Ramo da segurança que cuida dos interesses ligados à empresas públicas ou privadas, no que tange à proteção de seus recursos humanos e materiais e deve estar em consonância com a missão e valores da empresa, devendo também respeitar os limites éticos e legais impostos nas regiões em que atuam. " Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." Salmos 127:1
segunda-feira, março 26, 2012
Mapa do crime: droga impulsiona roubo de carro, mas não é moeda de troca.
Mapa do crime: droga impulsiona roubo de carro, mas não é moeda de troca.
Em uma matéria lida pela nossa equipe realizada pelo Cadu Proieti, do Diário do Grande ABC, foi publicada uma matéria sobre as consequências do uso das drogas, e em quais delitos ela impulsiona seus usuários. A matéria diz:
Após quatro meses de estudo e levantamento de dados, a Polícia Militar montou o mapa do crime e chegou à conclusão de que 54% dos roubos e furtos de veículos que acontecem na região estão relacionados ao tráfico de drogas. Ou seja, dos 19.157 casos registrados pela Secretaria de Segurança Pública em 2011, 10.344 tinham ligação com o uso de entorpecentes.
Segundo o coronel Roberval França, comandante da Polícia Militar no Grande ABC, a pesquisa identificou que muitos dos carros recuperados pela corporação foram localizados em áreas de possíveis pontos de uso e tráfico de drogas. “Uma das principais causas é a realização desses delitos para servir de moeda de troca pelos dependentes químicos.”
Os outros pontos da matéria, sabemos que realmente acontece dentro deste cenário preocupante, somente uma informação, não está correta. Segundo a PM relatou a Cadu Proieti (Diário do Grande ABC), com o mapa em mãos, a Polícia Militar promete trabalhar fortemente em duas frentes: ações para diminuir o roubo e furto de veículos e o combate ao uso de drogas. “Como identificamos que são coisas que estão relacionadas, a diminuição de um terá impacto nos números do outro.”
O comandante afirmou que a associação estadual de seguradoras possui estudo criminal semelhante ao realizado pela Polícia Militar, com o desenho dos principais pontos de roubos e furtos, além dos locais onde estão instalados comércios ilegais de peças automotivas, conhecidos como desmanches. Roberval França garantiu que nesta semana irá se reunir com a entidade para cruzar os dados e discutir como podem realizar trabalho conjunto.
A intenção é também contar com apoio do Ministério Público, Polícia Civil, Poder Judiciário e prefeituras para eliminar comércios ilegais de peças automotivas, que na visão do comandante incentivam a criminalidade. “Haverá força tarefa com relação a esses delitos. O estabelecimento que não possuir alvará, vamos fechar”, disse.
O mapa do crime desenhado pela Polícia Militar também apontou que a maior prática de roubos e furtos de veículos está sendo com a utilização de motocicletas. As informações mostram que houve mudança na atuação dos criminosos: antes atacavam com duas pessoas em uma moto e agora utilizam vários veículos para cometer o delito.
Por conta disso, o comandante também pretende intensificar os bloqueios policiais visando principalmente os condutores de motocicletas. A ação, já desenvolvida em menor escala, é chamada Cavalo de Aço.
RECUPERAÇÃO – Roberval disse que a Polícia Militar recupera, em média, 160 veículos a cada fim de semana, o que equivale a uma taxa de recuperação de aproximadamente 47%.
O número de roubos e furtos de automóveis na região influencia diretamente no preço do seguro no Grande ABC, já que um dos fatores utilizados para avaliação do valor é o índice criminal da região.
A ação da Polícia Militar contra esse tipo de crime também é vista pelo oficial como uma das metas para mudança desse cenário. “A região tem os maiores valores de seguro. Alguns modelos ficaram taxados como visados pela criminalidade e até encontram dificuldades de mercado. Os números têm preocupado também as montadoras, que acabam tendo prejuízo.”
Conforme iniciamos comentando está matéria, nós concordamos com os fatos relatados aos leitores, só corrigindo uma informação, baseando-se na experiência de membros de nossa equipe, que participam de debates, e lidam diretamente com usuários que praticam estes tipos de crimes, percebemos que: usuários de drogas que cometem delitos como assaltos ou furtos de veículos, têm alguns objetivos com suas práticas criminosas, as quais são: roubar o veículo para usar em outros delitos, para retirar as peças, vende-lo para desmanches, ou vende-lo para terceiros como outros criminosos receptadores, ou usa-lo até quando lhe for útil.
Traficantes de drogas não gostão da aproximação de policiais por perto de seus pontos de vendas: Primeiro por que seus lucros reais irão ter quedas significativas, segundo por que o risco é muito grande para quem está envolvido na venda direta de seus produtos ilícitos. Todas as vezes que um usuário de drogas larga um carro perto de um ponto, automaticamente o dono do ponto e seus funcionários irão correr riscos, eles buscarão saber, quem foi que largou aquele problema (carro roubado) perto do ponto, ao identificarem o responsável, ele será punido pelo dono do ponto de droga, ou por seus funcionários, e está punição, pode ser através de dinheiro, agressões físicas e psicológicas, ou receber uma punição, através da perca de sua própria vida, o que é mais provável.
www.visaobrasil.tv
sexta-feira, março 16, 2012
Gestão e Gestores de Segurança
A enorme competitividade entre as empresas, independente de seu ramo de atuação ou tamanho, além das incertezas e riscos naturais inerentes ao seu negocio e ainda o crescimento da violência, ascensão do crime organizado, desequilíbrio social e atuação abaixo do desejável dos órgãos de segurança pública, as obriga a se organizarem e planejarem da forma mais eficiente possível todas as despesas e custos. Nesse contexto não se pode mitigar a segurança empresarial. Não se deve ver a segurança apenas como a protetora de pessoas e ativos, pelo menor custo possível e sim como ferramenta fundamental para agregar competitividade e estabilidade aos processos empresariais.
A gestão da segurança deve ter uma abrangência muito maior, necessita ter uma visão macro do objetivo da empresa, ser inserida nas decisões estratégicas da organização, prevenindo todas as formas de perdas, desvios, fraudes e outras atitudes delituosas que possam prejudicar e até mesmo paralisar as atividades empresariais, como se o Gestor de Segurança estivesse observando a empresa do alto de uma escada, não se admitindo profissionais responsáveis pela proteção e segurança fiquem alojados em um canto obscuro da organização.
Profissionais que atuam na segurança sabem que não existe mais lugar para pessoas sem conhecimento avançado no assunto e utilizando equipamentos e técnicas não profissionais, estão se conscientizando da importância de se preparar para enfrentar os problemas impostos pela falta da segurança pública, crescimento assustador da violência urbana, pelos avanços tecnológicos e pelos diversos tipos de ilícitos e crimes que podem afetar o pleno desenvolvimento de uma empresa.
Como consequência dessa necessidade, surgiu há alguns anos o Gestor de Segurança, profissional que tem o papel importantíssimo de planejar e organizar segurança, prevenir riscos e reduzir prejuízos ou perdas, integrando todos os setores e recursos da empresa de forma planejada. Esse profissional deve ter visão sistêmica e totalmente atualizado as mudanças do mercado no qual atua.
Baseada na mesma necessidade apresentada pelo mercado carente de profissionais capacitados surgiram os cursos superiores de Tecnólogos em Gestão de Segurança Empresarial oferecendo formação acadêmica em segurança empresarial, com o objetivo de formar profissionais para gerir empresas e áreas de segurança patrimonial interna, terceirizada ou orgânica. Capaz de planejar, operacionalizar e controlar todas as atividades inerentes à segurança privada patrimonial. Por meio dos conhecimentos adquiridos nas atividades teóricas e praticas e preparado para a compreensão dos princípios gerais e dos fundamentos que norteiam a gestão empresarial dos recursos humanos e materiais.
O questionamento que faço é quanto ao curriculum acadêmico, sabe-se das diretrizes básicas que devem ser seguidas por todos os cursos superiores exigidas pelo MEC, porém e as outras disciplinas, como os empresários do setor de segurança estão demonstrando suas necessidades empresarias aliadas a formação acadêmica. Como podemos efetivamente auxiliar a formação de Gestores de Segurança a partir das necessidades das empresas e não apenas para cumprimento de curriculum básico para preenchimento de carga horária. As empresas de segurança são os principais contratantes dessa mão de obra.
Em outros seguimentos em especial o industrial, criam-se parcerias com as universidades para cursos que atendam suas necessidades, envolvendo a empresa, a universidade e os alunos.
O que se espera minimamente de um Gestor de Segurança que ele possa entre outras atividades:
Gerir departamento ou assessorar efetivamente, setores e áreas relacionadas à segurança patrimonial em Instituições Públicas e Privadas;
Atender e adequar as empresas à rigorosidade da legislação pertinentes ao segmento de segurança privada;
Elaborar ou assessorar efetivamente no planejamento estratégico de segurança, que possua um mínimo de análise crítica dos indicadores da conjuntura socioeconômica, política da empresa contratante e de seus clientes;
Identificar e analisar de riscos envolvidos na atividade principal e de apoio das organizações com o objetivo de auxiliar na definição de políticas de segurança e diretrizes que assegurem a continuidade dos negócios;
Elaborar ou assessorar projetos integrados de segurança física e eletrônica alicerçados em parâmetros técnicos e legais;
Aplicar as técnicas e conceitos adquiridos na universidade nas práticas de prevenção às perdas patrimoniais e no gerenciamento de crises e de riscos à integridade física das pessoas;
Identificar possíveis situações geradoras de Crises com a utilização método de identificação, para obter e aplicar os recursos necessários à antecipação, prevenção e resolução de uma crise.
Com as sugestões acima, repito, que é que se espera minimamente de um Gestor de Segurança, podemos concluir que o assunto segurança poderia exigir um curso de graduação e não apenas tecnologia, tantas são as necessidades provenientes da complexidade das atividades. Se existem tantos profissionais dispostos a fazer um curso superior em segurança e apresentar maior empregabilidade no mercado, devemos de nossa parte como uma parte considerável dos contratantes, mostrar quais os nossos anseios quanto a esses profissionais que estão surgindo todos os anos com um diploma embaixo do braço.
Mirian Bazote - http://senhoraseguranca.com.br/
Empresária atuante no ramo de terceirização de serviços desde 1993. Advogada, graduada em Direito e especializada em Direito do Trabalho, Previdenciário e Empresarial pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Graduada em Administração de Empresas pela Universidade de Santo André. Professora Universitária do curso de Gestão em Segurança da Faculdade de Tecnologia Jardim. Delegada do SESVESP - Sindicato das Empresas de Segurança e Vigilância de São Paulo - Regional ABC.
segunda-feira, março 12, 2012
FALÊNCIA DO SISTEMA PENITENCIÁRIO BRASILEIRO
Política pública "mais consistente" para segurança é reivindicação em debate no Senado
Os secretários de segurança estaduais participantes da audiência alertaram para a falência do sistema penitenciário brasileiro.
O Senado começou a debater na manhã desta quinta-feira (8) com representantes do poder público, advogados e secretários estaduais de segurança pública, sugestões para a elaboração de um anteprojeto para o novo Código Penal, a cargo de uma comissão especial formada por juristas de diferentes áreas de atuação.
Logo no início da audiência, o presidente da Subcomissão Permanente de Segurança Pública da Casa, senador Pedro Taques (PDT-MT), procurou determinar o ponto de partida para o ordenamento da questão:
– Não basta focar na repressão e no aumento das penas. É preciso uma política pública consistente para a segurança – afirmou o parlamentar mato-grossense.
Ele também criticou o contingenciamento de recursos no Ministério da Justiça, “fato que contrasta com o discurso do governo federal de priorização da segurança”, como assinalou.
O relator da subcomissão, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), advertiu que, sem um novo Código Penal, “todo esforço [na área de segurança pública] terá poucas chances de ter sucesso”.
