Ramo da segurança que cuida dos interesses ligados à empresas públicas ou privadas, no que tange à proteção de seus recursos humanos e materiais e deve estar em consonância com a missão e valores da empresa, devendo também respeitar os limites éticos e legais impostos nas regiões em que atuam. " Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." Salmos 127:1
quinta-feira, outubro 13, 2011
Gestor de Segurança Empresarial de SUCESSO
Os desafios do gestor de segurança estão cada vez maiores, mas este profissional não deve ter medo desta realidade, pois o século XXI abriu as portas para que este profissional pudesse mostrar como a área de segurança pode ajudar no alcance das metas das empresas.
Para que o gestor possa solidificar a sua importância e ter sucesso profissional é essencial que alguns pontos sejam observados, pois deve estar preparado para enfrentar os novos desafios de um mundo em constante mudança. Estes pontos são:
• O gestor deve perceber que as mudanças na sua vida profissional são inevitáveis, pois o ambiente de tarefa das empresas está mudando rapidamente. Essa mudança será a cada dia mais rápida. Podemos perceber que a velocidade na tomada de decisão é muito importante.
• O gestor deve perceber a importância das informações para a tomada de decisão. A Internet é uma ferramenta essencial. Utilizar os meios eletrônicos é essencial para o sucesso. O gestor não pode ser analógico, tem que ser digital.
• O Brasil tende a dominar o mercado latino-americano. As maiores empresas do mundo, que atuarem neste mercado, provavelmente farão suas bases no nosso país. Este realidade faz com que o domínio do espanhol e do inglês seja fundamental.
• O gestor deve desenvolver suas competências (conhecimentos, habilidades e comportamentos) continuamente. A habilidade de trabalhar em grupo é fundamental, pois terá que conseguir que sua equipe trabalhe como se fosse um time. É preciso desenvolver a criatividade e a inovação para vencer os novos desafios. E isso se consegue com o envolvimento e o comprometimento da equipe.
• O gestor precisa administrar muito bem o tempo, pois o tempo será vantagem competitiva. Segundo Marins, o tempo será o capital mais valorizado, pois não pode ser comprado e a velocidade fará a diferença.
• O gestor deve perceber que as suas metas estão alinhadas com as metas estratégicas da empresa. O departamento de segurança é um subsistema do sistema empresa.
• O gestor tem que pautar suas ações nas diretrizes empresariais e fazer seu gerenciamento neste foco, ou seja, gerenciar pelas diretrizes.
• O gestor tem que ser comprometido com a empresa, com o segmento da segurança empresarial e com a sua profissão.
Qualquer empresário, presidente ou diretor quer que seus colaboradores sejam comprometidos. Segundo Marins, existem dez ações que mostram o comprometimento:
• Colocar-se no lugar das outras pessoas. Sentir o que as outras pessoas sentem.
• Fazer tudo com atenção aos detalhes.
• Terminar o que começa e não deixar as coisas pela metade.
• Trazer soluções, e não outros problemas.
• Perguntar o que não sabe e demonstrar vontade de aprender. Ir fundo até dominar o que não sabe e deveria saber.
• Cumprir prazos e horários.
• Não viver dando desculpas por seus atos e nem procurar culpados pelos erros cometidos.
• Não viver reclamando da vida e falar mal das pessoas. Agir para modificar a realidade.
• Não desistir facilmente.
• Estar sempre pronto a colaborar com as outras pessoas. Participar. Dar idéias.
Ao mesmo tempo que o gestor deve buscar seguir os pontos acima e ser comprometido, ele não pode cometer os seguintes erros:
• Não dar feedback (positivo ou negativo).
• Não participar ativamente da execução do que foi planejado.
• Envolver-se excessivamente no operacional.
• Não ter foco no negócio da empresa.
• Ser resistente a mudanças.
• Comunicar-se mal.
• Ser arrogante.
• Ser empírico.
• Não envolver-se diretamente com o mercado.
• Não ser ético.
• Confundir motivação com emoção.
• Não delegar.
• Não ter foco e não envolver as pessoas no foco.
• Ser inflexível.
• Ter medo da competição.
• Não interagir com todos os setores da empresa.
As empresas serão a cada vez mais testadas pelo mercado. Elas sobreviverão se estiverem focadas no mercado e percebendo oportunidades nas ameaças. Por conseqüência, os gestores da segurança serão cada vez mais cobrados e pressionados por metas. Os desafios são grandes, mas possíveis de serem alcançados.
terça-feira, outubro 11, 2011
BLOG ONDE MORA O PERIGO: PERIGO DENTRO DE CASA - CRIANÇA SEGURA
BLOG ONDE MORA O PERIGO: PERIGO DENTRO DE CASA - CRIANÇA SEGURA: Dia das Crianças - Perigo dentro de casa Tragédias envolvendo crianças com acesso a armas de fogo reacendem debate sobre a segurança de se m...
Competição premiará empreendedores com volta ao mundo
O concurso Your Big Year (O seu grande ano), que acontece durante a Semana Global do Empreendedorismo, busca empreendedores e líderes globais
São Paulo – Mais de mil brasileiros já se inscreveram para participar da competição internacional Your Big Year. O evento, organizado durante a Semana Global do Empreendedorismo, vai dar a dois vencedores uma volta ao mundo para conhecer personalidades de negócios e lideranças internacionais. “A ideia é transformá-los em um líderes globais”, explica Maria Juliana Giraldo, coordenadora da Semana Global do Empreendedor
Ao todo, mais de 100 mil pessoas devem participar do desafio. Os finalistas serão escolhidos através de testes online sobre temas relacionados a empreendedorismo e liderança e pela mobilização que causarem nas redes sociais. “É a primeira vez que o Brasil participa e já temos brasileiros entre os primeiros na competição online”, conta.
Serão escolhidos doze finalistas que participarão do Congresso Global do Empreendedorismo em março de 2012, em Liverpool, onde será conhecido o vencedor da competição. No ano passado, o americano Carielle Doe e o malaio Michael Teoh foram os escolhidos entre 45 mil participantes e visitaram países como Índia, China, Tailândia, Zimbábue, Estados Unidos, Canadá, Colômbia, Peru, Guatemala, Austrália, Hungria e Inglaterra.
Os interessados em participar devem ter mais de 18 anos e falar inglês fluentemente. As inscrições devem ser feitas pelo site da competição. A Semana Global de Empreendedorismo acontece entre 14 e 20 de novembro, em mais de 100 países.
quinta-feira, outubro 06, 2011
A Conversa Mais Famosa da Bíblia do livro João “3:16”
Ele está esperando pelas sombras. A escuridão dará o abrigo que ele deseja. Por isso, ele espera a segurança do anoitecer. Senta-se perto da janela do segundo andar de sua casa, tomando um chá de folhas da oliveira, vendo o pôr-do-sol, esperando o momento propício. Jerusalém é fascinante nesta hora. A luz do sol desaparecendo, tinge as ruas de pedra, dá um tom dourado às casas brancas e realça o templo que lembra um bloco.
Nicodemos passa os olhos nos telhados de ardósia na enorme praça: brilhantes e resplandecentes. Ele andou pelo pátio da praça nesta manhã. Fará a mesma coisa de novo, amanhã. Ele irá se reunir com os líderes religiosos e fazer o que líderes religiosos fazem: discutir sobre Deus. Discutir sobre como alcançar Deus, agradar a Deus, satisfazer a Deus.
Deus.
Os fariseus conversam sobre Deus. E Nicodemos senta-se entre eles. Debatendo. Ponderando. Solucionando enigmas. Resolvendo dilemas. Amarrando sandálias no sábado. Alimentando pessoas que não trabalham. Divorciando-se de sua esposa. Desonrando os pais.
O que Deus diz? Nicodemos precisa saber. É seu trabalho. Ele é um homem santo e lidera homens santos. Seu nome aparece no grupo de elite dos estudiosos da Torá. Ele dedicou sua vida à lei e ocupa um dos setenta e um assentos da suprema corte da Judéia. Tem credenciais, influência e perguntas.
Perguntas para este galileu que pára multidões. Este mestre lá do fim do mundo que não tem diplomas, mas atrai pessoas. Que tem tempo de sobra para um happy hour com a multidão, mas pouco tempo para os sacerdotes e a casta seleta de santos. Expulsa demônios, dizem alguns; perdoa pecados, alegam outros; que limpa templos, Nicodemos não tem dúvida. Ele viu Jesus purificar o pórtico de Salomão.1 Viu a fúria. Açoite trançado, pombas voando. “Ninguém encherá os bolsos em minha casa”, explodiu Jesus. Assim que a poeira baixou e as coisas se acalmaram, sacerdotes em um empurra- empurra correram para investigar o passado de Jesus. O homem de Nazaré não foi elogiado no templo naquele dia.
Por isso, Nicodemos apareceu à noite. Seus colegas não podem saber do encontro. Não entenderiam. Mas Nicodemos não pode esperar até que entendam. Quando as sombras escurecem a cidade, ele sai e passa despercebido pelas sinuosas ruas de pedras. Passa pelos escravos que estão acendendo lâmpadas nos pátios e pega um caminho que acaba na porta de uma casa simples. Jesus e seus seguidores estão aqui, disseram para ele. Nicodemos bate na porta.
A sala barulhenta fica em silêncio quando ele entra. São homens do mar e coletores de impostos, não acostumados com o mundo intelectual de um estudioso. Eles se agitam onde estão sentados. Jesus faz um sinal para que o convidado se sente. Nicodemos obedece e começa a conversa mais famosa da Bíblia: “Rabi, bem sabemos que és mestre vindo de Deus, porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele” (João 3:2).
