Ramo da segurança que cuida dos interesses ligados à empresas públicas ou privadas, no que tange à proteção de seus recursos humanos e materiais e deve estar em consonância com a missão e valores da empresa, devendo também respeitar os limites éticos e legais impostos nas regiões em que atuam. " Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." Salmos 127:1
quarta-feira, novembro 23, 2011
A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DA MODERNIDADE
A Investigação criminal é um conjunto de procedimentos para o esclarecimento de fato delituoso e descoberta de sua autoria. É um conjunto de providências informativas desenvolvidas para elucidar condutas criminosas. Tem como base a instrução, conjunto de dados e informações coletados para formar a convicção de autoridades policiais. O processo se desenvolve por atos de coleta e produção de informações no inquérito policial, onde se posta um conjunto de peças de valor probatório (GARCIA, 1991).
A prova constitui a certeza da investigação criminal e os meios de obtenção são as fontes de convicção suficientementes aplicados aos fatos da causa. (MITTERMAIER, 1948). Nesse sentido a investigação criminal é um conjunto de atos administrativos e procedimentos preliminares destinado à apuração das infrações penais e identificação de autoria (formação inicial da culpa). Na formação da prova, no inquérito policial, não há tão somente investigação criminal, mas também coleta de informações para a materialização de provas definitivas (MARQUES, 1980).
A doutrina da investigação criminal, de mais de meio século, necessita de uma atualização. O inquérito policial na Era da Informação está anacrônico. Em razão da acentuada evolução do conhecimento e elevado grau de especialização e cientificidade das diversas áreas, tais como: criminalística, sociologia, psicologia, biotecnologia, biogenética, física, eletrônica, telecomunicação, tecnologia da informação e cibernética, mudanças conceituais e de procedimentos são necessárias. A sociedade moderna, marcada pela virtualidade, comunicação instantânea, interatividade e velocidade no fluxo de informação, sugere a modificação do sistema de segurança pública.
A globalização também mostra que o sistema de segurança pública precisa de modernização, particularmente no desenvolvimento de métodos diferentes para o enfrentamento dos crimes complexos, sem fronteiras, de ações sofisticadas, vinculadas direta ou indiretamente com organizações, onde as ramificações volumosas e a multiplicidade de ações delitivas são decorrentes da facilidade de acesso a informação e comunicação. Hoje o planejamento de ações criminosas são desenvolvidas em redes sociais, seus atores estão do outro lado do mundo e acobertados pelo anonimato.
Assim, as organizações policiais não podem mais prescindir de avanços em infra-estrutura tecnológica, capacidade no tratamento de volume de informações, incremento de áreas específicas inteligência, análise de informações, gestão do conhecimento, monitoração de fontes abertas e interceptação de redes de comunicação.
Tudo isso se refere a uma estruturação tecnológica de gestão da informação, por meio da qual, adaptações e rupturas devem ser feitas, uma verdadeira reavaliação de procedimentos em direção a inovação. Tecnicidade, análise e integração de bases informacionais é condição primária. Na essência, deve ser um processo visando conduzir as organizações em direção ao aumento da capacidade investigativa, com visão de contexto, global e em rede multidimensional, cujo resultado está na capacidade de monitoração sistemática do ambiente.
Para que as instituições policiais possam manter hegemonia em relação ao crime, antecipando-se ou agindo com celeridade e efetividade, muito há que fazer. Isso inclui obviamente também a renovação de gestores, novos empreendedores, líderes capazes de implementar estratégias de avanço, potencializar um novo sistema, dinâmico, moderno e de potencial investigativo. É essencial ainda desenvolver mecanismos de resposta e a ação integrada com as diferentes instituições de governo, justiça e ministério público.
No mundo da informação, organizações policiais dependem cada vez mais da capacidade de instituir um modelo que esteja voltado para a construção do conhecimento, com estratégia, infra-estrutura, decisão e identidade, apto a responder a um contexto cada vez mais complexo do crime e instabilidade dos fenômenos sociais.
No campo da análise de informações a atividade de inteligência da organização deve impulsiona-la para a sofisticação da investigação e solução de casos complexos. Ampliar a visão da organização para melhores decisões e resultados efetivos de modificação da doutrina, a qual constantemente deve ascender em direção à qualidade e ciclo de aprendizagem contínua. A análise é uma atividade mental que envolve percepções sobre o ambiente e uma verdadeira acumulação e incubação de experiências profissionais intimamente ligadas aos valores das pessoas e o conhecimento individual.
De acordo com Choo (2003), o conhecimento reside na mente dos indivíduos, e esse conhecimento pessoal precisa ser convertido em conhecimento que possa ser partilhado e transformado. Quando existe conhecimento suficiente, a organização está preparada para a ação e escolhe seu curso racionalmente, de acordo com os objetivos. A ação organizacional ocorre de acordo com a mudança do ambiente quando produz novas correntes de experiência, às quais a organização terá de se adaptar, gerando assim um novo ciclo. A tarefa do analista deve estar em consonância com a experiência, e sem ela, não é possível realizar uma interatividade com a investigação.
Postado por Celso Moreira Ferro Júnior
A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DA MODERNIDADE
A Investigação criminal é um conjunto de procedimentos para o esclarecimento de fato delituoso e descoberta de sua autoria. É um conjunto de providências informativas desenvolvidas para elucidar condutas criminosas. Tem como base a instrução, conjunto de dados e informações coletados para formar a convicção de autoridades policiais. O processo se desenvolve por atos de coleta e produção de informações no inquérito policial, onde se posta um conjunto de peças de valor probatório (GARCIA, 1991).
A prova constitui a certeza da investigação criminal e os meios de obtenção são as fontes de convicção suficientementes aplicados aos fatos da causa. (MITTERMAIER, 1948). Nesse sentido a investigação criminal é um conjunto de atos administrativos e procedimentos preliminares destinado à apuração das infrações penais e identificação de autoria (formação inicial da culpa). Na formação da prova, no inquérito policial, não há tão somente investigação criminal, mas também coleta de informações para a materialização de provas definitivas (MARQUES, 1980).
A doutrina da investigação criminal, de mais de meio século, necessita de uma atualização. O inquérito policial na Era da Informação está anacrônico. Em razão da acentuada evolução do conhecimento e elevado grau de especialização e cientificidade das diversas áreas, tais como: criminalística, sociologia, psicologia, biotecnologia, biogenética, física, eletrônica, telecomunicação, tecnologia da informação e cibernética, mudanças conceituais e de procedimentos são necessárias. A sociedade moderna, marcada pela virtualidade, comunicação instantânea, interatividade e velocidade no fluxo de informação, sugere a modificação do sistema de segurança pública.
A globalização também mostra que o sistema de segurança pública precisa de modernização, particularmente no desenvolvimento de métodos diferentes para o enfrentamento dos crimes complexos, sem fronteiras, de ações sofisticadas, vinculadas direta ou indiretamente com organizações, onde as ramificações volumosas e a multiplicidade de ações delitivas são decorrentes da facilidade de acesso a informação e comunicação. Hoje o planejamento de ações criminosas são desenvolvidas em redes sociais, seus atores estão do outro lado do mundo e acobertados pelo anonimato.
Assim, as organizações policiais não podem mais prescindir de avanços em infra-estrutura tecnológica, capacidade no tratamento de volume de informações, incremento de áreas específicas inteligência, análise de informações, gestão do conhecimento, monitoração de fontes abertas e interceptação de redes de comunicação.
