Ramo da segurança que cuida dos interesses ligados à empresas públicas ou privadas, no que tange à proteção de seus recursos humanos e materiais e deve estar em consonância com a missão e valores da empresa, devendo também respeitar os limites éticos e legais impostos nas regiões em que atuam. " Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." Salmos 127:1
segunda-feira, janeiro 28, 2013
sexta-feira, janeiro 25, 2013
quinta-feira, janeiro 24, 2013
LEIA ESSE TEXTO,VALE A PENA GALERA - Cirurgia de lipoaspiração?
Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos lipo-as e muito mais piração?
Uma coisa é a saúde e outra é obsessão. O mundo pirou, enlouqueceu. Hoje, Deus é a auto-imagem. Religião é a dieta. Fé, só na estética. Ritual é a malhação.
Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo e sentimento é bobagem.
Gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção. Roubar pode, envelhecer não. Estria é caso de policia. Celulite é falta de educação e Filho da Puta bem sucedido é exemplo de sucesso.
A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?
A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem, imagem, estática, medidas, beleza. Nada mais importa. Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa.
Não importa o outro, o coletivo. Jovens não têm mais fé, nem idealismo, nem posição política. Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.
Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber na roupas, quero ficar legal, quero caminhar, correr, viver muito, ter uma aparência legal mas...
Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulimicas, de jovens lipoaspirados, turbinados, aos vinte anos não é natural. Não é, não pode ser.
Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude.
Que eu me acalme. Que o amor sobreviva.
“CUIDE BEM DO SEU AMOR, SEJA ELE QUEM FOR.”
Herbert Vianna
Cantor e Compositor
Sr. Trabuco Mutombo, no Google +
Olá pessoas queridas do meu Brasil varonil, vamos a mais um texto relativamente grande e que ninguem vai ler do titio Trabuco, gostaria muito que as pessoas lessem e aprendessem um pouco, mas cultura não é o forte né, o legal é ver uma imagem retardada com frase de efeito.
Como discutir sem parecer um débil mental.
Primeiramente, entendendo o que é uma discussão, e basicamente, como realizar ela: Uma discussão consiste em duas pessoas apresentarem argumentos e contra-argumentos,
podendo OU NÃO se chegar a um denominador comum, um interlocutor apresenta seu argumento primeiro, e o outro, ou combate O ARGUMENTO, apontando falhas, de preferencia, sem emitir OPNIOES INFUNDADAS, ou então, coloca seu próprio argumento sobre o assunto proposto.
Algumas regrinhas básicas a serem seguidas.
1 - Tente ao máximo evitar falácias, principalmente a famigerada Ad Hominem, que consiste em atacar o seu interlocutor para tentar reprovar o argumento dele, e não o argumento em si, essa é a falácia mais ridicula e mais cometida de todas, quando você comete ela, basicamente, você perde toda a razão, e a discussão vai por agua abaixo.
2 - Tente não elevar a voz, ou digitar em caps lock no caso da internet.
3 - Tente escrever/falar corretamente, uma falha na língua pode jogar todo o argumento por terra.
4 - Tente ser cortês, e se referir ao seu interlocutor sempre com respeito.
5 - Não apresente seu argumento com raiva por aparentar ser mais fraco que o do seu interlocutor.
6 - Tente olhar todos os lados da moeda, as vezes as palavras podem não dizer exatamente aquilo que seu interlocutor quer passar, tem duvida de alguma coisa? pergunte, antes de ficar parecendo um cão raivoso retardado e sair atirando merda pra tudo que é lado.
6 - TENTE entender o que o seu interlocutor está falando de mente aberta, raciocine, e se o argumento dele for realmente muito bom e irrefutavel, MUDE DE IDEIA, mudar de ideia faz bem sempre.
Eu sei que de nada adianta eu falar aqui quando a média das pessoas não está nem um pouco interessada em obter qualquer tipo de cultura, informação, ou ter discussões saudáveis, INFELIZMENTE, masss, não custa tentar.
Obrigado por não lerem, não darem +1 ou sequer compartilhar a idéia para uma internet mais interessante e saudavel.
Fundação Getulio Vargas está novamente entre os 30 melhores think tanks do mundo
Pelo quarto ano seguido, a FGV foi considerada um dos 30 melhores think tanks do mundo, de acordo com o Global Go To Think Tank Rankings. Produzido anualmente pelo departamento de Relações Internacionais da Universidade da Pensilvânia, o ranking avaliou mais de 6600 think tanks de 182 países.
Nesta edição, a FGV subiu três posições e está em 24º lugar na listagem dos top think tanks – incluindo os Estados Unidos – sendo a única instituição brasileira entre as 100 primeiras. A Fundação também está novamente em primeiro lugar dos think tanks da América do Sul e Central, além de ter sido considerada uma das melhores em outras oito avaliações do ranking: Desenvolvimento Internacional, Política Econômica Doméstica, Política Social, Excepcionais Programas de Pesquisa, Melhor Uso de Internet e Mídias Sociais, Melhores Programas de Relações Externas/Engajamento Público, Maior Impacto em Políticas Públicas e Melhores Estudos Produzidos entre 2011 e 2012.
Ao todo, o ranking possui 38 categorias. A FGV está presente em dez delas – sete a mais do que no ano passado.
Qual o seu maior patrimônio?
Após os anos 90, gurus de todo mundo, falavam que as empresas deviam desviar seu foco do produto. A descoberta foi que, afinal, produtos e indústria são passageiros Cliente é eterno.
A grande novidade passou a ser foco no Cliente. Por alguns anos esta estratégia funcionou muito bem, tanto para as empresas quanto para os consumidores.
A profusão de informações na internet foi em parte, responsável por essa transformação, quando mais pessoas passaram a ter acesso à informação. O consumidor mudou. Ficou mais exigente e mais refinado. Assim, a palavra de ordem veio a ser os Clientes são o maior patrimônio das empresas.
