Ramo da segurança que cuida dos interesses ligados à empresas públicas ou privadas, no que tange à proteção de seus recursos humanos e materiais e deve estar em consonância com a missão e valores da empresa, devendo também respeitar os limites éticos e legais impostos nas regiões em que atuam. " Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." Salmos 127:1
segunda-feira, março 12, 2012
terça-feira, março 06, 2012
Visão x Fé - Pr. Bruno Peixoto / CCB
Textos: 2 Co 5:7
Quando Paulo chega a este ponto na carta de segunda Coríntios, ele exortava os irmãos a viver uma vida de retidão( v 4:2) falando das dificuldades da vida Cristã( v 8-9) incentivando os irmãos a perseverarem(v.16-17) neste momento ele começa a falar da nossa morada celestial.
Chegando ao conselho daquilo que deve ser nossa vida Cristã.
Este conselho de Paulo, aparentemente, nunca fez tanto sentido. Nunca em nossa história, o homem foi tão estimulado visualmente, como ocorre nos dias de hoje. Se trouxéssemos um personagem bíblico, seja do antigo ou do novo testamento, até os dias atuais, ele não hesitaria em afirmar que vemos, presenciamos, vários milagres diariamente.
Isso tudo devido ao desenvolvimento da humanidade, da ciência e do conhecimento. Graças a energia elétrica, enquanto Jesus pregava no gogó para uma multidão, hoje temos equipamentos que nos auxiliam nessa tarefa. Para fazer uma das Viagens de Paulo que duravam dias, hoje podemos faze-las em poucas horas.
Não se deixem enganar tudo o que passa diante dos nossos olhos é meticulosamente calculado, até mesmo quando você vai ao supermercado, a cor das embalagens dos objetos servem a um propósito. Quando você entra em um ambiente tudo é calculado, a luz, a cor das paredes. Por estas coisas, e outras que o homem tem sido levado a ser extremamente dependente da sua visão, em crer somente naquilo que ele possa ver.
Existe um personagem na bíblia que ficou conhecido por isso, Tomé. Jo 20:24-29.
Jesus diz que bem-aventurados são aqueles que não viam e creram.
Então chegamos a um ponto de confronto entre a nossa visão natural, aquilo que vemos, e a nossa visão espiritual, nossa fé.
Pois o autor de Hebreus afirma que: Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. (convicção de fatos que não se vêem)Hb 11:1.
Se você tem fé então você não precisa ver, mas por causa dessa dependência, de todos esses estímulos, temos sido induzidos a precisarmos ver para crer em algo. E muitos, até mesmo, têm manipulado aquilo que você.
É por isso que muitos quando vão a igreja não conseguem fechar os seus olhos, alguns somente fecham na hora da palavra, mas aí pode ser sono mesmo. Mas não conseguem fechar seus olhos no momento do louvor e da adoração, e quanto mais profunda a adoração, mais abertos ficam os seus olhos tentando ver algo que não vão conseguir com os seus olhos naturais. Quando fechamos nossos olhos naturais abrimos os nossos olhos espirituais.
Outro exemplo de dependência visual é quando estamos enfrentando uma situação adversa, uma tribulação, então clamamos a Deus para que Ele venha e interceda nesta situação, mas ao invés de descansarmos em Deus e cremos na sua Palavra que diz: Amo ao SENHOR, porque ele ouviu a minha voz e a minha súplica. Porque inclinou a mim os seus ouvidos; portanto, o invocarei enquanto viver. Os cordéis da morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim; encontrei aperto e tristeza. Então invoquei o nome do SENHOR, dizendo: O SENHOR, livra a minha alma. Piedoso é o SENHOR e justo; o nosso Deus tem misericórdia.
O SENHOR guarda aos símplices; fui abatido, mas ele me livrou. Volta, minha alma, para o teu repouso, pois o SENHOR te fez bem. Porque tu livraste a minha alma da morte, os meus olhos das lágrimas, e os meus pés da queda. Andarei perante a face do SENHOR na terra dos viventes. Cri, por isso falei. Estive muito aflito. Salmos 116:1-10 Continuamos a pedir um sinal, a querer ver alguma coisa para começar a crer, isso não é fé.
Precisamos conhecer a palavra de Deus se não pereceremos como está escrito em Os 4:6, pois eu preciso crer naquilo que a bíblia diz ao meu respeito. Isso sim é fé. Mas este, talvez, seja o ponto crítico, pois se não conhecemos a palavras de Deus não temos como crer nelas, se não temos algo para crer então viveremos apenas aquilo que nossos olhos conseguem ver.
Não se preocupe, na realidade você pode até pensar que este é um problema atual, mas Salomão já alertava para isso há muito tempo atras, Quem observa o vento, nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará. Eclesiastes 11:4.
Quem Depende somente daquilo que os seus olhos vêem nunca semeará, nunca colherá, nunca crescerá espiritualmente.
Precisamos de uma intervenção de Deus em nossas vidas, para que possamos aprender a não depender de nossa visão natural, e para que os nossos olhos espirituais sejam abertos, que possamos ver pela fé.
Talvez Jacó nunca tenha conseguido dimensionar o tamanho da promessa feita por Deus no momento da sua oferta a Ele.
Sua reação assustada com a visão, uma vez que ele mesmo já estava sobressaltado com a situação em que ele havia se envolvido.
Numa viagem em fuga de uma trapaça feita por sua mãe e fugia também seu próprio irmão, que ele estava a procura de um asilo doméstico.
Ele viajou 116 km depois de três dias consecutivos de fuga.
Jacó é o retrato perfeito da alma perdida.
Na escuridão, em fuga para proteger sua vida, longe da casa do pai, oprimido pelo pecado e desconhecedor do fato de que Deus está próximo dele e quer salvá-lo. A escada era Cristo como único caminho da terra para o céu.
Jacó teve seu primeiro encontro com Deus numa situação muito parecida com a de muitos aqui. Fugindo de algo, entra em Betel e encontra-se com Deus. Betel: Casa de Deus.
Na verdade sua fuga foi em decorrência dos resultados das suas próprias ações irrefletidas ou mal sucedidas.
Alguns fugiam de si mesmo, outros de relações desastrosas, falências, medos, opressão, angustias, vícios, do vazio, da morte.
Ele não sabia exatamente o que encontraria pela frente.
Jacó era o tipo do cara medroso; a experiência da viagem o deixou muito apreensivo, por isso ele pediu proteção de Deus e se tornou um fiel dizimista. Alguns são dizimistas apenas por medo de perder.
Ele buscava apenas um apoio um apoio, um emprego, uma segurança e quem sabe oportunidade de se refugiar. Ele não sabia como seria sua vida dali prá frente. Todos os seus atos de rotina foram desfeitos numa só ação quase impensada.
Jacó era um tipo de menino pacato, vivia mais perto da mãe, tornou-se um companheiro diário dela. Esaú era um perito caçador, mais rude, imprevisível, parecido com o pai.
Jacó não esperava que o próprio Deus o esperasse na estrada de Padã-Arã.
Como nós reagimos quando temos uma experiência com Deus?
Sempre uma experiência abre portas para outras maiores.
Jacó: Erigiu uma coluna improvisada, derramou azeite sobre a coluna, transformou-a num altar e depois ele repete em Gn 35.
Na verdade Jacó ofereceu toda a sua vida ali em Libação a Deus.
Fl 2:17 – Paulo usa esta mesma expressão quando se oferece sem reservas ao Senhor da sua via.