Tudo isso se refere a uma estruturação tecnológica de gestão da informação, por meio da qual, adaptações e rupturas devem ser feitas, uma verdadeira reavaliação de procedimentos em direção a inovação. Tecnicidade, análise e integração de bases informacionais é condição primária. Na essência, deve ser um processo visando conduzir as organizações em direção ao aumento da capacidade investigativa, com visão de contexto, global e em rede multidimensional, cujo resultado está na capacidade de monitoração sistemática do ambiente.
Para que as instituições policiais possam manter hegemonia em relação ao crime, antecipando-se ou agindo com celeridade e efetividade, muito há que fazer. Isso inclui obviamente também a renovação de gestores, novos empreendedores, líderes capazes de implementar estratégias de avanço, potencializar um novo sistema, dinâmico, moderno e de potencial investigativo. É essencial ainda desenvolver mecanismos de resposta e a ação integrada com as diferentes instituições de governo, justiça e ministério público.
No mundo da informação, organizações policiais dependem cada vez mais da capacidade de instituir um modelo que esteja voltado para a construção do conhecimento, com estratégia, infra-estrutura, decisão e identidade, apto a responder a um contexto cada vez mais complexo do crime e instabilidade dos fenômenos sociais.
No campo da análise de informações a atividade de inteligência da organização deve impulsiona-la para a sofisticação da investigação e solução de casos complexos. Ampliar a visão da organização para melhores decisões e resultados efetivos de modificação da doutrina, a qual constantemente deve ascender em direção à qualidade e ciclo de aprendizagem contínua. A análise é uma atividade mental que envolve percepções sobre o ambiente e uma verdadeira acumulação e incubação de experiências profissionais intimamente ligadas aos valores das pessoas e o conhecimento individual.
De acordo com Choo (2003), o conhecimento reside na mente dos indivíduos, e esse conhecimento pessoal precisa ser convertido em conhecimento que possa ser partilhado e transformado. Quando existe conhecimento suficiente, a organização está preparada para a ação e escolhe seu curso racionalmente, de acordo com os objetivos. A ação organizacional ocorre de acordo com a mudança do ambiente quando produz novas correntes de experiência, às quais a organização terá de se adaptar, gerando assim um novo ciclo. A tarefa do analista deve estar em consonância com a experiência, e sem ela, não é possível realizar uma interatividade com a investigação.
Por Celso Moreira Ferro Júnior
sexta-feira, novembro 11, 2011
MORTE DO REPÓRTER DA BAND
Quem matou o repórter da Band Gelson Domingos foi a Portaria nº 18, de 19/12/2006, do Ministério da Defesa
Não, não foi um tiro de fuzil que matou o repórter da Band. Quem matou Gelson Domingos foi a Portaria n° 18, de 19/12/2006, do Ministério da Defesa.
Peguem as gravações da notícia da morte dele, ouçam de novo. Observem que, sempre que a notícia diz que ele estava usando um colete à prova de balas, a notícia diz que ele “estava usando um colete à prova de balas de uso permitido“.
Agora vamos ler as entrelinhas do que está sendo dito para o povo.
Sabem o que significa isso que a mídia desarmamentista está noticiando? Que existem coletes à prova de bala de uso restrito.
Não por coincidência, os coletes à prova de balas de uso permitido agüentam um tiro de pistola mas não resistem a um tiro de fuzil.
Já os coletes à prova de balas de uso restrito agüentam com facilidade um tiro de pistola e também resistem a um tiro de fuzil.
E por que existem coletes à prova de balas de uso permitido e coletes à prova de balas de uso restrito?
Simples: porque o Estado brasileiro não quer que os cidadãos brasileiros possam se defender dos tiros que pela legislação só as Forças Armadas brasileiras podem desferir.
Interessante, não é?
O Estado brasileiro não se contenta em desarmar os cidadãos honestos, ele também exige que os cidadãos honestos permaneçam indefesos ao poder de fogo que ele resguarda legalmente apenas para si. Noutras palavras, o Estado brasileiro reserva para si o direito ser o único ente capaz de matar seus cidadãos honestos com facilidade. O único furo neste raciocínio é que os bandidos não acham uma boa idéia que só o Estado possa matar os cidadãos honestos, eles querem poder fazer o mesmo e por isso usam cada vez mais armas de uso “restrito”.
Vejamos o que diz a Portaria n° 18 do Ministério da Defesa:
Art. 2o Coletes à prova de balas são produtos controlados pelo Exército, relacionados sob os números de ordem 1090 e 1100 e incluídos na Categoria de Controle no “3” e “5”, respectivamente.
Art. 3o Os coletes à prova de balas são testados e classificados quanto ao nível de proteção segundo a Norma “NIJ” Standard 0101.04, do Instituto Nacional de Justiça dos Estados Unidos da América.
Art. 4o Os coletes à prova de balas são classificados quanto ao grau de restrição, conforme art. 18 do Regulamento para a Fiscalização de Produtos Controlados (R-105), em:
I – uso permitido: os coletes à prova de balas que possuem níveis de proteção I, II-A, II e III-A; e
II – uso restrito: os coletes à prova de balas que possuem níveis de proteção III e IV.
Eis a classificação segundo a norma NIJ Standart 0101.04 acima citada:
Tipo I (22 LR; 380 ACP)
Tipo IIA (9 mm, 40 S & W)
Tipo II (9 mm; 357 Magnum)
Tipo IIIA (High Velocity 9 mm; 44 Magnum)
Tipo III (Rifles)
Tipo IV (Armor Piercing Rifle)
Ou seja, para mim, para você e para o cidadão honesto em geral, o Estado brasileiro diz com todas as letras o seguinte: “vocês cidadãos honestos só podem se defender de tiros de pistolas; vocês cidadãos honestos não tem o direito de se defender dos tiros que só as Forças Armadas brasileiras podem disparar“.
O repórter da Band Gelson Domingos não era agente do Estado brasileiro, portanto não tinha o direito de defender sua vida de um tiro de fuzil. E, por não ter o direito de defender sua vida usando um colete à prova de balas com a proteção adequada para resistir a um tiro de fuzil, foi morto por cumprir a lei.
Esse é o país em que vivemos.
Esse é o país que os desarmamentistas querem.
Por: Arthur Golgo Lucas – http://www.arthur.bio.br/
quinta-feira, novembro 10, 2011
quarta-feira, novembro 09, 2011
Vulnerabilidades
Um general e suas tropas podem marchar uma distância de mil quilômetros, sem se fatigarem, porque a marcha se dá na área onde o inimigo não montou defesas.
Se um general ataca com confiança é porque sabe que o inimigo não pode se defender ou fortalecer sua posição. Se um general defende com confiança é porque está seguro que o inimigo não atacará com superioridade de forças naquela posição.
Assim, contra o especialista em ataque, o inimigo não sabe onde se defender. Por outro lado, contra um especialista em defesa, o inimigo não sabe onde atacar.
Seja extremamente sutil, tão sutil que ninguém possa achar qualquer rastro.
Seja extremamente misterioso, tão misterioso que ninguém possa ouvir qualquer informação.
Se um general puder agir assim, então, poderá celebrar o destino do inimigo em suas próprias mãos.
Por: Sun Tzu - A Arte da Guerra.
segunda-feira, novembro 07, 2011
Inteligência e Contrainteligência Empresarial e Política. Antiterrorismo: GERENCIAMENTO DE CRISES EM ESTABELECIMENTOS EDUCAC...
Inteligência e Contrainteligência Empresarial e Política. Antiterrorismo: GERENCIAMENTO DE CRISES EM ESTABELECIMENTOS EDUCAC...: A segurança em geral e, mais especificamente ainda nos dias atuais, a segurança específica de estabelecimentos de ensino,...