Os resultados para os negócios foram significativos. As empresas deram um salto gigantesco em direção à conquista de mercados. No entanto, a indústria começou a enfrentar um problema novo, que comprometia toda a estratégia voltada ao encantamento dos Clientes. Os funcionários começaram a tornar-se infiéis às empresas.
A rotatividade dos funcionários passou a ser um grande quebra-cabeça dentro das empresas. Peter Drucker comparou de forma excelente o mundo corporativo, chamando-o de empresas LEGO. Quando uma peça se desencaixa, as empresas, às vezes, vivem momentos de tormento para encaixar o puzzel.
Funcionários infiéis não podem produzir Clientes fiéis. Funcionários infelizes não conseguem encantar Cliente algum. Se eles não comprarem sua missão e visão, seus Clientes dificilmente também o farão. Por isso, uma nova revolução estratégica começou a tomar conta das empresas. Elas descobriram que seu maior patrimônio não são os Clientes, e sim seus funcionários. A seguir, vêm seus Clientes.
É necessário que as empresas tenham funcionários apaixonados pela empresa. Peter Drucker comenta em seu livro Drucker O homem que Inventou a administração, que o líder eficaz deve sempre levar em consideração que está lidando com seres humanos.
Podemos dar alguns exemplos de empresas que adotaram esta visão:
Southwest Air Line
Starbuck
Semco
Sendo assim, o que fazer para tornar seu funcionário fiel? O que fazer para que seus funcionários sejam seus melhores Clientes?
O que mais pode ser feito pelas empresas, para reter os funcionários em seus quadros?
Existem várias medidas, algumas bem simples, mas que podem causar profundo impacto na mente dos funcionários. Vejamos:
- Por exemplo, implante em sua empresa um sistema de reconhecimento. Não uma coisa insignificante e mecânica, mas algo genuíno e sincero.
- Peça aos seus gerentes que ouçam as idéias dos funcionários;
- Crie uma premiação para as melhores idéias e depois tente implementar essas idéias;
- Dê maior autonomia às pessoas;
- Pague salários compatíveis com as habilidades. Não adianta fingir que paga, e eles fingirem que trabalham;
- Crie uma atmosfera agradável na empresa. Afinal seus funcionários passam mais de 8 horas nela;
- Elogie publicamente boas atitudes;
Quando funcionários trabalham apenas pelo salário, tenha certeza de que seu rendimento estará aquém de seu potencial. Sua insatisfação prejudicará o atendimento ao Cliente.
Atendimento de excelência começa em casa. Da mesma maneira que você, empresário, trata seus funcionários, assim eles o tratarão e a seus Clientes.
Um abraço,
Fernando Fernandes
6 erros de quem procura emprego pelo LinkedIn
Supervalorizar informações sobre a trajetória profissional é um deles, diz a gerente de desenvolvimento organizacional da Whirlpool. Empresa usa o LinkedIn para recrutar
Não só os profissionais como também as empresas há algum tempo já se renderam ao LinkedIn e utilizam a rede social como ferramenta de recrutamento. Uma delas é a Whirlpool, que, desde o fim do ano passado, já contratou 10 profissionais por meio da rede social profissional.
“A gente começou a receber indicações por meio da nossa rede colaboradores via LinkedIn e começamos a perceber a possibilidade de usar a rede efetivamente como ferramenta de recrutamento”, diz Fernanda Leal, gerente de desenvolvimento organizacional da Whirlpool.
De acordo com ela, a assertividade das indicações foi fator essencial para a Whirlpool criar sua conta corporativa e começar a divulgar oportunidades pelo LinkedIn. “Anunciamos no período de setembro e outubro 35 vagas e tivemos 16 mil interessados”, explica.
A equipe de recrutadores da empresa também procura e entra em contato com profissionais que tenham o perfil das oportunidades. “Também começamos a usar o LinkedIn de forma mais proativa, utilizando as ferramentas de filtro da rede social”, explica.
Por isso, manter o perfil atualizado e completo é essencial para quem está de olho nas oportunidades profissionais anunciadas pela rede social profissional. Além disso, algumas atitudes devem ser evitadas, já que minam as chances de sucesso na hora de ser selecionado para participar de processos seletivos. Confira quais os principais erros de quem procura emprego via LinkedIn:
1 Enviar mensagens genéricas
“Muitas vezes recebo o contato de profissionais e percebo que são textos copiados e colados porque vêm sem ao menos a flexão de gênero”, conta Fernanda. Ao enviar uma mensagem sem personalizá-la de acordo com o destinatário, as chances de receber atenção caem por terra.
Dica: Ao entrar em contato, enviando uma solicitação, para perguntar sobre uma oportunidade, adeque a mensagem ao perfil da pessoa e descreva porque você está interessado na conexão
2 Não prestar atenção aos detalhes do perfil do recrutador
O perfil do recrutador pode trazer detalhes preciosos. Mas nem todo mundo presta atenção a estas pistas, como conhecidos em comum, por exemplo. A pressa em entrar em contato e enviar uma mensagem pode ser inimiga do sucesso, nesse caso.
Dica: Lembre-se de ler atentamente o perfil do recrutador antes de entrar em contato com ele. Muitas vezes você pode encontrar trechos interessantes que vão ajudá-lo a se destacar na entrevista de emprego.
3 Apostar em networking apenas quando precisa dele
Esse é um erro comum e que deveria ser evitado ao longo de toda a trajetória profissional. Muita gente vai perdendo contatos com profissionais e recrutadores e só se lembra disso quando está de volta ao mercado.
Dica: oportunidades surgem quando você se reconecta a pessoas com as quais perdeu contato. “Essa é uma dica que o profissional deve considerar para a carreira dele como um todo e não apenas para uso do LinkedIn”, diz Fernanda.
4 Exposição pessoal
Fotos inadequadas e informações que tragam uma exposição pessoal muito forte minam o poder de atração do perfil no LinkedIn. “As pessoas devem ter um cuidado muito maior com o LinkedIn que é voltado para o meio profissional e não é como o Facebook, que tem um uso mais pessoal”, diz Fernanda.