O travesseiro, que é sempre usado quando estamos na horizontal, Jacó faz dele um monumento vertical, apontando para Deus.
Esta foi apenas uma das sete revelações que ele teve com o Senhor.
A Comunidade deseja um ano abençoado aos seus membros.
Votos da CCB aos irmãos - Comunidade Cristã de Belém -
Tv. Dr. Enéas Pinheiro, 2370 - Marco/Belém-PA.
Fone (91) 3277-1716 / (91) 32762336 / (91) 8233-5797 / (91) 8871-1914
segunda-feira, março 05, 2012
Pesquisa em Inteligência Organzacional
As organizações respondem a desafios internos e externos com graus variados de efetividade. Uma característica importante das que têm sucesso é que são capazes de identificar e responder adequadamente às mudanças em seus ambientes. Estas mudanças não só incluem as ações específicas de outras organizações, mas mudanças em tecnologia, em sua estrutura interna e em condições sociais e culturais que afetam a organização.
Nesse sentido, Inteligência Organizacional (IO) pode ser vista sob dois pontos de vistas mutuamente dependentes: como um processo (dinâmico); como um produto (estático). Como um produto, refere-se à totalidade de informação e conhecimento estruturados, sintetizados e direcionados para um objetivo, que são gerados quando a organização aumenta a sua capacidade de solução de problemas. Como um processo, a IO é interativa, agregadora e uma complexa coordenação das inteligências humana e de máquina dentro de uma organização. Implica que estas inteligências sejam orientadas em direção a processos de fluxo de trabalho.
O processo de IO compreende os seguintes componentes:
- memória organizacional - é a capacidade de armazenar eventos, situações de sucesso ou insucesso e lembrar quando isso for requerido. Capacita a organização a preservar, recuperar e utilizar suas experiências (informação sobre sucessos e falhas ocorridos no passado) e aprender com a sua própria história;
- cognição organizacional - consiste nas atividades de processamento, análise e síntese da informação em uma organização;
- raciocínio organizacional - refere-se à definição de estratégias para prevenção, dissimulação e tratamento de problemas organizacionais, além da solução dos mesmos. Abrange não só a solução de problemas, mas inclui também a capacidade de evitar, transpor e encapsular um problema;
- aprendizado organizacional - é a capacidade de uma organização utilizar o conhecimento armazenado na memória organizacional, no momento correto e aprender com as experiências anteriores. O aprendizado se refere ao comportamento em novas situações e a contribuição para novas formas de agir;
- comunicação organizacional - refere-se à troca de dados, informações e conhecimentos em uma organização, entre atores humanos e baseados em máquinas, além daquelas trocas que ocorrem entre a organização e seu ambiente;
- inteligência competitiva - é o processo sistemático e ético de coleta, tratamento, análise e disseminação da informação sobre o ambiente externo da organização, visando subsidiar o processo decisório, a consecução dos objetivos da organização e a criação de vantagens competitivas sustentáveis;
- contra-inteligência organizacional - refere-se à proteção do conhecimento e da informação organizacionais. É a atividade que objetiva neutralizar as ações de Inteligência ou de espionagem da concorrência.
Postado por Eduardo Moresi http://intelingencia.blogspot.com/
Legislação brasileira sobre bullying e cyberbullying
Vários me perguntam sobre o que temos hoje, no Brasil, em termos de legislação que "reprima" o bullying escolar e/ou cyberbullying.
Na verdade, a primeira coisa a considerar é o aspecto penal relativo ao bullying e cyberbullying: utilizamos o que há na legislação penal (Código Penal e legislação extravagante), fazendo incidir os tipos penais existentes sobre as condutas. Quanto às crianças e adolescentes (principalmente) aplicam-se as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Vale a pena a leitura, neste link, da monografia "O impacto do Bullying na Escola", de Miguel Angelo Nascimento dos Santos, apresentada em conclusão do curso de Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Do ponto de vista legislativo ainda há pouca referência, embora crescente. Separei as leis em níveis estaduais e municipais e, ao final, os projetos no âmbito do Congresso Nacional.
No âmbito estadual (clique nos links para acessar o conteúdo):
a. Lei 14.651 de 12 de janeiro de 2009, Estado de Santa Catarina - SC
b. Lei 3.887 de 06 de maio de 2010, Estado do Mato Grosso do Sul - MS
c. Lei 13.474 de 28 de junho de 2010, Estado do Rio Grande do Sul - RS
No âmbito municipal (clique nos links para acessar o conteúdo :
a. Lei 11.381 de 16 de janeiro de 2008, João Pessoa - PB
b. Lei 4.604 de 13 de março de 2008, Campo Grande - MS
c. Lei 14.957 de 16 de julho de 2009, São Paulo - SP
d. Lei 5.089 de 6 de outubro de 2009, Rio de Janeiro - RJ
e. Decreto 51.290 de 11 de fevereiro de 2010, São Paulo - SP
f. Lei 6.568 de 16 de outubro de 2009, Guarulhos - SP
g. Lei 4.854 de 10 de junho de 2010, Campo Grande - MS
h. Lei 7.952 de 11 de junho de 2010, Vitória - ES
i. Lei 13.632 de 18 de novembro de 2010, Curitiba - PR
Projetos em âmbito federal:
Câmara dos Deputados: conforme notícia de início de 2012, o debate deve ocorrer neste ano, quando serão analisados mais de 10 projetos sobre o assunto. O principal projeto é o PL 1785/2011, em relação ao qual foram apensados vários outros projetos (veja a árvore de projetos apensados, clicando aqui): PL 7457/2010 (10), PL 7457/2010, PL 283/2011 (2) , PL 350/2011 , PL 1841/2011 , PL 908/2011 , PL 1226/2011 , PL 1633/2011 (1) , PL 2108/2011 , PL 1765/2011 , PL 2048/2011 e PL 3036/2011.
Senado Federal: conforme notícia de 2011, o PLS 228/2010 foi aprovado e encaminhado à Câmara dos Deputados, estando em apreciação, conforme mencionado acima.
Ajude a melhorar este artigo, indicando leis e decretos que porventura eu tenha esquecido. Boa leitura.
Postado por Emerson Wendt http://www.emersonwendt.com.br/
"LAW & ORDER"
"Law & Order" é o título de um seriado exibido por um canal de televisão pago. Nele são retratadas situações fictícias nas quais crimes bem engendrados são investigados pelas autoridades policiais, que os deslindam após minuciosos e sofisticados processos de investigação e fornecem as evidências necessárias ao oferecimento da denúncia pelo escritório da promotoria.
Segue-se o julgamento e o conseqüente veredito do júri, invariavelmente condenando o réu em face das provas robustas acostadas aos autos e resultantes da investigação policial.
Situações paralelas se desenrolam na esfera privada envolvendo inúmeras causas levadas a escritórios de advocacia que atuam em diversas áreas do Direito.
As ações antes de serem submetidas ao Poder Público, devem ser instruídas por fartos, esclarecedores e irrefutáveis elementos probatórios.
O artigo de Leonardo Antunes "Comentários sobre a matéria de provas (Arts. 332 a 443 do CPC) publicado no endereço http://jusvi.com/artigos/38291 esclarece:
O artigo 332 do CPC descreve que todos os meios legais, moralmente legítimos, mesmo que não previsto no Código de Processo Civil são hábeis para provar a verdade dos fatos.
..........................................................................................................................................................