Os Cursos Superiores de Tecnologia
De acordo com o Censo da Educação Superior de 2007, divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisa e Estatística Anísio Teixeira (Inep/MEC), dos cerca de 24 mil cursos de ensino superior ofertados atualmente no Brasil, quase 4 mil representam o nicho abrangido pela educação tecnológica.
Foram aproximadamente 500% de aumento em apenas cinco anos, passando de 636, em 2002, para 3.702, em 2007.
Naquele ano, havia perto de 38 mil ingressantes nestes cursos. Após o mesmo período, este número já ultrapassava a casa dos 188 mil.
Estes dados demonstram que a procura por cursos superiores de tecnologia vem crescendo significativamente e confirmam uma tendência de mercado: estão sendo criadas novas e diversificadas atividades profissionais, feitas sob medida para abrigar estes profissionais.
O Sistema Conselhos Federal e Regionais de Administração (CFA/CRAs) tem a responsabilidade de regulamentar e fiscalizar a atuação profissional nos campos da Administração. Neste sentido, a regulamentação dos diplomados em cursos superiores de tecnologia – aprovada pelo Plenário do CFA no dia 13 de novembro e publicada nas Resoluções Normativas nº 373, 374 e 379/2009 – demonstra o apoio da autarquia a uma política do Ministério da Educação no que se refere à implementação da educação profissional tecnológica no país.
A partir de agora, o diplomado em curso superior de tecnologia já pode procurar o Conselho Regional de Administração (CRA) de seu estado para regularizar sua situação.
O registro é obrigatório para todos aqueles que atuam em áreas relacionadas à Administração.
Serão aceitos, basicamente, os cursos de Graduação em Tecnologia descritos no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia (http://catalogo.mec.gov.br).
Os diplomados em cursos superiores de tecnologia ou tecnólogos, como são conhecidos, recebem diploma de curso superior, mas não possuem título de bacharel. Com duração menor – de dois a três anos – o curso é direcionado ao mercado de trabalho e o tecnólogo conclui os estudos sabendo em qual segmento poderá atuar.
A profissão foi estabelecida pelo Decreto nº 2.208, de 17 de abril de 1997, e revista pelo Decreto nº 5.154 em 2004.
Dois anos mais tarde, o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia – uma espécie de guia que serve de referência a estudantes, educadores, instituições de ensino superior (IES), sistemas e redes de ensino, entidades representativas de classe, empregadores e sociedade.
Foram aproximadamente 500% de aumento em apenas cinco anos, passando de 636, em 2002, para 3.702, em 2007.
Naquele ano, havia perto de 38 mil ingressantes nestes cursos. Após o mesmo período, este número já ultrapassava a casa dos 188 mil.
Estes dados demonstram que a procura por cursos superiores de tecnologia vem crescendo significativamente e confirmam uma tendência de mercado: estão sendo criadas novas e diversificadas atividades profissionais, feitas sob medida para abrigar estes profissionais.
O Sistema Conselhos Federal e Regionais de Administração (CFA/CRAs) tem a responsabilidade de regulamentar e fiscalizar a atuação profissional nos campos da Administração. Neste sentido, a regulamentação dos diplomados em cursos superiores de tecnologia – aprovada pelo Plenário do CFA no dia 13 de novembro e publicada nas Resoluções Normativas nº 373, 374 e 379/2009 – demonstra o apoio da autarquia a uma política do Ministério da Educação no que se refere à implementação da educação profissional tecnológica no país.
A partir de agora, o diplomado em curso superior de tecnologia já pode procurar o Conselho Regional de Administração (CRA) de seu estado para regularizar sua situação.
O registro é obrigatório para todos aqueles que atuam em áreas relacionadas à Administração.
Serão aceitos, basicamente, os cursos de Graduação em Tecnologia descritos no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia (http://catalogo.mec.gov.br).
Os diplomados em cursos superiores de tecnologia ou tecnólogos, como são conhecidos, recebem diploma de curso superior, mas não possuem título de bacharel. Com duração menor – de dois a três anos – o curso é direcionado ao mercado de trabalho e o tecnólogo conclui os estudos sabendo em qual segmento poderá atuar.
A profissão foi estabelecida pelo Decreto nº 2.208, de 17 de abril de 1997, e revista pelo Decreto nº 5.154 em 2004.
Dois anos mais tarde, o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia – uma espécie de guia que serve de referência a estudantes, educadores, instituições de ensino superior (IES), sistemas e redes de ensino, entidades representativas de classe, empregadores e sociedade.
sexta-feira, novembro 04, 2011
Superação
Diz um ditado secular :
Sabem o que é superação?????
Superação é poder fazer acontecer com as ferramentas que temos em mãos.
Superação é trabalhar da melhor forma possível independentemente do que pensem ou falem.
Superação é irmos além do que os outros acham que somos capazes.
SUPERAÇÃO, isto é, a VERDADEIRA SUPERAÇÃO, só em CRISTO JESUS, pelo seu sangue precioso derramado por nós na cruz do calvário, sacrifício pelas nossas VITÓRIAS sobre as DIFICULDADES, pela nossa SUPERAÇÃO sobre todo tipo de problema seja de SAÚDE, FINANCEIRO, EMOCIONAL e até sobre a morte, SALVAÇÃO E VIDA ETERNA, é, SÓ EM CRISTO JESUS. Ele superou a cruz por AMOR a Nós.
Sabem o que é superação?????
Superação é poder fazer acontecer com as ferramentas que temos em mãos.
Superação é trabalhar da melhor forma possível independentemente do que pensem ou falem.
Superação é irmos além do que os outros acham que somos capazes.
SUPERAÇÃO, isto é, a VERDADEIRA SUPERAÇÃO, só em CRISTO JESUS, pelo seu sangue precioso derramado por nós na cruz do calvário, sacrifício pelas nossas VITÓRIAS sobre as DIFICULDADES, pela nossa SUPERAÇÃO sobre todo tipo de problema seja de SAÚDE, FINANCEIRO, EMOCIONAL e até sobre a morte, SALVAÇÃO E VIDA ETERNA, é, SÓ EM CRISTO JESUS. Ele superou a cruz por AMOR a Nós.
quinta-feira, novembro 03, 2011
INTELIGÊNCIA POLICIAL: PROPAGANDA E CONTRAPROPAGANDA
INTELIGÊNCIA POLICIAL: PROPAGANDA E CONTRAPROPAGANDA: A propaganda é uma atividade sistemática que envolve técnicas e métodos para persuadir grande número de pessoas utilizando-se de meios de co...
segunda-feira, outubro 31, 2011
O QUE É O AVISO PRÉVIO?
Nas relações de emprego, quando uma das partes deseja rescindir, sem justa causa, o contrato de trabalho de prazo indeterminado, deverá, antecipadamente, notificar à outra parte, através do aviso prévio. Portanto, trata-se de uma notificação da parte descontente na relação trabalhista.
O aviso prévio tem por finalidade evitar a surpresa na ruptura do contrato de trabalho, possibilitando ao empregador o preenchimento do cargo vago e ao empregado uma nova colocação no mercado de trabalho, que muito vezes ocorre com certo prazo exíguo.
Destarte, aviso prévio é a comunicação da rescisão do contrato de trabalho por uma das partes, empregador ou empregado, que decide extingui-lo, com a antecedência que estiver obrigada por força de lei.
Pode-se conceituá-lo, também, como a denúncia do contrato de trabalho de prazo indeterminado, objetivando fixar o seu termo final.
Modalidades:
Ocorrendo a rescisão do contrato de trabalho, sem justa causa, por iniciativa do empregador, poderá ele optar pela concessão do aviso prévio trabalhado ou indenizado, da mesma forma, quando o empregado pede demissão.