Dica: Tenha atenção especial às postagens e escolha uma foto adequada ao seu perfil profissional. “Falar mal de colegas ou ex-gestores prejudica o profissional que deve ter muito cuidado com sua exposição pessoal na rede”, sugere Fernanda.
5 Mentiras ou informações supervalorizadas no perfil
A participação secundária em um projeto se transforma em liderança. Resultados medíocres são apresentados como acima da média. No afã de se destacar, muita gente aumenta fatos e inventa circunstâncias a respeito da trajetória profissional, tornando o LinkedIn um “território de brilhantes”.
“A gente percebe que muitos candidatos mentem e colocam experiências que não são suas”, diz Fernanda. A gerente de desenvolvimento organizacional da Whirlpool explica que este descolamento entre a forma como o profissional relata sua trajetória e o que, de fato, aconteceu é um tiro no pé. “É facilmente passível de cair em descrédito, porque nós vamos buscar referências e perceber que há mentiras expõe e enfraquece a credibilidade do profissional”, diz.
Dica: Seja o mais sincero possível a respeito da sua trajetória. Um perfil verdadeiro sem experiências espetaculares é muito mais valorizado do que um perfil recheado de fantasias. O profissional que mente pode até se destacar em um primeiro momento, mas assim que for descoberto será descartado do processo seletivo.
6 Divulgação de informações confidenciais
A participação em um projeto estratégico é, sem dúvida, um chamariz para os recrutadores. No entanto, muitos profissionais - com o intuito de mostrar esta experiência no perfil - acabam pecando contra a confidencialidade de informações. “A gente percebe a divulgação de informações de uso restrito das empresas”, diz Fernanda.
Dica: tenha cuidado na hora de divulgar informações sobre as empresas para as quais você já trabalhou. Certifique-se de que não está tornando públicas informações estratégicas. Se o recrutador entender que você fez isso com um empresa para a qual trabalhou vai imaginar que você fará o mesmo se for contratado por outra.
Por : Camila Pati
As TOP 3 tendências de marketing para 2013
Especialista mundial em marketing digital, Martha Gabriel, comenta as três principais megatendências do marketing para 2013.
Quando um ciclo se encerra, é natural avaliarmos os resultados que obtivemos e nos prepararmos para o ciclo seguinte, que se inicia. É assim todo ano e agora não poderia ser diferente. O que 2013 nos reserva? Segundo Ray Kurzweil –futurista, inventor e autor de best-sellers–, estamos vivendo a Era do Crescimento Exponencial e, portanto, a velocidade de transformações que temos experimentado nesses 12 primeiros anos do Século XXI tende a continuar vertiginosa.
No entanto, apesar de as transformações tecnológicas que nos cercam serem muito rápidas, as megatendências da última década permanecem as mesmas em 2013 –o que tem variado de ano para ano é o quanto cada uma dessas tendências se dissemina e se torna mais imediata. Por exemplo, a realidade aumentada e o uso de mobile tags (QRcodes) têm sido tendências há anos. No entanto, podemos dizer que 2012 foi o ano em que os QRcodes se firmaram enquanto a realidade aumentada ainda não se tornou mainstream, ainda não está em voga.
Assim, não temos grandes novidades para 2013 em termos de megatendências, mas estamos na iminência da consolidação de diversas delas.
Assim, meu objetivo, aqui, é trazer as três principais tendências de marketing para 2013, ou seja, aquelas que acredito impactarão mais rapidamente o mercado nesse ano e que, portanto, as empresas devem prestar mais atenção.
1. Mobile:
Apesar de o mobile ser tendência já há quase uma década e ter se disseminado amplamente em 2012, a maior parte das empresas ainda não está investindo em mobile –tanto no que se refere aos seus sites quanto aos investimentos de mídia.
No entanto, as pessoas “já são mobile”. Temos testemunhado uma epidemia de mobilidade por meio da popularização dos smartphones e tablets; as estatísticas apontam que em 2014 o acesso mobile ultrapassará o acesso desktop à internet; estudos mostram que os smartphones estão se tornando cada vez mais parte de nós, extensão dos nossos corpos, e que isso tudo tem transformado o comportamento das pessoas virtualmente em todas as áreas de suas vidas –relacionamento, educação, entretenimento, compras etc. A navegação em multitelas já é um fenômeno que está revolucionando a TV e demais mídias tradicionais.
Pois bem, cada vez mais as pessoas chegarão aos nossos produtos, marcas e empresas por meio do mobile. Você tem um site móvel que oferece boas experiências para o seu público? O mobile –mídia paga, ganha e própria– deveria ser prioridade nas empresas em 2013.
2. Sustentabilidade
Sem dúvida, sustentabilidade tem sido tendência também há mais de uma década e não é novidade. No entanto, conforme a população do planeta cresce, novos desafios em sustentabilidade surgem e, enquanto não resolvermos essa equação, sustentabilidade continuará entre as principais tendências de todas as áreas do conhecimento.
Ações de consumo colaborativo e economia de felicidade são exemplos de tendências associadas a sustentabilidade, que estão intimamente relacionadas a marketing, e que podem e devem ser incluídas nas ações de 2013 para o bem das empresas e de todos.
3. Transmedia storytelling
Vivemos uma era da comunicação fragmentada e sobrecarga informacional de forma que ninguém mais consegue forçar um indivíduo a prestar atenção ao que não for relevante para ele. A atenção das pessoas se tornou o principal e mais valioso ativo de marketing das empresas.
Nesse contexto, uma das maneiras mais eficientes de chamar a atenção das pessoas e causar engajamento é por meio de alinhamento de valores compartilhados, embutindo nossos produtos e marcas em histórias que transportam esses valores. Por isso, transmedia storytelling desponta como uma das principais ferramentas de marketing, tornando-se uma das tendências mais imediatas. Como já dizia Platão, “quem conta as histórias controla o mundo”.