O autor ao ajuizar a ação, deve alegar os fatos na petição inicial e reforçar com todos os meios de provas que entender necessário. Por outro lado, na oportunidade, o réu, ao receber o mandado de citação, ao contestar os fatos narrados na petição inicial, também deverá produzir todos os meios de provas que entender necessário para combater o alegado na petição inicial pelo autor.
Encerrada a fase de apresentação da defesa do réu, com a contestação, o juiz proferirá o despacho saneador que encerrará a fase postulatória e dará início a probatória. A partir daí, as partes terão uma nova chance de apresentar mais provas.
O juiz, para proferir uma sentença que declare ou não a existência de um direito, deve analisar, não só os fatos narrados, mas sobretudo as provas que corroboram com o alegado. Dessa forma, não basta somente às partes alegarem os fatos. Tudo deve ser provado e por isso há dois sentidos para conceituarmos as provas no processo: um objetivo – instrumento ou meio hábil para demonstrar a existência de um fato (documentos, testemunhas, perícia etc...), outro é o subjetivo – que é a certeza originada quanto ao fato em virtude da produção do instrumento probatório, ou seja, a prova aparece como convicção formada no espírito do julgador em torno do fato demonstrado.
O processo moderno procura solucionar os litígios à luz da verdade real. É na prova dos autos o processo que o juiz busca localizar essa verdade.
..........................................................................................................................................................
A estrutura da maioria dos escritórios de advocacia é desprovida da capacidade de empreender diligências externas que atendam às demandas dos processos por elementos probatórios obtidos por meios legais, moralmente legítimos, mesmo que não previstos no Código de Processo Civil e hábeis para provar a verdade dos fatos. Uma alternativa para suprir esta lacuna é o estabelecimento de parcerias com empresas idôneas e especializadas às quais seriam cometidas tarefas específicas que viessem ao encontro da busca da verdade dos fatos.
A Infosec®, Consultoria em Contra-inteligência Empresarial, hoje parceira da Codor - Consultoria em Defesa Organizacional é uma empresa genuinamente brasileira, com atuação nacional, constituída e sediada no Distrito Federal há dez anos.
Tem prestado, dentre outros, vários serviços confidenciais voltados à apuração de ilícitos cometidos contra empresas localizadas no Distrito Federal e nos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Maranhão e Rondônia, que promoveram a prisão de mais de 450(quatrocentas e cinquenta) pessoas supeitas de participação em diversos crimes.
Uma delas, de grande repercussão na mídia nacional, resultou em uma Operação realizada pelo Centro de Operações Policiais Especiais (COPE) do Estado do Paraná que resultou na prisão de 60(sessenta) pessoas suspeitas de participarem de uma fraude milionária cometida contra uma empresa de grande porte, de âmbiro nacional.
Para o armazenamento e processamento dos informes colhidos durante as investigações, a Infosec® e a Codor utilizam softwares de última geração para análise de vínculos e investigação criminal (suite de produtos da I2, como o Analyst Notebook, o I Base, o Chart Reader etc), também utilizados por diversas Polícias Civis do Brasil, pela Controladoria Geral da União, Agência Nacional do Petróleo, Ministério Público Federal, Procuradoria Geral da República e também por organizações estrangeiras como o Federal Bureau of Investigation–FBI, a DEA–Drug Enforcement Agency/USA e outras do mesmo porte.
Fica a ideia. Contatos com as empresas citadas podem ser feitos por meio dos e-mails infosec@infosecltda.com.br e codorltda@codor.com.br
Postado por Acyr Seixas às 13:20 0 comentários http://infosecltda.blogspot.com/
sábado, março 03, 2012
Elaboração de Projetos de Segurança Empresarial
A grande maioria de empresas ainda vê a área de segurança como despesas supérfluas e não como investimento preventivo. E dessas, a maioria se preocupa apenas com a segurança Perimetral e Patrimonial.
O que o empresariado precisa entender, é que a Informação hoje é um bem inestimável ao sucesso de qualquer negócio, é um patrimônio que deve ser protegido das ações de pessoas inescrupulosas que atuam numa concorrência desleal e selvagem.
Por este motivo, é importante a empresa elaborar um projeto de segurança orgânica que visa não só a Segurança Patrimonial e Perimetral, mas principalmente a Proteção ao Conhecimento, projeto este que deve ser elaborado por especialistas da área de Inteligência.
A visão de segurança vai além da tradicional Segurança Patrimonial. É claro que temos no mercado empresas de Segurança Patrimonial com capacidade de atender as necessidades de segurança das empresas privadas, mas os especialistas em Espionagem conseguem ultrapassar as barreiras impostas pela segurança tradicional, utilizando uma metodologia de ação que foge ao conhecimento da maioria dos profissionais de segurança.
Portanto, investir em um sistema de Segurança Patrimonial e Proteção ao Conhecimento, garantindo o estabelecimento de uma ampla política de Segurança Empresarial seria mais aconselhável e evitaria prejuízos futuros.
Professor : Márcio Fernando Barros
sexta-feira, março 02, 2012
Gerenciamento de Crises e Prevenção de Perdas
A tarefa de enfrentar situações de crise tem sido uma preocupação diária de todas as Empresas. Os gestores devem estar na vanguarda quanto à tarefa de solucionar problemas, assim, os conceitos de gerenciamento de crise têm-se convertido para muitos em uma “forma de vida”.
As empresas estão expostas a situações externas e internas que deve enfrentar de forma rápida e eficaz.
O gerenciamento de crise não é um mecanismo de regras, procedimentos atividades. Consiste mais em uma linha de processos e passos bem calculados, com finalidade de se antecipar à natureza complexa de cada crise, quer seja uma crise real, que aquelas ainda em potencial. Há a necessidade de um sistema e de uma estrutura bem elaborada para ativar o plano de ação, que deve ser feito por um grupo competente de administradores de crise.
A prevenção e a antecipação da crise são conceitos-chave e têm exercido uma grande influência na comissão de gerenciamento de crise. Também é necessário transformar os incidentes negativos e potencialmente perigosos de um caso em oportunidades para passar um fato de forma positiva para a empresa e sua missão. A forma de encarar uma crise é uma questão de atitude. Porém, é também um plano de ação muito prático e habilmente executado, que necessita de requisitos prévios, tais como treinamento e atitudes profissionais.
Nosso êxito dependerá em grande parte do quanto estamos preparados para enfrentar tais situações.
Todos devemos nos perguntar:
• O que necessitamos fazer a fim de estar melhor preparados?
• Que situações de crise em potencial podem ser identificadas e discutidas, de maneira que a realidade possa ser enfrentada com êxito?
• Que estrutura deve ser estabelecida da melhor para a nossa situação, em particular?
Profº. Clemente Calvo Castilhone Jr.
As empresas estão expostas a situações externas e internas que deve enfrentar de forma rápida e eficaz.
O gerenciamento de crise não é um mecanismo de regras, procedimentos atividades. Consiste mais em uma linha de processos e passos bem calculados, com finalidade de se antecipar à natureza complexa de cada crise, quer seja uma crise real, que aquelas ainda em potencial. Há a necessidade de um sistema e de uma estrutura bem elaborada para ativar o plano de ação, que deve ser feito por um grupo competente de administradores de crise.
