem ou não comportamento malicioso?””, disse ele.

Em vez de se prender em previsões e detecção, ele acredita que as organizações devem começar com o desencorajamento.
“Temos de criar um ambiente em que seja realmente difícil ou desconfortável ser um insider”, disse ele, explicando que o FBI faz isso de diversas formas, incluindo segurança em crowdsourcing, permitindo que cada usuário criptografe seus próprios dados, classifique como secreto e pense em novas maneiras de protegê-los. Além disso, a agência encontrou maneiras de criar “alertas” para que os usuários saibam que a agência tem essas políticas em vigor e que as interações com os dados são vigiadas.

4. A detecção de ameaças internas deve utilizar técnicas baseadas em comportamento.
Seguindo o fracasso do desenvolvimento de análises preditivas eficientes, o FBI partiu rumo a uma metodologia de detecção comportamental, que se comprovou mais eficiente, disse Reidy. A ideia é detectar comportamento malicioso interno naquele momento crucial em que um bom funcionário se rebela.

“Observamos como as pessoas operam no sistema, dentro de um contexto, e tentamos criar linhas de partida e procuramos anomalias”, disse ele.

Qualquer que seja o tipo de análise utilizada pela organização, seja um arquivo comportamental ou dados sobre interações com arquivos, Reidy recomenda um mínimo de seis meses de linhas de partida antes de sequer tentar qualquer análise de detecção.

“Mesmo que tudo que você possa medir seja telemetria para ver impressões em um servidor, você pode analisar coisas como volume, quantos arquivos e qual o tamanho dos arquivos e com que frequência eles imprimem”, disse ele.

5. A ciência do desencorajamento e da detecção de ameaças internas está no inicio.

De acordo com Randal, foi uma ciência fraca que levou o FBI ao ponto de utilizar análises preditivas piores do que aleatórias. Parte do problema é que, até agora, a ciência do desencorajamento e da detecção de ameaças internas está apenas no início. Um dos problemas com o lento crescimento é que muito da pesquisa existente foca apenas nos dados dos vilões.
“O que o FBI tem feito é tentar levar essa abordagem de diagnóstico de coleta de dados e compara-la entre grupos de vilões conhecidos e grupos de possíveis vilões e tentar aplicar a metodologia nas três áreas: virtual, contextual e psicossocial”.

Em especial, um pouco da pesquisa realizada pelo FBI, relacionada ao diagnóstico de indicadores psicossociais foram um pouco surpreendente, disse ela.
“O que aprendemos com esse estudo é que algumas coisas que pensávamos ser as mais diagnósticas em termos de insatisfação ou problemas no ambiente de trabalho, na verdade não são tanto”, conta, explicando que fatores de risco psicológicos inatos entram na questão. Por exemplo, estresse devido a um divórcio, inabilidade para trabalhar em grupo e a exibição de comportamento vingativo pontuaram alto como indicadores de risco quanto comparamos uns com os outros.

Empresas não serão capazes de fazer os mesmos testes psicológicos que o FBI realiza em seus funcionários, mas existem formas de incorporar esse conhecimento em programas de prevenção de ameaças internas.
“É possível conseguir essas informações de outras formas: manifestações comportamentais observáveis, tornando supervisores mais cientes do problema da ameaça interna, e criando um ambiente em que eles se sintam mais à vontade para relatar alguns desses comportamentos quando virem”, disse ela. “Um dos melhores recursos que seu programa de segurança pode ter é a colaboração com o departamento de RH.”

A sua empresa depois do furacão

Sua empresa é autossustentável? E no olho do furacão? Sua equipe está com você?


O filme começa quando o climatologista Jack Hall (Dennis Quaid), que está em uma expedição na Antártica, vê um enorme pedaço das calotas polares despencar (essas que mantém a temperatura da Terra amena), enquanto fazia uma perfuração, o mesmo quase morre nessa mesma hora.

Para fins de comparação, o mundo é o nosso empreendimento e essa calota pode ser um funcionário-chave que sai da empresa, ou um setor que está mal estruturado.

Pode-se abrir uma lacuna na sua empresa, mantenha o equilíbrio e não caia, se você é o “cabeça” não tem esse direito, infelizmente ou felizmente. Mas e se esse vão fosse ocasionado por você, por uma ausência, uma viagem ou falta de tempo?

Você criou uma empresa sustentável o suficiente para conseguir sobreviver sem a sua presença e dar lucro sem as suas idéias?

Depois desse ocorrido, Jack levanta mais dados (chuva de granizo, furacões com recordes de velocidade, neve e uma série de tornados que destrói Los Angeles) e apresenta-os à ONU e ao Vice-Presidente dos EUA, Raymond Becker (Kenneth Welsh) que não ficam convencidos das previsões, até o momento vistas como exageradas.
 
Muitas vezes as suas previsões podem ser muito boas ou muito ruins para ser verdade para muitas pessoas, mas você tem a obrigação de acreditar nelas, se você tem certeza que foram bem feitas, afinal, quem é o empreendedor aqui?

Em outro local, no Hedland Research Centre, na Escócia, o professor Terry Rapson (Ian Holm), após ver várias bóias no atlântico mostrarem um aumento na temperatura e também ver que o derretimento das calotas interrompeu a corrente do Atlântico Norte.

Com isso, ele conclui que Hall está correto e em parceria com a metereologista da NASA , Janet Tokada (Tamlyn Tomita), fazem algumas previsões sobre essas mudanças e vê que elas não demorarão milhares nem centenas de anos para acontecerem e sim semanas.

No mundo inteiro as tempestades vão destruindo cada vez mais países, metrópoles como Tóquio no Japão e Nova York e Los Ageles nos EUA. Depois de ver todos esses fatos o presidente Blake (Perry King), autoriza a FAA à suspender o tráfego aéreo devido à turbulência severa.