- Aviso Prévio Trabalhado;
- Dispensa do cumprimento do Aviso Prévio Trabalhado;
- Aviso Prévio Indenizado;
- Aviso Prévio Domiciliar.
Das suas aplicações:
O aviso prévio, regra geral, é exigido nas rescisões sem justa causa dos contratos de trabalho de prazo indeterminado ou pedido de demissão.
Exige-se também o aviso prévio, nos contratos de trabalho por prazo determinado que contenham cláusula assecuratória do direito recíproco de rescisão antecipada.
Da sua concessão:
Sendo o aviso prévio trabalhado, a comunicação deve ser concedida por escrito, em 3 (três) vias, sendo uma para o empregado, outra para o empregador e a terceira para o sindicato.
Do prazo de duração:
Com o advento da Constituição Federal de 1.988, atualmente a duração do aviso prévio é de 30 (trinta) dias, independentemente do tempo de serviço do empregado na empresa e da forma de pagamento do salário, sendo este de caráter integratório, ou seja, o aviso prévio dado pelo empregador, tanto trabalhado quanto indenizado, o seu período de duração integra o tempo de serviço para todos os efeitos legais, inclusive reajustes salariais, férias, 13º salário e indenizações.
Consequências para o Mercado:
Essa decisão traz a tona lembranças de uma situação antiga, antes do advento do FGTS, onde a empresa pagava a título indenizatório a todo empregado que era demitido sem justa causa ou em fase de se aposentar um salário por ano trabalhado, todavia de forma unilateral, pois não era exigida do empregado a mesma situação.
As entidades ABESE, FENABESE e SIESE entendem que esta decisão traz conseqüências funestas ao mercado empresarial e laboral, pois exige de ambos os lados um controle tático muito grande, a fim de evitar um conflito maior, pois quem demite está insatisfeito por alguma razão e quem se demite, o faz por motivos pessoais, ou de uma nova oportunidade ou mesmo por insatisfação com o atual posto que ocupe dentro da organização.
Isto, de uma forma geral traz sim prejuízos a ambos os lados da relação trabalhista, principalmente porque a produtividade laboral deverá cair sem sombra de duvida, e os custos serão mantidos a contra gosto e sem o devido retorno. Isto considerando as modalidades e o modo de cumprir o aviso prévio.
O momento é de reflexão e atitude, pois o mercado empresarial brasileiro já é penalizado com uma carga tributária agressiva e não se vislumbra vontade política de mudanças que favoreça a relação trabalhista.
Vamos pensar e trabalhar na redução da corrupção, que consome grande parte do PIB nacional e trazer esse resultado para as áreas carentes de investimentos, tais como educação, segurança e saúde.
Posicionamento Oficial:Referência: Mudança relacionada ao aviso prévio
ABESE-Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança
FENABESE-Federação Interestadual de Sistemas Eletrônicos de Segurança
SIESE-Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança
COMPARTILHANDO: A Raposa e o Fazendeiro (ou Uma Questão de Coerênc...
COMPARTILHANDO: A Raposa e o Fazendeiro (ou Uma Questão de Coerênc...: Um fazendeiro caminhava pela estrada quando foi subitamente atacado por um cobra venenosa. Quando estava prestes a ser picado, eis que do me...
Os Espelhos de Deus
G.R. Tweed olhou pelas águas de Pacífico para o navio americano no horizonte. Limpando o suor de selva dos seus olhos, o jovem oficial naval engoliu profundamente e tomou sua decisão. Esta poderia ser a única chance dele para fugir.
Tweed estava se escondendo na ilha de Guam durante três anos. Quando o exército japonês ocupou a ilha em 1941, ele se escondeu no denso matagal tropical. Sobreviver não havia sido fácil, mas ele preferiu o pântano a um campo de prisioneiros de guerra.
Tarde naquele dia, 10 de julho de 1944, ele percebeu o navio aliado. Ele correu para cima de uma colina e se posicionou em um precipício. De dentro da sua mochila, ele tirou um espelho de mão. Às 18:20 ele começou a enviar sinais em código Morse. Segurando a extremidade do espelho nos dedos, ele o inclinou de um lado para outro, refletindo os raios do sol em direção ao barco. Três sinais curtos. Três longos. Três curtos novamente. Ponto-ponto-ponto. Traço-traço- traço. Ponto-ponto-ponto. S-O-S.
O sinal chamou a atenção de um marinheiro a bordo do USS McCall. Uma equipe de resgate embarcou num bote motorizado e passou despercebido na angra além do alcance das armas do litoral. Tweed foi salvo.
Ele estava feliz por ter aquele espelho; feliz porque soube usá-lo, e feliz porque o espelho cooperou. Suponha que não tivesse. (Prepare-se para um pensamento absurdo.) Suponha que o espelho tivesse resistido, empurrado sua própria agenda? Em lugar de refletir uma mensagem do sol, imagine se tivesse optado por enviar algo próprio? Afinal de contas, três anos de isolamento deixariam qualquer um faminto por atenção. Em lugar de enviar um S-O-S, o espelho poderia ter enviado um O-P-M "Olhe para mim."
Um espelho egoísta?
O único pensamento mais absurdo seria um espelho inseguro. E se eu estragar tudo? E, se eu envio um traço quando devo enviar um ponto? Além disso, você já viu as manchas na minha superfície? Duvidar de si mesmo poderia paralisar um espelho.
Da mesma forma seria auto-piedade. Enfiado naquela mochila, arrastado por selvas, e agora, de repente espera-se que eu enfrente o sol brilhante e execute um serviço crucial. De jeito nenhum. Fico no pacote. Não sai nenhuma reflexo de mim.
Ainda bem que o espelho de Tweed não teve uma mente própria.
E os espelhos de Deus? Infelizmente nós temos.
Nós somos os espelhos dele, sabe: ferramentas da heliografia celestial. Reduza a descrição de trabalho humano numa frase e é isto: refletir a glória de Deus. É como Paulo escreveu: “Portanto, todos nós temos o rosto descoberto e refletimos como um espelho a glória do Senhor. Nós somos transformados na sua própria imagem com uma glória cada vez maior. E esta é a obra do Senhor, que é o Espírito. (2 Cor 3:18 VFL)
Um leitor acabou de levantar uma sobrancelha. Espere um momento, você está pensando. Eu li aquela passagem antes, mais de uma vez. E soou diferente. Realmente, pode ter acontecido. Talvez seja porque você está acostumado a ler em uma outra tradução. “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.” (ARA, ênfase minha).
Uma tradução diz, “contemplando, como por espelho”, outra diz, “refletimos como um espelho”. Uma implica contemplação; a outra refração. Qual é certa?
De fato ambas. O verbo katoptrizo pode ser traduzido das duas maneiras. Há tradutores que tomam ambos os lados:
“refletindo, como um espelho” (ARC)
“contemplamos a glória do Senhor” (NVI com nota de rodapé indicando que pode ser também “refletimos”)
“contemplamos como num espelho a glória do Senhor” (Bíblia de Jerusalém, com nota semelhante à NVI)
“refletimos a glória que vem do Senhor” (NTLH)
Mas qual significado Paulo tinha em mente? No contexto da passagem, Paulo compara a experiência Cristã à experiência de Moisés no monte Sinai. Depois que o patriarca contemplou a glória de Deus, a face dele refletiu a glória de Deus. “os israelitas não podiam fixar os olhos na face de Moisés, por causa do resplendor do seu rosto” (v. 7 NVI).
A face de Moisés estava tão deslumbrante que “o povo de Israel não podia nem mais olhar para ele do que para o sol” (v. 7 Tradução em inglês A Mensagem).