A prevenção e a antecipação da crise são conceitos-chave e têm exercido uma grande influência na comissão de gerenciamento de crise. Também é necessário transformar os incidentes negativos e potencialmente perigosos de um caso em oportunidades para passar um fato de forma positiva para a empresa e sua missão. A forma de encarar uma crise é uma questão de atitude. Porém, é também um plano de ação muito prático e habilmente executado, que necessita de requisitos prévios, tais como treinamento e atitudes profissionais.
Nosso êxito dependerá em grande parte do quanto estamos preparados para enfrentar tais situações.
Todos devemos nos perguntar:
• O que necessitamos fazer a fim de estar melhor preparados?
• Que situações de crise em potencial podem ser identificadas e discutidas, de maneira que a realidade possa ser enfrentada com êxito?
• Que estrutura deve ser estabelecida da melhor para a nossa situação, em particular?
Profº. Clemente Calvo Castilhone Jr.
PF cria curso de extensão em segurança para grandes eventos
13/02/2012
Brasília/DF - A Polícia Federal está criando o Curso de Extensão em Segurança para Grandes Eventos, como forma de qualificar e especializar os vigilantes para atuação nos locais onde haja grande concentração de pessoas, principalmente nos estádios de futebol, a exemplo da Copa das Confederações de 2013 e Copa do Mundo de 2014, conforme modelo padrão da FIFA, que prevê a utilização de segurança privada nos eventos esportivos de forma integrada aos órgãos de segurança pública.
O currículo do curso foi amplamente discutido entre a Polícia Federal e as entidades de classe representativa dos trabalhadores e das empresas do segmento, com a participação da Secretaria Especial de Política de Promoção de Igualdade Racial da Presidência da República, tendo sido formatado em 50 horas-aula, e deve ser ministrado pelas empresas-escolas aos vigilantes que forem trabalhar em eventos com multidões, como ginásios esportivos, estádios de futebol, shows, feiras agropecuárias, etc.
O resultado dessa iniciativa traduz-se no fato de que, em breve, as empresas que prestam o serviço de vigilância patrimonial somente poderão empregar nesses eventos vigilantes que tenham concluído o referido curso, sob pena de serem autuadas ao pagamento de multa e de outras penalidades pela Polícia Federal, que é a responsável pelo controle da segurança privada no Brasil.
O curso de extensão, que é complementar ao curso de formação do vigilante, terá foco nas matérias de gerenciamento de público, gestão de multidões, enfocando o respeito aos direitos humanos e à promoção da igualdade racial, e visa dotar o profissional de conhecimentos, técnicas, habilidades e atitudes que o capacitem para o exercício da atividade de segurança das pessoas e do patrimônio nos recintos onde forem realizados grandes eventos, adotando medidas preventivas e repressivas nos limites de suas tarefas no âmbito operacional da estrutura de segurança, numa função complementar às atividades dos órgãos estatais de segurança e serviços, sem prejuízo das competências que são específicos dessas forças, com o fim de prover a segurança de todos os envolvidos no evento, assegurando um ambiente confortável, seguro e de perfeita normalidade e harmonia para os organizadores e espectadores.
A formatação dos novos cursos passará a ser exigida pela Polícia Federal às empresas de segurança privada e aos próprios vigilantes, com a publicação da alteração da Portaria nº 387/2006 - DG/DPF, que trará também outras modificações visando o aperfeiçoamento do controle e da própria atividade de vigilância patrimonial, incluída à realizada em instituições financeiras, bem como escolta armada, transporte de valores e segurança pessoal, com regras mais eficazes e adequadas ao contexto atual.
Segundo dados da Coordenação-Geral de Controle da Segurança Privada da Polícia Federal -CGCSP, atualmente há cerca de 600 mil vigilantes trabalhando regularmente na atividade de segurança privada, mediante contrato de trabalho com empresas especializadas e orgânicas, no universo de aproximadamente 2 milhões de pessoas que concluíram o curso de formação de vigilantes e que estão cadastradas na PF.
quinta-feira, março 01, 2012
É um pássaro? É um tubarão? Não! É um agente da Mossad!
Teorias da conspiração envolvendo a Mossad [serviço de inteligência israelense] são as preferidas do Oriente Médio, mas nem todo mundo as leva a sério.
O abutre “espião” – uma ave de rapina capturada pelos sauditas e acusada de coletar dados de inteligência para Israel – foi finalmente libertada na semana passada, após seis dias em cativeiro. O príncipe Bandar Bin Saud Al Saud, o responsável pela agência de vida selvagem da Arábia Saudita, confirmou que o aparelho de tecnologia de posicionamento global encontrado no pássaro estava sendo usado por cientistas para rastrear os movimentos do animal.
“Esse tipo de sistema é usado em aves e animais, inclusive os marinhos”, disse ele a repórteres logo antes de libertar a ave, repreendendo a imprensa por divulgação irresponsável. “Alguns jornalistas sauditas se apressaram em divulgar a notícia sobre a ave, na esperança de conseguir um furo, mas sem checar as informações”.
Só que o príncipe está sozinho nessa luta. Na Arábia Saudita e em outros lugares do mundo árabe, a agência de espionagem Mossad de Israel é vista como uma força onipotente, onisciente e onipresente, enviando agentes de duas patas, quatro patas e alados para recolher informações e causar o caos.
Nos últimos meses, o número – e, para muitos, o absurdo – de conspirações da Mossad parece ter aumentado, sendo um dos casos mais notáveis o relato sobre a agência ter colocado tubarões para atacar banhistas no Egito, de acordo com relatórios de Sharm al-Sheikh [uma das maiores e mais conhecidas praias do Egito]. Por outro lado, o número de operações plausíveis da Mossad também aumentou nos últimos dois anos.
Rasha Abdulla, presidenta do Departamento de Jornalismo e Comunicação em Massa da Universidade Americana do Cairo, disse que nem todas as teorias da conspiração em relação à Mossad são levadas a sério pela mídia ou pelo público.
“Falando em temos gerais, depende da situação”, disse Abdulla. “Muitas vezes as pessoas são muito céticas (…), por exemplo, no caso dos tubarões em Sharm al-Sheikh, quando a história foi divulgada, as pessoas riram”.
O abutre – que dizem ter sido apelidado de R65 por aqueles que o cuidavam na Universidade de Tel Aviv, um apelido alusivo ao 007 – foi capturado em uma área rural da Arábia Saudita no dia 4 de janeiro e, rapidamente, levantou a suspeita dos habitantes locais de que a ave faria parte de uma “trama sionista”. Na verdade, a ave carregava um aparelho de GPS, assim como etiquetas que a identificavam como uma das aves do grupo cuja migração está sendo monitorada por pesquisadores da universidade.
Isso já foi o suficiente. Notícias sobre a suposta espionagem da ave se tornaram virais na região, resultando em centenas de postagens em blogs e em sites de notícias que afirmavam que a ave era especialmente treinada para recolher informações para a Mossad.
“Basicamente, essas conspirações servem às sociedades das quais elas surgem”, disse Yossi Melman, que cobre notícias relativas a inteligências para o jornal israelense Ha’aretz. “Essas conspirações não têm nada a ver com a Mossad, mas têm tudo a ver com as sociedades e a cultura”
O abutre “espião” – uma ave de rapina capturada pelos sauditas e acusada de coletar dados de inteligência para Israel – foi finalmente libertada na semana passada, após seis dias em cativeiro. O príncipe Bandar Bin Saud Al Saud, o responsável pela agência de vida selvagem da Arábia Saudita, confirmou que o aparelho de tecnologia de posicionamento global encontrado no pássaro estava sendo usado por cientistas para rastrear os movimentos do animal.
