terça-feira, março 05, 2013

O Processo de Produção e Gestão de Segurança Patrimonial de Edificios Residenciais Verticais na Cidade de São Paulo

 

 
 
 
 
Katia Beatris Rovaron Moreira

Sinopse: Este estudo tem como objetivo discutir o processo de produção e gestão da segurança patrimonial de edifícios residenciais verticais na cidade de São Paulo. Busca-se examinar, as causas da fragilidade da segurança neste tipo de condomínio. São analisadas as principais questões que estão diretamente envolvidas com a segurança: a violência urbana; as características de projeto dos edifícios e a implantação no lote; o crescente individualismo e falta de convivência em comunidade; a ausência de legislação regulatória para a segurança patrimonial; a deficiência na aplicação de metodologias para os planos de segurança e a falta de aplicação de conceitos de segurança nos projetos arquitetônicos. Para o desenvolvimento da tese, são pesquisados os fatores ligados à violência urbana que desencadeiam a sensação de insegurança nos habitantes e o histórico da legislação edilícia e urbana de São Paulo, para analisar a relação desta com as características arquitetônicas dos edifícios e com a formação dos bairros inseguros. São realizadas pesquisas de campo, com o objetivo de compreender o ponto de vista dos moradores de condomínios em relação às medidas de segurança aplicadas nos edifícios. Além disso, entrevistas com os especialistas de segurança objetivaram verificar se há padronização na aplicação de metodologias e para descobrir quais são as dificuldades encontradas para a implementação dos planos de segurança. Finalizando o processo de pesquisa de campo, são entrevistados arquitetos que elaboram projetos de edifícios residenciais, para avaliar o grau de envolvimento deles com as questões de segurança. Na sequência, é explorada a conceituação de espaços seguros sugerida pelo CPTED (Crime Prevention Through Environmental Design ou Prevenção do Crime Através do Desenho Urbano), como forma de demonstrar que os projetos de segurança devem ser integrados à arquitetura não apenas por meio de medidas pontuais. Com o objetivo de analisar o desenvolvimento de planos de segurança em edifícios residenciais por meio de técnicas de avaliação de riscos, é estudada a aplicabilidade das normas brasileiras que tratam do assunto.

20 habilidades imprescindíveis a qualquer profissional

Conheça as 20 habilidades profissionais mais procuradas pelas grandes empresas atualmente.

Todos querem trabalhar numa excelente corporação. Todos querem estar nas "Melhores Empresas Para Se Trabalhar". O que nem todos captam, é que quem faz esta ou aquela empresa ser uma organização bem quista por todos, são as pessoas. São os funcionários, os capitais humanos que faz com que uma empresa cresça e se multiplique em seu nicho mercadológico. Logo, o que faz uma empresa ser melhor para se trabalhar é a própria pessoa que nela atua.

Várias pessoas têm conversado comigo, seja após minhas palestras, seja quando me contratam para ministrá-las, e me perguntam quais habilidades esses profissionais devem ter para fazer de qualquer organização, uma empresa melhor. Como estou sempre observando o ambiente onde me encontro, para identificar tendências e analisar como é o comportamento das pessoas, pude perceber quais são as necessidades das organizações, e quais são os profissionais que estão um passo a frente dos demais.

Procurei sintetizar o que observei para poder compartilhar com você um pouco dessas habilidades, que, creio, são imprescindíveis. Noto que essas habilidades fazem parte das pessoas que possuem um perfil empreendedor. Nas minhas palestras, costumo dizer que, se eu fizesse parte dos Recursos Humanos de uma empresa, somente contrataria uma pessoa que tivesse brilho nos olhos, uma "cara de orgasmo", ou seja, que fosse cheia de vitalidade, de energia, que não vê a hora de arregaçar as mangas e começar a fazer aquilo que ela tem de melhor, porque ela tem consciência do que pode agregar e o que pode fazer de diferente em seu ambiente profissional.


Além desse brilho único no olhar e da consciência da relevância que ela tem no que faz, eu destaco ainda outras habilidades:

1) Integridade e coerência. Revela a capacidade que o profissional tem de se relacionar. Faz com que as outras pessoas se comprometam e cooperem com ele. Para isso é preciso confiança dentro de uma organização, bem como potencializar alguns pontos do profissional: analisar as situações em que houve um descomprometimento com alguma tarefa; informar aos outros quando não irá poder cumprir com uma tarefa, para não perder sua credibilidade; aplicar os feedbacks em suas ações; reconhecer seus erros perante os demais; fazer um planejamento, como um fluxograma, dos compromissos adquiridos que devem ser cumpridos.

