sexta-feira, julho 01, 2011

Outsourcing

Parceria de Ouro
Focalização no escopo da empresa, redução de custos, especialização, entre outros, são os alvos de quem opta pelo outsourcing. Mas há que garimpar bem para subtrair o ouro das pedras.
Mariana Fernandez
Outsourcing é a nova realidade mundial. No mundo inteiro, as organizações estão se concentrando no que sabem fazer de melhor, deixando certas áreas da empresa sob responsabilidade de outras empresas, especializadas no ramo.
Fazer ou comprar? Este é o dilema típico de um processo de outsourcing. Mas a definição do conceito implica, antes de mais, a sua tradução. Entre as mais vulgarizadas incluem-se: “mandar fazer fora”, o “recurso a uma fonte externa”, a externalização ou, muito simplesmente, a subcontratação.
Outsourcing (em inglês, out significa “fora” e source ou sourcing significa “fonte”) designa a ação que existe por parte de uma organização em obter mão-de-obra de fora da empresa, ou seja, mão-de-obra terceirizada.
“Concentre-se no que faz melhor do
que os rivais e entregue o restante
a especialistas.”
Esta é a ideia-chave do outsourcing, um conceito cada vez mais popular entre as empresas. Originalmente o outsourcing era confundido com a simples subcontratação, circunscrevendo-se a atividade de baixo valor acrescentado e afastadas do negócio vital de cada empresa como os serviços limpeza, de segurança, o correio expresso, etc. O aumento da competitividade dos mercados forçou as empresas a passarem a concentrar os seus melhores recursos no seu negócio vital, criando oportunidades de outsourcing de atividades, funções ou processos que não seriam sequer imagináveis: transporte, armazenamento, funções financeiras, sistemas informáticos, etc.
Em outras palavras, outsourcing é a transferência das atividades conhecidas como atividades meio, e nunca as atividades fins (produto final), para uma empresa terceirizada.
A contratação de serviços periféricos visa reduzir custos internos aproveitando o know-how e a especialização de empresas externas que, em determinadas áreas específicas, se revelam como opção mais vantajosa, permitindo maiores rentabilidades.

terça-feira, junho 28, 2011

Versículos do dia

Assim diz o SENHOR, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o SENHOR teu Deus, que te ensina o que é útil, e te guia pelo caminho em que deves andar. Isaías 48:17

Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se eu falo de mim mesmo. João 7:17

A Busca e a Proteção do Conhecimento - Inteligência Empresarial


Para compreender a importância e o significado de Inteligência e suas utilização no mundo empresarial, é preciso falar um pouco de sua história no Brasil e no mundo. O primeiro serviço de inteligência organizado de que se tem notícias foi montado na Inglaterra, por sir Francis Walsingham, ministro do exterior da rainha Elizabeth I, ainda na idade Média. Foi somente na idade contemporânea que o serviço adquiriu uma instituição com estrutura própria.
Atividades de inteligência no Brasil teve inicio em 1927, no governo de Washington Luís, coma criação do conselho de Getúlio Vargas, o CDN foi implementado, tendo sua denominação alterada para conselho superior de Segurança Nacional (CSSN).
Durante o Estado Novo, foram criados o Departamento Federal de Segurança Pública (DFSP), origem da atual política federal (PF), e a Delegacia Da Ordem Política e Social (Dops), que, segundo parâmetros da época, objetivava a correção de atitudes da sociedade.
No governo de Eurico Gaspar Dutra, em 1946, foi criado o serviço Federal de informações e contra-informsções (SFICI) e em julho de 1964, o serviço nacional de informações (SNI). Com sua extinção, em 1990, pelo então presidente da República Fernando Collor, criou-se a secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE). Em 1995, nasce a Agencia Brasileira de Inteligência (Adin).
Atualmente, no Brasil, o serviço de inteligência ainda é muito pouco utilizado, talvez porque os empresários temam sua utilização pesando nos anos pós-revolução de 64, quando o objetivo desse tipo de serviço era apontar pessoas ou grupo envolvidos em ações contra o governo federal.
É evidente que a finalidade hoje é outra: o grande objetivo é a manutenção de uma vantagem competitiva, garantindo a sustentabilidade da empresa no mundo globalizado. Os empresários não podem mais se preocupar tão somente com os clientes: é preciso estar atento a seus concorrentes.

Joffre Coelho Chagas Júnior
é gerente da superintendência de averiguação de sinistro da empresa GPS Logística e gerenciamento de Risco (PAMCARY). Mestre em Operações Militares, tem MBA de Gestão de Segurança Empresarial; Gestión de Seguridad Empresarial Internacional pala Universidade Pontificia Comillas de Madrid; especialista em segurança ABSO e cursos de investigação de Roubo da Carga; Gerenciamento de Risco no Transporte Rodoviário de Carga; Segurança e Criminalidade. É professor de investigação e Fraudes Empresariais e palestrante no MBA de Gestão de Segurança Empresarial, além de coordenador técnico da Brasiliano e Associados.

segunda-feira, junho 27, 2011

JESUS CRISTO O NOSSO SENHOR

"O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas"
Hebreus 1:3
"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade"
João 1:14
"Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas"
João 12:46

Segurança Corporativa

Normalmente essa função é exercida por um Gestor de Segurança, mas podemos encontrar outros departamentos que fazem a gestão deste segmento corporativo, o que hoje é altamente desaconselhável, pois, o mercado oferece profissionais graduados nesta área do conhecimento.
As principais atividades performadas pelo gestor de segurança de uma instituição são:
Segurança patrimonial (sedes e mercadorias/serviços)
Segurança pessoal (funcionários e usuários)
Segurança da informação (lógica e física)
Segurança do Trabalho e Orgânica.
É necessário, no entanto, a definição muito clara dos limites entre segurança privada e pública. Os processos de segurança em corporações devem privilegiar a prevenção.
Além disso, estes processos devem permitir o desenvolvimento da empresa em seus mercados e antever as possíveis ameaças que possam causar danos ou prejuízos à instituição.
Atualmente no Brasil, existem algumas instituições que congregam estas atividades profissionais, tais como :
ABGS : Associação Brasileira dos Gestores de Segurança; ABSO Associação Brasileira de Segurança Orgânica; ABSEG Associação Brasileira de Profissionais de Segurança; ABESE Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, entre outras.