Nicodemos começa com o que ele “sabe”. Eu me preparei, sugere ele. Sua obra me impressiona.
Ouvimos um cumprimento parecido da parte de Jesus: “E eu ouvi falar de você, Nicodemos.” Nós esperamos, e Nicodemos também esperava, um bate-papo amigável.
Ninguém se manifesta. Jesus não faz menção à posição importante, às boas intenções ou às credenciais acadêmicas de Nicodemos, não porque não existam, mas porque, no algoritmo de Jesus, elas não têm importância. Ele simplesmente faz esta declaração: “Aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus” (v. 3).
Repare a divisão continental das Escrituras, a linha internacional de data da fé. Nicodemos está de um lado, Jesus do outro, e Cristo não faz rodeios acerca das diferenças entre eles.
Nicodemos mora em uma terra de bons resultados, gestos sinceros e trabalho árduo. Dê o melhor para Deus, diz sua filosofia, e Deus fará o resto.
A resposta de Jesus? O melhor que você tem não serve para nada. Suas obras não funcionam. Seus melhores resultados não significam nada. Se você não nascer de novo, nem poderá ver o que Deus é capaz de fazer.
Nicodemos hesita em nome de todos nós. Nascer de novo? “Como pode um homem nascer, sendo velho?” (v. 4). Você está brincando. Fazer a vida voltar para trás? Voltar a fita? Começar tudo de novo? Não podemos nascer de novo.
Ah, mas será que não gostaríamos? Refazer. Tentar de novo. Recarregar. Corações partidos e oportunidades perdidas aparecem em nosso rastro. Uma canja seria legal. Quem não gostaria de uma segunda chance? Mas quem pode consegui-la? Nicodemos coça o queixo e dá uma risadinha disfarçada. “É… um sujeito com barba grisalha como eu tem uma boa lembrança da ala da maternidade.”
Jesus não abre um sorriso. “Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus” (v. 5). Neste momento, uma rajada de vento faz algumas folhas passarem pela porta ainda aberta. Jesus pega uma folha do chão e a segura. O poder de Deus funciona como esse vento, explica Jesus. Os corações recém-nascidos nascem do céu. Você não pode desejar, ganhar ou criar um. O novo nascimento? Inconcebível. É Deus quem cuida da tarefa, do começo ao fim.
Nicodemos olha ao redor da sala para os seguidores de Jesus. A expressão vaga no rosto deles revela o mesmo espanto. O velho Nico não tem um cabide no qual possa pendurar estes pensamentos. Ele fala de consertar-se a si mesmo. Mas Jesus fala — na verdade, apresenta — uma linguagem diferente. Não de obras que nasceram de homens e mulheres, mas de uma obra realizada por Deus.
Nascer de novo. Nascimento, por definição, é um ato passivo. A criança no ventre em nada contribui para o parto. As comemorações após o parto aplaudem o trabalho da mãe. Ninguém trata a criança como uma celebridade (“Bom trabalho, pequenino!”). Dão à criancinha uma chupeta e não uma medalha. A mãe merece o ouro. É ela que faz o esforço. Ela faz força, sofre dores e dá à luz.
Quando minha sobrinha deu à luz seu primeiro filho, ela convidou o irmão e a mãe para ficarem na sala de parto. Depois de testemunhar três horas de esforço físico, quando o bebê finalmente apareceu, meu sobrinho virou-se para a mãe e disse: “Desculpe todas as vezes que respondi mal para você.”
A mãe paga o preço do nascimento. Ela não procura a ajuda da criança nem pede seu conselho. Por que faria isso? O bebê nem pode respirar sem a ajuda do cordão umbilical, muito menos percorrer um caminho em direção à nova vida. Tampouco nós, Jesus está dizendo. O renascimento espiritual requer um pai ou uma mãe, e não uma criança capaz.
Quem é esse pai ou essa mãe? Examine a expressão estrategicamente selecionada — de novo. A língua grega oferece duas opções para de novo.2
1. Palin, que significa a repetição de um ato; refazer o que foi feito antes.3
2. Anothen, que também descreve um ato repetido, mas exige que a fonte original o repita. Significa “do alto, de um lugar mais alto, coisas que vêm do céu ou de Deus”.4 Em outras palavras, aquele que fez o trabalho da primeira vez o faz novamente. Esta é a palavra que Jesus escolheu.
A diferença entre os dois termos é a diferença entre uma pintura de Leonardo da Vinci e uma minha. Suponha que você e eu estejamos no museu do Louvre, admirando a Mona Lisa. Inspirado pela obra, eu pego um cavalete e uma tela e anuncio: “Vou pintar este belo retrato de novo.”
E pinto! Bem ali, na Sala dos Estados, exibo minha paleta, molho o pincel na tinta e recrio a Mona Lisa. Mas...Lucado não é nenhum Leonardo. A senhorita Lisa tem um desequilíbrio à la Picasso — um nariz torto e um olho mais alto do que o outro. Tecnicamente, no entanto, mantenho minha palavra e pinto a Mona Lisa novamente.
Jesus quer dizer algo mais. Ele usa o segundo termo grego, exigindo ação da fonte original. Ele usa o termo anothen, que, se considerado no museu de Paris, exigiria a presença do próprio da Vinci. Anothen exclui:
Réplicas modernas.
Tentativas de segunda geração.
Imitações bem-intencionadas.
Aquele que o fez pela primeira vez deve fazê-lo novamente. O criador original recria sua criação. Este é o ato que Jesus descreve.
Nascer: Deus faz o esforço.
De novo: Deus restaura a beleza.
Não tentamos novamente. Precisamos, não da força do eu, mas de um milagre de Deus.
O pensamento surpreende Nicodemos: “Como pode ser isso?” (v. 9). Jesus responde com o maior diamante de esperança de toda a Bíblia.
Porque Deus
amou o mundo de tal maneira
que deu o seu Filho unigênito,
para que todo aquele que nele crê
não pereça, mas tenha
a vida eterna.
Uma exposição de 28 palavras de esperança: começando com Deus, terminando com a vida e encorajando-nos a fazer o mesmo. Conciso o suficiente para ser escrito em um guardanapo ou memorizado em um instante, porém, sólido o suficiente para superar dois mil anos de tempestades e dúvidas. Se você não sabe nada da Bíblia, comece por aqui. Se você sabe tudo da Bíblia, volte para este texto. Todos nós precisamos do lembrete. A essência do problema humano é o coração do ser humano. E o tratamento de Deus está prescrito em João 3:16.
Ele ama.
Ele se deu.
Nós cremos.
Nós vivemos.
As palavras são para as Escrituras o que o rio Amazonas é para o Brasil — uma entrada que leva ao coração do território. Acredite nelas ou descarte-as, aceite-as ou rejeite-as; qualquer reflexão séria acerca de Cristo deve incluí-las. Um historiador inglês descartaria a Carta Magna? Egiptólogos ignorariam a pedra de Roseta? Você conseguiria meditar nas palavras de Cristo e jamais imergir em João 3:16?
O versículo é um alfabeto da graça, um sumário da esperança cristã, cada palavra é um cofre com jóias. Leia-o novamente, devagar e em voz alta, e observe a palavra que prende sua atenção. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
“Deus amou o mundo de tal maneira...” Esperaríamos um Deus motivado pela raiva. Um Deus que castiga o mundo, recicla o mundo, abandona o mundo... mas um Deus que ama o mundo?
O mundo? Este mundo? Pessoas que partem o coração, que roubam a esperança e que acabam com sonhos vagueiam por este mundo. Ditadores ficam furiosos. Os que abusam impõem sua vontade. Reverendos pensam que merecem o título. Mas Deus ama. E ele ama o mundo de tal maneira que deu suas:
Declarações?
Regras?
Sentenças?
Ordens?
Não. A declaração de João 3:16 que acalma o coração, que é difícil de entender, e que faz ou quebra acordos é esta: Deus deu o seu Filho... o seu Filho unigênito. Não há idéias abstratas, mas um Deus envolto em carne. As Escrituras igualam Jesus a Deus. Deus, então, se entregou. Por quê? Para que “todo aquele que nele crê não pereça”.
John Newton, que pôs a fé em forma de música em Amazing Grace (Preciosa Graça), adorava esta expressão que quebra barreiras. Ele disse: “Se eu lesse: ‘Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que, quando cresse, John tivesse a vida eterna’, eu deveria dizer, talvez, que existe algum outro John Newton; mas ‘todo aquele que’ significa este John Newton e o outro John Newton, e todos os demais, seja qual for o nome.”5
Todo aquele que… uma expressão universal.
E pereça... uma palavra séria. Gostaríamos de amenizar, se não apagar, o termo. Não Jesus. Ele põe placas que dizem “Não Entre” em cada milímetro do portão de Satanás e diz para aqueles que estão propensos a entrar no inferno que o façam sobre seu cadáver. Ainda assim, algumas almas insistem.
No final, algumas perecem e outras vivem. E o que determina a diferença? Não são obras ou talentos, origens ou bens. Nicodemos tinha essas coisas aos montes. A diferença é determinada por nossa crença. “Todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Os tradutores da Bíblia nas ilhas Novas Hébridas se esforçaram para encontrar um verbo apropriado para crer. Este foi um problema sério, uma vez que o termo e o conceito são essenciais para as Escrituras.