O senador afirmou que o código atual, elaborado em 1940, está ultrapassado “e sem a dinâmica de uma sociedade moderna”. Ele também ressaltou que a preocupação com a segurança pública aparece como questão prioritária em pesquisas de opinião pública realizadas em diferentes estados do país.
Prioridade
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) adiantou que o anteprojeto do Código Penal terá prioridade de tramitação na CCJ a fim de que, tão logo chegue ao colegiado, seja convertido em projeto de lei para ser debatido pelos parlamentares:
– Este é um compromisso desta presidência. Espero que até dezembro tenhamos realizado esse debate – previu o senador.
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e presidente da comissão de juristas, Gilson Dipp, informou, durante a audiência, que pretende entregar o texto até maio, dentro do cronograma previsto.
– Estamos examinando mais de 130 leis extravagantes [leis penais que estão fora do Código], verificando quais os tipos que podem não integrar o novo Código Penal, afim de que não tenhamos tantas leis esparsas, que dificultam o trabalho da policia, do Ministério Público e do Judiciário. Trabalhamos para um código para o amanhã– afirmou.
O ministro mencionou uma série de temas polêmicos e importantes que estão sendo avaliados pela comissão, como progressão de regimes nos crimes contra a vida, eutanásia, ortotanásia, terrorismo, tráfico de pessoas, crimes cibernéticos e responsabilização de pessoas jurídicas.
Corrupção
Na fase de debates, diante da preocupação dos senadores com a corrupção, o ministro do STJ defendeu a tipificação do enriquecimento ilícito de funcionários públicos, mas mostrou-se contra a transformação da corrupção em crime hediondo.
– O aumento de penas por si só não resolveu o problema da impunidade no Brasil; por isso, particularmente, prefiro ter uma lei mais efetiva e que garanta a punição. É certo que não há corrupção sem o envolvimento direto ou indireto de um agente público, mas temos que nos preocupar também com os corruptores – afirmou.
Sistema prisional
Os secretários de segurança estaduais participantes da audiência alertaram para a falência do sistema penitenciário brasileiro que, segundo eles, não cumpre o papel de ressocialização e forma mais mão de obra para o crime.
O secretário de Segurança do Mato Grosso do Sul, Wantuir Jacini, lembrou que atualmente há mais de 500 mil presos em penitenciárias onde caberiam 200 mil. Muitos delessão provisórios ou considerados de baixo potencial ofensivo, que poderiam ser submetidos a penas alternativas, como observou.
– Estes presos de baixo potencial de ofensividade já saem do cárcere com nova profissão: viram soldados do tráfico ou do crime organizado. Isso porque o sistema não os separa daqueles que são realmente perigosos – opinou Jacini
Já o secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, advertiu para o alto índice de reincidência dos egressos do sistema penal, o que significa mais gastos de dinheiro público e mais trabalho para a polícia, para o Judiciário e para o Ministério Público.
‘Jogo do Bicho’
Beltrame ressaltou que “nada há mais de romântico ou inocente no jogo do bicho”, uma prática que, segundo afirmou, precisa ser combatida com rigor, diante da estreita ligação com outros crimes graves como tráfico de drogas e de armas e homicídios.
– O bicho deve deixar de ser mera contravenção para se tornar crime. O que acontece hoje é um achincalhe com a população carioca e fluminense e espero que não chegue, em outros estados, ao ponto que chegou no Rio de Janeiro – disse.
O secretário também pediu aos senadores e à comissão especial que tipifiquem a prática de milícia, a fim de que os estados tenham respaldo legislativo para dar uma resposta mais rápida à sociedade.
Anderson Vieira e Ricardo Koiti - Agência Senado
terça-feira, março 06, 2012
Visão x Fé - Pr. Bruno Peixoto / CCB
Textos: 2 Co 5:7
Quando Paulo chega a este ponto na carta de segunda Coríntios, ele exortava os irmãos a viver uma vida de retidão( v 4:2) falando das dificuldades da vida Cristã( v 8-9) incentivando os irmãos a perseverarem(v.16-17) neste momento ele começa a falar da nossa morada celestial.
Chegando ao conselho daquilo que deve ser nossa vida Cristã.
Este conselho de Paulo, aparentemente, nunca fez tanto sentido. Nunca em nossa história, o homem foi tão estimulado visualmente, como ocorre nos dias de hoje. Se trouxéssemos um personagem bíblico, seja do antigo ou do novo testamento, até os dias atuais, ele não hesitaria em afirmar que vemos, presenciamos, vários milagres diariamente.
Isso tudo devido ao desenvolvimento da humanidade, da ciência e do conhecimento. Graças a energia elétrica, enquanto Jesus pregava no gogó para uma multidão, hoje temos equipamentos que nos auxiliam nessa tarefa. Para fazer uma das Viagens de Paulo que duravam dias, hoje podemos faze-las em poucas horas.
Não se deixem enganar tudo o que passa diante dos nossos olhos é meticulosamente calculado, até mesmo quando você vai ao supermercado, a cor das embalagens dos objetos servem a um propósito. Quando você entra em um ambiente tudo é calculado, a luz, a cor das paredes. Por estas coisas, e outras que o homem tem sido levado a ser extremamente dependente da sua visão, em crer somente naquilo que ele possa ver.
Existe um personagem na bíblia que ficou conhecido por isso, Tomé. Jo 20:24-29.
Jesus diz que bem-aventurados são aqueles que não viam e creram.
Então chegamos a um ponto de confronto entre a nossa visão natural, aquilo que vemos, e a nossa visão espiritual, nossa fé.
Pois o autor de Hebreus afirma que: Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. (convicção de fatos que não se vêem)Hb 11:1.
Se você tem fé então você não precisa ver, mas por causa dessa dependência, de todos esses estímulos, temos sido induzidos a precisarmos ver para crer em algo. E muitos, até mesmo, têm manipulado aquilo que você.
É por isso que muitos quando vão a igreja não conseguem fechar os seus olhos, alguns somente fecham na hora da palavra, mas aí pode ser sono mesmo. Mas não conseguem fechar seus olhos no momento do louvor e da adoração, e quanto mais profunda a adoração, mais abertos ficam os seus olhos tentando ver algo que não vão conseguir com os seus olhos naturais. Quando fechamos nossos olhos naturais abrimos os nossos olhos espirituais.
Outro exemplo de dependência visual é quando estamos enfrentando uma situação adversa, uma tribulação, então clamamos a Deus para que Ele venha e interceda nesta situação, mas ao invés de descansarmos em Deus e cremos na sua Palavra que diz: Amo ao SENHOR, porque ele ouviu a minha voz e a minha súplica. Porque inclinou a mim os seus ouvidos; portanto, o invocarei enquanto viver. Os cordéis da morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim; encontrei aperto e tristeza. Então invoquei o nome do SENHOR, dizendo: O SENHOR, livra a minha alma. Piedoso é o SENHOR e justo; o nosso Deus tem misericórdia.
O SENHOR guarda aos símplices; fui abatido, mas ele me livrou. Volta, minha alma, para o teu repouso, pois o SENHOR te fez bem. Porque tu livraste a minha alma da morte, os meus olhos das lágrimas, e os meus pés da queda. Andarei perante a face do SENHOR na terra dos viventes. Cri, por isso falei. Estive muito aflito. Salmos 116:1-10 Continuamos a pedir um sinal, a querer ver alguma coisa para começar a crer, isso não é fé.
Precisamos conhecer a palavra de Deus se não pereceremos como está escrito em Os 4:6, pois eu preciso crer naquilo que a bíblia diz ao meu respeito. Isso sim é fé. Mas este, talvez, seja o ponto crítico, pois se não conhecemos a palavras de Deus não temos como crer nelas, se não temos algo para crer então viveremos apenas aquilo que nossos olhos conseguem ver.
Não se preocupe, na realidade você pode até pensar que este é um problema atual, mas Salomão já alertava para isso há muito tempo atras, Quem observa o vento, nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará. Eclesiastes 11:4.
Quem Depende somente daquilo que os seus olhos vêem nunca semeará, nunca colherá, nunca crescerá espiritualmente.
Precisamos de uma intervenção de Deus em nossas vidas, para que possamos aprender a não depender de nossa visão natural, e para que os nossos olhos espirituais sejam abertos, que possamos ver pela fé.
Talvez Jacó nunca tenha conseguido dimensionar o tamanho da promessa feita por Deus no momento da sua oferta a Ele.
Sua reação assustada com a visão, uma vez que ele mesmo já estava sobressaltado com a situação em que ele havia se envolvido.
Numa viagem em fuga de uma trapaça feita por sua mãe e fugia também seu próprio irmão, que ele estava a procura de um asilo doméstico.
Ele viajou 116 km depois de três dias consecutivos de fuga.
Jacó é o retrato perfeito da alma perdida.
Na escuridão, em fuga para proteger sua vida, longe da casa do pai, oprimido pelo pecado e desconhecedor do fato de que Deus está próximo dele e quer salvá-lo. A escada era Cristo como único caminho da terra para o céu.
Jacó teve seu primeiro encontro com Deus numa situação muito parecida com a de muitos aqui. Fugindo de algo, entra em Betel e encontra-se com Deus. Betel: Casa de Deus.
Na verdade sua fuga foi em decorrência dos resultados das suas próprias ações irrefletidas ou mal sucedidas.
Alguns fugiam de si mesmo, outros de relações desastrosas, falências, medos, opressão, angustias, vícios, do vazio, da morte.
Ele não sabia exatamente o que encontraria pela frente.
Jacó era o tipo do cara medroso; a experiência da viagem o deixou muito apreensivo, por isso ele pediu proteção de Deus e se tornou um fiel dizimista. Alguns são dizimistas apenas por medo de perder.
Ele buscava apenas um apoio um apoio, um emprego, uma segurança e quem sabe oportunidade de se refugiar. Ele não sabia como seria sua vida dali prá frente. Todos os seus atos de rotina foram desfeitos numa só ação quase impensada.
Jacó era um tipo de menino pacato, vivia mais perto da mãe, tornou-se um companheiro diário dela. Esaú era um perito caçador, mais rude, imprevisível, parecido com o pai.
Jacó não esperava que o próprio Deus o esperasse na estrada de Padã-Arã.
Como nós reagimos quando temos uma experiência com Deus?
Sempre uma experiência abre portas para outras maiores.
Jacó: Erigiu uma coluna improvisada, derramou azeite sobre a coluna, transformou-a num altar e depois ele repete em Gn 35.
Na verdade Jacó ofereceu toda a sua vida ali em Libação a Deus.
Fl 2:17 – Paulo usa esta mesma expressão quando se oferece sem reservas ao Senhor da sua via.
O travesseiro, que é sempre usado quando estamos na horizontal, Jacó faz dele um monumento vertical, apontando para Deus.
Esta foi apenas uma das sete revelações que ele teve com o Senhor.
A Comunidade deseja um ano abençoado aos seus membros.
Votos da CCB aos irmãos - Comunidade Cristã de Belém -
Tv. Dr. Enéas Pinheiro, 2370 - Marco/Belém-PA.
Fone (91) 3277-1716 / (91) 32762336 / (91) 8233-5797 / (91) 8871-1914
segunda-feira, março 05, 2012
Pesquisa em Inteligência Organzacional
As organizações respondem a desafios internos e externos com graus variados de efetividade. Uma característica importante das que têm sucesso é que são capazes de identificar e responder adequadamente às mudanças em seus ambientes. Estas mudanças não só incluem as ações específicas de outras organizações, mas mudanças em tecnologia, em sua estrutura interna e em condições sociais e culturais que afetam a organização.
Nesse sentido, Inteligência Organizacional (IO) pode ser vista sob dois pontos de vistas mutuamente dependentes: como um processo (dinâmico); como um produto (estático). Como um produto, refere-se à totalidade de informação e conhecimento estruturados, sintetizados e direcionados para um objetivo, que são gerados quando a organização aumenta a sua capacidade de solução de problemas. Como um processo, a IO é interativa, agregadora e uma complexa coordenação das inteligências humana e de máquina dentro de uma organização. Implica que estas inteligências sejam orientadas em direção a processos de fluxo de trabalho.