Quantas e quantas vezes já vimos esse filme heim? Muitos só acreditam que as coisas podem piorar, quando já pioraram.

Nos tempos de hoje, com a velocidade da informação e da comunicação, devemos tomar atitudes cada vez mais rápidas quando identificamos um problema. Uma boa administração de crises é essencial.

As catástrofes estão tão avassaladoras, que, até mesmo astronautas são impedidos pelas condições da Terra a voltarem para nosso planeta.

Em Nova Iorque, o filho de Jack, Sam (Jake Gyllenhaal), se prepara para uma competição acadêmica com dois amigos, Brian e Laura (Arjay Smith e Emmy Rossum) e faz amizade com outro estudante, JD (Austin Nichols).

No deslocamento, de avião, para o local onde será realizado o evento, Sam percebe vários fatores preocupantes, como uma grande turbulência e aves fazendo o caminho reverso de migração.

No susto do vôo, ele agarra a mão de Laura. E antes de pousarem a situação piora ainda mais, e, nas ruas de Manhatan, o trânsito para por causa de todo o mal tempo.

Sam liga para o seu pai e o mesmo promete ajudá-lo, mas como o metrô e a estação Grand Central Terminal estão fechados, Jack vai com seu caminhão na busca incessante por salvar o seu filho.

Enquanto isso uma onda gigante atinge Manhatan e Sam, Brian, Laura e JD são obrigados a se refugiar na New York Public Library, não antes, claro, de Laura se machucar pelo caminho e Sam ter de salvá-la.

Indo em busca da salvação de seu filho, Jack vê seu caminhão cair em uma das ruas da Filadélfia, e improvisa com raquetes alguns sapatos para poder andar sobre o gelo, que já tomou conta de toda a cidade.

Durante o trajeto, Frank despenca sobre o telhado de vidro de um shopping center que estava coberto de gelo, Jason e Jack tentam puxá-lo, porém, o vidro continua se estilhaçando, Frank então decide cortar a corda e se sacrificar para que seus amigos possam sobreviver e continuar o trajeto.

O Dia Depois de Amanhã

Bom, vamos do começo, assim como Jack segurou a mão de Laura, é sempre bom que o empreendedor tenha em quem se apoiar. Família e amigos são importantes, ser workaholic não é tão bonito quanto antes, viva.

Jack usou raquetes para suprir a necessidade de andar no gelo, e seu caminhão para solucionar a falta do metrô. E sua criatividade, como anda para as situações em que não se tem tempo (ou orçamento) para resolver a situação da forma “correta”?

De volta à biblioteca, vemos Sam avisando a todos para que permaneçam no local, pois é mais seguro e também por seu pai ter avisado que estava a caminho.

Poucos escutam, mas os que ficam, colaboram muito para a sobrevivência, queimando livros e ajudando como podem com seu conhecimento. Por exemplo, um morador de rua mostrou a todos como se aquecer sem ter um cobertor.

Devido ao machucado, Laura sofre de septicemia e corre risco de morte. Para salvá-la, Sam, Brian e JD, vão em busca de penicilina (e comida) em um návio russo que havia vindo a Manhatan junto com a onda gigante que encobriu a cidade.

Porém, o navio estava servindo como abrigo para alguns lobos que haviam fugido de seus cativeiros e para piorar ainda mais a situação, o olho da tempestade ainda está passando naquele momento pela cidade e os três precisam de muita união e trabalho em equipe para conseguir voltar o mais rápido possível para biblioteca, com os suprimentos.

Outro parenteses: sabe aquelas “regrinhas” da empresa de não ser recomendado o uso disso, daquilo e daquilo outro, por que “ofendem” os clientes?

Geralmente não ofendem e são apenas uma propagação da opinião pessoal das pessoas sobre suas organização. Claro que sua empresa deve ter a “sua cara”, mas, quanto mais diversidade melhor, pois com isso será muito mais fácil obter idéias diferentes e pontos de vista diversificados.

Estilos de vida diferentes geram pensamentos diferentes e experiências diferentes, invista nisso.

O Dia Depois de Amanhã

Assim como no navio Sam conta com sua equipe de amigos para se livrar de lobos e do olho da tempestade que destruiu parte do mundo(!), você também precisará de uma boa equipe para conseguir uma maior sustentabilidade para o seu negócio, se não, menos do que uma garoa derruba seu sonho, uma tempestade então, nem se fala.

Voltando ao filme… Na etapa de congelamento, para evitar que o pior aconteça, Jack e Jason se abrigam no Wendy’s, restaurante abandonado, se alimentam e retomam a viagem depois dos astronautas avisarem sobre a dissipação das tempestades.

De volta a Nova York, eles encontram a biblioteca enterrada na neve, mas todos os integrantes do grupo de Sam estão vivos, são chamados alguns helicópteros Black Hawk e eles são retirados e levados para receberem os devidos cuidados.

Com a salvação do grupo que se encontrava na biblioteca, o presidente Becker (sim, ele era vice, mas o outro presidente também morreu nesse desastre), ordena buscas por todo o país, para localizar mais sobreviventes. A esperança volta a existir.

Do espaço, astronautas, olham para a Terra à partir da Estação Espacial, vêem a maior parte do hemisfério norte, coberto de gelo e neve, e uma grande redução da poluição nessa parte. Fim.

Se você tem um objetivo e uma boa equipe (seja apenas um amigo, como Jack, ou várias pessoas, como Sam), você poderá superar vários limites e poderá ficar no olho do furacão, sofrendo turbulências, mas não cairá e conseguirá se reerguer com mais facilidade.

Só que você tem que ser como Sam, Brian e JD, que se arriscaram pela vida de uma amiga e pela alimentação da sua equipe, o que você faria pela sua? Se não fizer o mesmo (de maneira figurada, é claro), não pode cobrar tanto empenho nem resultados relevantes.