John G. Paton, um tradutor da Bíblia, encontrou, por acaso, uma solução enquanto estava caçando com o membro de uma tribo. Os dois apanharam um grande veado e o levaram preso em um varal até a casa de Paton pela trilha escarpada de uma montanha. Quando chegaram à varanda, os dois soltaram a carga e se jogaram nas cadeiras da varanda. Ao fazerem isso, o nativo exclamou na língua de seu povo: “Meu Deus, é bom se estender aqui e descansar.” Paton imediatamente pegou um papel e um lápis e anotou a frase.
Assim, sua tradução final de João 3:16 poderia ser expressa desta forma: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele se estende não pereça, mas tenha a vida eterna.”6
Estenda-se sobre Cristo e descanse.
Foi o que Martinho Lutero fez. Quando o grande reformador estava morrendo, dores de cabeça intensas o deixaram de cama, abatido pela dor. Ofereceram-lhe um medicamento para aliviar o sofrimento. Lutero recusou e explicou: “Minha melhor prescrição para a cabeça e o coração é que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”7
A melhor prescrição para a cabeça e o coração. Quem não se beneficiaria com uma dose? Aconteceu que Nicodemos teve a sua parte. Quando Jesus foi crucificado, o teólogo apareceu com José de Arimatéia. Os dois deram os pêsames e participaram do enterro de Jesus. Não foi um pequeno gesto, diante da atmosfera contrária a Cristo naquele dia. Você não acha que Nicodemos sorriu e pensou na conversa que tiveram, assim que chegou às ruas a notícia de que Jesus estava fora do túmulo e em pé novamente?
Nascer de novo, é? Quem teria imaginado que ele começaria consigo mesmo.
De Max Lucado
terça-feira, outubro 04, 2011
GESTOR DE SEGURANÇA E OS DESAFIOS DO SÉCULO XXI
Os desafios do gestor de segurança estão cada vez maiores, mas este profissional não deve ter medo desta realidade, pois o século XXI abriu as portas para que este profissional pudesse mostrar como a área de segurança pode ajudar no alcance das metas das organizações nacionais e internacionais.
Algumas empresas estão percebendo que a realidade do mercado é voraz, e se algumas providências não forem adotadas no Planejamento Estratégico Anual (PEA) grandes e inúmeras serão as dificuldades a serem enfrentadas pela alta cúpula.
Cito aqui neste artigo algumas áreas que não podem ser menosprezadas pelo simples fator “contenção de gastos”, ao contrário, deve sim ser feito um investimento de recursos materiais, humanos e tecnológicos para otimizar o tempo, que no mundo empresarial é um vetor crucial na tomada de decisões:
· Analise de Riscos;
· Gerenciamento de Crises;
· Prevenção e Combate a Incêndios;
· Planejamento Estratégico, Tático, Técnico e Operacional de Segurança Empresarial;
· Consultoria para empresas e condomínios verticais e horizontais;
· Treinamento e Desenvolvimento na área de segurança privada;
· Segurança da Informação;
Para que este profissional (gestor de segurança privada ou publica) possa solidificar a sua importância e ter sucesso profissional é essencial que alguns pontos sejam observados, pois deve estar preparado para enfrentar os novos desafios de um mundo em constante mudança. Estes pontos são:
1. O gestor deve perceber que as mudanças na sua vida profissional são inevitáveis e constantes, pois o ambiente exige um gestor multifuncional (desenvolvimento de várias tarefas ao mesmo tempo), pois o ambiente interno é altamente mutável nas empresas. Podemos perceber que a velocidade na tomada de decisão é muito importante;
2. O gestor deve perceber a importância das informações para a tomada de decisão. A Internet é uma ferramenta essencial e quando somado ao conhecimento técnico de cada profissional, quando utilizado de forma racional, facilita e amplia o leque de alternativas na hora crucial no mundo dos negócios. Hoje os recursos tecnológicos e os recursos humanos são inseparáveis, uma porta essencial para o sucesso. O gestor não pode ser analógico;
O Brasil tende a dominar o mercado latino-americano. As maiores empresas do mundo, que atuarem neste mercado, provavelmente farão suas bases no nosso país. Este realidade faz com que o domínio do espanhol e do inglês seja fundamental. Mais uma realidade que não pode ser mudada;
O gestor deve desenvolver suas competências (conhecimentos, habilidades e comportamentos) continuamente. A habilidade de trabalhar em grupo é fundamental, pois terá que conseguir que sua equipe trabalhe como se fosse um time, e gerenciar conflitos pessoais é uma constante no mundo dos negócios. É preciso desenvolver a criatividade e a inovação a todo o momento para vencer os novos desafios. E isso se consegue com o envolvimento e o comprometimento do gerente/gestor com sua equipe.
O gestor precisa administrar muito bem o tempo, pois a compressão do tempo é inimiga da vantagem competitiva. Segundo Marins, o tempo será o capital mais valorizado, o profissional tem fazer suas tarefas sendo eficiente e eficaz, o tempo*não pode ser comprado e a velocidade fará a diferença.
O gestor deve perceber que as suas metas estão alinhadas com as metas estratégicas da empresa. O departamento de segurança é um subsistema do sistema empresa, e como tal deve funcionar em consonância com os demais setores/departamentos para minimizar os riscos de erros.
O gestor tem que pautar suas ações nas diretrizes empresariais e fazer seu gerenciamento neste foco, ou seja, gerenciar pelas diretrizes. Mias nunca deve esquecer de observar as leis vigentes: Consolidação das Leis Trabalhistas, Constituição Federal de 1988, Código Penal, Código Processual Penal, Convenções Coletivas, Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, Normas Técnicas emitidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e etc.
O gestor tem que ser comprometido com a empresa, com o segmento da segurança empresarial e com a sua profissão, o seu profissionalismo é o seu cartão de visita para as empresas.
Qualquer empresário, presidente ou diretor quer que seus colaboradores sejam comprometidos. Segundo Marins, existem dez ações que mostram o comprometimento:
· Colocar-se no lugar das outras pessoas. Sentir o que as outras pessoas sentem;
· Fazer tudo com atenção aos detalhes;
· Terminar o que começa e não deixar as coisas pela metade;
· Trazer soluções, e não outros problemas, sempre que na medida do possível ser assertivo;
· Perguntar o que não sabe, não ter vergonha de perguntar e demonstrar vontade de aprender. Ir fundo até dominar o que não sabe e deveria saber;
· Trabalhar sempre estipulando de metas e prazos, principalmente otimizar o tempo e ser pontual.
· Quando errar, pedir desculpas, corrigir os erros, uma técnica japonesa chamada de PDCA(Planejar, Executar, Verificar e Corrigir). Assim é a vida de um gestor de segurança;
· Ser um profissional resiliente. Não desistir facilmente.
· Ser pro - ativo, com visão holística e participativo. Dar idéias para solucionar problemas que aparentemente não tem solução. Gestão democrática e não autocrática.
No passo da evolução e ascensão profissional. O profissional da segurança privada deve buscar seguir os pontos acima e ser comprometido, ele não pode cometer os seguintes erros:
· Não dar feedback (positivo ou negativo);
· Não participar ativamente da execução do que foi planejado;
· Envolver-se excessivamente em áreas que não são de sua competência técnica;
· Não acompanhar o foco no negócio da empresa (core busines).
· Ser resistente a mudanças, pois ocorrem casos em que o próprio acaba por se boicotar;
· Não ser oportuno ou se expressar de forma incorreta com todos os membros/colaboradores da empresa;
· Ser arrogante, não aceitando opiniões e visões diferentes da sua, ser humilde;
· Ser empírico. Pois o conhecimento técnico é um vetor de suma importância quando bem empregado, mesmo que na mais simples tarefa administrativa;
· Não ser ético e envolver-se diretamente com o mercado.
· Confundir motivação com emoção, a racionalidade é diferencial entre os animais e os seres humanos;
· Avocação de funções é um erro, pode acarretar sobrecarga emocional, e traz malefícios para a saúde, a delegação é uma obrigatoriedade neste mundo corrido;
· A rigidez extrema atrapalha o bom andamento, descentralizar é a palavra chave;
· Ter medo de competitividade, a competitividade deixa o profissional sempre em estado de alerta;
· Deixar de interagir com todos os setores da empresa, hoje ninguém trabalha sozinho no mundo.
As organizações/empresas estão e serão testadas ao extremo pelo mercado, é uma realidade. Estas empresas só sobreviverão se estiverem focadas no mercado e percebendo oportunidades nas ameaças.
Os gestores da segurança privada serão cobrados exaustivamente e pressionados para que as perdas sejam as mínimas possíveis, sem afetar a imagem da empresa no mercado (bem intangível) e sempre visualizando as metas. Os desafios são grandes, mas não podemos esmorecer diante de tantas dificuldades.
“Pois com toda certeza o único lugar que a palavra sucesso vem antes do trabalho é no dicionário – Albert Ainstein”.
André Luiz Padilha Ferreira.
Gestor de Segurança Privada.
MBA Avançada em Formação de Consultores em Recursos Humanos.
CRA PA nº 6-00021.
Quebrando a Corrente
Onde estão os nossos pais? Sem teto, no escritório, na prisão, em hospitais, ou simplesmente em negação. Eles estão perdidos, e a equipe de buscas há muito tempo desistiu de trazê-los de volta. Mas, nós não podemos desistir de lutar. Precisamos começar hoje, agora mesmo, a quebrar a corrente do abandono. Todos nós temos motivos – muito bem justificados – para não darmos para outros o que nunca recebemos. No entanto, o ciclo vicioso tem que ser quebrado em sua geração, e jamais passado adiante. A disfunção perpétua faz novas vítimas a cada filho que nasce. Uma das minhas escrituras favoritas simplesmente diz “O que vocês querem dizer quando citam este provérbio sobre Israel: “‘Os pais comem uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotam’? “Juro pela minha vida, palavra do Soberano, o SENHOR, que vocês não citarão mais esse provérbio em Israel.” Ezequias 18:2-3
Precisamos parar o legado de abandono e começar a dar um exemplo para nossos filhos e filhas. A seguir, algumas maneiras através das quais homens podem resistir ao impulso de fugir e assumir um papel mais positivo nas vidas de seus filhos:
Homens precisam permanecer ativos e envolvidos intimamente nas vidas de seus filhos.