“Esse tipo de sistema é usado em aves e animais, inclusive os marinhos”, disse ele a repórteres logo antes de libertar a ave, repreendendo a imprensa por divulgação irresponsável. “Alguns jornalistas sauditas se apressaram em divulgar a notícia sobre a ave, na esperança de conseguir um furo, mas sem checar as informações”.
Só que o príncipe está sozinho nessa luta. Na Arábia Saudita e em outros lugares do mundo árabe, a agência de espionagem Mossad de Israel é vista como uma força onipotente, onisciente e onipresente, enviando agentes de duas patas, quatro patas e alados para recolher informações e causar o caos.
Nos últimos meses, o número – e, para muitos, o absurdo – de conspirações da Mossad parece ter aumentado, sendo um dos casos mais notáveis o relato sobre a agência ter colocado tubarões para atacar banhistas no Egito, de acordo com relatórios de Sharm al-Sheikh [uma das maiores e mais conhecidas praias do Egito]. Por outro lado, o número de operações plausíveis da Mossad também aumentou nos últimos dois anos.
Rasha Abdulla, presidenta do Departamento de Jornalismo e Comunicação em Massa da Universidade Americana do Cairo, disse que nem todas as teorias da conspiração em relação à Mossad são levadas a sério pela mídia ou pelo público.
“Falando em temos gerais, depende da situação”, disse Abdulla. “Muitas vezes as pessoas são muito céticas (…), por exemplo, no caso dos tubarões em Sharm al-Sheikh, quando a história foi divulgada, as pessoas riram”.
O abutre – que dizem ter sido apelidado de R65 por aqueles que o cuidavam na Universidade de Tel Aviv, um apelido alusivo ao 007 – foi capturado em uma área rural da Arábia Saudita no dia 4 de janeiro e, rapidamente, levantou a suspeita dos habitantes locais de que a ave faria parte de uma “trama sionista”. Na verdade, a ave carregava um aparelho de GPS, assim como etiquetas que a identificavam como uma das aves do grupo cuja migração está sendo monitorada por pesquisadores da universidade.
Isso já foi o suficiente. Notícias sobre a suposta espionagem da ave se tornaram virais na região, resultando em centenas de postagens em blogs e em sites de notícias que afirmavam que a ave era especialmente treinada para recolher informações para a Mossad.
“Basicamente, essas conspirações servem às sociedades das quais elas surgem”, disse Yossi Melman, que cobre notícias relativas a inteligências para o jornal israelense Ha’aretz. “Essas conspirações não têm nada a ver com a Mossad, mas têm tudo a ver com as sociedades e a cultura”
quarta-feira, fevereiro 29, 2012
O SUCESSO EXIGE SER WORKAHOLIC?
Em decorrência da minha atividade profissional, tenho a oportunidade de conhecer a trajetória de sucesso de inúmeros profissionais, das mais diversas áreas de atuação, no cenário nacional e internacional. Pessoas que dedicam tempo para estudar, aprimorar suas competências e se tornarem apaixonadas pelo que realizam. Percebo que algumas demonstram equilíbrio com o trabalho, família e convívio social. Entretanto, outras pessoas mostram uma ordem inversa. Indicam que o sucesso concentra-se unicamente no pensamento aos volumes expressivos de trabalho, tornando-se workaholic (viciado em trabalho).
Será que para atingir o sucesso profissional, uma pessoa precisa ser workaholic?
Perfil comportamental da pessoa workaholic
Estou analisando os dados de uma dissertação, que aborda as transformações tecnológicas e no quanto os reflexos do desemprego influenciam no perfil comportamental de uma pessoa workaholic. O objetivo da tese compreende avaliar como os sentidos humanos sofrem transformações na construção perfeccionista de uma carreira profissional. Um dos dados da pesquisa indica que as relações entre trabalho e projeto de vida caminham para lados opostos e longínquos dos processos de relacionamento interpessoal. Estudando os dados dessa pesquisa, torna-se possível perceber que uma pessoa workaholic acaba estagnando sua carreira a médio e longo prazo, pois não consegue visualizar as oportunidades que estão a sua volta. No cotidiano, tornam-se pessoas com péssimo humor, amargas e solitárias. Em uma conversa com amigos, somente falam do seu trabalho e transformam um diálogo em verdadeiro monólogo.
Você conhece pessoas com esse comportamento? A medicina do trabalho está repleta de exemplos, com pessoas que adquiriram doenças nervosas como gastrites, úlceras e frequentes enxaquecas, pelo vício ao trabalho. Faça uma reflexão procurando descobrir se em algum momento,você não exagerou falando demais de seu trabalho, deixando de ouvir as pessoas que estavam a sua volta. Permanecer no topo do sucesso,não é uma tarefa nada fácil. Requer treinamento constante, comprometimento, determinação, além de gostar do que se faz. É imprescindível destacar que o lazer oferece um auxílio imensurável, como uma válvula de escape, para aliviar a tensão e disponibilizar uma nova energia, inclusive para o surgimento de ideias criativas.
Quando você faz um trabalho com amor, indiferentemente da profissão, se torna alguém diferente de pessoas acomodadas. Um professor, por exemplo, que prepara suas aulas com planejamento mostra, na prática, que é diferente de outros educadores que lecionam sem nenhuma preparação. O fato de respirar e transpirar trabalho gera no indivíduo uma doença que aliena o pensamento, mesmo em períodos de repouso e férias. Procure lembrar continuamente que o sucesso não exige de você ser uma pessoa workaholic, mas que realize suas atividades com satisfação, valorizando o convívio familiar e apreciando a convivência com seus amigos. Vamos tentar?
Por: Dalmir Sant'Anna
quarta-feira, fevereiro 15, 2012
COMPARTILHANDO: COMO LIDERAR A GERAÇÃO Y
COMPARTILHANDO: COMO LIDERAR A GERAÇÃO Y: Por Ricardo Mallet no Adminstradores.com.br em 13/11/11 Segundo pesquisa publicada na revista Você RH em setembro de 2010, 97% das empresa...
DÍZIMO: OPÇÃO OU MANDAMENTO?
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Por: Valdir Flora Batista
"Dêem, e lhes será dado: uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante será dada a vocês. Pois a medida que usarem, também será usada para vocês". Lucas 6.38.
Alguns assuntos na Bíblia causam muitas controvérsias, e dízimo é seguramente um deles. Por que isto acontece? Talvez porque vivemos em uma sociedade consumista, que tem o dinheiro como prioridade. Outros acham que a igreja é rica e já tem muita gente que dizima e, quando as nossas finanças melhorarem, 'iremos dizimar'. Ou porque achamos que dízimo é ordenança do Velho Testamento, e agora estamos debaixo da Nova Aliança e não estamos mais debaixo da lei e sim, da graça. Certamente, quando não estamos dispostos a crer na Palavra de Deus, vamos conseguir muita argumentação lógica para justificar nossa postura.
Iniciaremos este estudo com alguns textos sobre dízimo, onde Champlin diz;
São usadas duas palavras No Velho Testamento:
Asar, "dez", "décima parte". Com o sentido de dízimo aparece por sete vezes: Gen 28.22; Deu 14.22; 26.12; I Sam 8.15,17; Nee 10.37,38. A raiz original desse termo significa "acumular", "crescer", "ficar rico";
Maaser, "décima parte" palavra usada trinta e duas vezes: Gen. 14.20; Lev 27.30-32; Num 18.24,26; Deu 12.6,11,17; II Crô 31.5,6,12; Nee 10.37,38; Amós 4.4; Mal 3.8,10.