2) Flexibilidade. É a atitude para lidar com os imprevistos e contornar os momentos de crise. Para isso, tem que se “treinar” a improvisação. Mas como? Há alguns pontos que ajudam esse treinamento: reduzir o tempo que se emprega planejando uma tarefa; sempre que puder troque um trabalho que exige minuciosidade e morosidade por ações; trabalhe com equipes que contenham uma diversidade de pessoas, que vai te ajudar a aceitar que não existem verdades absolutas; crie o costume de pedir a opinião para toda sua equipe, e observe os vários pontos-de-vista para resolver um determinado problema; marque num papel os motivos que o levaram a determinar certa decisão, e se você os mantém ou não quando a situação muda de rumo.

3) Autoconfiança e autoconhecimento. Essas habilidades são importantes para você assumir riscos e ter segurança, são ótimas para o espírito empresarial, visando ser um líder e empreendedor. Para isso saia da sua zona de conforto e comece a ter uma visão mais ampla de até onde você pode chegar; marque num papel seus objetivos, circule os que já alcançou e sempre determine novos; fuja das pessoas muito protetoras e de superiores que não delegam tarefas, limitando sua capacidade; para melhorar seu autoconhecimento tente enxergar como as pessoas ao seu redor o vêem, ou procure um especialista no assunto, como um terapeuta, para melhorar suas capacidades pessoais.

4) Intuição. Deixar guiar-se pela sua intuição pode ajudar a livrar-se de um problema rapidamente, quando há escassez de tempo, e ajuda a melhorar sua capacidade de criação. Para isso é preciso aprender a pensar intuitivamente, como um “efeito helicóptero”, que significa ver as coisas de cima com uma certa distância; tente resolver um problema que pode até ser óbvio para os outros, e encontre mais de uma solução; quando tiver que explicar situações complexas, crie o hábito de simplificar as informações, identificando o ponto-chave para aqueles que concordam com a sua argumentação.

5) Capacidade crítica. Habilidade para analisar criticamente toda tarefa que lhe é delegada. Como se todo projeto ou trabalho seja feito com todos os prós e contras. Segundo os especialistas essa é uma das habilidades mais difíceis de se desenvolver, porém há algumas maneiras de exercitá-la: tente utilizar o lado mais racional do cérebro, evitando tomar decisões baseadas nas emoções; melhore sua capacidade de enxergar a realidade, analisando separadamente cada uma das partes que condicionam a solução de um problema, e peça a ajuda de outras pessoas para descobrir novos fatores que você não havia percebido; crie o hábito de marcar num papel qual o motivo lógico (racional) que o levou a chegar a determinada conclusão; discipline sua mente para criar todas as argumentações possíveis para defender suas idéias, sem se esquecer os detalhes como datas e investimentos.

6) Iniciativa. Serve para tornar as idéias boas em prática. É agir com velocidade e inovação. Para potencializar essa habilidade: ofereça ajuda para resolver situações difíceis e imprevisíveis; se tem tendência a evitar os riscos, passe a considerar os erros cometidos no passado como novas oportunidades para aprender; desenvolva atividades que estão coligadas à iniciativa como delegar tarefas, análise de custo-benefício; clarifique suas prioridades para colocá-las em prática.

7) Compreensão. Refere-se a compreensão e domínio da cultura da organização, otimizando o relacionamento de todos aqueles que trabalham, para ter um bom relacionamento com colegas, clientes e fornecedores. Para isso analise sua organização internamente, averigüe seu funcionamento e saiba dos obstáculos que possa vir a enfrentar; quando te anunciam um caminho, tente descobrir como as outras pessoas da organização reagirão em relação a esta nova meta.

8) Competitividade. Ter metas claras, não deter-se em chegar ao objetivo comum. Preocupar-se em realizar um excelente trabalho, ir além dos objetivos determinados por seus superiores, ter tendência a inovar e desfrutar coisas que antes não conseguia. Todos esses fatores referem-se a uma competitividade sadia, um passo para o sucesso. Esta habilidade está intimamente ligada às suas emoções e motivações pessoais. Questionar sobre seus objetivos e metas; sobre aquilo que realmente gosta de fazer e evitar rotinas de trabalho, sempre inovando, é um modo de potencializar essa habilidade.