Apesar dessas tendências serem as três mais iminentes para ações de marketing, devemos também ficar constantemente de olho em todas as megatendências que vêm se delineando ao longo da última década (cloud computing, big-data, gamefication, social everything, realidade aumentada, internet das coisas, vídeo, interfaces gestuais etc.), tanto no que se refere a tecnologia quanto a impactos no comportamento do consumidor. Como tempo e dinheiro são recursos limitados para qualquer empresa, a inteligência consiste em estar antenado para escolher em quais tendências investir no momento certo.
*Martha Gabriel é pesquisadora, professora e coordenadora do MBA em Marketing da HSM Educação. É palestrante internacional premiada, autora de quatro livros, incluindo o best-seller Marketing na Era Digital (Ed. Novatec). Figura na lista dos 35 professores mais experts em tecnologia do mundo pela Online Universities; está entre os 15 autores que todo administrador deve seguir segundo Administradores.com; figura na 8ª posição do ranking “professor de marketing mais influente no mundo”, organizado pela SMMagazine; e está entre os TOP 50 blogueiros de marketing mais influentes do mundo, segundo o Kred.
terça-feira, janeiro 22, 2013
PF incorporará sistemas de observação da Sagem.
A Polícia Federal de Foz do Iguaçu receberá sistemas ópticos desenvolvidos e produzidos pela Sagem, uma empresa francesa do Grupo Safran. O contrato celebrado entre a sua subsidiária no Brasil, OPTOVAC, e a força policial, na metade de dezembro de 2012, prevê a entrega de seis binóculos de infra-vermelhos multi-funções de longo alcance JIM LR (Jumelle Infrarouge Multi-fonction Long Range), seis alças Sword T&D e a mesma quantidade de alças Sword Light.
As entregas deverão ser finalizadas em até 4 meses após a assinatura do contrato. A OPTOVAC será responsável por assegurar a assistência técnica e o treinamento e por nacionalizar os respectivos sistemas. Prevê-se que ainda este ano, a fabricação dos equipamentos seja nacionalizadaO sistema portátil, compacto e ligeiro JIM LR incorpora funções de detecção, posicionamento, telemetria, observação e identificação diurna e nocturna de alvos fixos ou móveis. A sua utilização pode ser assegurada remotamente quando acoplado ao sistema portátil ROS (Remote Operating System) que consiste num tripé robustecido e num terminal digital portátil, este último controlando a movimentação do tripé a partir do qual são visualizadas as imagens obtidas pelos binóculos. Em missões de aquisição de objetivos, o sistema pode ser acoplado a um goniómetro portátil como o Thor da Instro Precision. O equipamento está em serviço nas forças militares e agências governamentais de países como a Alemanha, Argélia, Bulgária, Canada, Dinamarca, Eslovénia, Estados Unidos, França, Reino Unido, República Checa e Roménia.
A Sword T&D, alça térmica e numérica de nova geração para utilização com armas de assalto, metralhadoras ligeiras ou lança-foguetes proporciona uma eficaz detecção e identificação do objectivo antes de se efectuar o tiro. Este sistema robustecido de tecnologia por infra-vermelhos não refrigerado é usado na França com o sistema de soldados FELIN (Fantassin à Equipements et Liaisons INtégrés) e no sistema de armas remotamente controlado Panhard General Defense WASP (Weapon under Armor for Self Protection) que armam veículos blindados 4x4, e na versão naval Sea WASP.A alça térmica compacta e ligeira de simples utilização Sword Light destina-se a ser instalada em fuzis de assalto de calibre 5.56mm e 7.62mm, permitindo uma rápida e eficaz detecção, observação e identificação do alvo até 400 metros. Esta alça tem a particularidade de ser estanque e de fácil emprego
Empresas admitem falha em sua governança corporativa
Mais de 80% de 54 grandes companhias brasileiras dizem estar longe do ideal; 59% não têm comitê de riscos, segundo pesquisa
Brasil Econômico - Natália Flach | 07/01/2013 20:42:22
As empresas brasileiras já são capazes de identificar os riscos que correm, mas ainda têm dificuldade para monitorá-los. Essa é a conclusão de uma pesquisa da Deloitte — divulgada ao Brasil Econômico com exclusividade — com 54 companhias, sendo que mais da metade com faturamento acima de R$ 1 bilhão. De acordo com a pesquisa, 72% dos executivos consultados apontaram o item “identificação de fatores de risco de fraude” como ótimo ou bom, mas sobre “definição clara dos indicadores de riscos” 61% assinalaram o tema como “irregular”, “insuficiente” ou que “nem conhecem”.
Quando o assunto é governança corporativa, 83% das empresas ouvidas avaliam que ainda não estão em um estágio ideal e 59% não possuem um comitê direcionado para o gerenciamento de riscos. “Falta capacitação profissional para saber exatamente o que gerir, controlar e monitorar”, diz Alex Borges, sócio da consultoria da Deloitte e especialista em gestão de risco.
Segundo o executivo, as empresas de capital aberto lideram esse movimento de profissionalização e criação de comitês. “Mas as companhias familiares estão indo pelo mesmo caminho. Isso porque muitas delas tiveram perdas inesperadas e estão agora atentas ao atendimento a regulamentações internacionais e nacionais.”
Falta maturidade
Borges explica que as avaliações ainda são muito baseadas em julgamentos. “Esta é a diferença entre a maturidade das companhias brasileiras e as internacionais”, diz. “Demora de três a seis meses para conseguir montar um processo capaz de fazer a identificação dos riscos e, para ter avaliação e monitoramento, leva dois ou três anos.”
Segundo o levantamento, os maiores objetivos com a implantação e fortalecimento do gerenciamento de riscos são: mensurar os riscos da empresa; gerar e preservar valor para os acionistas, estar integrado às estratégias da organização e aos procedimentos de governança corporativa. Ainda de acordo com a pesquisa, 72% dos executivos disseram que aumentou o interesse pelo desenvolvimento de atividades de gestão de riscos em relação a 2011. O principal motivo é a intenção em aprimorar e integrar diversos aspectos de gestão da empresa. Mas apenas 26% dos respondentes informaram que a área de gestão de riscos está muito integrada às demais áreas da empresa. Isso mostra que os funcionários da área ou da função precisam demonstrar os benefícios e o valor desse gerenciamento, agregado de forma a auxiliar e integrar as funções de gestão de riscos existentes nas empresas.