Bom, e no fim, depois de toda a catástrofe, você e sua equipe poderão colher aprendizados e bons frutos de todo esse processo e ainda ver uma bela imagem da sua empresa.

E meu muito obrigado à Maria Máximo, graduanda em Comunicação Social – Jornalismo, que me ajudou conferindo e corrigindo o texto. E quem quiser contatá-la para trabalhos dessa natureza ou ao jornalismo. Para contactá-la: maximo.maria38@yahoo.com.br.

Frase do Dia


CURSO DE IMERSÃO EM SEGURANÇA PATRIMONIAL - PRESENCIAL NO INPAME 2013





CURSO DE IMERSÃO EM SEGURANÇA PATRIMONIAL - PRESENCIAL NO INPAME 2013











CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CURSO DE IMERSÃO EM SEGURANÇA GNA CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA.

  1. Visão Organizacional
 
  • Relação Capital/ Trabalho
  • Gestão de Segurança Patrimonial – Planejamento, organização, direção, controle e trabalho em equipe, segurança física de instalações, solução de problemas com enfoque em segurança patrimonial e política de qualidade ( PNQ ) .
  • Legislação Aplicada e Projetos de Lei em tramitação no Congresso Nacional

  1. Habilidades Técnicas

  • Fundamentos da Segurança Patrimonial – Sistemas de Apoio e Prevenção;
  • Manual de Normas e Procedimentos – Registros;
  • Risco, Proteção e Defesa;
  • Sinistros Diversos, Seqüestros, Espionagem, Invasões, Sabotagens e Crises;
  • Segurança Eletrônica e Sistemas Integrados de Proteção ;
  • Plano de Segurança, Emergência e Contingência e ARE;
  • Greve e a segurança - estudo de ambientes hostis

  1. Gestão de Pessoas
  • Transformando um Grupo em Equipe ( Teamwork );
  • Liderança em Segurança Patrimonial - feedbacks, reuniões, administração de tempo, conflitos e estilos de liderança;
  • Relacionamento com a alta direção da empresa e continuidade de negócios;
  • Estudo de Caso;
  • Perguntas e Debate
CARGA HORÁRIA: 07 horas


terça-feira, março 26, 2013

14 DICAS DE ETIQUETA EMPRESARIAL

Etiqueta Empresarial é um conjunto de cerimônias usadas no trato entre pessoas e empresas, regidas pela boa educação, bom comportamento, convenções sociais e ética profissional

É comum as pessoas tratarem com estranheza o termo etiqueta empresarial, não tendo a real noção da importância que os profissionais de uma empresa possuam esse tipo de etiqueta. Mas segundo o diretor executivo da Innovia Training e Consulting, o impacto da implantação desse tipo de ação é fundamental para a manutenção e o crescimento de uma empresa.
Ele cita como exemplo um estudo da universidade americana de Harvard que mostra que dois terços das demissões nas empresas são causadas por dificuldades de relacionamento com os colegas, no que a falta de etiqueta empresarial se mostra fundamental. Isso explica porque pessoas altamente profissionais e competentes no que fazem acabam sendo demitidas de suas empresas e outras – nem tão competentes assim - permanecem, atingindo promoções e melhores oportunidades de carreira. Logo, podemos concluir que competência técnica não é tudo e que aquelas pessoas que não têm uma boa habilidade para criar relacionamentos, ou seja, etiqueta no convívio, acabam tendo menores chances de sucesso.
Etiqueta Empresarial é um conjunto de cerimônias usadas no trato entre pessoas e empresas, regidas pela boa educação, bom comportamento, convenções sociais, ética profissional e prescrições oficiais. Seu objetivo é reduzir, ao mínimo, os conflitos, preconceitos, atritos, dúvidas, suspeitas e mal entendidos entre o público e as organizações, criando um clima de conhecimento, compreensão, confiança, cooperação e parceria entre as partes que se relacionam.
Assim, ela se resume à capacidade de escolher o comportamento correto perante o convívio social dentro de uma empresa, para que se alcance o sucesso nas relações de negócios e para que se estabelecerão relações sólidas entre os clientes e colaboradores. “Essa preocupação deve abranger todo o contexto da empresa, desde o office-boy até o presidente, todos devem ter uma imagem coesa de etiqueta empresarial”, explica o diretor da Innovia.
Veja algumas dicas de etiqueta empresarial preparadas por Ricardo Barbosa, diretor executivo da Innovia Training & Consulting:
1.Pontualidade deve ser ponto de honra no ambiente empresarial. Assumindo um compromisso, este se torna sua responsabilidade, prinipalmente o horário. Organize-se para chegar na hora todos os dias e para cumprir com os prazos propostos. Caso perceba que não será possível cumprir com o compromisso no horário, ligue ou peça para ligarem informando sobre o atraso.
2. A vestimenta diz muito para as outras pessoas assim é recomendável roupas discretas, sem modismos. Decotes e cores berrantes, dentre outros erros devem ser evitados, sob pena de perder com a seriedade. Tome cuidados com higiene pessoal.
3.O ditado a primeira impressão é a que fica deve ser levado a sério. Assim, sempre seja cordial e prestativo já em um primeiro contato. Saiba ouvir e falar na hora certa e tenha sempre cartões profissionais disponíveis.
4.Sempre ao entrar em um local peça licença, busque comprimentar todas as pessoas que estiverem no local, mas só estenda a mão se o interlocutor o fizer primeiro, e só se sente se for convidado por ele.
5.Se comunique corretamente com as pessoas, busque olhar nos olhos, demonstre atenção no que estão falando, não se distraia durante a conversa e busque estabelecer um diálogo.
6.Mantenha uma postura correta, não cruze os braços, evite se sentar de qualquer jeito, jogando o corpo na cadeira, como também não se sente na beirada da cadeira. É importante uma boa acomodação, porém ereto e de forma adequada.
7. A maioria das corporações possuem códigos de ética e de conduta a ser seguido. Procure se informar no lugar em que você trabalha onde pode encontrá-lo e leia com atenção.
8. Seja organizado e demonstre isso. Planeje adequadamente seu tempo e sua mesa, mantenha os papéis e arquivos de computador nos devidos lugares, onde não só você, mas qualquer membro da empresa consiga localizar quando necessário.
9. Respeite os colegas e o espaço de trabalho. Não precisa ficar mudo durante o expediente, mas evite ao máximo assuntos que exponham o seu lado pessoal ou o de alguma outra pessoa. Fofocas nunca combinaram com o ambiente profissional. Além disso, adeque a altura da sua voz ao ambiente.
10. Cuidado com a utilização de celulares no trabalho, evite ligações pessoais e caso estas ocorram, busque ir para um local privado. Não fale demasiadamente alto e muito menos utilize termos de baixo calão. Cuidado com o toque do celular, o correto é deixá-lo no modo silencioso.
11. Além do celular, também é necessário cuidados com outras ferramentas tecnológicas e principalmente com as redes sociais. As empresas antenadas possuem políticas para utilização destas, por isso busque saber os limites.
12. Amizades no ambiente de trabalho é um tema delicado. É importante diferenciar amigos de colegas de trabalho, principalmente no ambiente da empresa. Esse limite pode ser útil quando for necessário realizar uma cobrança ou fazer um feedback.
13. Bom humor é uma necessidade nas empresas. Quando estiver tendo um dia difícil, reflita se alguém do trabalho tem a obrigação de compartilhar as dificuldades com você. Contudo, cuidado com as brincadeiras. Um ambiente de trabalho descontraído é positivo desde que sejam feitas apenas brincadeiras saudáveis, que promovam um ambiente alegre e equilibrado.
14. Busque ter “jogo de cintura” na hora de imprevistos e ouça a opinião dos outros. Muitas vezes, de opiniões divergentes se chega a um ponto em comum correto. É preciso saber argumentar e também, ceder.