9) Visão no cliente. Descobrir os desejos ocultos do outro, investir tempo sobre as necessidades das outras pessoas e clientes, enfim, detectar aquilo que satisfaz o cliente. Para potencializar essa habilidade: controle suas emoções e tenha flexibilidade para relacionar-se com os diversos tipos de pessoas; quando tem que lidar com clientes que não são muito claros naquilo que desejam, aprenda a questioná-los, para detectar sua real necessidade e desejos; tente manter-se sempre disponível para o cliente; seja simpático; desenvolva um histórico de pedidos de todos os seus clientes, para que quando eles entrarem em contato, você possa otimizar a comunicação.

10) Compreensão interpessoal e empatia. Ter sensibilidade para lidar com todos, satisfazer aos demais, tornar-se o líder do grupo graças a sua empatia. Esta é a habilidade chave, principalmente para aqueles que lidam diretamente com o atendimento ao cliente e profissionais na área de prestação de serviços, pois cabe a esses profissionais identificar com empatia aquilo que seus clientes realmente necessitam. Na verdade, a empatia se desenvolve com a prática, primeiro conscientemente (tomando notas do que o outro diz, escutando dúvidas e necessidades), e depois convertendo isso num hábito diário.

11) Capacidade de liderança. É a capacidade natural dos outros seguirem a você. Se você tem facilidade em motivar seus colegas de trabalho, e eles sempre pedem a sua opinião para tomar decisões importantes, você já tem essa capacidade dentro de si. Fazer com que os superiores também te sigam é uma boa proposta. Para pontecializar ainda mais essa capacidade, dedique uma parte do seu tempo para escutar os demais da equipe, conhecer os problemas pelos quais estão passando e deixar claro que eles podem confiar em você para alcançarem suas metas; tente ganhar o respeito dos demais por meio de suas atitudes, trabalhando com coerência e dando sempre o bom exemplo.

12) Persuasão. Influenciar e persuadir os demais para alcançar os objetivos propostos é uma habilidade muito poderosa. Alguns têm um inexplicável magnetismo com os outros membros da equipe, para que eles dêem o melhor de si. Mas, para conseguir ganhar mais capacidade de persuasão, há algumas dicas: melhore sua capacidade de comunicação e a maneira de por no papel o planejamento das metas; seja coerente em tudo o que diz ou faz, pois é a segurança de sua credibilidade, e assim poderá fazer com que os outros te sigam. Apenas não confunda essa poderosa habilidade de persuadir com a de manipular as pessoas, pois nesse caso essa capacidade deixa de trazer benefícios profissionais para você.

13) Relacionamentos/Pessoas. Manter relações de longo prazo com os colegas de trabalho fora do ambiente profissional; dominar as habilidades interpessoais importantes, como escutar os outros; trabalhar orientando-se nas pessoas e não nas tarefas. Essas e outras atitudes pertencem a uma habilidade muito valiosa e bem requisitada no meio corporativo pelas grandes empresas: a capacidade de relacionamento interpessoal. Para aprimorar essa habilidade: compartilhe com os demais seus assuntos pessoais; escolha pessoas que mais têm afinidade contigo, e estabeleça uma relação de confiança dentro e fora do ambiente de trabalho; trate cada um de forma personalizada; amplie sua rede de relacionamentos, entrando em contato com pessoas novas em reuniões, por exemplo.

14) Coaching. A palavra coach em português significa treinador, mentor. Quem tem a habilidade de “coaching” é aquela pessoa capaz de observar o trabalho em equipe e identificar quais os indivíduos são mais adequados para executar determinada tarefa; consegue abranger as necessidades pessoais de cada um com as necessidades da empresa como um todo e se preocupa para que toda equipe se desenvolva e cresça profissionalmente. Para aprimorar sua capacidade de coach, é preciso primeiramente se espelhar em um outro coach, que te ajude a identificar suas próprias fortalezas, e fazer com que você desenvolva-se profissionalmente, cada vez mais.

15) Trabalho em equipe. Se sentir bem em estar colaborando com todas as pessoas, em que elas também lhe digam o que deve fazer; escutar e respeitar as opiniões alheias diversas das suas; preferir trabalhar em conjunto para alcançar um objetivo comum a trabalhar sozinho para almejar por metas individuais. Essas são atitudes daqueles que possuem essa brilhante capacidade de trabalhar em equipe. Aprender a aceitar críticas; aprender a delegar tarefas; pedir opiniões para os demais e eliminar as barreiras formais em situações rotineiras são formas de você pontecializar mais essa habilidade.