O levantamento aponta ainda que o principal patrocinador das iniciativas de gestão de riscos nas empresas é o presidente (com 23%), seguido do diretor de auditoria interna (19%). Para se ter ideia da importância do assunto no exterior, mais de 75% dos executivos entrevistados nos Estados Unidos responderam que a gestão de riscos mudou em suas empresas devido à volatilidade do mercado nos últimos três anos.
Fonte: http://economia.ig.com.br/empresas/2013-01-07/empresas-admitem-falha-em-sua-governanca-corporativa.html
14 MAUS HÁBITOS QUE PODEM CUSTAR SEU EMPREGO
Seja em nome da preguiça ou do bem estar, todos os profissionais têm maus hábitos. Pode ser que você tenha dias em que as fofocas ou redes sociais estejam mais interessantes que seu trabalho ou que você pense tanto em voltar para sua cama que a desatenção fale mais alto. De vez em quando isso é normal, mas quando eles fazem parte do cotidiano talvez você tenha que tomar mais cuidado pois seu trabalho pode estar em jogo.
“Um único hábito ruim não é provável que você seja demitido imediatamente, mas o efeito acumulativo ao longo do tempo pode”, adverte a diretora da University of Texas e autora do livro “You Majored in What? Mapping Your Path from Chaos to Career”, Katherine Brooks. Além disso, acrescenta, as pessoas podem notar um mau hábito e isso levará a procurarem outras falhas ou problemas com você. Outro mau que é o isolamento ocasionado por mentiras e fofocas, que pode afetar toda sua carreira na empresa, desde sua avaliação de desempenho até seu ciclo de amizades.
Para o fundador e presidente-executivo da TalentZoo, Rick Myers, o mais notável é que a maioria dos profissionais não percebe que está cultivando esses hábitos. “Um dos melhores conselhos para se dar a alguém que quer subir na empresa é tornar-se mais autocrítico e ter certeza que eles estão cultivando hábitos que serão valorizados pela instituição”, reforça Myers.
Para testar sua auto-crítica, a Forbes listou os 14 maus hábitos que acompanham os profissionais e que podem colocar em risco seus empregos. Será que você se identifica com algum deles?
1. Procrastinação
“Esse hábito pode seriamente prejudicá-lo em um ambiente corporativo. Se você é daquelas pessoas que acreditam fazer o melhor trabalho no último minuto e adiar os projetos e atividade por horas ou dias antes de serem entregues, você não está ciente do impacto que esse hábito está sobrecarregando seus colegas de trabalho”, alerta Brooks. O raciocínio é simples, se sua corrida contra o tempo (no último instante) exige que os outros também trabalhem no mesmo rítmo, você provavelmente os deixará furiosos e será o primeiro culpado quando algo der errado.
2. Mentira
Isso não significa apenas inventar histórias, mas roubar ideias dos colegas, inventar desculpas por chegar atrasado, não entregar uma tarefa, abusar das despesas e cartões de crédito da empresa, usurpar de realizações de uma equipe (não apenas suas) ou outras desonestidades. “O camiho certo para acabar com a carreira de vez é ter o hábito de incobrir a verdade por mentiras pequenas ou grandes” diz a psicóloga e Ph.D., Ann Kaiser Stearns.
3. Negatividade
Se lamentar, reclamar da vida (e dos outros) ou fofocar são péssimos hábitos que devem ser combatidos diariamente. “Todos estes levam ao mesmo resultado final: você se torna uma dor de cabeça para o seu chefe”, diz a presidente da TalentZoo, Amy Hoover. “Seu chefe é responsável por garantir que suas equipes estejam unidas e positivas. Os profissionais negativos são apontados como um “câncer” pela administração superior por uma boa razão: eles acabam contaminando todos os outros”, ressalta.
4. Atraso
Se diariamente você perde o horário, é possível que você esteja passando ao seu superior um descuido com a empresa, afirmou a consultora de negócios e carreira, Roxanne Peplow. “Então, ser pontual ou até chegar uns minutinhos mais cedo mostra que você é comprometido e que se preocupa com seu trabalho e o tempo de outras pessoas, também”.
5. E-mail corporativo
O tópico envolve os hábitos errados que os profissionais fazem no e-mail. Não respondem e-mails dos chefes e colegas de trabalho ou, se respondem, escrevem errado e com informalidade. “Você pode sair como rude ou inapropriado aos olhos de outros empregados e líderes”, afirma Brooks. Se você também demora para responder os e-mails ou até lê-los, você pode perder coisas importantes, como reuniões de última hora ou algum comunicado.
6. Vício em mídias sociais
Outro hábito que deixa o profissional mais perto da demissão é ser viciado em redes sociais. “Se você diz que entrar no Facebook umas 20 vezes por dia não interfere no seu trabalho, você está mentindo. Algumas empresas têm até tomado medidas de monitoramento ou bloqueio do uso das mídias sociais. Então, cuidado: passar muito tempo on-line pode lhe custar seu emprego”, ressalta Ann.
7. Linguagem corporal
Você revira os olhos com frequência? Você tem um aperto de mão fraco? Evita fazer contato visual? Esses hábitos podem assassinar, de vez, com sua carreira. “As pessoas devem entender que as ações falam mais alto que as palavras e a maioria da nossa comunicação é feita por sinais não-verbais”, diz Peplow. Colaboradores, gerentes ou clientes podem entender alguns de seus hábitos não-verbais como uma ofensa ou sem profissionalismo.
8. Desatenção
Se você sempre está no “mundo da lua”, pode deixar de avaliar a cultura do local de trabalho e se tornar ineficiente e limitado para seus colegas e chefes. “Não observar e entender a cultura da sua empresa leva a não se encaixar nela e isso pode criar uma diferença entre você e seus colegas”, observa Brooks.