No Novo Testamento há duas formas verbais e uma nominal, a saber:
Dekatóo, "dar uma décima parte", "dizimar", que aparece somente por duas vezes: Heb 7.6,9.
Apodekatóo, "dar uma décima parte", "dizimar", e que no grego é uma forma composta da primeira, que figura por três vezes: Mat 23.23; Luc 11.42 e Heb 7.5.
Dekáte, "décimo", uma forma ordinal, usada apenas em Heb 7.2,4,8,9.
Fora da cultura judaica através de antigas alusões literárias, sabemos que o dízimo existia em muitas nações antigas, sob uma forma ou outra. O trecho de Gênesis 14.17-20 nos informa sobre o costume antes da lei mosaica. Sabemos que a prática existia entre os gregos, os romanos, os cartagineses e os árabes. Nessas culturas, como entre os hebreus, o dízimo fazia parte da piedade religiosa.
O Antigo Testamento ilustra em duas oportunidades. Abraão apresentou a décima parte dos despojos do combate militar em que se envolveu, a Melquisedeque (Gen.14.20; Heb. 7.2,6). Melquisedeque foi um rei-sacerdote que refletia o sumo sacerdócio do próprio Cristo. Em segundo lugar, há o caso de Jacó, o qual, após a visão que teve em Luz, devotou uma décima parte de sua propriedade ao Senhor Deus.
Antes da lei, os dízimos já existiam, embora não parecessem fazer parte regular do culto religioso. Em outras palavras, não havia preceito que requeresse o dízimo como um processo contínuo e específico. Porém, não se pode duvidar de que o dízimo era praticado pelos patriarcas, antes mesmo de sua instituição legal. Os dízimos passaram então a ser usados dentro do sistema de sacrifícios, como parte do culto prestado a Yahweh, para o sustento dos sacerdotes levíticos e, provavelmente, esses fundos também eram usados para ajudar os pobres, em suas necessidades.
Originalmente, os dízimos eram dados aos levitas (Num. 18.21), tendo em vista a manutenção dos ritos religiosos. Mais tarde, isso ficou mais complexo ainda. Os dízimos eram levados aos grandes centros religiosos. Quando convertidos em dinheiro, eram postos em mãos apropriadas, para serem gerenciados (Lev. 14.22-27). Ao fim de três anos, todos os dízimos recolhidos eram levados a um lugar próprio de depósito, e seguia-se então uma grande celebração. Os estrangeiros, os órfãos, as viúvas (os membros mais carentes da sociedade) eram assim beneficiados, mediante esta prática, juntamente com os levitas (Lev. 14.28,29). Cada israelita precisava desempenhar a sua parte nessa questão dos dízimos, a fim de ser cumprido o mandamento divino (Lev. 26.12-14).
Sobre o mesmo assunto, o pastor Antonio Carlos Barro relata: "Um dos conceitos perdidos nesta nova geração de crentes, adeptos da prosperidade e do consumismo, é o conceito da mordomia cristã. Antigamente, este era um assunto comum nos ensinos da igreja, todavia, ele perdeu a sua popularidade e conseqüentemente são poucos os cristãos que realmente tem noção daquilo que Deus espera de cada um deles com respeito aos bens materiais. O consumismo desmedido é um dos principais pecados da humanidade".
Uma das coisas que as pessoas estão sempre questionando é a respeito do dízimo. "Ele é bíblico mesmo?" "Se eu ganho pouco eu tenho que dar mesmo assim?" "10% de tudo o que eu ganho é muito", dizem outros. Dízimo não é para ser questionado, mas obedecido. A fé e a razão estão do lado daqueles que são dizimistas fiéis, enquanto que a descrença está do lado daqueles que duvidam de Deus e do seu poder. O cristão apregoa em prosa e verso que depende de Deus, está debaixo do senhorio de Jesus Cristo, vive na direção do Espírito Santo e ao mesmo tempo não oferta e não dá dízimo! Tem incoerência maior do que esta?
O dízimo não foi instituído na Bíblia para a nossa chateação, ou para ficarmos irritados com a igreja ou com o pastor que prega sobre o assunto. O dízimo foi instituído para a expansão do reino e a sua glória e também para que, através dele, recebêssemos as bênçãos do Senhor. Leia estes versículos abaixo:
"Bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo". Gen. 14.20.
"A pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo". Gen.28.22.
"No tocante às dízimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao Senhor" Lev. 27.32.
"Certamente, darás os dízimos de todo o fruto das tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo" Deu. 14.22.
"Também falarás aos levitas e lhes dirás: Quando receberdes os dízimos da parte dos filhos de Israel, que vos dei por herança, deles apresentareis uma oferta ao Senhor: o dízimo dos dízimos" Num. 18.26.
"Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas" Mal. 3.8.
"Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênçãos sem medida" Mal. 3.10.
"Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei; a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!" Mat. 23.23.
"Para [Melquisedeque] Abraão separou o dízimo de tudo (primeiramente se interpreta rei de justiça, depois também é rei de Salém, ou seja, rei de paz)" Heb. 7.2.
Neste mesmo livro, o autor ainda apresenta algumas perguntas que inquietam os crentes com relação a aplicar ou não a prática de dizimar:
1- "Eu dou, consagro, dedico, entrego ou pago o dízimo?
Tanto faz o verbo que você quer usar, o importante é que o dízimo chegue na tesouraria da igreja. O que importa é a atitude do seu coração. Chamar de consagração e ficar lamentando por ter entregado o dízimo é muita incoerência e pecado. Cada dedicação do dízimo deve ser acompanhada com uma oração de gratidão por tantas bênçãos recebidas, e uma oração em favor da igreja que está aplicando estes recursos no trabalho do Senhor. Que cada pastor e igreja saibam que o dízimo não lhes pertence e, portanto, não podem ser usados indiscriminadamente.
2- O dízimo é sobre o bruto ou sobre o líquido?
Depende da sua atividade. Se você é funcionário de uma empresa, e os descontos do seu pagamento são para seu benefício, tais como: INSS, imposto de renda, caixa de previdência, clube, seguros, etc., então você tem que dar o dízimo sobre o bruto. Se você é autônomo, o dízimo é sobre o lucro. Por exemplo: se comprar um carro por R$ 3.000.00, e vender por R$ 3.200,00 o seu dízimo é sobre R$ 200.00. Em suma, tire o investimento e dê o dízimo sobre o lucro daquele investimento. Você é dono de uma empresa e não tem rendimento fixo: dê o dízimo sobre tudo o que gasta para sua sobrevivência. Tenha a certeza do seguinte; se quiser fugir do dízimo, achará uma desculpa, assim como se você quer ser dizimista, saberá como fazê-lo.
3- Eu posso dar o dízimo em outra igreja?
Normalmente a minha resposta é não, com algumas exceções. Eu creio que deve ser dado na igreja onde é alimentado espiritualmente. Quem compra o material da escola dominical das suas crianças? Quem paga as contas da igreja onde louva a Deus? Quem compra o som? Não acho que seja justo freqüentar uma igreja e dela receber o alimento e então dar o dízimo para outra igreja. A exceção é quando você é transferido de uma igreja para outra, e já comprometeu seu dízimo com algum projeto daquela igreja, tal como a construção ou o envio de um missionário, e ela depende de seu dízimo. Todavia, quando este projeto chegar ao fim, deve contribuir com sua nova igreja. Avise, porém, a liderança sobre o que está fazendo.