16) Visão do negócio. Para aqueles que se preocupam em estar sempre atualizados; têm a própria opinião sobre em qual lugar está sua organização e para onde ela irá caminhar e é capaz de prever as conseqüências das suas decisões antes que elas virem um problema. Essas são as características de quem já possui essa habilidade, de aguçar seu faro para um todo. Para pontecializar ou começar a treiná-la: desenvolva seu lado e sua curiosidade intelectual, acostumando-se a ler livros, revistas e jornais periódicos; dedique uma parte do seu tempo para planejar, analisar e estabelecer prioridades na sua área de atuação; para prever possíveis conseqüências no futuro, passe a analisar a realidade do mercado em longo prazo, contrastando dados do passado com dados do presente.

17) Autocontrole das emoções. Controlar as situações difíceis e ter capacidade para suportar com naturalidade as situações de máximo estresse. Essas são algumas das características das pessoas que possuem essa habilidade. Para otimizar o controle das suas emoções, ou começar a ter essa habilidade: tome as decisões importantes em momentos de lucidez e não quando você estiver de mal-humor; aprenda a frear as reações negativas, contar até 10 já começa a resolver, ou peça para que alguém te ajude a se controlar; pare para respirar se necessário; potencialize sua habilidade interpessoal com os demais, assim você entenderá os pontos-de-vista dos outros, o que lhe ajudará a compreender melhor suas reações negativas em alguns momentos.

18) Comunicação e negociação. Aqueles que têm a capacidade para iniciar conversas com todos os tipos de pessoas e que, quando explicam assuntos complexos aos demais, conseguem fazer com que eles captem a mensagem logo em seguida. Essas são características das pessoas que possuem a habilidade da comunicação e negociação em evidência. Para otimizar ainda mais essa habilidade: use o feedback para descobrir quais são os obstáculos que te limitam quando se comunica com os demais; para evitar mal-entendidos, use sempre expressões como “ajude-me a...”, assim você consegue negociar e delegar tarefas aos demais.

19) Agilidade para tomar decisões. Não deixe que uma análise excessiva dos fatos faça com que você não tome decisões, te paralise. Essa habilidade se encaixa perfeitamente nas áreas em que se exijam resultados imediatos e decisões estratégicas, sem perder tempo em longas reuniões. Para otimizar: sempre analise todas as informações possíveis antes de tomar uma decisão, evite agir sob pressão; crie o hábito de anotar como você resolve os problemas mais complexos, assim quando tiver que tomar uma decisão difícil, já saberá como resolvê-los.

20) Aprendizado e desenvolvimento pessoal. Aqueles que estão dispostos a iniciar novas tarefas e buscar novos enfoques ou novos modos de fazer as coisas; sentem-se mais motivados com o desenvolvimento pessoal do que com as recompensas materiais que possam vir a ter. Essas são algumas das características que essa habilidade influi. Para otimizar ainda mais ou desenvolver essa habilidade: tente melhorar sua autocrítica com os feedbacks, pois, com eles os outros lhe informam o que está indo bem e mal com você. Se você for capaz de assumir suas críticas e erros será capaz de desenvolver qualquer aprendizado.

 

Leila Navarro
Há mais de 10 anos no mercado de palestras, Leila Navarro conquistou sólida carreira no Brasil e no exterior. Suas palestras já foram assistidas na Espanha, Chile, Uruguai, Paraná, Japão, México, Angola e Portugal. Nos últimos anos tem feito apresentações anuais no Japão e trimestrais na Espanha e Portugal. No Brasil, segundo a Revista Veja, integra o ranking dos 20 mais notáveis palestrantes brasileiros e já ganhou por duas vezes o prêmio dos 100 melhores fornecedores de RH – Categoria palestrante do ano (2005 e 2009).
Autora de treze livros, entre eles, "Talento para ser Feliz", "Talento a prova de crise", "Confiança, a chave para o sucesso pessoal e empresarial" e "Confiança, o diferencial do líder", os dois últimos desenvolvido a quatro mãos com o consultor espanhol José María Gasalla, Leila Navarro mantém como base da sua carreira a inovação, a confiança, a sustentabilidade, o comprometimento e a capacidade de manter todos esses quesitos em altos níveis de satisfação e felicidade
 

LIDERANÇA É UMA ARTE.