O processo de IO compreende os seguintes componentes:
- memória organizacional - é a capacidade de armazenar eventos, situações de sucesso ou insucesso e lembrar quando isso for requerido. Capacita a organização a preservar, recuperar e utilizar suas experiências (informação sobre sucessos e falhas ocorridos no passado) e aprender com a sua própria história;
- cognição organizacional - consiste nas atividades de processamento, análise e síntese da informação em uma organização;
- raciocínio organizacional - refere-se à definição de estratégias para prevenção, dissimulação e tratamento de problemas organizacionais, além da solução dos mesmos. Abrange não só a solução de problemas, mas inclui também a capacidade de evitar, transpor e encapsular um problema;
- aprendizado organizacional - é a capacidade de uma organização utilizar o conhecimento armazenado na memória organizacional, no momento correto e aprender com as experiências anteriores. O aprendizado se refere ao comportamento em novas situações e a contribuição para novas formas de agir;
- comunicação organizacional - refere-se à troca de dados, informações e conhecimentos em uma organização, entre atores humanos e baseados em máquinas, além daquelas trocas que ocorrem entre a organização e seu ambiente;
- inteligência competitiva - é o processo sistemático e ético de coleta, tratamento, análise e disseminação da informação sobre o ambiente externo da organização, visando subsidiar o processo decisório, a consecução dos objetivos da organização e a criação de vantagens competitivas sustentáveis;
- contra-inteligência organizacional - refere-se à proteção do conhecimento e da informação organizacionais. É a atividade que objetiva neutralizar as ações de Inteligência ou de espionagem da concorrência.
Postado por Eduardo Moresi http://intelingencia.blogspot.com/
Legislação brasileira sobre bullying e cyberbullying
Vários me perguntam sobre o que temos hoje, no Brasil, em termos de legislação que "reprima" o bullying escolar e/ou cyberbullying.
Na verdade, a primeira coisa a considerar é o aspecto penal relativo ao bullying e cyberbullying: utilizamos o que há na legislação penal (Código Penal e legislação extravagante), fazendo incidir os tipos penais existentes sobre as condutas. Quanto às crianças e adolescentes (principalmente) aplicam-se as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Vale a pena a leitura, neste link, da monografia "O impacto do Bullying na Escola", de Miguel Angelo Nascimento dos Santos, apresentada em conclusão do curso de Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Do ponto de vista legislativo ainda há pouca referência, embora crescente. Separei as leis em níveis estaduais e municipais e, ao final, os projetos no âmbito do Congresso Nacional.
No âmbito estadual (clique nos links para acessar o conteúdo):
a. Lei 14.651 de 12 de janeiro de 2009, Estado de Santa Catarina - SC
b. Lei 3.887 de 06 de maio de 2010, Estado do Mato Grosso do Sul - MS
c. Lei 13.474 de 28 de junho de 2010, Estado do Rio Grande do Sul - RS
No âmbito municipal (clique nos links para acessar o conteúdo :
a. Lei 11.381 de 16 de janeiro de 2008, João Pessoa - PB
b. Lei 4.604 de 13 de março de 2008, Campo Grande - MS
c. Lei 14.957 de 16 de julho de 2009, São Paulo - SP
d. Lei 5.089 de 6 de outubro de 2009, Rio de Janeiro - RJ
e. Decreto 51.290 de 11 de fevereiro de 2010, São Paulo - SP
f. Lei 6.568 de 16 de outubro de 2009, Guarulhos - SP
g. Lei 4.854 de 10 de junho de 2010, Campo Grande - MS
h. Lei 7.952 de 11 de junho de 2010, Vitória - ES
i. Lei 13.632 de 18 de novembro de 2010, Curitiba - PR
Projetos em âmbito federal:
Câmara dos Deputados: conforme notícia de início de 2012, o debate deve ocorrer neste ano, quando serão analisados mais de 10 projetos sobre o assunto. O principal projeto é o PL 1785/2011, em relação ao qual foram apensados vários outros projetos (veja a árvore de projetos apensados, clicando aqui): PL 7457/2010 (10), PL 7457/2010, PL 283/2011 (2) , PL 350/2011 , PL 1841/2011 , PL 908/2011 , PL 1226/2011 , PL 1633/2011 (1) , PL 2108/2011 , PL 1765/2011 , PL 2048/2011 e PL 3036/2011.
Senado Federal: conforme notícia de 2011, o PLS 228/2010 foi aprovado e encaminhado à Câmara dos Deputados, estando em apreciação, conforme mencionado acima.
Ajude a melhorar este artigo, indicando leis e decretos que porventura eu tenha esquecido. Boa leitura.
Postado por Emerson Wendt http://www.emersonwendt.com.br/
"LAW & ORDER"
"Law & Order" é o título de um seriado exibido por um canal de televisão pago. Nele são retratadas situações fictícias nas quais crimes bem engendrados são investigados pelas autoridades policiais, que os deslindam após minuciosos e sofisticados processos de investigação e fornecem as evidências necessárias ao oferecimento da denúncia pelo escritório da promotoria.
Segue-se o julgamento e o conseqüente veredito do júri, invariavelmente condenando o réu em face das provas robustas acostadas aos autos e resultantes da investigação policial.
Situações paralelas se desenrolam na esfera privada envolvendo inúmeras causas levadas a escritórios de advocacia que atuam em diversas áreas do Direito.
As ações antes de serem submetidas ao Poder Público, devem ser instruídas por fartos, esclarecedores e irrefutáveis elementos probatórios.
O artigo de Leonardo Antunes "Comentários sobre a matéria de provas (Arts. 332 a 443 do CPC) publicado no endereço http://jusvi.com/artigos/38291 esclarece:
O artigo 332 do CPC descreve que todos os meios legais, moralmente legítimos, mesmo que não previsto no Código de Processo Civil são hábeis para provar a verdade dos fatos.
..........................................................................................................................................................
O autor ao ajuizar a ação, deve alegar os fatos na petição inicial e reforçar com todos os meios de provas que entender necessário. Por outro lado, na oportunidade, o réu, ao receber o mandado de citação, ao contestar os fatos narrados na petição inicial, também deverá produzir todos os meios de provas que entender necessário para combater o alegado na petição inicial pelo autor.
Encerrada a fase de apresentação da defesa do réu, com a contestação, o juiz proferirá o despacho saneador que encerrará a fase postulatória e dará início a probatória. A partir daí, as partes terão uma nova chance de apresentar mais provas.
O juiz, para proferir uma sentença que declare ou não a existência de um direito, deve analisar, não só os fatos narrados, mas sobretudo as provas que corroboram com o alegado. Dessa forma, não basta somente às partes alegarem os fatos. Tudo deve ser provado e por isso há dois sentidos para conceituarmos as provas no processo: um objetivo – instrumento ou meio hábil para demonstrar a existência de um fato (documentos, testemunhas, perícia etc...), outro é o subjetivo – que é a certeza originada quanto ao fato em virtude da produção do instrumento probatório, ou seja, a prova aparece como convicção formada no espírito do julgador em torno do fato demonstrado.
O processo moderno procura solucionar os litígios à luz da verdade real. É na prova dos autos o processo que o juiz busca localizar essa verdade.
..........................................................................................................................................................
A estrutura da maioria dos escritórios de advocacia é desprovida da capacidade de empreender diligências externas que atendam às demandas dos processos por elementos probatórios obtidos por meios legais, moralmente legítimos, mesmo que não previstos no Código de Processo Civil e hábeis para provar a verdade dos fatos. Uma alternativa para suprir esta lacuna é o estabelecimento de parcerias com empresas idôneas e especializadas às quais seriam cometidas tarefas específicas que viessem ao encontro da busca da verdade dos fatos.
A Infosec®, Consultoria em Contra-inteligência Empresarial, hoje parceira da Codor - Consultoria em Defesa Organizacional é uma empresa genuinamente brasileira, com atuação nacional, constituída e sediada no Distrito Federal há dez anos.
Tem prestado, dentre outros, vários serviços confidenciais voltados à apuração de ilícitos cometidos contra empresas localizadas no Distrito Federal e nos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Maranhão e Rondônia, que promoveram a prisão de mais de 450(quatrocentas e cinquenta) pessoas supeitas de participação em diversos crimes.
Uma delas, de grande repercussão na mídia nacional, resultou em uma Operação realizada pelo Centro de Operações Policiais Especiais (COPE) do Estado do Paraná que resultou na prisão de 60(sessenta) pessoas suspeitas de participarem de uma fraude milionária cometida contra uma empresa de grande porte, de âmbiro nacional.
Para o armazenamento e processamento dos informes colhidos durante as investigações, a Infosec® e a Codor utilizam softwares de última geração para análise de vínculos e investigação criminal (suite de produtos da I2, como o Analyst Notebook, o I Base, o Chart Reader etc), também utilizados por diversas Polícias Civis do Brasil, pela Controladoria Geral da União, Agência Nacional do Petróleo, Ministério Público Federal, Procuradoria Geral da República e também por organizações estrangeiras como o Federal Bureau of Investigation–FBI, a DEA–Drug Enforcement Agency/USA e outras do mesmo porte.
Fica a ideia. Contatos com as empresas citadas podem ser feitos por meio dos e-mails infosec@infosecltda.com.br e codorltda@codor.com.br
Postado por Acyr Seixas às 13:20 0 comentários http://infosecltda.blogspot.com/
sábado, março 03, 2012
Elaboração de Projetos de Segurança Empresarial
A grande maioria de empresas ainda vê a área de segurança como despesas supérfluas e não como investimento preventivo. E dessas, a maioria se preocupa apenas com a segurança Perimetral e Patrimonial.
O que o empresariado precisa entender, é que a Informação hoje é um bem inestimável ao sucesso de qualquer negócio, é um patrimônio que deve ser protegido das ações de pessoas inescrupulosas que atuam numa concorrência desleal e selvagem.
Por este motivo, é importante a empresa elaborar um projeto de segurança orgânica que visa não só a Segurança Patrimonial e Perimetral, mas principalmente a Proteção ao Conhecimento, projeto este que deve ser elaborado por especialistas da área de Inteligência.
A visão de segurança vai além da tradicional Segurança Patrimonial. É claro que temos no mercado empresas de Segurança Patrimonial com capacidade de atender as necessidades de segurança das empresas privadas, mas os especialistas em Espionagem conseguem ultrapassar as barreiras impostas pela segurança tradicional, utilizando uma metodologia de ação que foge ao conhecimento da maioria dos profissionais de segurança.
Portanto, investir em um sistema de Segurança Patrimonial e Proteção ao Conhecimento, garantindo o estabelecimento de uma ampla política de Segurança Empresarial seria mais aconselhável e evitaria prejuízos futuros.
Professor : Márcio Fernando Barros
sexta-feira, março 02, 2012
Gerenciamento de Crises e Prevenção de Perdas
A tarefa de enfrentar situações de crise tem sido uma preocupação diária de todas as Empresas. Os gestores devem estar na vanguarda quanto à tarefa de solucionar problemas, assim, os conceitos de gerenciamento de crise têm-se convertido para muitos em uma “forma de vida”.
As empresas estão expostas a situações externas e internas que deve enfrentar de forma rápida e eficaz.
O gerenciamento de crise não é um mecanismo de regras, procedimentos atividades. Consiste mais em uma linha de processos e passos bem calculados, com finalidade de se antecipar à natureza complexa de cada crise, quer seja uma crise real, que aquelas ainda em potencial. Há a necessidade de um sistema e de uma estrutura bem elaborada para ativar o plano de ação, que deve ser feito por um grupo competente de administradores de crise.
A prevenção e a antecipação da crise são conceitos-chave e têm exercido uma grande influência na comissão de gerenciamento de crise. Também é necessário transformar os incidentes negativos e potencialmente perigosos de um caso em oportunidades para passar um fato de forma positiva para a empresa e sua missão. A forma de encarar uma crise é uma questão de atitude. Porém, é também um plano de ação muito prático e habilmente executado, que necessita de requisitos prévios, tais como treinamento e atitudes profissionais.