No reino animal e até entre os insetos, não é raro o macho evitar ou até abandonar a prole. De fato, a mãe é tão protetora que ela afasta o macho. Muitos homens experimentam uma dinâmica parecida na qual seu instinto natural é de se afastar e se desligar, que é aumentando pela tendência de suas esposas a resistirem ao envolvimento masculino no processo de criação dos filhos. Por isso, às vezes o homem precisa se esforçar para manter o seu lugar nas vidas de seus filhos. Eles precisam lutar contra si mesmos e seus próprios conflitos internos sobre suas responsabilidades para com seus filhos.
Muitos homens temem errar, temem que não serão bons pais, porque eles mesmos não tiveram um bom modelo de pai. Mas, filhos são muito mais graciosos, aceitando as falhas de seus pais, muito mais do que nós somos conosco. Eles simplesmente querem a nossa atenção e amor. Eles simplesmente nos querem presentes e participando de suas vidas, ajudando-os com tarefas de casa, assistindo um filme com eles, levando-os ao mercado. Eles só nos querem por perto.
Homens precisam aceitar o risco de ser transparentes.
Muitos homens pensam que têm que ser Super Homem para seus filhos. Eu confesso que pensei que meu pai era invencível quando era criança. Mas, eu também o vi esmorecer. Quando ele ficou doente, eu vi o corpo dele quebrar e seu órgãos falirem. Eu queria tanto que ele tivesse falado comigo sobre seu sofrimento, sua dor. Talvez aí eu teria chegado mais perto daquele homem que eu nunca realmente conheci. Talvez ele teria compartilhado comigo as lições de valor incalculável que a vida ensina a um homem. Por mais que não quisesse vê-lo enfermo, eu queria tanto um testemunho honesto sobre aquilo que ele estava passando.
Freqüentemente, os homens deixam de compartilhar as partes mais profundas de si mesmos com seus filhos por medo de desapontá-los. Mas, guardar certas coisas significa não dar de si por completo àqueles que mais poderiam se beneficiar das suas experiências. Compartilhar suas fraquezas é uma das maneiras mais certas de fortalecer os laços entre você e seus filhos.
Eu gostaria de também me dirigir às mulheres neste momento e implorá-las a serem mais cientes do poder que possuem sobre a maneira como seus filhos vêem o pai deles. É uma coisa um homem se expor a seus filhos, e totalmente outra coisa a mãe deles destruí-lo diante de seus olhos. Senhoras, sua raiva para com seus maridos machuca seus filhos. É um assalto à masculinidade de seu filho ouvir você condenar o pai dele, criticar o gênero masculino, e expressar sua decepção por ter acreditado que o pai deles pudesse ser diferente que qualquer outro homem. Pense na mensagem que isso transmite a um coração sensível, que anseia em buscar seu lugar no mundo. Jovens moças são também afetadas, pois seus corações endurecem e elas começam a desconfiar de todo homem. Ou elas se tornam vítimas de homens abusivos, pois nunca aprenderam a esperar mais.
Homens precisam lutar para estarem presentes no lar.
Para muitos homens, seu pai pode nunca tê-los abandonado fisicamente, mas, mesmo assim sua ausência foi sentida como um tremendo buraco. O pai podia até estar presente, mas, seus filhos não o conheceram. O pai se isolou e anestesiou sua dor assistindo televisão, bebendo, ou trabalhando na garagem. E quando seu filho corria atrás dele, como um jovem touro, ávido por qualquer tipo de engajamento e interação, o pai fugia como experiente matador, quase que dizendo “Estou aqui mesmo, filho, fisicamente presente, fornecendo o teto para sua cabeça. Mas, não estou aqui, filho, minhas emoções e coração estão embrulhados e guardados. Você não me alcançará.”
Tantos homens se sentem lesados, pelo menos em parte, por esta mensagem confusa da presença de seu pai, querendo saber se há algo errado neles por quererem algo mais do que a simples presença física de seu pai. Mas, meninos precisam de muito mais do que um corpo masculino em casa. Precisamos ver um homem em contato com todas as facetas da sua identidade, que pode sentir e expressar toda a faixa de emoções. Precisamos de um homem que interage conosco, se envolve, e realmente nos nutre.
Tem se tornado tão fácil os pais fugirem da responsabilidade do seu chamado diante de qualquer provocação. Mas, eles precisam estar prontos para encarar seus medos e inseguranças e ficar firmes. Eles precisam perseverar independente da confusão e insegurança, e se tudo que eles podem fazer é simplesmente estar presentes, eles terão feito muito para quebrar o ciclo de dor.
Do livro “He-motions: Even Strong Men Struggle” de T.D. Jakes, Editora Putnam, 2004. Tradução de Dennis Downing, Copyright, 2009.
segunda-feira, outubro 03, 2011
João
Um jovem senhor chamado João era trabalhador de uma construção, ele morava longe de seu serviço e passava várias horas em um trem se deslocando para o seu trabalho de ida e de volta, acordava muito cedo e dormia muito tarde, mais seu João tinha um sonho de pregar a Palavra de DEUS e não sabia como, pois, trabalhava até os finais de semana, mas um dia tomou coragem e entrou em uma igreja evangélica aceitou JESUS como seu único e verdadeiro Senhor e Salvador e ganhou uma bíblia e passou a realizar seu sonho, ele lia em voz alta a Bíblia durante a sua viagem para o trabalho e na volta também, estava feliz da vida, mais um dia um homem enfurecido se levantou e o agrediu verbalmente, estava ele incomodado com a leitura, ele disse : se amanhã eu te ouvir novamente tomo este livro de ti e jogo para fora do trem. João ficou triste, mais naquele dia ele jejuou o dia todo em consagração e orou pedindo pra DEUS ajuda. No outro dia João se vestiu e com toda certeza da ajuda divina, entrou naquele trem e começou a sua leitura, derepente aquele homem surgiu e lhe tomou a Bíblia jogando-a pela janela do trem em movimento e disse: Eu não falei o que faria se lhe escuta se hoje.
João ficou arrasado, triste e humilhado, mas o que mais queria saber era porque DEUS deixou aquilo acontecer.
Daquele dia em diante João passou a beber perdeu primeiro o emprego e depois a família e foi morar embaixo de um viaduto, quinze anos se passaram e em uma noite na praça perto do viaduto que João “morava” houve um culto ao ar livre e João ouvia tudo de onde estava até se emocionava, mas não conseguia ir lá, quando o Pastor deu seu testemunho dizendo: Eu estava uma manhã decidido a tirar a minha vida fui até a linha do trem para me jogar embaixo do primeiro trem que passasse e foi quando fui acertado na cabeça com algo pesado, não sabia o que era, cai no chão e logo tentei levantar zonzo, cambaleante, olhei e vi, era uma Bíblia, que fora jogada daquele trem que eu iria me jogar embaixo, o vento providencial virava aquelas paginas que pararam em Mateus 11:28, então li “Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” . e continuou dizendo: eu fui salvo por DEUS através de alguém que nem sei quem é, que jogou aquela Bíblia pela janela do trem e salvou a minha vida e desde então tudo é uma benção.....
Quantas vezes não entendemos os acontecimentos, pensamos que DEUS virou de costa para nós, por que Ele deixou acontecer aquilo ? Nós não merecemos o que aconteceu ! E aí viramos de costa para DEUS, não lembramos do que fala Isaias no cap.55 ver 09
“Porque, assim como o céu é mais alto do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.”
Precisamos acreditar em DEUS, ter Fé no DEUS que servimos,
“Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.”
Hebreus 11:6
João ficou arrasado, triste e humilhado, mas o que mais queria saber era porque DEUS deixou aquilo acontecer.
Daquele dia em diante João passou a beber perdeu primeiro o emprego e depois a família e foi morar embaixo de um viaduto, quinze anos se passaram e em uma noite na praça perto do viaduto que João “morava” houve um culto ao ar livre e João ouvia tudo de onde estava até se emocionava, mas não conseguia ir lá, quando o Pastor deu seu testemunho dizendo: Eu estava uma manhã decidido a tirar a minha vida fui até a linha do trem para me jogar embaixo do primeiro trem que passasse e foi quando fui acertado na cabeça com algo pesado, não sabia o que era, cai no chão e logo tentei levantar zonzo, cambaleante, olhei e vi, era uma Bíblia, que fora jogada daquele trem que eu iria me jogar embaixo, o vento providencial virava aquelas paginas que pararam em Mateus 11:28, então li “Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” . e continuou dizendo: eu fui salvo por DEUS através de alguém que nem sei quem é, que jogou aquela Bíblia pela janela do trem e salvou a minha vida e desde então tudo é uma benção.....
Quantas vezes não entendemos os acontecimentos, pensamos que DEUS virou de costa para nós, por que Ele deixou acontecer aquilo ? Nós não merecemos o que aconteceu ! E aí viramos de costa para DEUS, não lembramos do que fala Isaias no cap.55 ver 09
“Porque, assim como o céu é mais alto do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.”
Precisamos acreditar em DEUS, ter Fé no DEUS que servimos,
“Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.”