EVENTO PLANEJA DEFESA, SEGURANÇA E INTELIGÊNCIA PARA GRANDES EVENTOS

EVENTO PLANEJA DEFESA, SEGURANÇA E INTELIGÊNCIA PARA GRANDES EVENTOS
 
Reunião consolidou o calendário de capacitações, estágios, treinamentos e ensaios conjuntos
 
O Comando Militar do Planalto promoveu, em 28 de fevereiro, a 1ª Reunião entre os eixos Defesa, Segurança e Inteligência que atuarão na Copa das Confederações de 2013 e no Mundial de 2014.
O Comando Militar do Planalto será responsável pela coordenação das ações de defesa associadas a estes dois grandes eventos, coordenando as ações das Forças Armadas para garantir a tranquilidade nas competições.
No eixo Defesa, as ações serão desdobradas em Contraterrorismo, Comando e Controle, Defesa Aeroespacial, Defesa da Área Fluvial, Defesa Cibernética, Defesa de Estruturas Estratégicas, Emprego de Helicópteros, Fiscalização de Explosivos, Forças de Contingência e Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear.
Em Brasília, o eixo Segurança será coordenado pela Comissão Distrital de Segurança Pública e Defesa Civil para Grandes Eventos e o eixo Inteligência, pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).
Na reunião, as diretrizes do eixo Defesa foram apresentadas pelo Comandante Militar do Planalto e Coordenador de Defesa de Área (CDA), General de Divisão Gerson Menandro Garcia de Freitas.
No evento também foi consolidado o calendário de capacitações, estágios, treinamentos e ensaios conjuntos, em cenário de operações inter agências.
 
Cerca de 150 agentes civis e militares de diversos Órgãos de Segurança Pública e de agências públicas do Distrito Federal participaram do encontro, que ocorreu no Batalhão da Guarda Presidencial (BGP).


Fonte: Comando Militar do Planalto

segunda-feira, março 04, 2013

A carta do (agora ex) CEO do Groupon: por que é tão difícil assumir os erros?

Ao brincar com a própria demissão, Andrew Mason demonstrou mais do que bom-humor: revelou que reconhecer os erros é a melhor maneira de ser bem-sucedido
 
Que mal tem em reconhecer os próprios erros, pelo menos de vez em quando?
 

A cultura corporativa predominante no Brasil determina que o erro, falha, engano ou apenas eventuais maus resultados devem ser expulsos da empresa e enterrados com sal grosso. Profissionais que erram não são adequados para o trabalho, não se encaixam nos objetivos, são fracassados, trabalham pouco ou são incompetentes (ou tudo isso junto)… Quem erra ou se envolve em algum erro relacionado à sua atividade profissional pode não ter uma segunda chance. A própria pessoa se convence de que é um erro em si. Daí para uma crise de depressão e insatisfação com a própria carreira basta um passo.
Na edição nº 18 da Revista Administradores, me prontifiquei a escrever sobre o fracasso. Uma matéria mais curta do que eu gostaria, mas na qual procurei mostrar que o erro pode ser o início de uma grande experiência - não só no nível pessoal, mas também para as empresas (que nada mais são do que pessoas trabalhando por um objetivo comum). Entre os exemplos, citei o case da Starbucks, que conseguiu se recuperar recentemente de uma série de resultados desastrosos.
Se eu fosse escrever a mesma reportagem hoje, não deixaria de fora a carta de Andrew Mason. Fundador do serviço de compras coletivas Groupon, ele foi demitido esta semana pelo conselho da companhia do cargo de Chief Executive Officer (CEO) da mesma empresa. Ao invés de dar desculpas ou lamentar a postura dos seus pares, ele não só reconheceu onde errou, como também motivou os funcionários (para os quais a carta foi dirigida) a continuarem construindo a história do Groupon; e ainda ironizou a postura de quem se esquiva de assumir a responsabilidade pelo fracasso.
 
"Após quatro anos e meio intensos e maravilhosos como CEO do Groupon, eu decidi passar mais tempo com minha família. Estou brincando - fui demitido hoje", declarou. Perdi a conta de quantos empresários e políticos decidiram "se dedicar à família" depois de sofrer algum tipo de pressão conjuntural. Me atrevo a fazer uma generalização empírica: todas as pessoas tendem a fazer de tudo para não serem apontadas como "culpadas" pelo erro, inclusive mentir, tergiversar, enrolar ou apontar outros culpados - inclusive colegas de trabalho. Muitas vezes a chefia carrasca não ajuda, mas é rápida em abrir o alçapão da forca. E para mudar esse comportamento, agir ao contrário do que a própria intuição diz, é preciso muita maturidade.
 