Nosso êxito dependerá em grande parte do quanto estamos preparados para enfrentar tais situações.
Todos devemos nos perguntar:
• O que necessitamos fazer a fim de estar melhor preparados?
• Que situações de crise em potencial podem ser identificadas e discutidas, de maneira que a realidade possa ser enfrentada com êxito?
• Que estrutura deve ser estabelecida da melhor para a nossa situação, em particular?
Profº. Clemente Calvo Castilhone Jr.
As empresas estão expostas a situações externas e internas que deve enfrentar de forma rápida e eficaz.
O gerenciamento de crise não é um mecanismo de regras, procedimentos atividades. Consiste mais em uma linha de processos e passos bem calculados, com finalidade de se antecipar à natureza complexa de cada crise, quer seja uma crise real, que aquelas ainda em potencial. Há a necessidade de um sistema e de uma estrutura bem elaborada para ativar o plano de ação, que deve ser feito por um grupo competente de administradores de crise.
A prevenção e a antecipação da crise são conceitos-chave e têm exercido uma grande influência na comissão de gerenciamento de crise. Também é necessário transformar os incidentes negativos e potencialmente perigosos de um caso em oportunidades para passar um fato de forma positiva para a empresa e sua missão. A forma de encarar uma crise é uma questão de atitude. Porém, é também um plano de ação muito prático e habilmente executado, que necessita de requisitos prévios, tais como treinamento e atitudes profissionais.
Nosso êxito dependerá em grande parte do quanto estamos preparados para enfrentar tais situações.
Todos devemos nos perguntar:
• O que necessitamos fazer a fim de estar melhor preparados?
• Que situações de crise em potencial podem ser identificadas e discutidas, de maneira que a realidade possa ser enfrentada com êxito?
• Que estrutura deve ser estabelecida da melhor para a nossa situação, em particular?
Profº. Clemente Calvo Castilhone Jr.
PF cria curso de extensão em segurança para grandes eventos
13/02/2012
Brasília/DF - A Polícia Federal está criando o Curso de Extensão em Segurança para Grandes Eventos, como forma de qualificar e especializar os vigilantes para atuação nos locais onde haja grande concentração de pessoas, principalmente nos estádios de futebol, a exemplo da Copa das Confederações de 2013 e Copa do Mundo de 2014, conforme modelo padrão da FIFA, que prevê a utilização de segurança privada nos eventos esportivos de forma integrada aos órgãos de segurança pública.
O currículo do curso foi amplamente discutido entre a Polícia Federal e as entidades de classe representativa dos trabalhadores e das empresas do segmento, com a participação da Secretaria Especial de Política de Promoção de Igualdade Racial da Presidência da República, tendo sido formatado em 50 horas-aula, e deve ser ministrado pelas empresas-escolas aos vigilantes que forem trabalhar em eventos com multidões, como ginásios esportivos, estádios de futebol, shows, feiras agropecuárias, etc.
O resultado dessa iniciativa traduz-se no fato de que, em breve, as empresas que prestam o serviço de vigilância patrimonial somente poderão empregar nesses eventos vigilantes que tenham concluído o referido curso, sob pena de serem autuadas ao pagamento de multa e de outras penalidades pela Polícia Federal, que é a responsável pelo controle da segurança privada no Brasil.
O curso de extensão, que é complementar ao curso de formação do vigilante, terá foco nas matérias de gerenciamento de público, gestão de multidões, enfocando o respeito aos direitos humanos e à promoção da igualdade racial, e visa dotar o profissional de conhecimentos, técnicas, habilidades e atitudes que o capacitem para o exercício da atividade de segurança das pessoas e do patrimônio nos recintos onde forem realizados grandes eventos, adotando medidas preventivas e repressivas nos limites de suas tarefas no âmbito operacional da estrutura de segurança, numa função complementar às atividades dos órgãos estatais de segurança e serviços, sem prejuízo das competências que são específicos dessas forças, com o fim de prover a segurança de todos os envolvidos no evento, assegurando um ambiente confortável, seguro e de perfeita normalidade e harmonia para os organizadores e espectadores.
A formatação dos novos cursos passará a ser exigida pela Polícia Federal às empresas de segurança privada e aos próprios vigilantes, com a publicação da alteração da Portaria nº 387/2006 - DG/DPF, que trará também outras modificações visando o aperfeiçoamento do controle e da própria atividade de vigilância patrimonial, incluída à realizada em instituições financeiras, bem como escolta armada, transporte de valores e segurança pessoal, com regras mais eficazes e adequadas ao contexto atual.
Segundo dados da Coordenação-Geral de Controle da Segurança Privada da Polícia Federal -CGCSP, atualmente há cerca de 600 mil vigilantes trabalhando regularmente na atividade de segurança privada, mediante contrato de trabalho com empresas especializadas e orgânicas, no universo de aproximadamente 2 milhões de pessoas que concluíram o curso de formação de vigilantes e que estão cadastradas na PF.
quinta-feira, março 01, 2012
É um pássaro? É um tubarão? Não! É um agente da Mossad!
Teorias da conspiração envolvendo a Mossad [serviço de inteligência israelense] são as preferidas do Oriente Médio, mas nem todo mundo as leva a sério.
O abutre “espião” – uma ave de rapina capturada pelos sauditas e acusada de coletar dados de inteligência para Israel – foi finalmente libertada na semana passada, após seis dias em cativeiro. O príncipe Bandar Bin Saud Al Saud, o responsável pela agência de vida selvagem da Arábia Saudita, confirmou que o aparelho de tecnologia de posicionamento global encontrado no pássaro estava sendo usado por cientistas para rastrear os movimentos do animal.
“Esse tipo de sistema é usado em aves e animais, inclusive os marinhos”, disse ele a repórteres logo antes de libertar a ave, repreendendo a imprensa por divulgação irresponsável. “Alguns jornalistas sauditas se apressaram em divulgar a notícia sobre a ave, na esperança de conseguir um furo, mas sem checar as informações”.
Só que o príncipe está sozinho nessa luta. Na Arábia Saudita e em outros lugares do mundo árabe, a agência de espionagem Mossad de Israel é vista como uma força onipotente, onisciente e onipresente, enviando agentes de duas patas, quatro patas e alados para recolher informações e causar o caos.
Nos últimos meses, o número – e, para muitos, o absurdo – de conspirações da Mossad parece ter aumentado, sendo um dos casos mais notáveis o relato sobre a agência ter colocado tubarões para atacar banhistas no Egito, de acordo com relatórios de Sharm al-Sheikh [uma das maiores e mais conhecidas praias do Egito]. Por outro lado, o número de operações plausíveis da Mossad também aumentou nos últimos dois anos.
Rasha Abdulla, presidenta do Departamento de Jornalismo e Comunicação em Massa da Universidade Americana do Cairo, disse que nem todas as teorias da conspiração em relação à Mossad são levadas a sério pela mídia ou pelo público.
“Falando em temos gerais, depende da situação”, disse Abdulla. “Muitas vezes as pessoas são muito céticas (…), por exemplo, no caso dos tubarões em Sharm al-Sheikh, quando a história foi divulgada, as pessoas riram”.
O abutre – que dizem ter sido apelidado de R65 por aqueles que o cuidavam na Universidade de Tel Aviv, um apelido alusivo ao 007 – foi capturado em uma área rural da Arábia Saudita no dia 4 de janeiro e, rapidamente, levantou a suspeita dos habitantes locais de que a ave faria parte de uma “trama sionista”. Na verdade, a ave carregava um aparelho de GPS, assim como etiquetas que a identificavam como uma das aves do grupo cuja migração está sendo monitorada por pesquisadores da universidade.
Isso já foi o suficiente. Notícias sobre a suposta espionagem da ave se tornaram virais na região, resultando em centenas de postagens em blogs e em sites de notícias que afirmavam que a ave era especialmente treinada para recolher informações para a Mossad.
“Basicamente, essas conspirações servem às sociedades das quais elas surgem”, disse Yossi Melman, que cobre notícias relativas a inteligências para o jornal israelense Ha’aretz. “Essas conspirações não têm nada a ver com a Mossad, mas têm tudo a ver com as sociedades e a cultura”
O abutre “espião” – uma ave de rapina capturada pelos sauditas e acusada de coletar dados de inteligência para Israel – foi finalmente libertada na semana passada, após seis dias em cativeiro. O príncipe Bandar Bin Saud Al Saud, o responsável pela agência de vida selvagem da Arábia Saudita, confirmou que o aparelho de tecnologia de posicionamento global encontrado no pássaro estava sendo usado por cientistas para rastrear os movimentos do animal.
“Esse tipo de sistema é usado em aves e animais, inclusive os marinhos”, disse ele a repórteres logo antes de libertar a ave, repreendendo a imprensa por divulgação irresponsável. “Alguns jornalistas sauditas se apressaram em divulgar a notícia sobre a ave, na esperança de conseguir um furo, mas sem checar as informações”.
Só que o príncipe está sozinho nessa luta. Na Arábia Saudita e em outros lugares do mundo árabe, a agência de espionagem Mossad de Israel é vista como uma força onipotente, onisciente e onipresente, enviando agentes de duas patas, quatro patas e alados para recolher informações e causar o caos.
Nos últimos meses, o número – e, para muitos, o absurdo – de conspirações da Mossad parece ter aumentado, sendo um dos casos mais notáveis o relato sobre a agência ter colocado tubarões para atacar banhistas no Egito, de acordo com relatórios de Sharm al-Sheikh [uma das maiores e mais conhecidas praias do Egito]. Por outro lado, o número de operações plausíveis da Mossad também aumentou nos últimos dois anos.
Rasha Abdulla, presidenta do Departamento de Jornalismo e Comunicação em Massa da Universidade Americana do Cairo, disse que nem todas as teorias da conspiração em relação à Mossad são levadas a sério pela mídia ou pelo público.
“Falando em temos gerais, depende da situação”, disse Abdulla. “Muitas vezes as pessoas são muito céticas (…), por exemplo, no caso dos tubarões em Sharm al-Sheikh, quando a história foi divulgada, as pessoas riram”.
O abutre – que dizem ter sido apelidado de R65 por aqueles que o cuidavam na Universidade de Tel Aviv, um apelido alusivo ao 007 – foi capturado em uma área rural da Arábia Saudita no dia 4 de janeiro e, rapidamente, levantou a suspeita dos habitantes locais de que a ave faria parte de uma “trama sionista”. Na verdade, a ave carregava um aparelho de GPS, assim como etiquetas que a identificavam como uma das aves do grupo cuja migração está sendo monitorada por pesquisadores da universidade.
Isso já foi o suficiente. Notícias sobre a suposta espionagem da ave se tornaram virais na região, resultando em centenas de postagens em blogs e em sites de notícias que afirmavam que a ave era especialmente treinada para recolher informações para a Mossad.
“Basicamente, essas conspirações servem às sociedades das quais elas surgem”, disse Yossi Melman, que cobre notícias relativas a inteligências para o jornal israelense Ha’aretz. “Essas conspirações não têm nada a ver com a Mossad, mas têm tudo a ver com as sociedades e a cultura”
quarta-feira, fevereiro 29, 2012
O SUCESSO EXIGE SER WORKAHOLIC?
Em decorrência da minha atividade profissional, tenho a oportunidade de conhecer a trajetória de sucesso de inúmeros profissionais, das mais diversas áreas de atuação, no cenário nacional e internacional. Pessoas que dedicam tempo para estudar, aprimorar suas competências e se tornarem apaixonadas pelo que realizam. Percebo que algumas demonstram equilíbrio com o trabalho, família e convívio social. Entretanto, outras pessoas mostram uma ordem inversa. Indicam que o sucesso concentra-se unicamente no pensamento aos volumes expressivos de trabalho, tornando-se workaholic (viciado em trabalho).