Ao ver Deus, Moisés não podia fazer outra coisa senão refletir Deus. O brilho que ele viu foi o brilho no qual ele se tornou. Vendo levou a sendo. Sendo levou a refletindo. Talvez a resposta para a pergunta de tradução, então, é "sim."
Paulo quer dizer “vendo como em um espelho”? Sim. Paulo quer dizer “refletindo como um espelho”? Sim.
Será que o Espírito Santo intencionalmente selecionou um verbo que nos lembraria a fazer ambos? Contemplar Deus tão atentamente que nós não conseguimos fazer outra coisa senão refleti-lo?
O que significa ver seu rosto em um espelho? Um relance rápido? Um olhar casual? Não. Ver é estudar, fitar, contemplar. Ver a glória de Deus, então, não é nenhum olhar lateral ou relance ocasional; este ver é ponderar seriamente.
Não é isso que nós fizemos? Nós acampamos aos pés do monte Sinai e vimos a glória de Deus. Sabedoria inescrutável. Pureza sem mancha. Anos sem fim. Força destemida. Amor imensurável. Vislumbres da glória de Deus.
Enquanto vemos a glória dele, podemos ter a ousadia de orar que nós, como Moisés, possamos refleti-lo? Podemos ousar sonhar em ser espelhos nas mãos de Deus, o reflexo da luz de Deus? Esta é o chamado.
“Fazei tudo para a glória de Deus.” (1 Cor. 10:31).
Tudo? Tudo.
Deixe sua mensagem refletir a glória dele. “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus.” (Mt. 5:16 NVI).
Deixe sua salvação refletir a glória de Deus. Tendo “nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa” (Efé. 1:13,14 ARA).
Deixe seu corpo refletir a glória de Deus. “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” (1 Cor. 6:20 ARA).
Suas lutas. “Tudo isso é para o bem de vocês, para que a graça, que está alcançando um número cada vez maior de pessoas, faça que transbordem as ações de graças para a glória de Deus.” (2 Cor. 4:15 NVI, veja também João 11:4).
Seu sucesso honra Deus. “Honra ao SENHOR com os teus bens” (Prov. 3:9 ARA). “Riquezas e glória vêm de ti” (1 Crô. 29:12). “É ele o que te dá força para adquirires riquezas” (Deut. 8:18).
Sua mensagem, sua salvação, seu corpo, suas lutas, seu sucesso – todos proclamam a glória de Deus.
“E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.” (Col. 3:17 ARA)
Ele é a fonte; nós somos o vaso. Ele é a luz; nós somos os espelhos. Ele envia a mensagem; nós a refletimos. Nós descansamos na mochila dele esperando o chamado dele. E quando colocados nas mãos dele nós fazemos o trabalho dele. Não é sobre nós, é tudo sobre ele.
Ao Sr Tweed usar um espelho, houve um salvamento.
Que haja milhões a mais quando Deus nos usar.
Por : Max Lucado - Copyright © 2004 Max Lucado.
quinta-feira, outubro 27, 2011
BLOG DA SEGURANÇA PRIVADA: CURSO DE DEFESA PESSOAL
BLOG DA SEGURANÇA PRIVADA: CURSO DE DEFESA PESSOAL: RC - TREINAMENTO EM SEGURANÇA Conj. da Cohab Tv. S-2 N° 183 Icoaraci-Belém-PA. Fone: (91) 8222-9440/8724-8998/8252-2224 E-mail: rcordeiro30...
segunda-feira, outubro 24, 2011
Participação do Setor Privado na Segurança Pública no Brasil - Parte I
A violência é um fenômeno altamente complexo e dinâmico, e seu enfrentamento demanda um grande esforço integrado e multissetorial, envolvendo não só as diferentes agências de governo, mas também a sociedade em geral na busca de soluções efetivas e sustentáveis. Isto implica a necessidade de conscientização de que todos os setores da sociedade são responsáveis e devem colaborar nos programas de segurança pública e prevenção da violência.
Não há dúvidas de que, para prevenir e controlar efetivamente a violência e a criminalidade, é necessário um sistema de segurança pública e justiça criminal legítimo e eficiente, que respeite o Estado Democrático de Direito. Efetivamente, o bom funcionamento do sistema de justiça criminal aumenta a confiança pública e a percepção de segurança e proteção da população. Contudo, intervenções baseadas exclusivamente nas instituições policiais ou na justiça criminal não oferecem resultados duradouros no tempo, principalmente porque elas têm um impacto limitado nas possíveis causas que originam a violência. Assim, a participação da comunidade nas iniciativas de prevenção da violência constitui ferramenta fundamental para lhes dar legitimidade, mudar atitudes e mobilizar os diferentes setores e agentes de governo no longo prazo.
No Brasil, historicamente, o setor empresarial optou por manter-se afastado dos programas de prevenção e controle da violência, focando seus investimentos na proteção dos seus próprios interesses, principalmente por meio da contratação de empresas de segurança privada e de sistemas de vigilância cada vez mais sofisticados, ou procurando ter acesso privilegiado às agências policiais para solicitar proteção especial. No entanto, nas últimas décadas, com o incremento generalizado do crime e da violência, diversos empresários começaram a perceber que o mero investimento em segurança privada, além de implicar custos cada vez mais altos, já não era suficiente para garantir a segurança dos funcionários e das empresas. A magnitude do problema demandava um esforço maior, conjunto e articulado, que pudesse ser sustentável no longo prazo. Surgiram assim diversas iniciativas do setor privado voltadas para o enfrentamento dos desafios impostos pela violência. Desde então,
a participação do setor privado em ações, programas e projetos de prevenção do crime e da violência vem crescendo gradualmente no Brasil, mas ainda de forma tímida e pulverizada.
Com o intuito de conhecer melhor os diferentes projetos que vêm sendo desenvolvidos pelo setor privado na área de segurança pública e prevenção da violência no país, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em parceria com o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e a CPFL Energia, realizou uma pesquisa que identificou 16 casos de sucesso, que incluem: experiências voltadas para o aprimoramento das instituições e políticas de segurança pública; ações destinadas a prover para essas instituições serviços ou recursos complementares; iniciativas de apoio a ações de prevenção da violência e promoção da cultura de paz; e arranjos locais para apoiar políticas de segurança e prevenção da violência nas áreas em que a empresa está localizada ou em que atua.
http://www2.forumseguranca.org.br/sites/default/files/setorprivado_Final_bx%20resolu%C3%A7%C3%A3o.pdf
A importância de se saber qual o impacto do risco no negócio
A segurança varia de uma organização para outra, de um local para outro, de um momento do tempo ao outro, ou seja, você pode desenvolver uma análise de riscos de um determinado empreendimento, por exemplo, um shopping e este estudo de segurança não poderá ser aplicado em outro shopping, como se fosse um conjunto de regras ou procedimentos únicos ou usando um termo mais comum "uma receita de bolo".