No sentido de mudar essa cultura, Mason deu o melhor dos exemplos como líder (desse cargo ele não pode ser demitido): "vocês estão fazendo coisas fantásticas no Groupon, e vocês merecem que o mundo lá fora lhes deem uma segunda chance. Um novo CEO irá garantir a vocês essa segunda chance. O conselho está alinhado por trás da estratégia que nós compartilhamos durante os últimos meses, e eu nunca vi vocês trabalhando juntos tão eficientemente como uma companhia global [como agora] - é hora de dar ao Groupon uma válvula de escape ao barulho da opinião pública", escreveu.
 
Não há dúvidas de que o Groupon revolucionou o varejo e a prática de descontos, influenciando vários outros serviços a fazerem o mesmo e inspirando diferentes modelos de negócios. Mas, nos últimos anos, a "febre das compras coletivas" começou a arrefecer; os descontos oferecidos estão menores do que antes e os varejistas e consumidores não estão mais tão encantados com as ofertas como antes. Segundo a Forbes, Mason foi demitido "após uma longa série e passos em falso e chances perdidas de dar um novo direcionamento à companhia".
O tom de apoio ao trabalho dos colaboradores foi fundamental para o ex-CEO: o Groupon vinha executando demissões sistemáticas em massa. No último semestre de 2012, 648 funcionários foram mandados embora, a companhia viu o seu fluxo de caixa ser reduzido de US$ 64 milhões para US$ 42 milhões e o preço das ações chegou a valer US$ 3,85 - na época da IPO valiam US$ 20. Hoje está em torno de US$ 4,83, com alta de 12% após a demissão do CEO. Uma dose de motivação para os trabalhadores, junto com a postura do líder de assumir todas as consequências pelos erros e parar de reverter os maus resultados em demissões, certamente fará a diferença para o Groupon em um futuro próximo.
 
"Se há um pedaço de sabedoria que este simples peregrino gostaria de transmitir para vocês é: tenham coragem de começar com o cliente. Meus maiores arrependimentos são os momentos que deixei que os dados substituíssem minha intuição sobre o que seria o melhor para os nossos clientes. Essa mudança na liderança dá a vocês um pouco de fôlego para quebrar velhos hábitos e entregar felicidade sustentável aos consumidores - não percam essa oportunidade", concluiu.
 
Andrew Mason ganhou meu respeito. Gostaria de ver mais líderes abandonando o patronalismo e agindo dessa maneira, e mais colaboradores assumindo as responsabilidades em vez de apontar o dedo para os colegas. Gostaria, sobretudo, de agir desse mesmo jeito se alguma bomba eventualmente estourar nas minhas mãos.
 
Eber Freitas
Jornalista formado em Comunicação Social pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB); estudante de Biblioteconomia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Controles Internos + TI + Jurídico

Como todo relacionamento, o contato entre as áreas de Controles Internos (Auditoria e Compliance), Tecnologia da Informação (TI) e Jurídico sempre gera certos conflitos, mesmo porque, são pontos de vista diferentes, porém como o Objetivo é sempre único, os resultados que são gerados de trabalhos desenvolvidos com a parceria das três áreas é sempre o melhor, seja do desenvolvimento de um Sistema Integrado para toda a Empresa, Grupo ou Instituição ou mesmo até na revisão de processos em quaisquer que sejam as áreas.
Como o passar dos anos e os desenvolvimentos tecnológicos percebemos que as tarefas e processos são cada vez mais automatizados, sejam por equipamentos, sistemas ou uso de ambos, porém somente com a integração dessas áreas as empresas conseguem o resultado desejado.
A exemplo do desenvolvimento de complexos sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning) onde as informações de clientes e fornecedores são compartilhadas dentre as mais variadas áreas de uma empresa, precisamos sempre que as referidas áreas realizem várias reuniões entre si e com as outras áreas para que além de estruturar o sistema para que o mesmo atenda a toda a empresa ele também esteja de acordo com as Normas Internas, Leis (no que diz respeito o uso de informações) seja um sistema rápido e seguro.
 
O que percebemos é a existência da seguinte fórmula:
 
Resultado = Segurança + Agilidade + Qualidade
 
Tal fórmula é uma realidade em qualquer tarefa, pois na falha de um dos itens da operação o Resultado não é o desejado, podendo assim acarretar a perdas tangíveis e intangíveis.
As perdas que podemos chamar de tangíveis estão relacionadas a processos lentos, falhas operacionais, falta de informação ou mesmo descontrole de acesso sobre a mesma informação e até mesmo fraudes.
 