9. Gramática pobre
Para Peplow, uma pessoa que abusa de gírias, não entende a liguagem formal e, constantemente, comete erros gramaticas é vista como ignorante. Lembre-se que você não está em casa ou reunido com seus amigos.
10. Síndrome do “lobo solitário”
Quem pensa que fazer social é errado e soa como falsidade, leve em consideração que você precisa saber se relacionar e ser sociável para continuar no seu emprego. “Embora a independência é boa em algumas situações ou quando a concentração é necessária, geralmente as pessoas precisam saber se comunicar se fazem parte de uma equipe de trabalho. Se você não é visto como um bom jogador, não terá apoio dos seus colegas quando surgirem problemas”, revela Brooks.
11. Birra
Se você perde a paciência facilmente com as pessoas ou situações e passa o resto do dia com o famoso “bico”, presume-se que você não é capaz de trabalhar sob pressão ou lidar com responsabilidade, observa Peplow. “Pratique técnicas de redução de estresse, como a meditação ou exercícios físicos e de respiração. Também, nunca traga problemas pessoais ao trabalho”.
12. Ineficiência
Esse não é um hábito, mas uma consequência de vários péssimos hábitos, como a desorganização, perda de tempo e falar muito. Todos eles podem ajudar a torná-lo um trabalhador incapaz de acabar ou realizar as próprias tarefas. “Você pode não se dar conta, mais muitos dos seus colegas estão lá para trabalhar e não para socializar. Eles podem não ser rudes com você, mas será por educação. Limite suas conversas a tempos espaçados, mantenha sua mesa organizada e não gaste tempo com tarefas não relacionadas com seu trabalho”, diz Hoover.
13. Falar sem pensar
Tente pensar antes de falar e não ao contrário. Você pode falar muitos assuntos inapropriados para um ambiente de trabalho, como os pessoais. Isso poderá prejudicar sua imagem e te deixar menos confiável.
14. Falta de educação
“As coisas mais importantes são o que nós aprendemos quando éramos pequenos”, lembra Peplow. Quando você pedir algo, diga “por favor” e logo depois agradeça. Quando se ausentar, peça “licença”. Se você não conhece alguém, se apresente. Peça perdão quando interromper alguém. “Boas maneiras são importantes e, acima de tudo, se você não tem algo bom a dizer, apenas não diga nada”.
segunda-feira, janeiro 21, 2013
BLOG DO GESTOR DE SEGURANÇA EMPRESARIAL: Biblioteca da segurança
BLOG DO GESTOR DE SEGURANÇA EMPRESARIAL: Biblioteca da segurança: http://www.bibliotecadeseguranca.com.br/ O objetivo da Biblioteca de Segurança é difundir o acervo impresso/digital relacionado ao tem...
sexta-feira, janeiro 11, 2013
Imagens de Bin Laden morto continuam perigosas, diz advogado dos EUA
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
DAVID INGRAM - Reuters
Vinte meses depois de as forças especiais dos EUA matarem Osama bin Laden, os Estados Unidos informaram na quinta-feira a um tribunal que ainda não estão dispostos a divulgar imagens do cadáver, pois isso pode gerar violência.
Uma corte federal de recursos ouviu argumentos em um processo sobre a necessidade de o governo divulgar imagens em seu poder, conforme a Lei de Liberdade de Informação, de 1966, relativa ao acesso dos cidadãos a certos documentos públicos.
O governo do presidente Barack Obama aponta uma exceção na lei, abrangendo documentos sigilosos por razão de defesa nacional.
"Elas serão usadas para inflamar as tensões. Serão usadas para inspirar ataque retaliatórios", disse o advogado do Departamento de Justiça, Robert Loeb, à Corte de Apelações do Circuito do Distrito de Columbia.
Distúrbios e outras formas de violência podem ameaçar os soldados norte-americanos e também civis no Afeganistão, segundo Loeb.
O governo possui 52 fotos ou vídeos da ação de maio de 2011 em que forças especiais dos EUA mataram Bin Laden após mais de uma década de buscas. As imagens mostram Bin Laden morto na sua casa, em Abbottabad, no Paquistão, e também o transporte do seu corpo para um navio militar dos EUA e o sepultamento em alto-mar, segundo o governo.
A decisão do tribunal de recursos deve levar alguns meses. Em abril, um juiz de instância inferior deu ganho de causa ao governo.
quinta-feira, janeiro 10, 2013
É O TEXTO QUE MUITA GENTE TINHA Q LER!!!
- Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
...Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade. ..
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.
- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.
- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira..
Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da
Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.
- O Brasil é um pais democrático.. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso? Pense !
O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto.... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?
Grande coisa...
O Brasil é o país do futuro.
Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram...
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar.
quinta-feira, dezembro 20, 2012
Governo vai dobrar forças na fronteira em 2013
LEONENCIO NOSSA / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
O governo federal vai reforçar a vigilância das fronteiras durante a Copa das Confederações, em junho. "O número de agentes deve ser maior do que o de uma operação comum. Não tenho número exato, mas, se a média é de 10 mil militares, poderemos ter 20 mil na Copa", disse ontem o ministro da Defesa, Celso Amorim, durante apresentação de resultados do Plano Estratégico de Fronteiras.
Amorim afirmou que a operação envolverá especialmente a área de inteligência das polícias e das Forças Armadas.
No evento com a presença do vice-presidente Michel Temer, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, elogiou o plano. "Se os resultados já são bons, acredito que até 2014 (quando o Brasil realizará a Copa do Mundo) serão excepcionais", afirmou.
Questionado sobre fragilidades, Cardozo apontou a extensão das fronteiras brasileiras como uma dificuldade. "A grande questão é o desafio que as fronteiras nos colocam. Os 16 mil quilômetros são realmente um grande desafio", disse.