Hebreus 11:6
quinta-feira, setembro 29, 2011
Custos da violência urbana
O Brasil contabiliza cerca de 30 homicídios para cada 100 mil habitantes ante a média mundial de 5. O resultado anual de homicídios pode ser comparado ao número de vítimas de uma guerra civil. Em 2001, foram notificados 1 milhão de crimes contra o patrimônio na cidade de São Paulo, sem considerar aqueles que não tiveram o registro da ocorrência nas Polícias Civil e Militar, e que são a maioria, de acordo com pesquisa do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), da Presidência da República, em parceria com a Universidade São Paulo (USP) e o Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para a Prevenção do Delito e o Tratamento do Delinqüente (Ilanud).
A segurança deve ser considerada um direito de cidadania, pois significa liberdade (respeito ao indivíduo) e ordem (respeito às leis e ao patrimônio), que são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social. Estudos da Fundação Getulio Vargas (FGV) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento estimam que os custos da violência atingem 10% do PIB, algo em torno de R$ 130 bilhões. São recursos que deixam de gerar empregos na cadeia produtiva, de investimentos e consumo, favorecendo a expansão apenas dos serviços especializados de segurança.
O estudo da FGV calcula que o número de vigilantes hoje no Brasil é 3,5 vezes o contingente das forças armadas nacionais, com o agravante de que esses primeiros possuem qualificação discutível e andam armados. A violência urbana afeta, de forma incisiva, as decisões de investimento no País. Nem mesmo a justificativa do potencial mercado consumidor é suficiente para revertê-la. Nenhuma empresa quer pôr em risco a vida de seus profissionais e a segurança de seu patrimônio. Ademais, a liberalização comercial global facilita a importação de produtos que poderiam ser produzidos no Brasil. Isto é, a violência é fator competitivo no mercado internacional e, contrariando as nossas necessidades, exporta empregos.
Nesse contexto, o setor turístico brasileiro, de enorme potencial e diferenciais, acaba sendo o maior prejudicado. O turismo tem capacidade de gerar empregos em escala, até mesmo porque a qualificação de sua mão-de-obra é muito rápida. Solução perfeita para reduzir o desemprego no País e que a violência urbana solapa.
O tipo de violência urbana que se presencia no Brasil é fundamentado no crime organizado, que é a pior de todas, pois cria um poder paralelo. Para o Estado, a violência urbana também representa dispêndios significativos. São retirados recursos da saúde, da educação e do saneamento básico para financiar a infra-estrutura penitenciária, os serviços de apoio às vitimas etc. O Estado também perde com o abalo na confiança da população em suas instituições. O cidadão é muito penalizado com a violência urbana, pela perda de sua liberdade, com os riscos presentes no cotidiano, com a menor oferta de empregos e com a deterioração dos serviços públicos. Para as famílias, a perda do pai ou da mãe, na faixa etária entre 25 e 40 anos, deixa uma legião de órfãos que terá de mendigar ou aderir ao crime organizado para obter seu sustento. A violência é um ciclo que começa e termina nele mesmo, sem benefício para ninguém, a não ser para os líderes do crime organizado, na exploração daqueles que, direta ou indiretamente, foram ou serão suas vítimas.
quarta-feira, setembro 28, 2011
O PODER DA ORAÇÃO DE UM PAI
ESTE CAPÍTULO NÃO É PARA OS CONCORDES. É para os pulverizadores de colheitas.
Alguns de vocês se parecem com aquele avião a jato, o Concorde: suave, liso, altivo e imponente. Suas palavras reverberam nas nuvens e enviam ruídos supersônicos por todos os céus. Se você ora como um Concorde, eu o saúdo. Se não, eu compreendo.
Talvez você seja como eu, mais parecido com aqueles pequenos teco-tecos pulverizadores de colheitas do que com um Concorde. Você não é veloz, voa baixo, parece que está passando sobre o mesmo terreno várias vezes e, em determinadas manhãs, é difícil fazer o motor pegar de primeira.
A maioria de nós é assim. A maior parte de nossa vida de oração precisa passar por uma retifica.
A vida de oração de algumas pessoas carece de consistência. Elas não são nem um oásis nem um deserto. Palavras longas, áridas e secas são interrompidas por breves mergulhos nas águas da comunhão. Passamos dias OU ate mesmo semanas sem uma oração consistente, mas, quando alguma coisa acontece quando ouvimos um sermão, lemos um livro, experimentamos uma tragédia — somos levados a orar e, assim, mergulhamos em suas águas. Submergimos em oração e saímos de lá refrescados e renovados. Porém, quando retomamos a jornada, nossas orações ficam para trás.
Existem outros de nós que precisam de sinceridade. Nossas orações são um pouco vazias, memorizadas e rígidas. É mais liturgia do que vida. São feitas diariamente, mas são enfadonhas.
Existem também aquelas que precisam de... bem, honestidade. Nós sinceramente ficamos pensando se as orações fazem alguma diferença. Por que Deus, lá no céu, gostaria de falar comigo, aqui na terra? Se Deus sabe todas as coisas, quem sou eu para dizer-lhe qualquer coisa? Se Deus controla tudo, quem sou eu para fazer algo?
Se você sente dificuldade em orar, eu tenho a pessoa certa para você. Não se preocupe, pois ele não é um santo monástico. Não é um apóstolo de joelhos calejados. Também não é um profeta cujo sobrenome é Meditação. Ele não é uma pessoa santa demais, daquelas que vão ficar olhando por cima de seus ombros para o lembrar de que precisa orar. Ele é simplesmente o oposto. É um colega na pulverização das colheitas. É um pai com um filho doente que precisa de um milagre. As orações do pai não foram muitas, mas a resposta foi significativa e o resultado nos lembra de uma coisa: o poder não está na oração; está naquEle que a ouve.
Ele orou em meio ao desespero. Seu filho, seu único filho, estava possuído pelo demônio. Aquele rapaz não era simplesmente um surdo-mudo que sofria de epilepsia, era alguém que estava possuído por um espírito maligno. Desde que era um menino, o demônio o jogava no fogo e na água.
Imagine a dor do pai. Os outros pais podiam ver seus filhos crescer e amadurecer; aquele pai só conseguia ver o sofrimento de seu filho. Enquanto os outros pais estavam ensinando uma profissão aos seus filhos, ele estava simplesmente tentando manter seu filho vivo.
Que desafio! Ele não podia deixá-lo sozinho por um minuto. Quem poderia prever quando aconteceria o próximo ataque? O pai precisava estar de plantão, alerta durante as 24 horas do dia. Ele estava desesperado e cansado, e sua oração refletiu as duas coisas.
"Se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos".
Ouça esta oração. Ela parece corajosa? Confiante? Forte? Difícilmente.
Uma palavra poderia ter feito uma grande diferença. Em vez de dizer se, o que aconteceria se dissesse como? "Como tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos".
Mas não foi isso o que disse. Ele disse se. O termo grego é ainda mais enfático. O tempo verbal utilizado não deixa dúvidas. É como se o homem estivesse dizendo: "É bem provável que isso esteja fora do seu alcance, mas, se você puder..."
É o apelo clássico de um pulverizador de colheitas. Está mais para submisso do que para poderoso. É mais tímido do que imponente. Mais semelhante a uma ovelha manca chegando-se ao pastor do que a um leão orgulhoso rugindo na floresta. Se a oração dele se parece com a sua, não desanime, pois é assim que começa a oração.
Ela começa como um anelo. Um apelo honesto. Pessoas comuns olhando para o monte Everest. Sem pretensão. Sem vanglória. Sem pose. Apenas oração. Uma débil oração, mas, sem dúvida, uma oração.
Somos tentados a esperar para orar até que saibamos como orar. Já ouvimos as orações daqueles que são maduros espiritualmente. Ouvimos os rigores dos disciplinados. Estamos convencidos de que temos um longo caminho a percorrer.
Já que preferimos não orar a fazê-lo de maneira errada, nós simplesmente não oramos. Oramos com pouca freqüência. Estamos esperando para orar quando aprendermos como devemos orar.
Ainda bem que este homem não cometeu o mesmo erro. Ele não é uma pessoa de orar muito. A oração não era algo freqüente em sua vida. Ele até mesmo admite isso! “Creio”, ele disse, “ajuda-me a vencer a minha incredulidade!” (veja Mc 9.24 NVI).
Esta oração nunca vai aparecer no manual de adoração. Nenhum salmo será escrito a partir deste pedido. Seu pedido foi simples, sem qualquer encantamento ou palavras mágicas. Mas Jesus respondeu.
Ele respondeu não em função da eloqüência do homem, mas em razão da dor que aquele homem sentia.
Jesus tinha muitas razões para desconsiderar o pedido daquele homem.
Por um lado, Jesus tinha acabado de voltar da montanha, do Monte da Transfiguração. Enquanto esteve lá, sua face transformou-se e suas roupas se tornaram resplandecentes (veja Lc 9.29). Uma intensa radiação emanava dEle. Os fardos da terra eram substituídos pelos esplendores do céu. Moisés e Elias se achegaram e os anjos o encorajaram. Ele foi erguido acima do poeirento horizonte da terra e convidado a se aproximar do sublime. Ele se transfigurou. A jornada rumo ao céu era por demais festiva.
No entanto, a jornada rumo à terra era desanimadora.
Quando moramos no Rio de Janeiro, ocasionalmente tirava mos férias e íamos a Teresópolis, uma cidade montanhosa a poucas horas da capital. Teresópolis era tudo o que o Rio não era. Era calma, limpa, silenciosa... e, acima de tudo, fresca. O Rio era uma sauna.