Já como perda intangível podemos mencionar os danos a imagem da empresa, danos estes que podem ser devastadores e colocar em risco toda uma trajetória de sucesso, pois dependendo do problema gerado seu cliente (interno ou externo) ou mesmo fornecedor pode colocar em dúvida a confiabilidade e credibilidade de sua operação, gerando assim perdas incalculáveis.
 
É então, por estes motivos que a troca de informações das referidas áreas deve ser cada vez mais sólida, gerando transparência em todas as tomadas de decisão, pois em qualquer que seja o momento no desenvolvimento de um projeto, uma ação incorreta ou mesmo a falta de determinada ação pode colocar em risco todo o projeto, o que irá gerar mais e mais manutenções, estas sendo por si só perdas a empresa.

Autor: Gilberto Quintanilha Júnior - Especialista em Prevenção de Perdas com vasta experiência em grandes varejistas brasileiros. Autor de diversos artigos sobre o assunto.

terça-feira, fevereiro 26, 2013

Já viu esse vídeo?

 
Oscar Filho   no  Google +
 
 



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VALE A PENA LER!


No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

- Quantos rins nós temos?

- Quatro! Responde o aluno.

- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.

- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala, ordena o professor a seu auxiliar.

- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'.

Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus.
 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

Moral da História:

A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.

Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se  acham no direito de subestimar os outros...

E haja capim!!!

Já viu esse vídeo?

 
 
Esse documentário começou a ser filmado um ano atrás, de forma independente


http://vimeo.com/paebiru/dominiopublico

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

Serviços de Gestão de Grande Público

Para organizadores e promotores de eventos com grande público o CERNE oferece:

  • Serviço de apoio para planejamento da movimentação e gestão do público, focando conforto e segurança.
  • Avaliação do processo de evacuação através de software de simulação.
  • Avaliação da capacidade da instalação, assim como avaliamos a adequação das instalações físicas incluindo as rotas de entrada e saída, de emergência e postos de serviço (bares, banheiros, etc.).
  • Capacitação para gestores, atendentes e seguranças na gestão de multidão.

PS: Em março de 2013 estaremos oferecendo a VIII Turma de Gestão de Grande Público / Crowd Management. Vide o link:
http://gerisco.blogspot.com.br/2013/02/crowd-management-turma-viii.html


Análise da Segurança privada- Gestão 2012

 Por: Teanes Carlos Santos Silva

Os profissionais costumam não criticar as ocorrências, especialmente, quando não foi possível interagir diretamente no local, porém, tem uma corrente que entende que alguns roubos às bases de empresas especializadas na segurança privada, ocorreram por falha de procedimentos, combinado com falha de tecnologia. Da mesma forma, os roubos em tomadores desses serviços. Estes roubos são recorrentes nos finais de semana, feriados e nos turnos noturnos, justamente em períodos com menor poder ofensivo e defensivo, haja vista ter efetivo e contingências menores.

Qual seria, então, a direção ou remodelagem estratégica?
Qual o papel da gestão de segurança empresarial nesse enfoque?

Normalmente as falhas nos protocolos, nas ações ou na tecnologia, podem e devem ser detectadas nos treinamentos e simulados, e dessa forma corrigido. Tudo pronto? Não, este ciclo deve ser repetido quantas vezes forem necessárias, e é claro, conforme metodologia estabelecida previamente pelo gestor responsável.

Mas, não ocorrendo o treinamento adequado e simulado, resta ao executor decidir na hora, a melhor coisa fazer. Daí ganha força a questão: Fazer a coisa certa ou seguir o protocolo, procedimento, instrução de trabalho, manual de segurança, entre outros processos?

Suposição: Caso um vigilante chegasse à portaria, rendido e sendo ameaçado de morte, a porta deve se aberta? E se ao invés do vigilante, for o gerente de RH ou diretor de operações, a porta será aberta?

As tecnologias estão aí, para agregar, é verdade, porém a um custo e estratégia que devem ser melhor analisados. Sabe-se que, tecnicamente, tecnologia e homen devem correr paralelamente, porém, o que se vê, é o avanço da tecnologia x redução do homem.

Em um shopping de São Paulo, isto foi percebido pós-roubo. No decorrer das análises, constatou-se a existência de grande volume de câmeras, centrais de alarmes, entre outros, em uma célula não blindada; no entanto, pequenos números de operadores e pior, sem o treinamento adequado, razão pela qual, houve demora em gerar os alertas necessários.