Será que para atingir o sucesso profissional, uma pessoa precisa ser workaholic?
Perfil comportamental da pessoa workaholic
Estou analisando os dados de uma dissertação, que aborda as transformações tecnológicas e no quanto os reflexos do desemprego influenciam no perfil comportamental de uma pessoa workaholic. O objetivo da tese compreende avaliar como os sentidos humanos sofrem transformações na construção perfeccionista de uma carreira profissional. Um dos dados da pesquisa indica que as relações entre trabalho e projeto de vida caminham para lados opostos e longínquos dos processos de relacionamento interpessoal. Estudando os dados dessa pesquisa, torna-se possível perceber que uma pessoa workaholic acaba estagnando sua carreira a médio e longo prazo, pois não consegue visualizar as oportunidades que estão a sua volta. No cotidiano, tornam-se pessoas com péssimo humor, amargas e solitárias. Em uma conversa com amigos, somente falam do seu trabalho e transformam um diálogo em verdadeiro monólogo.
Você conhece pessoas com esse comportamento? A medicina do trabalho está repleta de exemplos, com pessoas que adquiriram doenças nervosas como gastrites, úlceras e frequentes enxaquecas, pelo vício ao trabalho. Faça uma reflexão procurando descobrir se em algum momento,você não exagerou falando demais de seu trabalho, deixando de ouvir as pessoas que estavam a sua volta. Permanecer no topo do sucesso,não é uma tarefa nada fácil. Requer treinamento constante, comprometimento, determinação, além de gostar do que se faz. É imprescindível destacar que o lazer oferece um auxílio imensurável, como uma válvula de escape, para aliviar a tensão e disponibilizar uma nova energia, inclusive para o surgimento de ideias criativas.
Quando você faz um trabalho com amor, indiferentemente da profissão, se torna alguém diferente de pessoas acomodadas. Um professor, por exemplo, que prepara suas aulas com planejamento mostra, na prática, que é diferente de outros educadores que lecionam sem nenhuma preparação. O fato de respirar e transpirar trabalho gera no indivíduo uma doença que aliena o pensamento, mesmo em períodos de repouso e férias. Procure lembrar continuamente que o sucesso não exige de você ser uma pessoa workaholic, mas que realize suas atividades com satisfação, valorizando o convívio familiar e apreciando a convivência com seus amigos. Vamos tentar?
Por: Dalmir Sant'Anna
quarta-feira, fevereiro 15, 2012
COMPARTILHANDO: COMO LIDERAR A GERAÇÃO Y
COMPARTILHANDO: COMO LIDERAR A GERAÇÃO Y: Por Ricardo Mallet no Adminstradores.com.br em 13/11/11 Segundo pesquisa publicada na revista Você RH em setembro de 2010, 97% das empresa...
DÍZIMO: OPÇÃO OU MANDAMENTO?
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Por: Valdir Flora Batista
"Dêem, e lhes será dado: uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante será dada a vocês. Pois a medida que usarem, também será usada para vocês". Lucas 6.38.
Alguns assuntos na Bíblia causam muitas controvérsias, e dízimo é seguramente um deles. Por que isto acontece? Talvez porque vivemos em uma sociedade consumista, que tem o dinheiro como prioridade. Outros acham que a igreja é rica e já tem muita gente que dizima e, quando as nossas finanças melhorarem, 'iremos dizimar'. Ou porque achamos que dízimo é ordenança do Velho Testamento, e agora estamos debaixo da Nova Aliança e não estamos mais debaixo da lei e sim, da graça. Certamente, quando não estamos dispostos a crer na Palavra de Deus, vamos conseguir muita argumentação lógica para justificar nossa postura.
Iniciaremos este estudo com alguns textos sobre dízimo, onde Champlin diz;
São usadas duas palavras No Velho Testamento:
Asar, "dez", "décima parte". Com o sentido de dízimo aparece por sete vezes: Gen 28.22; Deu 14.22; 26.12; I Sam 8.15,17; Nee 10.37,38. A raiz original desse termo significa "acumular", "crescer", "ficar rico";
Maaser, "décima parte" palavra usada trinta e duas vezes: Gen. 14.20; Lev 27.30-32; Num 18.24,26; Deu 12.6,11,17; II Crô 31.5,6,12; Nee 10.37,38; Amós 4.4; Mal 3.8,10.
No Novo Testamento há duas formas verbais e uma nominal, a saber:
Dekatóo, "dar uma décima parte", "dizimar", que aparece somente por duas vezes: Heb 7.6,9.
Apodekatóo, "dar uma décima parte", "dizimar", e que no grego é uma forma composta da primeira, que figura por três vezes: Mat 23.23; Luc 11.42 e Heb 7.5.
Dekáte, "décimo", uma forma ordinal, usada apenas em Heb 7.2,4,8,9.
Fora da cultura judaica através de antigas alusões literárias, sabemos que o dízimo existia em muitas nações antigas, sob uma forma ou outra. O trecho de Gênesis 14.17-20 nos informa sobre o costume antes da lei mosaica. Sabemos que a prática existia entre os gregos, os romanos, os cartagineses e os árabes. Nessas culturas, como entre os hebreus, o dízimo fazia parte da piedade religiosa.
O Antigo Testamento ilustra em duas oportunidades. Abraão apresentou a décima parte dos despojos do combate militar em que se envolveu, a Melquisedeque (Gen.14.20; Heb. 7.2,6). Melquisedeque foi um rei-sacerdote que refletia o sumo sacerdócio do próprio Cristo. Em segundo lugar, há o caso de Jacó, o qual, após a visão que teve em Luz, devotou uma décima parte de sua propriedade ao Senhor Deus.
Antes da lei, os dízimos já existiam, embora não parecessem fazer parte regular do culto religioso. Em outras palavras, não havia preceito que requeresse o dízimo como um processo contínuo e específico. Porém, não se pode duvidar de que o dízimo era praticado pelos patriarcas, antes mesmo de sua instituição legal. Os dízimos passaram então a ser usados dentro do sistema de sacrifícios, como parte do culto prestado a Yahweh, para o sustento dos sacerdotes levíticos e, provavelmente, esses fundos também eram usados para ajudar os pobres, em suas necessidades.
Originalmente, os dízimos eram dados aos levitas (Num. 18.21), tendo em vista a manutenção dos ritos religiosos. Mais tarde, isso ficou mais complexo ainda. Os dízimos eram levados aos grandes centros religiosos. Quando convertidos em dinheiro, eram postos em mãos apropriadas, para serem gerenciados (Lev. 14.22-27). Ao fim de três anos, todos os dízimos recolhidos eram levados a um lugar próprio de depósito, e seguia-se então uma grande celebração. Os estrangeiros, os órfãos, as viúvas (os membros mais carentes da sociedade) eram assim beneficiados, mediante esta prática, juntamente com os levitas (Lev. 14.28,29). Cada israelita precisava desempenhar a sua parte nessa questão dos dízimos, a fim de ser cumprido o mandamento divino (Lev. 26.12-14).
Sobre o mesmo assunto, o pastor Antonio Carlos Barro relata: "Um dos conceitos perdidos nesta nova geração de crentes, adeptos da prosperidade e do consumismo, é o conceito da mordomia cristã. Antigamente, este era um assunto comum nos ensinos da igreja, todavia, ele perdeu a sua popularidade e conseqüentemente são poucos os cristãos que realmente tem noção daquilo que Deus espera de cada um deles com respeito aos bens materiais. O consumismo desmedido é um dos principais pecados da humanidade".
Uma das coisas que as pessoas estão sempre questionando é a respeito do dízimo. "Ele é bíblico mesmo?" "Se eu ganho pouco eu tenho que dar mesmo assim?" "10% de tudo o que eu ganho é muito", dizem outros. Dízimo não é para ser questionado, mas obedecido. A fé e a razão estão do lado daqueles que são dizimistas fiéis, enquanto que a descrença está do lado daqueles que duvidam de Deus e do seu poder. O cristão apregoa em prosa e verso que depende de Deus, está debaixo do senhorio de Jesus Cristo, vive na direção do Espírito Santo e ao mesmo tempo não oferta e não dá dízimo! Tem incoerência maior do que esta?
O dízimo não foi instituído na Bíblia para a nossa chateação, ou para ficarmos irritados com a igreja ou com o pastor que prega sobre o assunto. O dízimo foi instituído para a expansão do reino e a sua glória e também para que, através dele, recebêssemos as bênçãos do Senhor. Leia estes versículos abaixo:
"Bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo". Gen. 14.20.
"A pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo". Gen.28.22.
"No tocante às dízimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao Senhor" Lev. 27.32.
"Certamente, darás os dízimos de todo o fruto das tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo" Deu. 14.22.
"Também falarás aos levitas e lhes dirás: Quando receberdes os dízimos da parte dos filhos de Israel, que vos dei por herança, deles apresentareis uma oferta ao Senhor: o dízimo dos dízimos" Num. 18.26.
"Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas" Mal. 3.8.
"Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênçãos sem medida" Mal. 3.10.
"Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei; a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!" Mat. 23.23.
"Para [Melquisedeque] Abraão separou o dízimo de tudo (primeiramente se interpreta rei de justiça, depois também é rei de Salém, ou seja, rei de paz)" Heb. 7.2.
Neste mesmo livro, o autor ainda apresenta algumas perguntas que inquietam os crentes com relação a aplicar ou não a prática de dizimar:
1- "Eu dou, consagro, dedico, entrego ou pago o dízimo?
Tanto faz o verbo que você quer usar, o importante é que o dízimo chegue na tesouraria da igreja. O que importa é a atitude do seu coração. Chamar de consagração e ficar lamentando por ter entregado o dízimo é muita incoerência e pecado. Cada dedicação do dízimo deve ser acompanhada com uma oração de gratidão por tantas bênçãos recebidas, e uma oração em favor da igreja que está aplicando estes recursos no trabalho do Senhor. Que cada pastor e igreja saibam que o dízimo não lhes pertence e, portanto, não podem ser usados indiscriminadamente.
2- O dízimo é sobre o bruto ou sobre o líquido?
Depende da sua atividade. Se você é funcionário de uma empresa, e os descontos do seu pagamento são para seu benefício, tais como: INSS, imposto de renda, caixa de previdência, clube, seguros, etc., então você tem que dar o dízimo sobre o bruto. Se você é autônomo, o dízimo é sobre o lucro. Por exemplo: se comprar um carro por R$ 3.000.00, e vender por R$ 3.200,00 o seu dízimo é sobre R$ 200.00. Em suma, tire o investimento e dê o dízimo sobre o lucro daquele investimento. Você é dono de uma empresa e não tem rendimento fixo: dê o dízimo sobre tudo o que gasta para sua sobrevivência. Tenha a certeza do seguinte; se quiser fugir do dízimo, achará uma desculpa, assim como se você quer ser dizimista, saberá como fazê-lo.
3- Eu posso dar o dízimo em outra igreja?
Normalmente a minha resposta é não, com algumas exceções. Eu creio que deve ser dado na igreja onde é alimentado espiritualmente. Quem compra o material da escola dominical das suas crianças? Quem paga as contas da igreja onde louva a Deus? Quem compra o som? Não acho que seja justo freqüentar uma igreja e dela receber o alimento e então dar o dízimo para outra igreja. A exceção é quando você é transferido de uma igreja para outra, e já comprometeu seu dízimo com algum projeto daquela igreja, tal como a construção ou o envio de um missionário, e ela depende de seu dízimo. Todavia, quando este projeto chegar ao fim, deve contribuir com sua nova igreja. Avise, porém, a liderança sobre o que está fazendo.
4- E posso dar o meu dízimo para um missionário amigo meu?
Também não! O dízimo não é para ser administrado por você. Se você quer entregar alguma verba para um missionário, isto é chamado de oferta voluntária ou missionária e isto está além do dízimo. Eu acho estranho que os crentes queiram fazer o bem com o dinheiro alheio. "Eu sustento um missionário na África", dizem alguns, quando na verdade isto não deveria nem ser mencionado, pois está sustentando com o dízimo. Quando alguém afirma que sustenta um missionário, eu estou pensando que a pessoa faz isto e ainda é dizimista. O que você pode fazer é apresentar o missionário que quer sustentar para a liderança de sua igreja ou o comitê de missões de sua igreja.