quinta-feira, março 21, 2013

quarta-feira, março 20, 2013

Como tornar sua comunicação interpessoal eficaz

Muitas pessoas não se dão conta que a má comunicação pode trazer prejuízos para a carreira e negócios. Veja como ter uma comunicação eficaz

Já aconteceu de você falar algo e outra pessoa não entender o que disse? Ou, você tem a certeza que não recebeu a mesma informação que seu chefe insiste em dizer que comunicou? Ou, então, ao término de uma conversa você tem a sensação de que não compreendeu nada daquilo que a outra pessoa falou?
Com certeza todos nós já passamos por uma situação semelhante. Isso é conseqüência de uma má comunicação interpessoal.Muitos não se dão conta de que uma comunicação falha ou ineficiente pode trazer grandes prejuízos no desenvolvimento da carreira ou dos negócios. Por isso, a comunicação eficaz tornou-se uma das habilidades que diferenciam os profissionais de sucesso.
 
A comunicação, na definição do dicionário Aurélio, consiste na “capacidade de trocar e discutir idéias, de dialogar, de conversar, com vistas ao bom entendimento entre as pessoas”. O ato de comunicar, portanto, sempre envolve a interação de no mínimo duas pessoas e não se resume somente em transmitir algumas palavras, idéias ou ordens. A outra parte precisa compreender aquilo que lhe foi transmitida e com isto levá-la a uma reflexão sobre seu comportamento, atitudes ou pensamentos. “Sem compreensão não houve comunicação” (Keith Davis).
 
O processo de coaching mostra-se um ótimo exemplo de comunicação eficaz, com questionamentos profundos e obtenção de respostas, os quais conduzem uma das partes a uma nova forma de pensar e agir em relação a determinado problema ou situação.
 
Portanto, em uma época de constantes mudanças e competição cada vez mais acirrada, o profissional que deseja crescer e alcançar novos patamares não se pode contentar somente com conhecimento técnicos adquiridos na sua formação. É imprescindível estar sempre investindo em atualização e ampliação de seu repertório, principalmente outras habilidades e competências extracurriculares, dentre as quais se destaca a habilidades da comunicação eficaz.
 
Melhorando sua comunicação interpessoal em 3 passos:
1) Crie um ambiente favorável para o diálogo. Para isto fale menos, ouça mais. Muitas pessoas, por desejarem impor suas idéias ou para se defenderem, não dão a outra pessoa a oportunidade de falar. Para que a comunicação seja eficaz é preciso que os envolvidos no diálogo estejam sempre dando e recebendo informações. Por isso, é preciso atentar aos interesses e necessidades da outra pessoa, deixando-as mais à vontade e abertas para conversar.
2) Seja claro e objetivo. Tem pessoas que falam e falam sem dizer nada. É importante que as informações sejam transmitidas de modo claro e objetivo, evitando-se as distorções da mensagem. Nada pior do que a dubiedade da mensagem.
 
3) Faça perguntas. Quando há espaço, as perguntas são uma ótima ferramenta para a obtenção de mais informações ou para esclarecer pontos obscuros ou contraditórios. Ajudam confirmar se houve entendimento daquilo que realmente foi dito ou não pelas partes, evitando-se mal-entendidos posteriores.
 
“Aperfeiçoar a comunicação é uma habilidade necessária a todos aquele que desejam alcançar melhores resultados na empresa e em suas relações profissionais e pessoais.” 
Hamilton T. Mitsumune.
 
Como está sua comunicação? É eficaz?
 