Você pode fazer uma análise de risco de um outro negócio, por exemplo um hospital e depois de dois anos o trabalho deverá sofrer readequações e alterações, se o empreendimento, sua população fixa e flutuante e seus processos, entre outros itens não sofreram nenhuma alteração, o que é muito difícil, as condições externas se alteraram, o sentido de tráfego foi alterado, foi implantada uma parada de ônibus próxima, foi criado um ponto de táxi para seis veículos e em uma área próxima foi inaugurada uma casa noturna que de sexta, sábado e domingo atrai um grande número de freqüentadores, inclusive alguns estacionam seus veículos defronte ao estabelecimento em questão, causando sérios problemas ao hospital, que possui um pronto socorro, e normalmente esta área no final de semana possui grande movimentação.Durante o trabalho de planejamento da segurança, por um erro no método, algumas pessoas se preocupam demais com as ferramentas (humanas, tecnológicas e organizacionais) e não se preocupam tanto em qualificar e quantificar exatamente quais são os riscos reais (já histórico de concretização) e potenciais (não histórico de concretização, mas as condições e características permitem o seu acontecimento) pertinentes ao empreendimento. Fazendo uma analogia para elucidar melhor esta idéia, para obter uma boa profilaxia, primeiro eu preciso de qual patologia (riscos) eu quero me proteger para posteriormente eu definir qual o remédio (ferramentas de segurança) mais adequado para este fim.O risco pode ser classificado em relação a sua origem :
• Humana - provocado pelo ser humano, a partir de sua ação ou omissão;
• Técnica - provocado por má manutenção, má utilização ou falha técnica;
• Naturais ou incontroláveis - oriundo da natureza, não podem ser controlados, mas podem ser monitorados e por conseguinte, viabiliza um plano de contingência.
Quem é o responsável por elaborar este processo? A pessoa designada pela direção da empresa, entretanto esta pessoa deve ser o coordenador e facilitador dos processos, mas quem deve conduzir o processo é um comitê multidisciplinar.Este comitê será formado por várias pessoas, onde cada função da empresa, com base no seu organograma e seus processos, vai poder passar a sua contribuição, agregando valor a este trabalho, com base na sua experiência e competência, de forma que se mapeie o processo, se elabore um diagnóstico de segurança, se identifique o risco e se quantifique qual o impacto no negócio, no caso da sua concretização.
O diagnóstico de segurança vai representar uma foto panorâmica de seu negócio apontando os pontos fortes (devem ser mantidos) e sua vulnerabilidades (devem ser solucionadas).Para a elaboração do diagnóstico será necessário visitar o local e entrevistar alguns colaboradores. Pode ser usado um questionário para orientar este levantamento de dados, entre outras perguntas, podemos sugerir:• Material e altura da barreira perimetral, • Como funcionam os acessos de pedestres e veículos, • O empreendimento possui sistemas de alarmes, explique sua localização e funcionamento, • Local do claviculário e sua forma de controle, • A vigilância é orgânica ou terceirizada, • Qual o efetivo, turnos de serviço e postos, • Como funciona a admissão e a demissão?, • Os funcionários utilizam crachás?, • Qual o processo na perda ou esquecimento do crachá?, • Quais são os dados do crachá?, • Como funciona o acesso de visitantes?, • Como funciona o acesso de prestadores de serviço? , • Qual o histórico de ocorrências?
A partir do mapeamento dos processos da empresa e possível se elucidar os riscos, precisamos tomar cuidado para não analisar o efeito do risco e sim a sua real causa.A partir do esclarecimento da causa ou origem, isto no permitira estudar qual a melhor forma de tratar deste risco.Para se verificar qual a causa, podem ser usados diversos métodos de análise de causa, entre outros, por exemplo: Brainstorming, Folha de verificação clássica, Histograma ou polígono de freqüência, Diagrama de Pareto, Diagrama de Causa/Efeito/ Espinha de peixe, Controle Estatístico de Processo,
O brainstorming ou também denominada tempestade de idéias é uma reunião aonde as pessoas vão sugerindo varias soluções, sem se preocupar com a viabilidade operacional completa, pois a partir de várias propostas,é possível que alguém quebre o paradigma ou a partir da mescla de várias propostas se chegar a uma solução viável. A folha de verificação é um tipo de formulário onde você vai estudar o problema, sugerimos, entre outros, os seguintes itens: • Identifique a não conformidade, • Descreva a não conformidade o que, quando, onde, quanto e quem, • Análise da não conformidade, • Implemente um programa de emergência., • Desenvolva hipóteses de causas, • Confirme hipóteses, • Planeje execute as ações corretivas, • Avalie e faça follow-up
A análise de Pareto recebeu este nome em homenagem a Vilfredo Pareto (1848/1923), economista italiano. A partir do Diagrama de Pareto é possível verificar que nem sempre o elemento que aparece com maior freqüência em um problema é o mais importante.O diagrama de causa / efeito é também conhecido por espinha de peixe ou diagrama de ishikawa, você vai lançado as possíveis causas e depois vai estudar cada uma delas.A partir do levantamento das causas, é possível se verificar quais delas são passíveis de serem controladas e quais não estão sob o seu controle.Quando terminarmos a análise de risco, teremos em nossas mãos, o risco, sua origem, a área da empresa que será afetada na sua concretização, o impacto causado no negócio (devemos lembrar que isto é um processo, por exemplo, uma fábrica produz peças, que serão utilizadas no processo de outra fábrica, logo se a primeira não conseguir executar seu processo, a segunda é atingida e assim sucessivamente, por um "efeito dominó"), sua probabilidade de concretização e sua respectiva perda financeira.Partindo desta listagem conseguiremos estabelecer uma prioridade, pois temos que buscar sempre a racionalização no uso dos meios disponíveis.Devemos pensar na análise de risco como uma forma para parametrizar o impacto no negócio, com base na concretização do risco e suas respectivas perdas financeiras, e por conseguinte, ela deve ser encarada como uma ferramenta de gestão e não como mais uma planilha no trabalho do planejamento da segurança empresarial.
Por : Marcy Jose de Campos Verde, CPP, DSE
Segurança: A Sombra do medo: INSEGURANÇA
Segurança: A Sombra do medo: INSEGURANÇA: A SOMBRA DA INSEGURANÇA... SOMOS NÓS MESMOS. As mudanças repentinas de comportamento dos filhos, quando para uma postura mais arredia ou i...
sexta-feira, outubro 21, 2011
O que Katrina pode nos ensinar
Quem teria imaginado que ouviríamos esta frase falada numa reportagem no rádio nos Estados Unidos: “Hoje, foram removidos aproximadamente 25,000 refugiados do Superdome em Nova Orleans para o Astrodome em Houston.”
Há dias, nós assistimos os desdobramentos da tragédia em Mississippi e Louisiana e, se você for como eu, você lutou com sentimentos de choque e descrença … sentimentos que, ao longo dos últimos cinco anos, se tornaram familiares demais.
Mal entramos no novo milênio quando vimos torres desabando em Nova Iorque e aviões que colidiram com o Pentágono e os campos da Pennsylvania.
Nós vimos bombas cair em Bagdá e testemunhamos a terra antiga de Abraão se tornar uma zona de guerra para seus descendentes. Você pensaria que testemunhamos o bastante, entretanto veio o tsunami – uma onda devastadora que sugou a vida e inocência mar adentro.
E agora os frutos de Katrina. Uma cidade assentada em sete metros de água. Cidadãos se arrastando para os telhados e helicópteros pairando sobre os bairros. Equipes de resgate otimistas, saqueadores oportunistas, pessoas gratas, pessoas ressentidas, vimos de tudo.
E muitos viram isto de perto. Katrina chegou a San Antonio na forma de 12,500 desabrigados. Muitos de você estão conhecendo-os, alimentando-os, dando cheques, e trabalhando como voluntários. E você, como qualquer outro, tem razão em querer saber … O que está acontecendo aqui? 11 de Setembro, Iraque, tsunami, Katrina. E eu não mencionei nem pretendo minimizar os furacões Dennis e Ivan e Emily.
Jesus criticou os líderes da época dele por observar o tempo e ignorar os sinais: “Olhando o céu, vocês sabem como vai ser o tempo. E como é que não sabem explicar o que querem dizer os sinais da época?” Mateus 16:2-3 (NTLH).