5- Eu não dou o meu dízimo na igreja porque não concordo com o pastor ou a liderança!
O problema é seu, que não faz nada sobre o assunto, a não ser reter o seu dízimo e falar mal da sua liderança. Se você não concorda com a liderança, isto significa que você pode manipular o dízimo do Senhor? De maneira alguma, pois as famílias crentes que são ajudadas através do dízimo precisam do auxílio da igreja, a congregação necessita construir, os obreiros no campo missionário precisam de seus salários. Se você não concorda com a liderança, você deve conversar com ela e não chantageá-la com o seu dízimo. Encontrei um crente que depositava o seu dízimo na caderneta de poupança. A razão era um desentendimento com o pastor. Falta agora encontrar um crente que esteja depositando o dízimo em juízo!
6- Eu ganho muito e não acho certo dar 10% na igreja!
A solução para o seu problema é simples: ore para que Deus diminua o seu ganho até o limite um que você julga ser capaz de dar o dizimo sem nenhuma dor no coração. Eu tenho certeza que Deus lhe ajudará a diminuir os seus recursos, se estes estão atrapalhando o seu desenvolvimento espiritual. Além de fazer esta oração, você tem também um outro problema para resolver na sua vida. Você é uma pessoa ingrata, de coração endurecido. Deus tem sido maravilhoso com você e têm lhe dado bênçãos sem limite, todavia, você usa estas bênçãos exatamente contra Deus, o doador de tudo o que você tem. Neste caso, seria bom que Deus não lhe desse tantas coisas, pois assim poderia dar o dízimo com mais tranqüilidade.
Conta-se que nos anos de 1930, uma senhora visitou um proprietário de cinco navios e lhe pediu uma oferta para construção de um orfanato. O homem atendeu ao seu apelo e lhe entregou um cheque num alto valor. Antes mesmo que a senhora saísse de seu escritório, ele recebe a notícia que um dos seus navios estava pegando fogo em alto mar. O homem imediatamente chama aquela senhora, explica o que está acontecendo e solicita a devolução do cheque. Ele escreve um outro cheque e entrega para a mulher. Para o espanto dela, a quantia era o dobro da primeira. "Mas o navio não está pegando fogo?", pergunta ela. "Sim", responde o homem, "Deus está me avisando que ainda restam mais quatro navios para pegar fogo".
Você usa a terra de Deus e todos os recursos que ela traz e não retorna nada para Deus! Você está semeando vento, portanto, prepare-se para tempestade que virá sobre sua vida. É a lei da semeadura. Implacável!
7- Eu ganho pouco e não acho justo dar dízimo. Quando eu ganhar mais eu passo a contribuir.
Provavelmente você nunca vai ganhar mais do que ganha hoje. Você não está preparado para receber mais de Deus. O princípio bíblico da fidelidade continua valendo nos dias de hoje: "Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito" (Lucas 16.10). Veja ainda: "Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará" (2 Coríntios 9.6 ). Se você não é fiel quando ganha um salário baixo, será fiel quando receber um salário maior? A resposta é não! Por isso, comece e exercitar a sua fidelidade hoje e quando tiver aprendido o valor da obediência você estará pronto para receber mais das mãos de Deus.
Estava pregando em uma igreja em Fortaleza quando após o culto uma senhora veio falar comigo. Disse que era viúva, recebia apenas um salário mínimo por mês. Com aquele salário pagava um pequeno aluguel, comprava seus remédios e o pouco que sobrava era para a alimentação. Perguntou-me se deveria ser dizimista. Mesmo querendo dizer que não, eu não podia falar isto. Disse-lhe que ser dizimista era um privilégio que pobreza não poderia tirar-lhe. Orientei a irmã a que desse o dízimo e procurasse os diáconos para que auxiliassem com seu aluguel.
8- Não está escrito em II Coríntios 9.7: "Cada um contribua segundo tiver proposto no coração".
Certamente que está escrito. Tenho visto este verso em muitos envelopes de dízimo. O princípio do mesmo está certo, mas o texto está usado erradamente nos envelopes. Cada contribuição, seja dízimo ou oferta, deve ser sempre feito como amor e gratidão no coração. Todavia, este verso faz referência a uma oferta voluntária que o Apóstolo Paulo estava levantando em favor dos pobres em Jerusalém. Se for uma oferta, cada um oferte o quanto o coração mandar. Eu, quando sou desafiado a contribuir com uma oferta para alguma missão ou algo extraordinário na igreja, eu oro a Deus e a quantia que ele coloca no meu coração, eu oferto. Agora, quanto ao dízimo, eu não preciso orar a Deus e perguntar quanto ele quer que eu dizime. Isto eu já sei, é a décima parte daquilo que eu recebo.
Deus não está interessado em uma vida religiosa cheia de rituais, mas sim em uma vida que honre e glorifique o seu nome. Na minha igreja eu quero um dizimista que ame a Deus. Nas igrejas evangélicas nós temos hoje uma média de 35% dos membros que são fiéis a Deus nos dízimos. Ou seja: de cada três membros escritos no rol, apenas um é dizimista.
Ao consagrar o seu dízimo, o fruto das primícias no altar, o cristão está demonstrando com este ato o quanto ele tem um coração agradecido a Deus por tantas bênçãos recebidas. Ele, que tudo sabe o que recebeu do seu Senhor, veio como um ato de bondade para a sua vida. Assim, demonstra sua gratidão trazendo os primeiros frutos ao Senhor. Notemos que são os primeiros frutos e não os últimos.
Segundo os textos em abundância citados, podemos ter convicção que o dízimo não é opção, mas um mandamento, e agora faça uma análise imparcial deixando que a Palavra revele a vontade clara de Deus pra sua vida e faça como está escrito no texto já citado de Malaquias: "Provai-me nisto". E certamente o Deus da graça lhe dará alegria na consagração do dízimo e nas ofertas.
O PAPEL DO SUPERVISOR
O supervisor deve liderar pessoas e fazer gestão diária dos processos, devendo ser recrutado e treinado com esse objetivo. É desejável que tenha conhecimento técnico da área onde atua, mas é mandatório que tenha perfil para liderança e gestão.
É fundamental que o Supervisor “goste de gente”, pois ele é a liderança mais próxima do empregado. Ele, aos olhos do empregado é a própria imagem da Empresa. É o Supervisor que deve assegurar que ocorra alinhamento entre os valores pessoais dos empregados de sua equipe e a Visão, a Missão e os Valores da Empresa.
É ele que pode identificar as fraquezas a serem corrigidas nas equipes e é ele quem pode identificar precocemente os talentos dentre a massa de empregados para que possam ser lapidados.
O Supervisor deve garantir a capacitação de sua equipe buscando os treinamentos de acordo com a necessidade individual do empregado.
É o Supervisor que checa e garante que a sua equipe tenha as habilitações técnicas necessárias para o correto desenvolvimento dos trabalhos.
A gestão diária dos processos é responsabilidade do Supervisor bem como a utilização eficaz dos recursos disponíveis. Um ponto de atenção importante na gestão diária é a administração das prioridades e urgências. Essa administração exige a prática do “senso de urgência”. É necessário que o Supervisor conheça fundamentos de planejamento e tomada de decisão.
É o Supervisor o responsável pela avaliação de desempenho dos empregados ligados à Supervisão.
Existem estudos indicando que parte dos problemas nas empresas pode ocorrer não apenas por falta de normas técnicas ou padrões gerenciais, mas também pelo descumprimento dessas normas e padrões, ou seja, os problemas podem ser gerados pelo comportamento inadequado das pessoas.
Considerando que a verificação do cumprimento dos procedimentos técnicos e a fiscalização da execução de tarefas são atividades realizadas dentro da Supervisão, devemos analisar o risco e a criticidade dessas atividades e considerar a utilização de inspetores ligados à Supervisão que façam essa fiscalização em campo.
Segundo Falconi (O Verdadeiro Poder, 2009): “Liderar é bater metas consistentemente, com o time e fazendo certo. Quem não bate metas não é bom líder. Se ser um bom líder é conseguir resultados por meio das pessoas, então a pessoa do líder deve investir parte substancial de seu tempo no desenvolvimento de sua equipe.”
Entendendo o Supervisor como sendo o primeiro nível de liderança da Empresa, podemos considerar para ele a Agenda do Líder proposta por Falconi (O Verdadeiro Poder, 2009):
LIDERAR COM O TIME
1 - Recrutar;
2 - Treinar;
3 - Inspirar;
4 - Fazer coaching (são atuações do líder voltadas para ajudar os seus subordinados a trilharem o seu próprio caminho de autodesenvolvimento);
5 - Promover a meritocracia;
6 - Tirar pessoas da zona de conforto para que elas se desenvolvam;
7 - Fazer uma avaliação de desempenho honesta e construtiva;
8 - Demitir quando preciso for;
9 - Ter um sistema de incentivos alinhados com metas.
LIDERAR FAZENDO CERTO
1 - Promover cultura única;
2 - Cultura de alto desempenho;
3 - Cultura de fatos e dados;
4 - Cultura de honestidade intelectual;
5 - Cultura de enfrentamento dos fatos;
6 - Alinhamento com os valores da empresa.
LIDERAR É ALCANÇAR METAS
1 - Atribuir metas baseadas em lacunas;
2 - Promover o domínio do método pela equipe;
3 - Promover a aquisição de conhecimento técnico do processo pela equipe.
Falconi: “O Líder é o único agente de mudanças da organização. Não há outra opção”.
Devemos pensar em possuir um time de Supervisores alinhados com os Valores e o Pensamento Estratégico da Empresa, capacitados para liderar e influenciar o comportamento das pessoas. Um líder tem seguidores e é disso que precisamos.
Magna Fernandes
Segurança, Inteligência e Investigação
Companhia Siderúrgica Nacional
Companhia Metalúrgica Prada
magna.fernandes@csn.com.br
Pós-graduação em Direito Cibernético: interpretação, responsabilidades
sábado, 4 de fevereiro de 2012
A Unisc está divulgando o curso de Pós-graduação em Direito Cibernético: interpretação, responsabilidade e provas no Direito Trabalhista, Penal e Civil, com previsão de início em abril de 2012.
Segundo a divulgação, os objetivos do curso são:
Possibilitar a formação de um profissional especialista na compreensão das novas relações jurídicas que se estabelecem em decorrência das novas tecnologias, assim como diferentes soluções processuais, tanto preventivas como repressivas, minimizando os riscos envolvidos nas operações.
O especialista em Direito Cibernético estará capacitado na compreensão dos novos enfoques e desafios do Direito, aplicados aos meios eletrônicos e aos fenômenos da era da internet, além de poder examinar o direito e as novas tecnologias à luz do direito pátrio e estrangeiro.
Coordenadores:
Dr. Jacques Nelson Corleta Schreiber
Dr.Janrie Rodrigues Reck
Professores:
Esp. Emerson Wendt - Polícia Civil RS
Esp. Fernando de Pinho Barreiro - The Perfect Link, Brasil
Esp. Gisele Truzzi - Escritório de Advocacia Privado
Dr. Helenara Avancini - Escola Superior de Administração, Direito e Economia.