HAMILTON TERUAKI MITSUMUNE
MASTER COACH. Bacharel em Direito pela PUC/SP. Advogado. Formação em Professional & Self Coaching, Business & Executive Coaching e Master Coach pelo Instituto Brasileiro de Coaching (IBC). Certificações internacionais reconhecidas pela Global Coaching Community (GCC), European Coaching Association (ECA), International Association of Coaching Institutes (ICI) e Meforum Internacional.
Certificação em Coaching de Carreira e Analista Comportamental com o Instrumento Coaching Assessment, ferramenta de apoio em Coaching, Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos.

Capacitação gerencial com foco em resultados: uma questão de sobrevivência

Este artigo aborda a importância do desenvolvimento das competências e habilidades para uma carreira gerencial de sucesso

 
São cada vez mais crescentes as exigências do mercado de trabalho quanto às competências e habilidades gerenciais daqueles que ocupam ou estejam em fase de seleção para ocupar num futuro próximo cargos gerenciais nas Organizações.
 
Desenvolver competências e habilidades gerenciais imprescindíveis para o exercício eficaz da função gerencial com foco em resultados não é mais retórica, mas, sim uma realidade, um desafio permanente que deve ser enfrentado e vencido por todos aqueles que objetivam assumir e galgar postos de comando dentro das estruturas organizacionais nas quais se vinculam.
 
Em linhas gerais, citando apenas algumas competências e habilidades, as Organizações esperam que seus profissionais que ocupam cargos gerenciais, gerenciem de forma eficaz com foco em resultados e consciência de custos; encantem seus clientes; organizem e aloquem corretamente os recursos que lhe são disponibilizados, sejam eles, físicos, humanos ou financeiros; formem e liderem equipes de alta performance e que exerçam na sua plenitude as funções clássicas de Administração que nos foram ensinadas por Peter Drucker, a saber: Planejamento, Organização, Direção e Controle.
 
O novo ambiente de negócios, cada vez mais globalizado, dinâmico, altamente tecnológico, volátil e imprevisível, está a exigir agilidade nas decisões e eficácia das ações gerenciais; pois, “ser eficaz é função do gerente”.
 
Segundo o que temos observado, as principais características que as Organizações buscam identificar nos candidatos potenciais a ocuparem cargos de nível gerencial, sejam oriundos do mercado, sejam recrutados internamente, são as seguintes: Empreendedor, Ético, Criativo, Inovador, Comunicativo, Resiliente, Provedor de soluções, Decidido, Empático, Facilitador e possuidor de Visão Sistêmica.

Fiquemos com apenas duas delas: Empreendedor e possuidor de Visão Sistêmica.
 
O que significam, afinal, tais características?
 
Definimos Visão Sistêmica como sendo a capacidade que um profissional tem de “ver” a empresa como um todo e entender como funcionam e se integram seus processos de obtenção, transformação e entrega (delivery) de seus serviços, produtos e informações, ao mercado e, particularmente, aos seus clientes. Possuir Visão Sistêmica é entender como se integram os processos internos e como eles se relacionam com o ambiente externo, como circulam as informações veiculadas através destes processos internos, desde seus pontos de origem, nos quais são geradas, até seus destinos, nos quais são utilizadas.
 
Empreendedor significa que a Organização espera que você atue como se você fosse o proprietário dela, seu acionista majoritário, não, importando o nível gerencial que você venha a ocupar. O importante é que o detentor desta característica, pense e aja como se fosse o “dono do negócio”.
 
A isto chamamos de Intraempreendedorismo ou INTRAPRENEURING, expressão cunhada em 1985, pelo francês Gifford Pinchot III, ao lançar o best-seller do mesmo nome com o seguinte argumento: Você não precisa deixar a empresa para tornar-se um empreendedor. A partir daí, surgiu a expressão INTRAPRENEURS para definir pessoas empreendedoras que permaneciam vinculadas aos seus empregos, no que chamamos atualmente de intraempreendedorismo.
 
Dentro desta nova realidade do mercado, é fundamental que você se prepare adequadamente para enfrentar e vencer os novos desafios da empregabilidade gerencial.
 
Mantenha-se permanentemente atualizado, fique de “olho” nos movimentos do mercado, mantenha seu equilíbrio energético, acompanhe as tendências do negócio em que atua e suas oportunidades, admita a flexibilização e a mobilização como meios de progresso e carreira profissional e cultive suas redes de relacionamento e ... Sucesso!
 
Por: Sérgio Lopes Mestre em Administração (Metodista, 1985, Pequenas e Médias Empresas), Pós-Graduado em Análise de Sistemas (FAAP, 1978), Sistemas de Informações (Mauá, 1979) e em Administração Financeira (Fecap, 1981) e Graduado em Administração (USP, 1974), com experiência profissional de 45 anos, tendo ocupado cargos técnicos e executivos nas áreas de Organização, Sistemas e Tecnologia da Informação em diversas empresas.

O melhor momento para ir em busca da realização dos seus sonhos é agora

Não importa o que aconteceu antes, a vida é feita de contínuo renascimento. Faça de seus erros passados uma oportunidade de crescimento

 
Todos têm sonhos e desejam que eles se realizem. Há quem faça de tudo para alcançar o êxito da realização de seus sonhos. Há quem prefere acreditar em milagres.
 
Não é a intenção julgar sobre a fé de cada pessoa. O intuito é demonstrar a necessidade de agir racionalmente para enxergar que tudo na vida e no mundo corporativo é meritocracia.
 
Correr atrás, enfrentar e vencer os obstáculos de forma idônea é o salto em rumo ao sucesso. Para isso, é primordial amadurecer as ideias e perceber que os erros são o pilar do crescimento e quem não arrisca jamais erra.
 
Milagres acontecem, mas é para os merecedores. Prefira arrepender-se de seus erros e não por nunca tentar. Portanto, a melhor forma de alcançar os sonhos é identificar o principal objetivo, traçar metas, definir parâmetros e periodicamente avaliar o desempenho.
 