A descida da serra era sempre deprimente. Pobreza, calor e poluição nos atingiam tal como uma onda. Enfrentávamos a enorme tentação de dar meia-volta e retornar a Teresópolis.
Se eu e Denalyn nos sentíamos assim depois de uma semana nas montanhas, imagine o que Jesus deve ter sentido após ter tido um vislumbre do céu!
Veja o caos que o saúda quando Ele retorna. Os discípulos e os líderes religiosos estavam discutindo. Uma multidão de curiosos estava parada, olhando. O menino que sofrera a vida inteira, diante do público. O pai, que viera ao seu socorro, desesperado, perguntando a si mesmo por que ninguém podia ajudá-lo.
Não é de se espantar que Jesus tenha dito: "O geração incrédula! Até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei ainda?" (v. 19)
Em nenhum outro momento a diferença entre o céu e a terra foi tão gritante.
A arena da oração nunca foi tão pobre. Onde está a fé neste quadro? Os discípulos haviam fracassado, os escribas estavam surpresos, o demônio vencia e o pai estava desesperado. Você se sentiria sobrecarregado por ter de encontrar uma agulha de crença neste palheiro.
Você pode até mesmo estar sendo pressionado a encontrar uma agulha em seu próprio palheiro. Talvez a sua vida também esteja bem distante do céu. Um lar barulhento — crianças gritando, em vez de anjos cantando. Religião que provoca divisão —, seus líderes religiosos mais obrigam do que ministram. Problemas enormes. Você não consegue se lembrar de quando não tinha este demônio por perto.
Então, lá no meio, neste imenso barulho da dúvida, surge sua voz tímida "Se o Senhor puder fazer alguma coisa por mim..."
Será que uma oração assim faz alguma diferença? Vamos deixar que Marcos nos dê a resposta.
E Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: sai dele e não entres mais nele. E ele, clamando e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto. Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou. Marcos 9.25-27
Isto perturbou os discípulos. Tão logo se distanciaram da multidão, eles perguntaram a Jesus: "Por que o não pudemos nós expulsar?"
A resposta de Jesus? "Esta casta não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração".
Que oração? Que oração fez a diferença? Será que foi a oração dos apóstolos? Não, eles não oraram. Deve ter sido a oração dos escribas. Talvez eles tenham ido ao templo e intercedido por aquele menino. Não. Os escribas também não oraram. Então, deve ter sido o povo. Talvez eles tenham feito uma vigília pelo rapaz. Também não. O povo não orou. Eles nunca dobraram seus joelhos. Então, qual oração levou Jesus a expulsar o demônio?
Só existe uma oração nessa história. É a oração honesta de um homem ferido. Uma vez que Deus é mais tocado pela dor do que pela eloqüência, Ele respondeu. É isso o que os pais fazem.
Foi exatamente isso que Jim Redmond fez.
Seu filho Derek, um inglês de 26 anos, era o favorito para vencer a corrida dos 400 metros na Olimpíada de Barcelona, em 1992. No meio do caminho da prova semifinal, uma terrível dor se espalhou por sua perna direita. Ele caiu no meio da pista com um tendão rompido.
Enquanto os médicos se aproximavam, Redmond tentava ficar em pé. "Era o instinto animal", diria ele mais tarde. Ele começou a pular, empurrando todo o mundo numa tentativa louca de terminar a corrida.
Depois de ter olhado para o seu ferimento, um grande homem saiu do meio da multidão. Ele estava usando uma camiseta com a seguinte frase: "Você já abraçou seu filho hoje?", e um boné no qual estava escrito uma frase desafiadora: "Simplesmente faça". O homem era Jim Redmond, o pai de Derek.
- Você não precisa fazer isso disse ele a seu filho em prantos.
- Sim, eu preciso respondeu Derek.
- Então, que seja assim - disse Jim. - Nós vamos terminar isso juntos.
E foi isso o que fizeram. Jim passou o braço de Derek por seus ombros e o ajudou a caminhar, mancando, até a linha de chegada. Lutando para afastar os seguranças, a cabeça do filho parecia se afundar nos ombros do pai e assim foram, até cruzar a linha de chegada.
A multidão aplaudiu, se levantou, gritou e, por fim, chorou quando o pai e o filho terminaram a corrida.
O que fez com que aquele pai fizesse isso? O que fez com que o pai deixasse a arquibancada para ir até seu filho na pista de corrida? Foi a força de seu filho? Não, foi a dor de seu filho. Seu filho estava ferido e tentava completar a corrida de qualquer maneira. Desse modo, o pai o ajudou a concluir aquela tarefa.
Deus faz a mesma coisa. Nossas orações podem ser desajeitadas. Nossas tentativas podem ser débeis. Porém, uma vez que o poder da oração está naquEle que a ouve e não naquele que a faz, nossas orações fazem diferença.
de Max Lucado
segunda-feira, setembro 26, 2011
In-Segurança: Os caminhos para a solução
Para um enfrentamento das causas, a participação de toda a sociedade – tanto cobrando soluções do Poder Público como se organizando em redes comunitárias de proteção e apoio, de desenvolvimento social e mesmo de questões de segurança pública – é um caminho apontado pelos especialistas. Não significa substituir as funções do Estado, mas trabalhar em conjunto. E é importante não transformar o diagnóstico, a identificação das causas, em motivo para mais violência. Afirmar que as áreas urbanas mais desprovidas de recurso facilitam a criminalidade não significa dizer que os moradores dessas áreas sejam culpados. Na verdade, além de enfrentar condições precárias de subsistência, essa população ainda é a principal vítima de crimes violentos.
Grande parte das ações necessárias está na gestão urbana, que compete aos municípios. Como a segurança pública é tarefa dos Estados, é preciso haver integração entre políticas urbanas e políticas de segurança pública.
A escola também é um ponto importante: espaço privilegiado de convívio e de formação da pessoa, precisa ter qualidade e se integrar à comunidade a sua volta. Escolas que permanecem abertas nos finais de semana, para uso da comunidade, conseguem quase eliminar o vandalismo em suas dependências.
Além de uma escola pública melhor, fazem parte da lista de ações recomendadas por quem estuda a violência uma polícia melhor equipada e um Poder Judiciário mais ágil e, se necessário, mais rigoroso.
Para proteger-se dos crimes contra o patrimônio, como fraudes, furtos e roubos, o sociólogo Tulio Kahn recomenda estratégias de “bloqueamento de oportunidades”: dificultar o acesso dos criminosos aos alvos por eles visados.
O ladrão age quando tem a oportunidade facilitada e pelo valor que possa obter com o produto do roubo. A mudança de alguns hábitos e a adoção de comportamentos preventivos, somadas a equipamentos de segurança que possam incluir de simples trancas reforçadas a sofisticados sistemas de monitoramento eletrônico de residências são recomendados pelos especialistas em segurança. A instalação de equipamentos deve levar em conta o patrimônio a ser protegido e, claro, a disponibilidade financeira.
De uma maneira mais ampla, não basta somente proteger a si mesmo. Adalberto Botarelli, psicólogo social, cita o pensamento do filósofo Espinosa, segundo o qual agimos governados por três questões: 1) uma lógica transcendental, não se faz uma coisa porque é pecado; ou 2) uma lógica do medo, não se faz pela punição possível; ou 3) pelo bem comum, porque o bem do outro é o bem de si próprio – é a lógica da ética do bem comum. De acordo com a ética do bem comum, uma pessoa não vai se preocupar com a redução dos assaltos por ser um bem para si mesma, mas por ser um bem para toda a sociedade. Nessa lógica, não existe propriamente uma defesa contra a violência, mas sim a redução do medo.
quinta-feira, setembro 22, 2011
COMO SE PREVENIR NO CARRO
Procure usar um carro que não chame a atenção, Mantenha os vidros fechados e as portas travadas por dentro, Não dê carona a desconhecidos, Evite transportar objetos de valor quando estiver desacompanhado.
À noite, calcule o tempo e a velocidade para evitar parar em semáforo vermelho, Quando parar no semáforo, fique atento ao retrovisor; deixe a primeira marcha engatada; e mantenha distância suficiente do carro da frente para poder arrancar em caso de emergência.
Não abra o vidro para vendedores ambulantes, Não deixe expostos os objetos que você esteja transportando.
Evite a faixa da direita. Procure sempre a faixa da esquerda (em caso de três vias, a do centro) e não pare muito próximo do veículo logo à sua frente, pois isso pode dificultar uma saída brusca, caso necessário.
Se o trânsito parar, alinhe o seu retrovisor com o do automóvel ao lado, impedindo a passagem de motocicletas (a distância ideal é de um braço de lataria a lataria). O espaço contínuo que os motoristas deixam acaba favorecendo a fuga de assaltantes que usam motocicletas.
Ao passar por lombadas, verifique, antes de reduzir a marcha, se há aproximação de pessoas suspeitas; e deixe distância suficiente do veículo à sua frente para poder desviar, caso ele pare, tentando bloquear seu caminho.
Prefira estacionamentos de sua confiança, com vigilância e seguro contra roubo. Ao entregar seu carro, procure identificar os manobristas e exija um comprovante em que constem as características e o número da placa do automóvel.
À noite, se for preciso deixar seu carro na rua, estacione em locais bem iluminados e movimentados. Antes de estacionar, verifique se não há pessoas suspeitas nas proximidades.
Ao estacionar, feche inteiramente o seu carro, mesmo que vá deixá-lo apenas por alguns minutos ou que esteja na garagem de sua casa ou edifício.