Dr. Jacques Nelson Corleta Schreiber – Unisc
Ms. Jane Gombar – Unisc
Dr. Janrie Rodrigues Reck – Unisc
Ms. Leonardo Parentoni - Escola Superior de Advocacia
Ms. Marcelo Xavier de Freitas Crespo – FADISP
Ms. Roberto Suarez Saldanha - Unisc
O curso possui as seguintes disciplinas programadas:
Certificação Eletrônica: a legislação sobre documentos eletrônicos no Brasil e tendências jurisprudenciais. – 15h
Conceitos Básicos na Produção de Provas Cibernéticas – 30h
Direito Autoral na Internet – 30h
Direito Digital e Criminalística Computacional – 45h
Direito do Consumidor no Mundo Virtual – 15h
Fundamentos de Metodologia – 15h
Fundamentos de Segurança da Informação – 30h
Modalidade, formação e execução de contratos via cibernética – 45h
Processo virtual nos tribunais brasileiros: manejando o instrumental disponível. – 30h
Proteção jurídica do fundo de comércio da empresa no mundo virtual – 15h
Relações de trabalho e mundo virtual – 15h
Responsabilidade civil e internet – 30h
Segurança em redes de computadores e internet – 45h
Mais detalhes: Site da Unisc Santa Cruz do Sul
Inscrições: Realizadas até o dia 21/02/2012 há o desconto de 40%.
BLOG DA SEGURANÇA PRIVADA: TÉCNICAS OPERACIONAIS AVANÇADAS
BLOG DA SEGURANÇA PRIVADA: TÉCNICAS OPERACIONAIS AVANÇADAS: 2ª TURMA 16,17 e 18 DE MARÇO LOCAL - ILHA DE COTIJUBA ENTRE PARA O HALL DA ELITE DA SEGURANÇA PRIVADA NA REGIÃO NORTE SEJA UM BÚFALO DO NOR...
Remoção e Agradecimento
Depois de três anos e meio à frente da unidade acadêmica da Polícia Civil, o delegado Pedro Paulo Sousa, há mais de 18 anos na instituiução, foi removido na última-sexta-feira, 25.
A Acadepol, neste momento, está prestes a assumir a responsabilidade pela segunda fase do concurso público C-149, que deverá trazer novos delegados, escrivães e investigadres para a instituição. Esta nova etapa do certame consiste na execução do curso de formação técnico-profissional.
Ao mesmo tempo, a unidade acadêmica vem executando com apoio da gestão superior da PC, desde o início do ano, um programa forte de formação continuada dirigida aos servidores da instituição, que consiste na realização de cursos diversos, oficinas e seminários.
O delegado deixa os seus agradecimentos a todos e todas que tem colaborado com o cumprimento da missão institucional da Acadepol.
Chamados Para fora - Pr. Edimilson Moraes
Textos: I Rs 19.9-18
O perfil de um profeta: Homem rude, barbudo, sem muitos amigos, sem formação vocacional, oriundo de qualquer tribo. O profeta era muito mal visto, pois seu discurso contrariava as tradições, os costumes e a prática de vida do povo da sua geração.
Ele era o terceiro poder. Rei: Poder de governo. Sacerdote: Poder religioso. Em último o profeta: Boca de Deus
Após um período de grande confronto com o Reino de Jezabel, que por trás estavam às forças ocultas de Baal, seus profetas, sacerdotes e também todo o exército de Israel sob o comando desta mulher; Elias se sentiu exausto, frustrado, depressivo e impotente.
Os resultados de batalhas espirituais são de cansaço e esgotamento.
Às vezes você se sente fraco e esgotado por algumas lutas que passa e nem sabe o que está por trás destas lutas domésticas ou profissionais.
Nossas cavernas são nossas aparentes defesas; nossa solidão e isolamento são argumentos mal elaborados pela nossa razão, pois não entendemos o nível da batalha que enfrentamos no dia a dia.
Nem sempre você sabe o que está pro trás das resistências que você enfrenta no trabalho.
O Secularismo: Esta força que parece tão inocente reserva por trás um poder descomunal. Definição: Sistema ético que rejeita toda forma de fé e devoção e aceita como diretrizes apenas os fatos e influências derivados da vida presente.
As afrontas a Deus vêm de forma lógica; Tipo: Se eu não trabalhar, quem vai botar o pão na minha mesa? Se eu não der meu jeito, quem vai me ajudar. Dependo do meu próprio suor. Cada um por si.
Elias estava sem forças e se sentia ameaçado. Sempre repetia: Procuram tirar minha vida.
Enquanto ele se arriscou pelo Senhor o milagre ocorreu, e Deus
1º) Vai, volta pelo caminho do deserto; do sacrifício – Ele queria de volta aquele profeta ousado, destemido e obediente que sempre foi. V. 15
Elias percorria grandes distâncias para dar simplesmente um recado de Deus, agora ele se enfurna numa caverna para se esconder de todos.
2º) Retome o caminho da unção – Todo ex ungido é amargo, cético murmurador, desistentes e não tem sonhos no coração.
Hoje Deus tem uma unção nova para sua vida, sua carreira, seu ministério.
3º) Una-te aos vencedores – Reservei 7 mil que não dobraram os joelhos diante de Baal. Seu lugar é junto com os conquistadores.
Talvez você já tenha visto coisas em volta da sua vida. Elias viu fogo, terremoto, vendaval, mas Ele precisava era da presença suave do Senhor.
Quando Elias sai da caverna e obedece ao Senhor, ele acha sua pérola.
Seu discípulo está lá fora, esperando que um chamado, um manto caia sobre ele. Precisando de uma palavra de Deus que está dentro de você.
19:19 – Partiu, pois, Elias dali e achou a Eliseu, filho de Safate.
A unção estava novamente sobre o profeta: Lançou o manto e disse: Já sabes o que fiz contigo! Não foi nada desgastante ou difícil.
Este ano temos uma chamada clara do Senhor para cada um de nós: Sair da caverna e buscar e achar o nosso Eliseu, Timóteo, discípulo amado.
Não dobrar os joelhos diante de Baal.
Não ceder, não negociar, não sujeitar, não fazer acordo, não vender sua herança para quem nada pode te dar.
Sua herança, sua coroa, seu galardão é o seu fruto consolidado.
Jezabel levou vantagens até que o verdadeiro herdeiro de Jeová apareceu.
Você é um herdeiro de Deus, co-herdeiro de Cristo Jesus.
Deus quer te honrar: Jezabel foi comida pelos cães, Elias foi levado ao céu por uma carruagem de fogo.
Que herança Jezabel conquistou? Foi morta por escravos do palácio.
Assim como na Babilônia, Deus tinha alguns que não se dobraram diante das imagens do rei, nestes dias Deus tem seus sete mil que não se dobram diante do príncipe deste mundo e suas iguarias.
As comidas, as tradições, e os deuses, Daniel não fez acordo com eles.
Daniel resolveu não se contaminar, aqui temos estes homens e mulheres incontamináveis.
No meio da igreja também tem aqueles que não se dobraram diante de baal, que não se contaminaram com os manjares do rei, que não.
Por: Pr. Edimilson Moraes da Comunidade Cristã de Belém
Comunidade Cristã de Belém - Tv. Dr. Enéas Pinheiro, 2370 - Marco/Belém-PA
CEP 66.095-100 - Fone (91) 3277-1716 / (91) 32762336 / (91) 8233-5797 / (91) 8871-1914
quinta-feira, fevereiro 09, 2012
Blog TRAUMA: Os Genes da Guerra
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quinta-feira, fevereiro 02, 2012
quarta-feira, janeiro 18, 2012
A DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO
Numa definição geral, disseminação significa propagação, distribuição. Nesse sentido, palavras, frases, letras, sinais ou gestos interpretam, cada um à sua maneira, a rede de mensagens anteriores que disseminam e tentam influir sobre o significado das mensagens futuras por meio da comunicação. Um sistema de comunicação é uma teia de relações e a distribuição da informação em rede. O conhecimento como rede tem sido a metáfora mais adequada para o conceito de fluxo de massa de informações. O que verdadeiramente interessa é que elas transitem, cresçam, aperfeiçoem-se na interconexão e sejam colocadas à disposição no momento certo, para as pessoas certas, na medida adequada para nos ajudar a resolver questões específicas (LEVY, 1993).
O processo de formação de redes organizacionais pode ser visto como a criação de laços flexíveis que permitem aos indivíduos e organizações atuar de forma ágil, trocando informações e se ajudando mutuamente. É importante ressaltar que foi a evolução tecnológica que possibilitou a constituição de redes, quebrando as barreiras à livre circulação de informações (FERNANDES, 2004).
A quantidade de informações existentes em organizações policiais que pode ser transformada em conhecimento é imensa. Por isso mesmo, é fácil perceber que o foco da questão, nos dias atuais, não é mais a quantidade de informação produzida, mas sim a qualidade e a abrangência da informação e a estrutura de comunicação que permite seu aproveitamento pela organização. A comunicação e a estrutura da informação referem-se à condição de transformar a imensa massa de informações, em escala multidimensional, agregando valor à atividade para gerar conhecimento pertinente.
A partir do uso das técnicas de análise de vínculos na investigação criminal, a comunicação implica numa estrutura de movimento informacional no tempo e espaço, sem barreiras. A comunicação estende suas ligações em forma de tentáculos num ambiente distribuído de conhecimentos. Portanto, numa dimensão coletiva, a estrutura de informação na comunicação refere-se ao compartilhamento, na medida em que cada nova informação e conhecimento acumulado (como se fosse um cérebro) promove novo conhecimento compartilhado para todos e promove uma interação dos demais setores de investigação criminal.
A necessidade de interação com o movimento das informações nos remete a ideia e dimensão de ciberespaço, como na forma do hipertexto, considerando aqui os aspectos de organização de conhecimentos, dados, informações e comunicação de forma não linear (FACHINELI, RECH, MATTIA, 2005). Neste ponto de vista, o hipertexto é um dispositivo de representação e de comunicação que pode ser utilizado como metáfora para a compreensão do processo comunicacional e funcionamento do sistema em rede da organização.
Desta forma, numa organização policial a comunicação produz um universo de sentido circular da comunicação, ou seja, cada informação ou cada conhecimento novo gerado estimula toda a rede da organização policial e contribui para a remodelação da rede.
Participar de uma rede organizacional envolve, portanto, algo mais do que apenas trocar informações a respeito dos trabalhos que um grupo realiza isoladamente. Estar em rede significa comprometer-se a realizar conjuntamente ações compartilhadas anexando valor e atuando de forma flexível, transpondo, assim, fronteiras geográficas, hierárquicas, sociais ou políticas.
Partindo das ideias de ações compartilhadas, redes são sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições, de forma democrática e participativa, em torno de causas afins. Estruturas flexíveis e estabelecidas horizontalmente, as dinâmicas de trabalho das redes supõem atuações colaborativas e se sustentam pela vontade e afinidade de seus integrantes, caracterizando-se como um significativo recurso organizacional para a estruturação social (OLIVIERI, 2003).
Considerando o contexto da investigação criminal, a comunicação produz uma malha e tráfego de informações compartilhadas, ao mesmo tempo em que contribui para a compreensão dos processos investigativos inerentes ao fenômeno criminal como um todo.
A constituição de uma teia de relações em torno de objetivos comuns e fortemente compartilhados, articulada para a concretização de atividades diversas e mutáveis, amplia o campo de ação policial e gera uma potencialização da atividade investigativa.
terça-feira, janeiro 17, 2012
segunda-feira, janeiro 16, 2012
BLOG ONDE MORA O PERIGO: Força para prevenção de desastres naturais
BLOG ONDE MORA O PERIGO: Força para prevenção de desastres naturais: 09/01/2012 13h52 - Atualizado em 09/01/2012 15h29 Governo anuncia criação de força para prevenção de desastres naturais Anúncio foi feito ...
COMPARTILHANDO: NOVE QUESTÕES SOBRE O IMPACTO DA TECNOLOGIA
COMPARTILHANDO: NOVE QUESTÕES SOBRE O IMPACTO DA TECNOLOGIA: O Centro para o Futuro Digital da Escola Annenberg de Comunicação e Jornalismo da Universidade do Sul da California estuda, há uma década, a...
quarta-feira, janeiro 04, 2012
Lembre - se
Jesus, pois, comovendo-se outra vez, profundamente, foi ao sepulcro; era uma gruta, e tinha uma pedra posta sobre ela.