Sonhos... Sonhos... Já é hora de iniciar a sua realização.
 
"Uma estrada sem obstáculos é muito sem graça, eu prefiro a tempestade do que a calmaria pois, na tempestade tenho a oportunidade de provar que sou capaz de me supera."   Adilson Costa.
 

terça-feira, março 19, 2013

Gestão de Serviços por SLA no Segmento de Segurança Privada


A prestação de serviços tem como entrega aquilo que é intangível e de difícil mensuração pelas partes contratantes. Os clientes esperam receber serviços de qualidade e excelência que agregue valor a seu negócio e ter satisfeita suas necessidades e expectativas. A expectativa é estabelecida de acordo com que é oferecida como serviços vinculados a imagem e marca da empresa contratada no mercado, bem como se espera sempre que o fornecedor dos serviços atinja desempenho superior ao fornecedor anterior.

A intensa competitividade no segmento de Segurança Privada e a qualidade questionável dos serviços prestados por algumas empresas impulsionam a busca por novos fornecedores no mercado e por excelência nos serviços prestados. No entanto, a busca por fornecedores deve obedecer a alguns critérios simples que pode contribuir para a escolha certa, como conhecer os clientes atuais do fornecedor e visitá-los para conhecer os serviços e sua qualidade através do benchmarketing, preferir empresas especialistas por segmentos de seus clientes ( Industriais, Shopping Centers, Hospitais ou Condomínios) e saber se esta tem em seu know-how a prestação de serviços baseado em nível de serviços. Então, teremos fornecedores de serviços preparados para atender as necessidades e expectativas de seus clientes de acordo com seu tipo de negócio, sabendo qual sua capacidade de entrega de serviços e que possui equipe de profissionais técnicos habituados a trabalhar com metas de desempenho organizacional. Com isso, depois de escolhido qual empresa será o fornecedor de serviços deve-se estabelecer na fase contratual o acordo de nível de serviços. O acordo de nível de serviços ou SLA (Service Level Agreement) estabelece metas e entregas de acordo com as expectativas do cliente, definindo-se indicadores de desempenho conexos as principais atividades realizadas. Este modelo de acordo por nível de serviços surgiu com as indústrias multinacionais, sendo que atualmente vem sendo utilizado largamente por vários clientes de mercados diferentes, inclusive em Condomínios de alto padrão que normalmente possui uma administração composta por profissionais contratados para sua gestão.

O mercado de serviços tem evoluído de tal forma que seus clientes passaram a utilizar ferramentas de gestão corporativa para medir e avaliar seus fornecedores, fazendo com que as empresas que prestam serviços de segurança privada para atender aqueles com expectativas diferenciadas aprimorassem seus processos e sua qualidade para manterem-se competitivas. O SLA (Service Level Agreement), como medidor de desempenho utiliza indicadores estabelecidos de acordo com os serviços contratados, facilitando a mensuração e a percepção pelo cliente da qualidade na entrega dos serviços. Portanto, os indicadores devem ser bem definidos para que auxilie o cliente contratante na Gestão do contrato de serviços, acompanhando o desempenho da empresa contratada e possibilitando esta direcionar seus esforços para melhoria contínua de seus serviços.
Podemos apontar alguns indicadores importantes que variam de acordo com os serviços de Segurança Privada contratados, comumente encontrados na prestação de serviços em empresas ou indústrias de médio ou grande porte:

Pessoas:

1. Programa de capacitação;
2. Pesquisa de clima organizacional;
3. Avaliação de desempenho individual;

Processos:

1. Portarias (reclamações, inspeções e revistas);
2. Rondas preventivas ( quantidade X qualidade);
3. Central de Monitoramento ( tempo de atendimento de alarmes);
4. Supervisão ( aderência de procedimentos, relatórios mensais e auditorias);
5. Prevenção de Perdas (programa mesa limpa, saving e outros);

Ferramentas:

1. Manutenção Preventiva (quantidade X qualidade);
2. Manutenção Corretiva ( quantidade X tempo de atendimento);
3. Disponibilidade de equipamentos.

Os indicadores de desempenho mencionados são exemplificativos podendo ser estabelecido conforme as necessidades e as características da Operação de cada cliente. Uma vez definido o acordo de nível de serviços com seus indicadores e principalmente as metas esta finalizada a estruturação do modelo de gestão por SLA.
É de fundamental importância para a gestão dos serviços por SLA que seja aplicada outra ferramenta de gestão corporativa chamado PDCA ( planejar, fazer, avaliar e agir). Isso porque o SLA (Service Level Agreement) fornece a gestor dos serviços indicadores que podem ser positivos ou negativos, e no último caso demonstra as deficiências dos serviços que precisarão ser solucionadas. Para tanto, utilizando o PDCA temos o planejamento ( definição do acordo e metas), o desenvolvimento ( realização da atividades principais estabelecidas), a avaliação ( verificação se o resultado esperado foi atingido) e agir ( plano de ação corretivo para tratamento das não-conformidades). Desta forma, temos as entradas, processamento, saídas que vão agregando valor e melhorando continuamente a qualidade dos serviços prestados com foco nas expectativas do cliente.
Podemos perceber que a prestação de serviços é intangível, não pode ser apalpada, estocada e exaure-se logo após sua realização, mas pode-se através de indicadores de desempenho ser medida e mensurada conforme demonstramos. Através do SLA ( Service Level Agreement) a qualidade dos serviços é percebida tanto quanto suas necessidades de melhoria são conhecidas dando ao gestor informações para o direcionamento das medidas corretivas e de aprimoramento dos processos de gestão.
Vimos que o PDCA é uma ferramenta que quando aplicada em ciclos contínuos através das entradas fornecidas pelo SLA contribui para atingir as metas estabelecidas e o nível de excelência na qualidade dos serviços. Com isso, as empresas de Segurança Privada têm com a utilização destes mecanismos de gestão corporativa evoluído na prestação de seus serviços e tornando-se mais competitivas no mercado em que atuam, sempre com foco no cliente para satisfazer as suas expectativas e atender as necessidades de seus negócios.