Procure estacionar sempre em condições de sair facilmente, no caso de surgir alguma anormalidade.
Ao sair de um estacionamento, verifique se você não está sendo seguido, Nunca permaneça dentro de um carro estacionado em via pública, Nunca entregue as chaves do seu carro a desconhecidos, Cuidado com lavadores e guardadores, ou com pessoas que, sobre o pretexto de comprar seu veículo, pedem para dar uma voltinha.
Não ande com os documentos originais de seu veículo; use cópias reprográficas autenticadas pelo departamento de trânsito.
Evite deixar os documentos dentro do veículo. Em caso de furto, os criminosos podem conseguir passar pela barreira da polícia com mais facilidade.
Prefira aparelhos de som com frente removível ou de bandeja. Ao estacionar, leve-o com você. Se não for possível, coloque-o embaixo do banco ou tranque-o no porta-malas.
Se possível, tenha sempre um sistema de segurança (travas mecânicas de pedais e volante, interruptores elétricos e de combustível, alarme) no seu carro.
Se seu veículo não possui trancas ou dispositivos de segurança, a retirada do cabo da bobina poderá evitar o furto.
Cultive o hábito de “olhar” ao redor, antes de aproximar-se de seu carro estacionado. Verifique o interior antes de entrar; um intruso pode estar atrás dos bancos.
Não pare para discutir pequenas batidas, principalmente à noite. Ladrões costumam provocá-las para facilitar assaltos, Se perceber que está sendo seguido por outro veículo, procure agir com naturalidade, e vá para vias de maior movimento onde você possa localizar uma viatura de polícia, ou use o celular para chamar a polícia.
Ao acionar o portão automático de sua casa, mantenha a ré engatada, para facilitar a saída no caso de suspeitos se aproximarem.
Filmes escuros nos vidros do carro dificultam a identificação de quem está dentro do carro (se é mulher ou homem, se há mais de uma pessoa no carro, se o motorista está distraído ou não), diminuindo as chances de ser ”escolhido” pelo ladrão.
Durante o dia, use sempre óculos escuros. Assim, os assaltantes não saberão em que direção você está olhando (e eles preferem atacar de surpresa).
Mantenha-se sempre atento.
A polícia afirma que este é um grande fator de proteção, pois assaltantes evitam se aproximar de pessoas atentas.
quarta-feira, setembro 21, 2011
OPORTUNIDADES
Hoje vindo para o trabalho, no ônibus, entrou um rapaz bem afeiçoado vendendo uns adesivos, falava ele que estava arrecadando dinheiro para a casa de recuperação de dependentes químicos (drogas, álcool, etc...) que o ajudou a vencer as drogas, contou de sua vida e pediu ajuda, vendendo quatro adesivos cada um com uma imagem e um dizer diferente do outro, então passou a ler as frases e uma em especial me impactou, me chamou a atenção, ela dizia “não são as pessoas que tem que nos dar oportunidades e sim nós que temos de buscá-las”.
Aquilo tinha me roubado o pensamento por que pensei tem alguém que nos da uma nova oportunidade todo dia, a cada nascer do Sol ele nos da a oportunidade de ser curados, transformados, vencedores, a todos sem distinção alguma, esta pessoa, sim digo pessoa por que ele vive, ri, chora, fala e escuta, tudo com você, sempre esta esperando que você aceite a OPORTUNIDADE que ele ta dando.
Quando dei umas poucas moedas que tinha e disse que queria poder ajudar mais, ele agradeceu e disse: “Obrigado irmão, o pouco com DEUS é muito e o muito sem DEUS é nada”, lembrei quantos de nós tem tanto mais não tem nada, são bem sucedidos descolados como dizem hoje e tem um vazio sem tamanho dentro de si, solidão, depressão, tantos estão cansados das lutas não vêem solução e vivem amargurados, acabam se entregando (escondendo) nas “DROGAS” ou até acabam com a própria vida, e ele ta todo dia do seu lado te dando a OPORTUNIDADE de ter vida nova.
Vida com abundancia, ter vida com abundancia é ser feliz, ter esperança, ter objetivos, é amar e ser amado e mesmo na tribulação, no “problema valendo” saber que alguém é por você, independente de tudo de mal que você possa ter feito, de tudo que possam achar as pessoas de ti, ele, ele te ama e te da uma nova OPORTUNIDADE.
Esse DEUS e amigo não precisa que você não peque mais, que você deixe de errar e mude sua vida para conhecer-lo, ele só pede que aceite a OPORTUNIDADE que te oferece e deixa o resto com ele....
“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”.
Comunidade Cristã de Belém - Tv. Dr. Enéas Pinheiro, 2370 - Marco/Belém-PA
CEP 66.095-100 - Fone (91) 3277-1716 / (91) 32762336 / (91) 8233-5797 / (91) 8871-1914................
segunda-feira, setembro 19, 2011
Postos de Combustível
Como se prevenir
Evite ir ao posto à noite. Planeje sua rotina para abastecer o carro em horários de maior movimento, e, por isso, mais seguros.
Observe, antes de entrar, se há movimentação suspeita no local, como funcionários agrupados, parados, nervosos, pessoas estranhas paradas em locais incomuns etc. Caso perceba algo estranho, não pare no posto.
Quando estiver distante do local, avise imediatamente a polícia. Ao telefonar à polícia, tenha em mãos o endereço do posto e seja sincero ao dizer se viu realmente um assalto ou se é apenas suspeita, ainda que muito forte.
O que fazer se algo acontecer
Se você já estiver dentro do posto e perceber o assalto, não tente fugir. Mantenha a tranqüilidade e não reaja; pode existir algum ladrão afastado, dando cobertura.
Guia Serasa de Orientação ao Cidadão
quinta-feira, setembro 15, 2011
Teste: você tem evitado riscos?
Este teste é um simples indicador, preparado a partir do “Pequeno Manual de Sobrevivência na Selva Urbana”, de James Wygand, presidente da Control Risks do Brasil, retirado do Guia Serasa de Orientação ao Cidadão......
Você anda atento na rua, no trânsito, no transporte coletivo?
Sim ou Não /
Ao usar o caixa eletrônico, você escolhe a localização ?
Sim ou Não /
Suas roupas, seu relógio ou suas jóias chamam a atenção quando você caminha na rua ou dirige seu carro?
Sim ou Não /
Você usa o celular em lugares abertos?
Sim ou Não /
Andando na rua, se há um “congestionamento” de pessoas, você passa pelo meio delas?
Sim ou Não /
Todas as suas chaves ficam em um mesmo chaveiro?
Sim ou Não /
Todos os seus documentos e cartões de crédito e do banco, e talão de cheques ficam na sua carteira, que carrega com você?
Sim ou Não /
Você sempre tranca toda a sua casa quando sai, mesmo que não pretenda demorar muito?
Sim ou Não /
Seus caminhos, de casa ao trabalho, de casa à escola, são os mesmos todos os dias?
Sim ou Não /
Quando o semáforo fecha, você pára seu carro bem próximo ao da frente?
Sim ou Não /
As portas e portões de sua casa ou apartamento têm olho-mágico, ou outro dispositivo para ver quem está fora?
Sim ou Não /
Na rua, você pára de costas para o movimento e fica admirando as vitrines?
Sim ou Não /
Você atende a entregadores e vendedores inesperados?
Sim ou Não /
Você anda com arma de fogo?
Sim ou Não /
Você tem arma de fogo em casa?
Sim ou Não /
Os seus horários são sempre os mesmos, para trabalhar e almoçar?
Sim ou Não /
Você conhece seus vizinhos?
Sim ou Não /
Se você nota alguém desconhecido andando em sua direção, você desvia?
Sim ou Não /
Você acessa seu banco ou faz compras pela Internet em qualquer computador?
Sim ou Não /
Se alguém telefona e pergunta seus dados pessoais, você fornece?
Sim ou Não .......
Se você respondeu "Sim", para as perguntas 1, 2, 8, 11, 17 e 18, e "Não" para todas as demais, você tem procurado evitar os riscos de ser assaltado. Se você respondeu de forma diferente, leia os próximos editoriais sobre Cuidados com a Segurança Pessoal.
quarta-feira, setembro 14, 2011
Operações de Informação
Os Estados Unidos e seus aliados revelaram, em 1991, no Golfo Pérsico, uma forma totalmente nova de travar a guerra. Através da exploração do conhecimento, a força de coalizão devastou a formidável máquina militar do Iraque, surpreendeu o mundo, confundiu os críticos de defesa, surpreendeu a si mesmo e muito possivelmente "os padrões de desempenho das Forças Armadas norte-americanas em conflitos armados foram alterados".
Após o conflito, o Exército dos EUA publicou o manual de campanha FM 100-6 - Operações de Informações (Information Operations), doutrina relevante às atuais operações multidimensionais, bem como para as operações da futura Força XXI. A doutrina das Op Info descreve a importância das informações e como vencer a guerra da informação hoje e no futuro. O FM 100-6 identifica a informação como um fator essencial do poder de ação nos níveis estratégico, operacional e tático. Aborda como as tecnologias da era de informação podem multiplicar o talento e o potencial dos líderes, permitindo derrotar o oponente rapidamente em uma operação conjunta e combinada.
Entretanto, no âmbito empresarial, público e privado, poucos estudos foram realizados no sentido de apropriar conceitos doutrinários de Operações de Informação para emprego em Gestão Estratégica.