4- E posso dar o meu dízimo para um missionário amigo meu?
Também não! O dízimo não é para ser administrado por você. Se você quer entregar alguma verba para um missionário, isto é chamado de oferta voluntária ou missionária e isto está além do dízimo. Eu acho estranho que os crentes queiram fazer o bem com o dinheiro alheio. "Eu sustento um missionário na África", dizem alguns, quando na verdade isto não deveria nem ser mencionado, pois está sustentando com o dízimo. Quando alguém afirma que sustenta um missionário, eu estou pensando que a pessoa faz isto e ainda é dizimista. O que você pode fazer é apresentar o missionário que quer sustentar para a liderança de sua igreja ou o comitê de missões de sua igreja.
5- Eu não dou o meu dízimo na igreja porque não concordo com o pastor ou a liderança!
O problema é seu, que não faz nada sobre o assunto, a não ser reter o seu dízimo e falar mal da sua liderança. Se você não concorda com a liderança, isto significa que você pode manipular o dízimo do Senhor? De maneira alguma, pois as famílias crentes que são ajudadas através do dízimo precisam do auxílio da igreja, a congregação necessita construir, os obreiros no campo missionário precisam de seus salários. Se você não concorda com a liderança, você deve conversar com ela e não chantageá-la com o seu dízimo. Encontrei um crente que depositava o seu dízimo na caderneta de poupança. A razão era um desentendimento com o pastor. Falta agora encontrar um crente que esteja depositando o dízimo em juízo!
6- Eu ganho muito e não acho certo dar 10% na igreja!
A solução para o seu problema é simples: ore para que Deus diminua o seu ganho até o limite um que você julga ser capaz de dar o dizimo sem nenhuma dor no coração. Eu tenho certeza que Deus lhe ajudará a diminuir os seus recursos, se estes estão atrapalhando o seu desenvolvimento espiritual. Além de fazer esta oração, você tem também um outro problema para resolver na sua vida. Você é uma pessoa ingrata, de coração endurecido. Deus tem sido maravilhoso com você e têm lhe dado bênçãos sem limite, todavia, você usa estas bênçãos exatamente contra Deus, o doador de tudo o que você tem. Neste caso, seria bom que Deus não lhe desse tantas coisas, pois assim poderia dar o dízimo com mais tranqüilidade.
Conta-se que nos anos de 1930, uma senhora visitou um proprietário de cinco navios e lhe pediu uma oferta para construção de um orfanato. O homem atendeu ao seu apelo e lhe entregou um cheque num alto valor. Antes mesmo que a senhora saísse de seu escritório, ele recebe a notícia que um dos seus navios estava pegando fogo em alto mar. O homem imediatamente chama aquela senhora, explica o que está acontecendo e solicita a devolução do cheque. Ele escreve um outro cheque e entrega para a mulher. Para o espanto dela, a quantia era o dobro da primeira. "Mas o navio não está pegando fogo?", pergunta ela. "Sim", responde o homem, "Deus está me avisando que ainda restam mais quatro navios para pegar fogo".
Você usa a terra de Deus e todos os recursos que ela traz e não retorna nada para Deus! Você está semeando vento, portanto, prepare-se para tempestade que virá sobre sua vida. É a lei da semeadura. Implacável!
7- Eu ganho pouco e não acho justo dar dízimo. Quando eu ganhar mais eu passo a contribuir.
Provavelmente você nunca vai ganhar mais do que ganha hoje. Você não está preparado para receber mais de Deus. O princípio bíblico da fidelidade continua valendo nos dias de hoje: "Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito" (Lucas 16.10). Veja ainda: "Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará" (2 Coríntios 9.6 ). Se você não é fiel quando ganha um salário baixo, será fiel quando receber um salário maior? A resposta é não! Por isso, comece e exercitar a sua fidelidade hoje e quando tiver aprendido o valor da obediência você estará pronto para receber mais das mãos de Deus.
Estava pregando em uma igreja em Fortaleza quando após o culto uma senhora veio falar comigo. Disse que era viúva, recebia apenas um salário mínimo por mês. Com aquele salário pagava um pequeno aluguel, comprava seus remédios e o pouco que sobrava era para a alimentação. Perguntou-me se deveria ser dizimista. Mesmo querendo dizer que não, eu não podia falar isto. Disse-lhe que ser dizimista era um privilégio que pobreza não poderia tirar-lhe. Orientei a irmã a que desse o dízimo e procurasse os diáconos para que auxiliassem com seu aluguel.
8- Não está escrito em II Coríntios 9.7: "Cada um contribua segundo tiver proposto no coração".
Certamente que está escrito. Tenho visto este verso em muitos envelopes de dízimo. O princípio do mesmo está certo, mas o texto está usado erradamente nos envelopes. Cada contribuição, seja dízimo ou oferta, deve ser sempre feito como amor e gratidão no coração. Todavia, este verso faz referência a uma oferta voluntária que o Apóstolo Paulo estava levantando em favor dos pobres em Jerusalém. Se for uma oferta, cada um oferte o quanto o coração mandar. Eu, quando sou desafiado a contribuir com uma oferta para alguma missão ou algo extraordinário na igreja, eu oro a Deus e a quantia que ele coloca no meu coração, eu oferto. Agora, quanto ao dízimo, eu não preciso orar a Deus e perguntar quanto ele quer que eu dizime. Isto eu já sei, é a décima parte daquilo que eu recebo.
Deus não está interessado em uma vida religiosa cheia de rituais, mas sim em uma vida que honre e glorifique o seu nome. Na minha igreja eu quero um dizimista que ame a Deus. Nas igrejas evangélicas nós temos hoje uma média de 35% dos membros que são fiéis a Deus nos dízimos. Ou seja: de cada três membros escritos no rol, apenas um é dizimista.
Ao consagrar o seu dízimo, o fruto das primícias no altar, o cristão está demonstrando com este ato o quanto ele tem um coração agradecido a Deus por tantas bênçãos recebidas. Ele, que tudo sabe o que recebeu do seu Senhor, veio como um ato de bondade para a sua vida. Assim, demonstra sua gratidão trazendo os primeiros frutos ao Senhor. Notemos que são os primeiros frutos e não os últimos.
Segundo os textos em abundância citados, podemos ter convicção que o dízimo não é opção, mas um mandamento, e agora faça uma análise imparcial deixando que a Palavra revele a vontade clara de Deus pra sua vida e faça como está escrito no texto já citado de Malaquias: "Provai-me nisto". E certamente o Deus da graça lhe dará alegria na consagração do dízimo e nas ofertas.
O PAPEL DO SUPERVISOR
O supervisor deve liderar pessoas e fazer gestão diária dos processos, devendo ser recrutado e treinado com esse objetivo. É desejável que tenha conhecimento técnico da área onde atua, mas é mandatório que tenha perfil para liderança e gestão.
É fundamental que o Supervisor “goste de gente”, pois ele é a liderança mais próxima do empregado. Ele, aos olhos do empregado é a própria imagem da Empresa. É o Supervisor que deve assegurar que ocorra alinhamento entre os valores pessoais dos empregados de sua equipe e a Visão, a Missão e os Valores da Empresa.