Cardozo apresentou números que mostram aumento nas apreensões de drogas, armas, dinheiro ilícito e remédios. De junho de 2011 a novembro deste ano, a Operação Sentinela apreendeu 350 toneladas de drogas, volume 329,5% maior. A apreensão de dinheiro oriundo de atividades ilícitas chegou a R$ 10,7 milhão, uma quantia seis vezes maior que a apreendida no período anterior. Também foram apreendidos 7,5 mil veículos e 20 mil pessoas foram presas em flagrante. Foram apreendidas 2.235 armas na fronteira, número seis vezes maior do que o registrado antes da Sentinela.
Cardozo falou em "investimentos expressivos" e tentou derrubar a versão do governo paulista de que as facções criminosas são abastecidas com armas que entrariam ilegalmente no Brasil. "Das armas que são apreendidas nas cidades, 80% são armas legalizadas, que foram extraviadas", disse Cardozo. "O porcentual de armas contrabandeadas pelo crime é de 20%", afirmou.
Grandes Eventos - Onde estamos errando
Há três anos temos dedicado grande atenção ao estudo da Gestão de Multidão. Recentemente passamos a adotar o termo Gestão de Conforto e Segurança de Grande Público que é um nome longo mas que informa com mais clareza o nosso o objetivo.
Em nossas análises, vistorias, treinamentos e palestras temos observado que em geral as instalações novas ou recentemente construídas oferecem um bom nível de qualidade para a acomodação do público com o devido conforto e segurança. Há normas internacionais que orientam o projeto destas instalações e elas são satisfatórias.
Contudo, uma instalação boa por si só não é suficiente para garantir que o público tenha conforto e segurança. Além da infraestrutura física é necessário que outros quesitos sejam atendidos, em especial aqueles relativos a sinalização e qualificação da equipe de atendentes.
A sinalização deve informar, orientar e direcionar o público. A sinalização não é uma mera informação. Ela também tem o poder de formar e educar. Ela atua em conjunto com a equipe de assistentes e segurança. A sinalização e a equipe são elementos cuja combinação gera uma sinergia. Caso estes dois entes estejam desconectados há uma grande perda de esforços e abre-se uma possibilidade de haver problemas com a gestão do público.
Em geral temos observado que falhamos na sinalização e no suporte e monitoração do público. A mão de obra utilizada na organização de eventos é pouco qualificada e apresenta uma alta rotatividade. Os atendentes de público atuam nesta função de maneira provisória e temporária e consequentemente apresentam baixa qualificação.
Para o sucesso de um grande evento com milhares de pessoas não basta construir grandes arenas e estádios. Sem uma devida Gestão de Multidão o sucesso pode ficar comprometido
terça-feira, dezembro 18, 2012
O que impede o mundo de começar uma guerra mundial?
A dissuasão nuclear não pode servir da garantia absoluta contra novas guerras, salvaguardando a paz e prevenindo a guerra entre as grandes potências. Qual será o papel do fator nuclear na história contemporânea?
A impossibilidade de rechaçar um eventual golpe nuclear, por um lado, e a sua enorme força destruidora, por outro, fazem das armas nucleares um meio incontestável, cuja eficácia, contudo, pode ser posta em causa.
Um fator-chave da dissuasão nuclear não passa pela existência de uma carga superpotente mas antes pelo simples fato de um país ser possuidor de armas atômicas. A diferença entre uma bomba atômica levada por um bombardeiro e uma ogiva nuclear de um míssil balístico é simples: um ataque maciço de bombardeiros pode ser repelido, ao contrário de um golpe de mísseis balísticos intercontinentais.
O ceticismo nuclear se resume, no essencial, a dois postulados. O primeiro se refere à história da Segunda Guerra Mundial, quando os arsenais de armas químicas não desempenharam, em última análise, um papel de fator de dissuasão. O segundo postulado assenta no facto de a potência da carga nuclear não ter grande importância: a Humanidade aprendeu a demolir cidades sem o emprego da bomba atômica, mas isso não a salvou de guerras destruidoras.
Todavia, ambos os postulados baseiam-se em princípios errados. A arma nuclear tem a referência formal aos arsenais de armas químicas, que são igualmente classificadas como meios de extermínio em massa. A maior diferença passa pela capacidade de destruição e o período de ação. Durante os preparativos para a guerra química era muito duvidoso um efeito provável do emprego destas armas que, ainda por cima, pudesse causar uma resistência ainda maior da parte do adversário.
Entretanto, o principal fator destruidor da explosão nuclear não é a radiação e a consequente contaminação do terreno. As novas gerações de armas atômicas se destacam pela "pureza" cada vez maior. A maior parte das destruições causadas pela explosão nuclear é provocada pela onda de choque. Os cálculos relativos ao equivalente em TNT não adiantam quase nada - os enormes danos infligidos a Dresden e a Tóquio deveram-se ao emprego de uma quantidade de munições relativamente pequena - 2 000 toneladas. Mas o número de vitimas era equiparável às perdas humanas na sequência de bombardeamentos das cidade nipônicas de Hiroshima e Nagasaki. Todavia, as primeiras munições nucleares, com a potência de quase 15 Kt, nem sequer podem ser comparadas ao atual arsenal em posse das superpotências, baseado em blocos de combate com a potência igual a centenas de Kt.
Falando das consequências do emprego de armas atômicas, convém ter em conta o seu caráter súbito e inesperado. Os intervalos entre as incursões aéreas durante a Segunda Guerra Mundial deixavam margens de manobra, permitindo compensar em parte os prejuízos sofridos. Mas um golpe súbito com o emprego de centenas de munições atômicas potentes, cada uma das quais supera em dezenas de vezes os resultados dos maiores raides aéreos da Segunda Guerra Mundial, terá um enorme efeito demolidor, impossível de compensar.
No período de "guerra fria" supunha-se que para infligir derrota militar à URSS e causar a sua desintegração fossem necessárias 300 cargas de primeira geração, com a potência de 10 a 30 Kt. No entanto, o número insuficiente de tais munições tornava primeiro impossível tal golpe, enquanto as potencialidades dos caças soviéticos demonstradas na Coréia, acabaram por persuadir os EUA de ser extremamente baixa a probabilidade de atingirem êxitos por meio de bombardeiros convencionais.