O que devemos aprender de tudo isso? Será que Deus está nos enviando uma mensagem? Eu entendo que sim. E, eu penso que seria sábio de nossa parte prestarmos atenção. Há algumas lições espirituais que eu penso que Deus gostaria que nós aprendêssemos através desta tragédia. A primeira lição que nós vemos é…
I. A Natureza dos Bens: Temporário
Enquanto você escutou os desabrigados e sobreviventes, você prestou atenção nas palavras deles? Ninguém lamenta a perda de uma televisão com telão ou carrão submergido. Ninguém corre pelas ruas gritando, “Minha furadeira sem fio está perdida!” ou “Meus tacos de golfe foram levados pela correnteza.” Se eles lamentam, é por pessoas perdidas. Se eles se alegrarem, é por pessoas achadas.
Será que Jesus está nos lembrando que pessoas são mais importantes que posses? Numa nação onde nós temos mais shopings que escolas secundárias, mais dívida que crédito, mais roupas para se vestir do que nós podemos de fato usar, estaria o Cristo dizendo:
“Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui.” (Lucas 12:15)?
Vemos um cassino navio inteiro puxado três quarteirões e colocado em cima de uma casa. Você vê carros de R$100,000 destruídos, que nunca mais serão dirigidos, escondidos nos escombros. E no fundo de nossas mentes nós ouvimos os ecos quietos de Jesus dizendo, “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?” (Mateus 16:26).
Furacões furiosos e barragens quebradas têm um jeito de alavancar nosso dedos das coisas materiais que nós amamos. O que antes era precioso agora significa pouco; o que nós antes ignoramos agora é de significado eterno.
Um amigo e eu participamos de um culto de adoração na Igreja Batista Antioch domingo à noite passado. Vários líderes afro-Americanos tinham organizado uma reunião para orar pelos desabrigados que chegaram em San Antonio. Muitos deles sentaram nas filas dianteiras… vestidos com toda a roupa que eles possuíam: camisetas, calças jeans. Os rostos deles estavam cansados daquela semana. Mas quando a música iniciou e a adoração começou, eles ficaram de pé e cantaram com lágrimas nos olhos.
Eles eram ricos. Você é rico assim? Se todas as suas posses fossem levadas pela enchente, você poderia ainda adorar? Você ainda adoraria? Se não, você está segurando as coisas demais.
“Aos que têm riquezas neste mundo ordene que não sejam orgulhosos e que não ponham a sua esperança nessas riquezas, pois elas não dão segurança nenhuma. Que eles ponham a sua esperança em Deus, que nos dá todas as coisas em grande quantidade, para o nosso prazer! Mande que façam o bem, que sejam ricos em boas ações, que sejam generosos e estejam prontos para repartir com os outros aquilo que eles têm. Desse modo eles juntarão para si mesmos um tesouro que será uma base firme para o futuro. E assim conseguirão receber a vida, a verdadeira vida.” (1 Timóteo 6:17-19 NTLH).
Através de Katrina, Cristo nos fala: bens não importam; o importante são pessoas. Entenda a natureza dos bens materiais. Esteja igualmente ciente sobre:
II. A Natureza das Pessoas: Pecadores e Santos
Nós vemos os servos mais incríveis e histórias de abnegação e sacrifício. Nós vemos as pessoas dos conjuntos habitacionais salvando seus vizinhos, nós vemos funcionários públicos arriscando suas vidas por pessoas que nunca viram antes. Eu e minha esposa Denalyn visitamos um abrigo supervisionado por um de nossos vizinhos aqui em San Antonio. Conhecemos uma família de uns vinte primos e irmãos. Uma menina de seis ano contou para Denalyn sobre o homem de helicóptero que a salvou de uma varanda do terceiro andar e a levou para um lugar seguro.
Aquela criança nunca saberá quem é aquele homem. Ele nunca buscará qualquer aplauso. Ele salvou a vida dela… tudo no trabalho diário dele. Nós vimos a humanidade no seu auge. E nós vimos a humanidade no seu pior.
Pilhando. Brigando. Ouvimos histórias de estupros e roubos. Alguém disse, “Os céus declaram a glória de Deus mas as ruas declaram a pecaminosidade do homem.” As reportagens de Nova Orleans confirmaram a veracidade daquele ditado. Você pode imaginar não conseguindo dormir no abrigo do Superdome por temer que alguém poderia tentar estuprar sua filha se ela fosse para o sanitário no meio da noite?
Somos pessoas tanto de dignidade como de depravação. O furacão tirou mais que telhados; tirou a máscara da natureza humana. O problema principal no mundo não é a Mãe Natureza, mas, a natureza humana. Tire as barricadas policiais, abaixe as cercas, e o verdadeiro eu é revelado. No íntimo, somos selvagens.
Nós nascemos com uma uma mentalidade “eu primeiro”. Você não tem que ensinar para seus filhos a discutirem. Eles não têm que ser treinados para exigir seus direitos. Você não tem que mostrar para eles como se esperniharem ou fazer bico, é a natureza deles… de fato, é a natureza de todos nós agir assim.
“Todos nós éramos como ovelhas que se haviam perdido; cada um de nós seguia o seu próprio caminho” (Isaías 53:6 NTLH).
A palavra escolhida por Deus para nossa condição caída é pecado. O pecado celebra o “Eu”. À mercê dos nossos próprios desejos, enveredamos por uma vida descontrolada de “… fazendo o que o nosso corpo e a nossa mente queriam” (Efésiso 2:3 NTLH).
Você não tem que ir para o Nova Orleans para ver o caos. Por causa de pecado, o marido ignora a esposa dele, os homens adultos seduzem os jovens. Os jovens tiram vantagem dos idosos. Quando você faz o que você quer e eu faço o que eu quero, a humanidade e civilidade implodem.
E quando os Katrinas da vida chegam, nossa verdadeira natureza é revelada e nossa necessidade mais profunda é desvelada: uma necessidade mais profunda que comida, mais permanente que diques firmes. Nós precisamos, não de um sistema novo, mas de uma natureza nova. Nós precisamos ser mudados de dentro para fora. O qual nos leva à terceira mensagem de Katrina:
III. A Natureza da Graça de Deus: De Dentro Para Fora
Muito debate revolve em torno do futuro de Nova Orleans. A cidade será restabelecida? Consertada? Quanto tempo levará? Quem pagará por isto? Uma coisa é certa: alguém tem que limpá-la.
Ninguém está sugerindo o contrário. Todo mundo sabe, alguém tem que entrar eimpar a sujira. Isso é o que Deus oferece fazer conosco. Ele entra em vidas inundadas pelo pecado e lava o que não serve mais. Paulo refletiu sobre a conversão dele mesmo e escreveu: “ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tito 3:5 ARA). Nossos pecados não têm nenhuma chance contra as mangueiras de incêndio da graça de Deus.
Mas ele faz mais que nos limpar; ele nos reconstrói. Na forma do seu Espírito Santo, Deus se instala e começa um projeto de renovação completa. “E agora, que a glória seja dada a Deus, o qual, por meio do seu poder que age em nós, pode fazer muito mais do que nós pedimos ou até pensamos!” (Efésios 3:20 NTLH).
E o que nós só podemos sonhar em fazer em Nova Orleans, Deus já fez com alma após alma, e ele fará assim com você, se você deixar.
As histórias mais perturbadoras da última semana são daqueles que recusaram salvamento. Aqueles que passaram suas horas finais acuados em sótãos e quartos lamentando a escolha que fizeram. Eles poderiam ter sido salvos. Eles poderiam ter saído… mas eles escolheram ficar. Muitos pagaram um preço permanente.