É ele que pode identificar as fraquezas a serem corrigidas nas equipes e é ele quem pode identificar precocemente os talentos dentre a massa de empregados para que possam ser lapidados.
O Supervisor deve garantir a capacitação de sua equipe buscando os treinamentos de acordo com a necessidade individual do empregado.
É o Supervisor que checa e garante que a sua equipe tenha as habilitações técnicas necessárias para o correto desenvolvimento dos trabalhos.
A gestão diária dos processos é responsabilidade do Supervisor bem como a utilização eficaz dos recursos disponíveis. Um ponto de atenção importante na gestão diária é a administração das prioridades e urgências. Essa administração exige a prática do “senso de urgência”. É necessário que o Supervisor conheça fundamentos de planejamento e tomada de decisão.
É o Supervisor o responsável pela avaliação de desempenho dos empregados ligados à Supervisão.
Existem estudos indicando que parte dos problemas nas empresas pode ocorrer não apenas por falta de normas técnicas ou padrões gerenciais, mas também pelo descumprimento dessas normas e padrões, ou seja, os problemas podem ser gerados pelo comportamento inadequado das pessoas.
Considerando que a verificação do cumprimento dos procedimentos técnicos e a fiscalização da execução de tarefas são atividades realizadas dentro da Supervisão, devemos analisar o risco e a criticidade dessas atividades e considerar a utilização de inspetores ligados à Supervisão que façam essa fiscalização em campo.
Segundo Falconi (O Verdadeiro Poder, 2009): “Liderar é bater metas consistentemente, com o time e fazendo certo. Quem não bate metas não é bom líder. Se ser um bom líder é conseguir resultados por meio das pessoas, então a pessoa do líder deve investir parte substancial de seu tempo no desenvolvimento de sua equipe.”
Entendendo o Supervisor como sendo o primeiro nível de liderança da Empresa, podemos considerar para ele a Agenda do Líder proposta por Falconi (O Verdadeiro Poder, 2009):
LIDERAR COM O TIME
1 - Recrutar;
2 - Treinar;
3 - Inspirar;
4 - Fazer coaching (são atuações do líder voltadas para ajudar os seus subordinados a trilharem o seu próprio caminho de autodesenvolvimento);
5 - Promover a meritocracia;
6 - Tirar pessoas da zona de conforto para que elas se desenvolvam;
7 - Fazer uma avaliação de desempenho honesta e construtiva;
8 - Demitir quando preciso for;
9 - Ter um sistema de incentivos alinhados com metas.
LIDERAR FAZENDO CERTO
1 - Promover cultura única;
2 - Cultura de alto desempenho;
3 - Cultura de fatos e dados;
4 - Cultura de honestidade intelectual;
5 - Cultura de enfrentamento dos fatos;
6 - Alinhamento com os valores da empresa.
LIDERAR É ALCANÇAR METAS
1 - Atribuir metas baseadas em lacunas;
2 - Promover o domínio do método pela equipe;
3 - Promover a aquisição de conhecimento técnico do processo pela equipe.
Falconi: “O Líder é o único agente de mudanças da organização. Não há outra opção”.
Devemos pensar em possuir um time de Supervisores alinhados com os Valores e o Pensamento Estratégico da Empresa, capacitados para liderar e influenciar o comportamento das pessoas. Um líder tem seguidores e é disso que precisamos.
Magna Fernandes
Segurança, Inteligência e Investigação
Companhia Siderúrgica Nacional
Companhia Metalúrgica Prada
magna.fernandes@csn.com.br
Pós-graduação em Direito Cibernético: interpretação, responsabilidades
sábado, 4 de fevereiro de 2012
A Unisc está divulgando o curso de Pós-graduação em Direito Cibernético: interpretação, responsabilidade e provas no Direito Trabalhista, Penal e Civil, com previsão de início em abril de 2012.
Segundo a divulgação, os objetivos do curso são:
Possibilitar a formação de um profissional especialista na compreensão das novas relações jurídicas que se estabelecem em decorrência das novas tecnologias, assim como diferentes soluções processuais, tanto preventivas como repressivas, minimizando os riscos envolvidos nas operações.
O especialista em Direito Cibernético estará capacitado na compreensão dos novos enfoques e desafios do Direito, aplicados aos meios eletrônicos e aos fenômenos da era da internet, além de poder examinar o direito e as novas tecnologias à luz do direito pátrio e estrangeiro.
Coordenadores:
Dr. Jacques Nelson Corleta Schreiber
Dr.Janrie Rodrigues Reck
Professores:
Esp. Emerson Wendt - Polícia Civil RS
Esp. Fernando de Pinho Barreiro - The Perfect Link, Brasil
Esp. Gisele Truzzi - Escritório de Advocacia Privado
Dr. Helenara Avancini - Escola Superior de Administração, Direito e Economia.
Dr. Jacques Nelson Corleta Schreiber – Unisc
Ms. Jane Gombar – Unisc
Dr. Janrie Rodrigues Reck – Unisc
Ms. Leonardo Parentoni - Escola Superior de Advocacia
Ms. Marcelo Xavier de Freitas Crespo – FADISP
Ms. Roberto Suarez Saldanha - Unisc
O curso possui as seguintes disciplinas programadas:
Certificação Eletrônica: a legislação sobre documentos eletrônicos no Brasil e tendências jurisprudenciais. – 15h
Conceitos Básicos na Produção de Provas Cibernéticas – 30h
Direito Autoral na Internet – 30h
Direito Digital e Criminalística Computacional – 45h
Direito do Consumidor no Mundo Virtual – 15h
Fundamentos de Metodologia – 15h
Fundamentos de Segurança da Informação – 30h
Modalidade, formação e execução de contratos via cibernética – 45h
Processo virtual nos tribunais brasileiros: manejando o instrumental disponível. – 30h
Proteção jurídica do fundo de comércio da empresa no mundo virtual – 15h
Relações de trabalho e mundo virtual – 15h
Responsabilidade civil e internet – 30h
Segurança em redes de computadores e internet – 45h
Mais detalhes: Site da Unisc Santa Cruz do Sul
Inscrições: Realizadas até o dia 21/02/2012 há o desconto de 40%.
BLOG DA SEGURANÇA PRIVADA: TÉCNICAS OPERACIONAIS AVANÇADAS
BLOG DA SEGURANÇA PRIVADA: TÉCNICAS OPERACIONAIS AVANÇADAS: 2ª TURMA 16,17 e 18 DE MARÇO LOCAL - ILHA DE COTIJUBA ENTRE PARA O HALL DA ELITE DA SEGURANÇA PRIVADA NA REGIÃO NORTE SEJA UM BÚFALO DO NOR...
Remoção e Agradecimento
Depois de três anos e meio à frente da unidade acadêmica da Polícia Civil, o delegado Pedro Paulo Sousa, há mais de 18 anos na instituiução, foi removido na última-sexta-feira, 25.
A Acadepol, neste momento, está prestes a assumir a responsabilidade pela segunda fase do concurso público C-149, que deverá trazer novos delegados, escrivães e investigadres para a instituição. Esta nova etapa do certame consiste na execução do curso de formação técnico-profissional.
Ao mesmo tempo, a unidade acadêmica vem executando com apoio da gestão superior da PC, desde o início do ano, um programa forte de formação continuada dirigida aos servidores da instituição, que consiste na realização de cursos diversos, oficinas e seminários.
O delegado deixa os seus agradecimentos a todos e todas que tem colaborado com o cumprimento da missão institucional da Acadepol.
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