Disse Jesus: Tirai a pedra. Marta, irmã do defunto, disse- lhe: Senhor, já cheira mal, porque está morto há quase quatro dias.
Respondeu-lhe Jesus: Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?
Tiraram então a pedra. E Jesus, levantando os olhos ao céu, disse: Pai, graças te dou, porque me ouviste.
Eu sabia que sempre me ouves; mas por causa da multidão que está em redor é que assim falei, para que eles creiam que tu me enviaste.
E, tendo dito isso, clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora!
Saiu o que estivera morto, ligados os pés e as mãos com faixas, e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o e deixai-o ir.
Muitos, pois, dentre os judeus que tinham vindo visitar Maria, e que tinham visto o que Jesus fizera, creram nele.
João 11. 38 - 45
quarta-feira, dezembro 28, 2011
terça-feira, dezembro 27, 2011
COMPARTILHANDO: OS SEGURANÇAS SÃO SEMPRE OS CULPADOS?
COMPARTILHANDO: OS SEGURANÇAS SÃO SEMPRE OS CULPADOS?: Vinícius Domingues Cavalcante, CPP Qualquer profissional que faça o que gosta e que busque um aperfeiçoamento contínuo naquilo que faz se ...
Operações de Informação
Os Estados Unidos e seus aliados revelaram, em 1991, no Golfo Pérsico, uma forma totalmente nova de travar a guerra. Através da exploração do conhecimento, a força de coalizão devastou a formidável máquina militar do Iraque, surpreendeu o mundo, confundiu os críticos de defesa, surpreendeu a si mesmo e muito possivelmente "os padrões de desempenho das Forças Armadas norte-americanas em conflitos armados foram alterados".
Após o conflito, o Exército dos EUA publicou o manual de campanha FM 100-6 - Operações de Informações (Information Operations), doutrina relevante às atuais operações multidimensionais, bem como para as operações da futura Força XXI. A doutrina das Op Info descreve a importância das informações e como vencer a guerra da informação hoje e no futuro. O FM 100-6 identifica a informação como um fator essencial do poder de ação nos níveis estratégico, operacional e tático. Aborda como as tecnologias da era de informação podem multiplicar o talento e o potencial dos líderes, permitindo derrotar o oponente rapidamente em uma operação conjunta e combinada.
Entretanto, no âmbito empresarial, público e privado, poucos estudos foram realizados no sentido de apropriar conceitos doutrinários de Operações de Informação para emprego em Gestão Estratégica.
Alguns aspectos doutrinários importantes e que merecem aprofundamento:
- a doutrina estabelece uma estrutura que permite às forças amigas controlar as informações disponíveis e relevantes (essenciais); proteger sua habilidade de avaliar, processar, integrar, decidir e agir, com relação àquela informação; e atacar a habilidade de seu adversário em potencial de avaliar, processar, integrar, decidir e agir, também em relação à mesma informação;
- o conceito de Op Info integra três componentes fundamentais: informações e inteligência relevantes; sistemas de informações eficazes; e uma combinação de processo decisório e comunicação social/relações públicas, procurando obter o domínio da informação para o decisor;
- as Op Info podem tornar mais capazes e proteger os sistemas de informações; sincronizar as ações no ambiente externo; conectar sistemas hierárquicos e não hierárquicos; integrar sensores e decisores; e degradar, interromper ou explorar as ações adversárias, agindo sobre seus processos decisórios;
- ambiente de informação global: o FM 100-6 delineia e define o ambiente de informação global como "todos os indivíduos, organizações ou sistemas, em sua maioria fora do controle militar ou das Autoridades Governamentais, que coletam, processam e disseminam informação para públicos nacionais e internacionais";
- ambiente de Informação Global e Ambiente de Informação Organizacional: o ambiente de informação organizacional como um ambiente dentro do ambiente de informação global, consistindo de sistemas de informações e organizações — amigas e inimigas, militares e não militares — que apóiam, permitem ou influenciam significativamente uma ação específica. Adversários procurarão ganhar vantagem no ambiente de informação global, empregando os sistemas e organizações dos seus espaços de atuação. Além disso, a mídia, grupos de estudos, instituições acadêmicas, organizações não governamentais (ONGs), agências internacionais e individuais, com acesso à auto-estrada da informação, são todos atores expressivos no ambiente de informação global;
- domínio da informação é definido como "o grau de superioridade das informações que permite ao seu detentor empregar os seus sistemas de informações e seus meios para alcançar uma vantagem operacional num conflito, ou controlar uma situação envolvendo atores externos, negando, ao mesmo tempo, esses meios ao adversário;
- Guerra de Informação abrange um amplo conjunto de conceitos de guerra da era da informação. Esses novos conceitos emergentes da guerra estão diretamente ligados à perspectiva de que a evolução rápida do ciberespaço — a infra-estrutura de informação global — pode trazer tanto novas oportunidades como novas vulnerabilidades.
Portanto, aprofundar o entendimento e a viabilidade de aplicar os conceitos de Operações de Informação no âmbito empresarial traz uma nova perspectiva para a Atividade de Inteligência.
Por Eduardo Moresi
segunda-feira, dezembro 26, 2011
terça-feira, dezembro 13, 2011
EU ACHEI INTERESSANTE, LEIA - DESABAFO
Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado do mercado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente e hoje sofremos.
DESABAFA a Senhora:
(- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo . Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente . Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias . Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente . Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época . Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?)
(Agora que voce já leu o desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade... E não reclama! Eu também recebí..... )
segunda-feira, dezembro 12, 2011
VAGAS PARA ENGENHEIROS E TÉCNICOS: Supervisor de Produção - ARGENTINA
VAGAS PARA ENGENHEIROS E TÉCNICOS: Supervisor de Produção - ARGENTINA: Sou headhunter da Robert Half International - SP Segue oportunidade para Supervisor de Produção: Supervisor de Produção- Argentina (r...
quarta-feira, dezembro 07, 2011
Filho Pródigo x Filho Fiel
Atualmente, temos visto muitos filhos de Deus fazendo a escolha de serem filhos pródigos. Vemos muitas pessoas aceitando a Jesus e se tornando filhos do Deus Altíssimo, conforme Jo 1:12, mas ao mesmo tempo, percebemos que muitos são os filhos que vêem atrás da benção, da sua herança, e quando a recebem vão embora viver uma vida dissolutamente.
Viver dissolutamente significa viver de maneira contrária aos bons costumes, de maneira devassa, libertina (dicionário). Mas sobre a ótica da Palavra de Deus viver dissolutamente significa viver conforme a sua vontade, os seu prazeres, os seus pensamentos. É o egocentrismo, tudo girando em torno de nós mesmos. Mas com Jesus Cristo aprendemos que a vontade de Deus vem em primeiro lugar: “mas antes seja feita a tua vontade” Mt 26:42.São aqueles que querem as bênçãos, mas não querem a cruz, querem apenas o Jesus Salvador, mas não o Senhor.
Mas por que os filhos tem preferido ser filhos pródigo do que filhos fieis?
Vejo dois motivos, ou enganos para isso:
1- É a aparente facilidade de sair e voltar da casa do pai. Tem se pregado muito sobre esta parábola do filho pródigo e temo que o inimigo tem trazido este entendimento errado sobre os filhos de Deus.
Vivemos em uma cidade onde se você abordar alguém na rua e falar de Jesus, uma boa quantidade vai dizer que já foi ou freqüentou uma igreja, e a grande maioria tem um familiar ou um amigo próximo desviado. São os filhos que decidiram por pegar sua herança e viver segundo os seus próprios corações.
A impressão que tenho e que está grande maioria pensa assim: “estou aproveitando a minha vida, depois eu peço perdão, volto para igreja, e Deus ficará feliz e ainda vai fazer uma festa pra mim.” São os que pensam como Paulo afirma em Rm 6:1 Continuaremos pecando para que a graça aumente?
Só que voltar para a casa de Deus não é tão simples assim. Para que o filho morto reviva é necessário um arrependimento verdadeiro. Pois sem o arrependimento o que ficará dentro de nós é uma grande culpa e vergonha, que nos impede de voltarmos. Mas quando verdadeiramente nos arrependemos então o sangue de Jesus perdoou o nosso pecado, nos purifica de toda a injustiça, retirando a vergonha e a culpa. E somente assim ficamos livres para regressar a casa do pai.
Outro equívoco é que pensamos que não importa o que fazemos hoje, Deus pode nos perdoar e tudo volta a ser como era antes. Usamos até promessas bíblicas para isso, Deus vai restituir, a gloria de Deus vai ser maior. Mas não é isso que a bíblia nós ensina. Existem algumas escolhas que mudarão as nossas vidas para sempre, não importando o que aconteça depois. Este é o exemplo de Esaú Hb 12:16. Ele nunca mais teve a primogenitura de volta.
Não existem garantias que tudo voltará a ser como era antes. Quando escolhemos viver segundo as nossas escolha sem se importar com a vontade de Deus, podemos perder coisas de valor que jamais vamos recuperar. Isso é desta maneira para que seja gerado temor em nossos corações.
2 – A cegueira que vem sobre os filhos fieis. v 28-31
Até mesmo o filho fiel pensou por um instante que fosse melhor então ser um filho pródigo. v 29. É semelhante ao testemunho de um filho que tem buscado ser fiel, mas tem vivido um tempo de deserto ou tribulação e vê um filho pródigo sendo abençoado.
Não podemos permitir que este engano venha sobre as nossas vidas, temos que lutar contra esse sofisma nas nossas mentes. 2 Co 10:4
O escape está no v 31. Para os filhos fieis existe uma grande promessa, que tudo o que for do nosso pai é nosso.
Muitas vezes não alcançamos o real peso desta promessa, mas veja o que Deus quer dizer aos seu filhos fieis.
Pv 28:20 NVI O fiel será ricamente abençoado. Prosperidade
I Pe 3:12 Deus está atento a oração do justo.
II Sm 22:26 NVI Ao fiel te revelas fiel, ao irrepreensível te revelas irrepreensível.
Talvez por tudo o que já foi dito até aqui, você já esteja convencido que é bem melhor ser um filho fiel. Mas eu quero compartilhar algo que o Senhor tem me ensinado.
A vida do filho pródigo nunca será tão tranqüila quanto a do filho fiel.
A bíblia em Gn 3:7 diz: “Abriram-se os olhos de ambos e, percebendo que estavam nus”. Quando Adão e Eva comeram do fruto do conhecimento do bem e do mal algo mudou dentro deles. Eles não estavam cegos, mas mesmo assim nos é afirmado que os seus olhos se abriram.
A mesma coisa acontece com todo o homem quando este peca. Quando cometemos um pecado pela primeira vez algo dentro de nós muda, nossos olhos são abertos para a aquele pecado. Uma proteção chamada Temor é retirada de nossos corações e no lugar do temor é colocado uma brecha. Então nossa vida se transforma para sempre, como aconteceu com Adão e Eva.
Testemunho que quem nunca pecou em uma área da sua vida.
A pessoa que nunca caiu em determinado pecado não sente a mesma pressão, o mesmo assedio desse pecado, conseqüentemente leva uma vida mais tranqüila. O diabo sempre nos ataca em nossa brechas, desta forma se alguém caiu em uma pecado, aquela pessoa fica com uma brecha naquela área, e sempre quando vier a tentação ela será mais forte nesta. Qual a sua escolha? Decida hoje ser um filho fiel.Por: Pr. Edimilson Moraes . Texto: Lc 15:11-32
terça-feira, novembro 29, 2011
lei 7.716 "" Proteste ""
Pastor Silas Malafaia a todos os cristãos.
Hj, às 14h, vou estar na Comissão de Direitos Humanos para acompanhar o debate da lei 7.716. Ajudem-me em oração! O ministro da educação apresentou uma nova proposta de kit gay p/ distribuir nas escolas.
Proteste.
Até 13h envie email p/ os senadores da CDH p/ não aprovarem os privilégios homosexuais na lei 7.716
Envie email p/ acsgabinete@mec.gov.br
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