A entrada em serviço dos primeiros mísseis nucleares nos EUA coincidiu com a invenção de tais armamentos na URSS. A crise caribenha (também conhecida como a crise dos mísseis de Cuba) veio gerar uma nova realidade. O Presidente Kennedy estava ciente de que os EUA poderiam aniquilar a União Soviética. Mas até um golpe de retaliação soviético menos potente poderia igualmente liquidar dezenas de milhões dos cidadãos norte-americanos. A impossibilidade de alcançar vitória na guerra nuclear, compreendida muito bem naquela altura, passou a constituir a base para a coexistência pacífica entre a URSS e os EUA.
Tal situação se mantém até hoje. Por mais avançado que seja o país, tanto maior será prejuízo resultante de um ataque nuclear. A compreensão da eficácia da dissuasão nuclear serve de melhor garantia da paz entre as superpotências que, contudo, desejam aperfeiçoar os meios de proteção disponíveis. O maior perigo decorrente da DAM não consiste em este ter chances reais de interceptar os mísseis, mas, antes de mais, no efeito psicológico. A sobrestima das suas potencialidades levou por diversas vezes à tomada de medidas aventureiras, susceptíveis a conseqüências nefastas, em que os culpados não serão julgados na ausência de árbitros.
A potência das armas atômicas e conseqüências do seu uso seriam, talvez, um argumento mais sólido a favor da renúncia à dissuasão nuclear, sobretudo, sob o pano de fundo de numerosas guerras locais. No entanto, o fator nuclear continua a dominar as mentalidades. Resta esperar que, num belo dia, a Humanidade invente um modo de preservar a paz universal muito mais eficiente do que a iminente ameaça de autodestruição.
Robôs-assassinos irão se revoltar contra a humanidade
Vem aí a revolta das máquinas e a humanidade deverá pensar como combater os robôs-assassinos.
Hoje, por toda a parte se utilizam robôs autônomos de combate, drones e sistemas automatizados de tiro. Os peritos militares alertaram a Voz da Rússia para os seus perigos.
A maioria das máquinas ao serviço dos homens está equipada com a função de piloto automático, o comando autônomo. Mas essa função ainda está ausente nos robôs de combate.
“Eis o exemplo da forma de "pensar" de um robô-assassino: se deslocar para o ponto com as coordenadas X e Y, localizar o alvo por radiação térmica, eliminar o alvo. Mas isso é o raciocínio de um robô. É terrível que ele não possa determinar o que se esconde por trás da radiação térmica. Pode ser tanto um soldado, como um rebelde ou um civil”, explica Noel Sharkey, Professor de Inteligência Artificial e Robótica da Universidade de Sheffield (Reino Unido).
Os militares e os cientistas continuam a aumentar a precisão dos sistemas automatizados de combate. Na opinião deles, os robôs-assassinos poderão reduzir a quantidade de soldados no campo de batalha, diminuindo dessa forma o número de baixas.
“Os cientistas criaram o drone Falcon HTV-2 que se encontra em fase de testes. Se trata de um avião completamente auto-comandado que pode desenvolver uma velocidade até 20000 km/h. Um piloto não pode comandar a essa velocidade porque ficaria simplesmente feito em bocados.”, conta Sharkey à Voz da Rússia.
O Ministério da Defesa dos EUA publicou um relatório sobre os sistemas automatizados de tiro no qual se falava das características das armas autônomas e semiautônomas. No fim do relatório, é apresentada a lista dos defeitos e das vulnerabilidades dessas armas. A lista era extensa e inclui aspetos tão importantes como a possibilidade de um ciberataque ao software, interferências no sinal de rádio, armadilhas de rádio-localização ou intercepção do sinal codificado para fins de pirataria informática.
“As tecnologias atualmente existentes são um passo no caminho da criação e utilização de máquinas-assassinas automatizadas sem controlo humano. Neste momento, os algoritmos da programação são tão complexos que os erros que o sistema apresenta às vezes não poderão ser corrigidos pelo homem. Uns sistemas interagem com outros sistemas e nós não conseguimos controlar essa ligação. Nós também não controlamos a reação de um sistema remoto ao sinal de um sistema que introduziu o erro”, refere os seus receios Avrum Gubrud, Doutor em Ciências Físico-Matemáticas, que está a desenvolver o Programa de Ciência e Segurança Global da Universidade de Princeton.
A organização internacional de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch, em conjunto com especialistas da Escola de Direito da Universidade de Harvard, publicou um relatório intitulado "Perda de humanidade: um caso contra os robôs-assassinos".
O relatório fala da necessidade de banir a utilização, fabrico e concepção de “robôs-assassinos” totalmente autônomos. Além disso, é necessário elaborar normas e leis de direito internacional que regulem a circulação de máquinas de combate no mundo de forma a evitar o seu fabrico descontrolado.
“Eu não acredito que os robôs, por muito que a sua inteligência artificial seja desenvolvida, se orientem pelas normas internacionais de proteção de civis durante as ações de combate. Nada os irá deter, eles não sentem absolutamente nada. Além disso, é difícil controlar as ações dos robôs-assassinos . Por outro lado, os seus atos não-controlados podem minar o princípio da dissuasão pela intimidação”, disse a perita em assuntos militares principal da Human Rights Watch Bonnie Docherty na sua entrevista à Voz da Rússia.
Neste momento, a maioria dos cientistas e investigadores apelam os construtores a não equipar os robôs com armas, mas sim a usá-los com fins pacíficos. Os peritos concordam que os robôs devem trabalhar nas áreas civis, como por exemplo na produção agrícola ou serem usados na medicina.
Nós temos de proibir o uso de máquinas-assassinas indomáveis. Nós temos de dirigir os robôs por um caminho pacífico, para que eles ajudem as pessoas em vez de matá-las. Pois até no campo de batalha há alturas em que o fator humano tem o papel decisivo, enquanto os robôs só podem imitar cegamente o comportamento humano, pelo menos agora
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