*Luis Fernando Sales Santana, Bacharel graduado em Direito pela Universidade do Vale do Paraíba, pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, membro do CEAS BRASIL ( CORPORACION EURO-AMERICANA DE SEGURIDAD).

Carta ao blog.: Tendência da Consultoria no Brasil.

Iniciando esta matéria na contra mão do título, vamos dizer que é uma tendência das grandes empresas brasileiras ou as estabelecidas no Brasil, enxugar seus quadros celetistas, a um número muito reduzido de profissionais orgânicos.
Muitas destas organizações acreditam que é mais eficiente a contratação de Consultores, pois acreditam que eles geram o resultado em curto prazo de tempo.
Por que esta visão das grandes empresas? É muito simples, o Celetista acumula diversas funções ou áreas dentro da mesma organização, gerando perda na qualidade e cumprimento de resultados, já o Consultor, trabalha com foco, ou seja, atua apenas na área designada, conseguindo ter maior eficiência.
Focado na área de Segurança Privada (Gerenciamento de Risco, Prevenção de Perdas, Auditorias e Prevenção de Incêndios), dando sequência ao raciocínio das grandes empresas, aproximadamente há quatro anos, eu iniciei uma consultoria em uma empresa que lidera o Ranking de artigos esportivos no Brasil, e para a minha surpresa o resultado foi simplesmente espantoso, o que o gestor celetista desta organização tentava emplacar há mais de dois anos, a consultoria conseguiu em três meses, e isto não aconteceu por incompetência do gestor celetista ou por mágica do consultor, e sim porque os trabalhos seguiram com foco e prazos.
Concluindo o raciocínio do titulo, realmente existe uma grande tendência do mercado na contratação de Consultorias especializadas, pois os resultados são notórios e mais econômicos.
Por: Marcelo Augusto O. Souza.

segunda-feira, março 18, 2013

Segue algumas dicas para o gestor responsável pela segurança de um evento

Não podemos esquecer que em um evento a segurança é um fator essencial no planejamento, por isso todos os itens relacionados com a segurança devem ser checados para que ninguém presente corra riscos, a proteção do público e também da área e de responsabilidade o gestor de segurança ou da empresa contratada;

- Todos os profissionais envolvidos deve saber que um evento precisa ser planejado com antecedência;

- Ao definir a equipe de segurança, é essencial checar as referencias dos profissionais que serão contratados;

- A equipe de segurança deve estar preparada e treinada para lidar com o público-alvo do evento;

- os seguranças devem saber exatamente como devem se portar diante das mais adversas situações, agindo conforme as instruções passadas por você e sempre respeitando as normas de cada evento;

- Uma boa equipe de seguranças deve estar preparada para atuar sob várias circunstâncias;

- O treinamento dos seguranças é fundamental , de modo que eles saibam como agir civilizadamente e sem exageros, mesmo quando houver alguém descontrolado e que ameace os outros participantes do evento;

Outro detalhe importantíssimo a daquele estereótipo do segurança, um homem enorme e forte com cara de mal é a primeira é coisa do passado . utilizando o slogan da Empresa Marconi&Associados “ Segurança não é força é estratégia” resume muito bem nossa realidade, o treinamento do profissional é ferramenta crucial no bom andamento do evento, o segurança deve estar preparado não só para situações como a remoção de pessoas à força, mas também para fornecer informações para quem chega ao local, entre outras funções. Há até casos em que os seguranças podem auxiliar em primeiros socorros, se alguém desmaiar no evento, por exemplo.

Finalizando o assunto a segurança em eventos também consiste em vários detalhes, como a infraestrutura do local escolhido para sediar o evento em questão.Você deve informar e se for o caso não pode permitir que o cliente faça um evento em um lugar que não tenha capacidade para comportar o número de pessoas estimadas ou que o lugar funcione irregularmente devido a falhas na parte elétrica, na arquitetura do local ou qualquer outro problema que coloque em risco a vida das pessoas.


Siderley Lima, é consultor de segurança, formado em Gestão de Segurança,
Diplomado em Política e Estratégia pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra,
colaborador do CONSEG Alphaville.
colunista do jornal Viva Cidade,
Possui artigos publicados no Jornal da Segurança,
Revista Security,
Revista Blindagem& Segurança e Revista Segurança & Cia de circulação nacional;
Idealizador do blog sobre segurança http://gestorsegurancaempresarial.blogspot.com/;
Colunista do site www.dicaseg.com; Membro da ABSEG- Associação Brasileira de Profissionais de Segurança;
Palestrante, Proprietário da CS3 Consultoria e Assessoria em Segurança patrimonial; coordenador do curso de formação de instrutor de armamento e tiro.
Autor do Livro “ Manual Básico do Instrutor de Armamento e tiro.