Alguns aspectos doutrinários importantes e que merecem aprofundamento:
- a doutrina estabelece uma estrutura que permite às forças amigas controlar as informações disponíveis e relevantes (essenciais); proteger sua habilidade de avaliar, processar, integrar, decidir e agir, com relação àquela informação; e atacar a habilidade de seu adversário em potencial de avaliar, processar, integrar, decidir e agir, também em relação à mesma informação;
- o conceito de Op Info integra três componentes fundamentais: informações e inteligência relevantes; sistemas de informações eficazes; e uma combinação de processo decisório e comunicação social/relações públicas, procurando obter o domínio da informação para o decisor;
- as Op Info podem tornar mais capazes e proteger os sistemas de informações; sincronizar as ações no ambiente externo; conectar sistemas hierárquicos e não hierárquicos; integrar sensores e decisores; e degradar, interromper ou explorar as ações adversárias, agindo sobre seus processos decisórios;
- ambiente de informação global: o FM 100-6 delineia e define o ambiente de informação global como "todos os indivíduos, organizações ou sistemas, em sua maioria fora do controle militar ou das Autoridades Governamentais, que coletam, processam e disseminam informação para públicos nacionais e internacionais";
- ambiente de Informação Global e Ambiente de Informação Organizacional: o ambiente de informação organizacional como um ambiente dentro do ambiente de informação global, consistindo de sistemas de informações e organizações — amigas e inimigas, militares e não militares — que apóiam, permitem ou influenciam significativamente uma ação específica. Adversários procurarão ganhar vantagem no ambiente de informação global, empregando os sistemas e organizações dos seus espaços de atuação. Além disso, a mídia, grupos de estudos, instituições acadêmicas, organizações não governamentais (ONGs), agências internacionais e individuais, com acesso à auto-estrada da informação, são todos atores expressivos no ambiente de informação global;
- domínio da informação é definido como "o grau de superioridade das informações que permite ao seu detentor empregar os seus sistemas de informações e seus meios para alcançar uma vantagem operacional num conflito, ou controlar uma situação envolvendo atores externos, negando, ao mesmo tempo, esses meios ao adversário;
- Guerra de Informação abrange um amplo conjunto de conceitos de guerra da era da informação. Esses novos conceitos emergentes da guerra estão diretamente ligados à perspectiva de que a evolução rápida do ciberespaço — a infra-estrutura de informação global — pode trazer tanto novas oportunidades como novas vulnerabilidades.
Portanto, aprofundar o entendimento e a viabilidade de aplicar os conceitos de Operações de Informação no âmbito empresarial traz uma nova perspectiva para a Atividade de Inteligência.
Por Eduardo Moresi
sexta-feira, setembro 09, 2011
Estudantes terão carteirinhas escolares
Identificação de Estudantes - Belém do Pará
Os alunos da rede pública estadual de ensino passarão a ser identificados com carteirinhas com foto na entrada das escolas. A medida reforçará a segurança das instituições de ensino, impedindo a entrada de pessoas não identificadas no ambiente escolar. As identidades estudantis garantirão também a meia-entrada em cinemas, teatros e shows musicais.
A Secretaria Estadual de Educação (Seduc) publicou na edição do Diário Oficial do Estado da segunda-feira, dia 1º, um anúncio de pregão eletrônico para a contratação de uma empresa para o fornecimento das carteirinhas. O valor global de R$ 820 mil do contrato inclui a fabricação de 500 mil identidades estudantis, a coleta de dados e a captura de imagens em escolas em Belém e outros 22 municípios do interior, entre elas, Abaetetuba, Bragança, Capanema, Vigia e Tucuruí. Na capital, serão coletados dados de 300 mil estudantes. A intenção é levar a identificação estudantil a todos os estudantes da rede, com as primeiras unidades sendo distribuídas em outubro.
'As carteiras permitirão um melhor controle na entrada dos alunos para a atividade letiva diária, o que consequentemente aumentará a segurança', resume Heloísa Aguiar, assessora de segurança escolar da Seduc. A identidade estudantil será fabricada em PVC laminado, com impressão frente e verso, com nome, escola, turma, matrícula, validade e foto e ainda as assinaturas e a logomarca do governo e da secretaria. O custo estimado de fabricação da carteirinha será de R$ 610 mil, ou R$ 1,22 por aluno.
Fonte: O Liberal
quinta-feira, setembro 08, 2011
Inteligência de Fontes Abertas
O ciclo de Inteligência é descrito de diversas formas pela literatura especializada, já que, por se tratar de um método flexível, cada agência o desenvolve a seu critério. Algumas etapas que seriam identificáveis na maioria dos métodos empregados são: requisitos informacionais; planejamento; gerenciamento dos meios técnicos de coleta; coleta a partir de fontes singulares; processamento; análise das informações obtidas de fontes diversas; produção de relatórios, informes e estudos; disseminação dos produtos; consumo pelos usuários; e avaliação.
As fases que abrangem a coleta especializada segundo fontes e meios utilizados para a obtenção das informações englobam basicamente quatro técnicas, convencionalmente separadas em três de cunho sigiloso e uma de natureza ostensiva. Nos países centrais, cerca de 80 a 90% dos investimentos na área de Inteligência são absorvidos por este estágio do ciclo.
Venha conosco e coloque a sua empresa na frente do seu segmento
terça-feira, setembro 06, 2011
Aprendendo com Jesus Cristo
Por: Pr. Edmilson Morais
x x x x
Texto: II Cr 31.20; 32.
Deus estabeleceu uma árvore no meio do Jardim do Éden, ela tem frutos e sombra, hoje vamos nos alimentar dela e refrigerar a alma sob sua sombra. “Vou fazer a vontade de Deus de todo o coração e vou prosperar” Se não atentarmos para a vigilância e prudência podemos perder tudo que conquistamos no decorrer do tempo, ainda que sejam dádivas vindas de Deus. Mt 21.33 - Havia um homem dono de uma casa que plantou uma vinha. Cercou-”a de uma sebe, construiu nela um lagar, edificou-lhe uma torre...” Pv 20.18 - Os planos mediante os conselhos tem bom êxito; faze a guerra com prudência” O rei Ezequias foi um dos melhores que Judá teve, em todas as áreas do seu reino, Deus era com ele. O rei que o precedeu e o que o antecedeu era mau e não temia ao Senhor Deus; mas ele decidiu obedecer. O rei Acaz, seu pai, deixou o país num caos total, em estado de miséria, enquanto isso Ezequias focou seu governo a partir da restauração da casa de Deus, como rei deu exemplo: Ele reformou o templo, restaurou o culto legítimo, removeu os ídolos e arrependeu-se pelo povo. Seu exemplo influenciou o povo a seguir seus passos em direção a Deus. II Cr 32.1 - Depois destas coisas e destes atos de fidelidade, veio Senaqueribe... O inimigo sabe o momento certo de nos assediar o coração. O coração de Ezequias estava consolidado em muitas vitórias, mas a cada uma delas, Deus tem que ser participante e senhor delas. Deus quer um coração quebrantado. Mq 6.8 - Ele te declarou, ó homem, o que é bom e o que é que o Senhor pede de ti; que pratiques a justiça e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus. As vitórias e as derrotas podem endurecer nossos corações. II Cr 26.19 - Uzias, depois de ter conquistado todos os favores de Deus; subiu no pedestal do orgulho e depois precipitou e perdeu tudo. É muito fácil confiar no histórico das nossas vitórias. Elizeu invocou o nome do Deus de Elias, ainda que ele estivesse com o seu manto nas mãos, ele sabia que a unção estava no nome. Jesus disse: “Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas.” Sansão confiou na força do seu cabelo e mesmo lutando em nome do Senhor, ele perdeu a luta e a visão. Suas forças se foram junto com seus cabelos. Tem gente com a linguagem e discurso de vitorioso, com roupagem e linguagem de crente, mas vivendo como perdedor e derrotado.
Comunidade Cristã de Belém...
Tv. Dr. Enéas Pinheiro, 2370 – Marco - Belém-PA
Fone (91) 3277-1716 - (91) 32762336
(91) 8233-5797 - (91) 8871-1914
www.comcristobelem.org.br
Prevenção nunca é de mais! Outra modalidade de assalto, Já aconteceu no Shopping Boulevard e Pátio.
OCORRE A QUALQUER HORA DO DIA !
UM HOMEM VESTIDO COM O UNIFORME DE SEGURANÇA (TERNO E RÁDIO ) APROXIMA-SE DA VÍTIMA AINDA NO ESTACIONAMENTO E AVISA QUE ELA DEIXOU O CARRO ABERTO.
A VÍTIMA RETORNA AO VEÍCULO PARA FECHÁ-LO, O FALSO SEGURANÇA OFERECE-SE PARA ACOMPANHÁ-LA.
AO CHEGAR AO CARRO, EMPURRA A VÍTIMA PARA O INTERIOR DO VEÍCULO E SAI, LEVANDO A VÍTIMA, COM BOLSA, CELULAR, DINHEIRO, CHEQUES, CARTÕES.
ÁS VEZES SOLTA A VÍTIMA NA RUA, MAS TAMBÉM PRATICA O SEQUESTRO RELÂMPAGO, PARA TIRAR DINHEIRO DOS CAIXAS ELETRÔNICOS.
MUITO CUIDADO COM ESSE NOVO GOLPE, JÁ QUE A ABORDAGEM É FEITA DE MANEIRA PROFISSIONAL.
SE OCORRER COM VOCÊ, NUNCA VOLTE AO CARRO COM A PESSOA QUE LHE ABORDOU! PROCURE OUTRO SEGURANÇA NO INTERIOR DO SHOPPING E PEÇA AJUDA.
FIQUE ALERTA!
segunda-feira, setembro 05, 2011
1 Coríntios 13
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
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