Você não tem que pagar aquele preço. O que resgatadores fizeram por pessoas na costa do Golfo do México, Deus fará para você. Ele entrou em seu mundo. Ele lançou uma corda em seu vida sumbergida em pecado. Ele salvará. Você simplesmente precisa fazer o que aquela menina fez: deixe Ele tirar você.
Eu mencionei minha visita à Igreja Batista Antioch na noite de domingo passado. O pregador local, pastor L. A. Williams deu uma mensagem no seguinte versículo: “Porém Noé achou graça diante do SENHOR.” (Gen. 6:8).
O pastor nos ajudou a ver todas as coisas que Noé não pôde achar por causa do dilúvio. Ele não pôde achar o bairro dele. Ele não pôde achar a casa dele. Ele não pôde achar os confortos de casa ou as pessoas da rua dele – Muita coisa ele não pôde achar. Mas o que ele poderia achar fez toda a diferença. Noé achou graça aos olhos de Deus.
Noé achou graça aos olhos de Deus. Se você tiver tudo, e nada de graça, você tem nada. Se você tiver nada, mas tiver a graça, você tem tudo.
Você encontrou a graça? Se não, eu quero lhe convencer a fazer o que aquela menina nos contou que ela fez. Quando o resgatador apareceu na varanda dela, ela o agarrou, fechou seus olhos, e segurou. É só isso que você precisa fazer. E se você nunca fez, mas gostaria de fazer, eu quero lhe persuadir a buscar a mão do seu resgatador, Jesus Cristo.
Seu Redentor vive, também. Este furacão foi o instrumento dele para conseguir sua atenção. Confie nEle enquanto você ainda pode.
Copyright © 2005 Max Lucado. Todos os direitos reservados.
COMPARTILHANDO: SEGURANÇA 5 ESTRELAS
COMPARTILHANDO: SEGURANÇA 5 ESTRELAS: Em uma de suas palestras o Professor Marins, especialista em atendimento ao cliente, citou um fato que ocorreu com ele. Durante uma viagem, ...
Gerenciamento de Crises e Prevenção
A tarefa de enfrentar situações de crise tem sido uma preocupação diária de todas as Empresas. Os gestores devem estar na vanguarda quanto à tarefa de solucionar problemas, assim, os conceitos de gerenciamento de crise têm-se convertido para muitos em uma “forma de vida”.
As empresas estão expostas a situações externas e internas que deve enfrentar de forma rápida e eficaz.
O gerenciamento de crise não é um mecanismo de regras, procedimentos e atividades. Consiste mais em uma linha de processos e passos bem calculados, com a finalidade de se antecipar à natureza complexa de cada crise, quer seja uma crise real, quer aquelas ainda em potencial. Há a necessidade de um sistema e de uma estrutura bem elaborada para ativar o plano de ação, que deve ser feito por um grupo competente de administradores de crise.
A prevenção e a antecipação da crise são conceitos-chave e têm exercido uma
grande influência na comissão de gerenciamento de crise. Também é necessário transformar os incidentes negativos e potencialmente perigosos de um caso em oportunidades para passar um fato de forma positiva para a empresa e sua missão. A forma de encarar uma crise é uma questão de atitude. Porém, é também um plano de ação muito prático e habilmente executado, que necessita de requisitos prévios, tais como treinamento e atitudes profissionais. Nosso êxito dependerá em grande parte do quanto estamos preparados para enfrentar tais situações.
Todos devemos nos perguntar: O que necessitamos fazer a fim de estar melhor
preparados? Que situações de crise em potencial podem ser identificadas e discutidas, de maneira que a realidade possa ser enfrentada com êxito? Que estrutura deve ser estabelecida como a melhor para a nossa situação, em particular, onde quer que estejamos?
terça-feira, outubro 18, 2011
A sua imagem profissional pode ser prejudicada com um cartão desleixado
O cartão de visitas é a sua imagem profissional. Portanto, é esperado que você dedique o mínimo de atenção no ato de entregar o cartão ou de planejar a confecção de um novo.
Para a consultora de etiqueta empresarial Agni Melo, não é recomendável tentar atualizar seu cartão na hora de entregá-lo. Rabiscar informações e escrever novos dados podem demonstrar um pouco de desleixo, já que não foi reservado um tempo anterior para organizar a ferramenta que o representa.
“Acabou de mudar de telefone? Corra até a gráfica e faça outro cartão. Escrever no cartão é justificável quando o profissional se encontra em uma viagem e é necessário escrever o hotel que está hospedado”, explica. Mas o deslize não param por aí. Veja outros erros clássicos na hora de fazer um cartão de visitas.
Confira abaixo seis dicas sobre cartões de visitas:
1 Profissionalize
Vá a uma gráfica e procure um designer, se necessário. Evite ao máximo usar cartões impressos em casa. Caso você não tenha experiência em fazer cartões, o amadorismo pode ficar evidente.
2 Seja básico
Nome completo, cargo ou profissão, telefone, fax, e-mail e site. Caso sua empresa tenha um logotipo que representa a marca, não se esqueça de inclui-lo.
Não há necessidade de preencher todo o espaço do papel com outras informações. O objetivo do cartão de visitas é facilitar a vida de quem quer encontra-lo.
3 Frente e verso
O cartão duplo pode ser prático para profissionais que precisam incluir outros dados ou a logomarca de revendedores.
4 Apresentação
Para Agni, o cartão de visita clássico pede cores claras. Já a cor da tipografia deve ser escura, preta ou grafite, que facilita a leitura. Outra recomendação é o uso de no máximo três cores na composição do cartão.
Caso a criação e cores faça parte da rotina da sua profissão, caso seja um designer, por exemplo, a criatividade não deve ser medida. Lembre-se que a elaboração do design de um cartão deve combinar com seu tipo de negócio.
O tipo de papel também deve ser levado em conta, utilize um de gramatura mais resistente.
5 Revisão
Erros de português são inadmissíveis, então dedique um tempo para que nenhuma vírgula saia errada. Ou peça auxílio a outras pessoas.
6 Armazenamento
Um porta cartão é bem vindo tanto para guardar cartões de visitas novos quanto para arquivar os que você recebe ao longo de reuniões ou eventos de trabalho.
segunda-feira, outubro 17, 2011
Como os processos de Inteligência e contra-inteligência pode auxiliar-nos na gestão da segurança de uma empresa?
No meio estratégico e militar, as doutrinas de inteligência e contrainteligência estão inseridas no mesmo ambiente. A primeira visa estabelecer mecanismos para inteiração de todo o conhecimento possível a respeito de determinado segmento. Na segunda doutrina, procura-se empreender justamente o contrário: uma esfera de proteção aos mecanismos de obtenção do conhecimento. Embora sejam, por essência, antagônicas, elas se completam.
Transportando-as para o segmento privado, na gestão de segurança empresarial, podemos experimentar inúmeras oportunidades visando sua aplicação.
A coleta e análise de dados que se relacionem com atividades adversas que criem entraves para a segurança da instituição, bem como o estabelecimento de soluções que se prestem a resolver os problemas decorrentes desses entraves são o primeiro exemplo a citar como benefícios das atividades de inteligência na segurança empresarial. Quanto à uso de tecnicas de contrainteligência, poder-se-á comentar sobre averiguações de acesso de terceiros, estabelecimento de regras para a segurança da documentação que tramita pela empresa e fiscalização dessas regras, segurança, controle e monitoramento das comunicações, restrição de determinadas áreas a funcionários não autorizados a ter acesso a essas áreas, monitoramento de operações na empresa e do pessoal relacionado a essas, sejam orgânicos, ou terceirizados ..............
Por : Cláudio Marcelo da Silva Aguiar
Assinar:
Postagens (Atom)