A segurança durante um evento

 

Infelizmente em segurança aprendemos com os erros dos outros, o Brasil agora é um exemplo de como transformar um evento em tragédia.”
Devido ao novo cenário, a transformação no qual estamos acompanhando é impossível comparar a 1ª vez em que o Brasil organizou a Copa do Mundo e nos dias atuais. O crescimento econômico do país, as transformações, a cultura, costumes, enfim o cenário é completamente diferente, já se passaram 60 anos, os desafios agora são outros muito maiores entre eles estão : Investimentos em infra-estrutura e construção dos estádios;investimento em infra-estrutura urbana; rede de hotelaria; geração de empregos diretos e indiretos; Oportunidades para desenvolvimento de novos negócios.
Dentro do desenvolvimento de novos negócios, podemos destacar o segmento de segurança privada, com toda a certeza terá muito trabalho, a segurança durante o evento será de responsabilidade da esfera federal, estadual e municipal, porém em muitas ocasiões como, por exemplo, durante as partidas, a segurança pública será integrada com a privada. Sem contar depois das partidas, durante todos os dias, por exemplo, a escolta de executivos? No hotel? Nos deslocamentos? Trabalho que não é de responsabilidade das autoridades, é então que entra o papel do profissional de segurança privada, neste contexto ficam as perguntas: Será que o gestor de segurança está preparado? Ou melhor, será que está se preparando?
Da mesma maneira que algumas cidades nem se quer começaram a se preparar, assim também tem sido com a maioria dos profissionais de segurança que estão inertes. Temos uma grande oportunidade de provar que a segurança privada também pode contribuir para a segurança de todos, sendo uma extensão da segurança pública.
Se por um lado o mercado está com grandes expectativas, não podemos esquecer o ocorrido no dia 27/01/13 que será lembrado por muito tempo na história de tragédias no Brasil. A Boate que pegou fogo em Santa Maria provocou pânico e muitas pessoas não conseguiram acessar a saída de emergência, a utilização de fogos de artifício (pirotécnico), os seguranças despreparados e sem rádios de comunicação não autorizaram a saída das pessoas, falta de luz e saídas de emergência, uma sequencia de falhas não poderia ser pior, o resultado 239 pessoas mortas e outras tantas socorridas e internadas.
Lamentável a perda de tantas pessoas que estavam se divertindo, triste realidade na qual iremos aprender com um desastre de tamanha proporção. Agora muitas autoridades irão fazer discursos de que é necessário criar leis, endurecer a fiscalização, criar procedimentos. Enfim entre outras mudanças no que diz respeito a segurança de eventos, principalmente agora que o país será vitrine de eventos que irão acontecer.
Já sabendo da realidade na qual muitos eventos não oferecem segurança adequada a Polícia Federal antes da tragédia criou há dois mês o Curso de Extensão em Segurança para Grandes Eventos, como forma de qualificar e especializar os vigilantes para atuação nos locais onde haja grande concentração de pessoas, principalmente nos estádios de futebol, a exemplo da Copa das Confederações de 2013 e Copa do Mundo de 2014, conforme modelo padrão da FIFA, que prevê a utilização de segurança privada nos eventos esportivos de forma integrada aos órgãos de segurança pública. Porém ainda é muito pouco, infelizmente em segurança aprendemos com os erros dos outros, o Brasil agora é um exemplo de como transformar um evento em tragédia.
Ao ser contratado para fazer a segurança de um evento ou ao escolher um lugar, fiscalize se as normas de segurança estão em dia, se há um alvará de funcionamento. Procure uma equipe composta por profissionais. Fábio lembra que como a fiscalização no país é falha, muitos espaços estão em desacordo com o que reza a norma e colocam inocentes em perigo.
“Que esta tragédia sirva de alerta para aqueles que estão no mercado se fazendo passar por pessoas sérias e para aqueles que encaram a profissão de eventos como diversão. Quer fazer uma festa brincando? Faça em casa para sua família e amigos. Não coloque em risco a vida de terceiros!”(trecho do texto postado pelo coordenador da Estácio BH, Fábio Pessoa, no Facebook, dia posterior ao acidente em Santa Maria).
O que nos chama a atenção e que além dos hofotes para Copa do mundo e Olimpíadas no Brasil, o destaque é a capital de São Paulo que realiza 90 mil eventos por ano, que geram:
  • Um evento a cada 6 minutos
  • 120 das 176 grandes feiras do Brasil
  • Cerca de 500 mil empregos diretos e indiretos
  • Uma feira de negócios a cada três dias
  • 75% do mercado brasileiro de feiras de negócios
  • R$ 2,9 bilhões de receita ao ano com eventos
  • US$ 1,7 bilhões de receita ano, dos quais US$ 424,2 milhões em locação de área para exposições
  • US$ 424,2 milhões em serviços nos pavilhões
  • US$ 850 milhões em viagens, hospedagem, alimentação, transporte e compras
  • Cerca de 2,54 milhões de m2 em grandes espaços para realização de eventos, além de centenas de locais menores.
  • Só o Anhembi tem em torno de 400 mil m2 - é o maior complexo de eventos da América Latina
  • Movimenta 35 mil empresas expositoras
  • Circulam pelos eventos 4 milhões de pessoas, entre profissionais e compradores, sendo 45 mil compradores estrangeiros.
  • Os setores que mais realizam feiras, reuniões e eventos na cidade são, pela ordem médico, científico, tecnológico, industrial e educacional.
Ranking de eventos na cidade de São Paulo em público total*
  • Virada Cultural – 4 milhões (2010)
  • Parada GLBT – 3 milhões (2010)
  • Réveillon na Paulista – 2,4 milhões
  • Bienal do Livro – 740 mil (2010)**
  • Salão do Automóvel – 610 mil (2008)**
  • Bienal Internacional de Arte de São Paulo – 535 mil (2008)**
  • Salão Duas Rodas – 240 mil (2009)**
  • Mostra Internacional de Cinema – 200 mil (2009)
  • GP Brasil de Fórmula 1 – 140 mil (2009)
  • Carnaval (sambódromo) – 110 mil (2010)
  • SP Fashion Week – 100 mil (Jan/2010)
  • Hospitalar – 89 mil (2010)
  • Couromoda – 65 mil (2010)
  • Adventure Sports Fair – 61 mil (2009)
  • Francal – 60 mil (2010)
  • Equipotel – 50 mil (2009)
  • Fenatran – 48 mil (2009)**
  • Fórmula Indy – 40 mil

*(Números informados pela organização do evento).
**Acontece somente a cada dois anos.
Fonte: http://www.visitesaopaulo.com/dados-da-cidade.asp)