Situação semelhante ocorreu em uma grande operadora logística, instalada na zona oeste Paulistana, onde as forças físicas eram incompatíveis com o número de docas, portarias, acessos internos e volume de pessoas envolvidas nas operações e circulando internamente. Esta foi a razão de uma abordagem fora de tempo e mal sucedida. Dada a corrida que fez, em função da distância e buscando ser ágil, o vigilante abordou as pessoas na doca errada e consequentemente no veículo errado, perdendo assim a oportunidade do flagrante, visualizado pelo operador do CFTV; e pior, demonstrou a fragilidade da segurança, gerando insegurança e instabilidade interna.


Claro que os profissionais têm buscado o conhecimento por meio de workshops, congressos, conferências, encontros, entre outras modalidades, mas:

1) Como foi avaliado o conteúdo e expertise do docente?

2) Houve avaliação antes da participação e pós-participação ao evento?

3) Estes eventos realmente trazem ganho de conhecimento?

4) O conteúdo do evento está dentro do planejamento de desenvolvimento profissional ou a participação é por modismo?

5) O aprendizado foi compartilhado com a equipe e disseminado em treinamentos dentro da empresa?

No campo acadêmico, entendo que nos cursos de Administração, deve existir uma grade abordando o tema como área de conhecimento (“Segurança Empresarial”) e, diante disso, desmistificar essa área e esclarecer o seu papel e a sua importância dentro contexto do negócio ou ambiente empresarial.

Do mesmo modo, nos cursos de especialização, como Pós Graduação e MBA, deve ser inserida uma grade sobre Segurança Empresarial.

Nessa grade, recomendo conter, no mínimo, os temas sobre Gestão de Riscos, Continuidade de Negócios, Prevenção de Perdas, Regulação e normatização do setor, Governança, Compliance e, especialmente, as características e competências do administrador de Segurança Privada e certificações do mercado disponíveis a este profissional.

A gestão de segurança empresarial deve alinhar e integrar continuamente processos, pessoas, tecnologias, treinamentos e auditorias, visando a mitigação permanente dos riscos, prevenção de perdas e continuidade do negócio.

Nessa linha, vejam que exemplos interessantes:

1) Uma operadora logística com matriz em São Paulo-SP, de alcance Nacional, tem um manual de segurança corporativo. Contudo, cada unidade faz do seu jeito e vivem tentado inventar a roda. As lições não são compartilhadas e, com isso, as soluções demoram a chegar. Dessa forma, não se sabe se as falhas são realmente corrigidas e se há prevenção.

2) Em outro caso, com base no Estado do RJ, uma operadora logística, também com abrangência Nacional, não tem manual de segurança corporativo, as unidades não trocam informações e experiências; contudo, existe uma estatística que demonstra baixa ocorrência de furto, roubo, desvios e perdas.

3) Ainda na área de operação logística, outra operadora com filiais pelo Brasil, tem manual de segurança corporativo e todas as filias são auditadas, evidenciando o cumprimento; porém, apresenta estatísticas que demonstram taxas altas de roubos, furtos, desvios internos e perdas.

Atuar com segurança empresarial, corporativamente ou localmente, deve ser uma decisão de planejamento estratégico da alta direção, visando a integração com governança, gestão de riscos e compliance, em busca de bons resultados e sustentabilidade do negócio.

Diante do exposto acima, reitero a necessidade de tomarmos uma ação no tema “Normatização do Setor”; isto é, devemos buscar junto ao órgão competente, ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, a criação de uma norma, de forma a termos parâmetros mínimos aceitáveis de proteção e gestão de segurança empresarial. Obviamente que não é um trabalho fácil e simples, contudo, necessário, pertinente e relevante na busca de uma valorização do segmento. Claro que em termos de Regulação de atividade, o estatuto da segurança privada, que está no forno, fará seu papel. Aqui vejo alguns caminhos:

1) Como primeiro passo, e através de associações e sindicatos (seja do patronal ou do empregador), em uma espécie de força tarefa, elaborar guias com requisitos e diretrizes;

2) ) No segundo passo, com apoio ou norteado por órgão competente, a ABNT, criar uma Norma de diretrizes, sem fins de certificação, cujo objetivo será fornecer as orientações para todos os tipos de organizações, independentemente do porte, tipo de negócio ou localização, criando assim o SGSE - Sistema de Gestão de Segurança Empresarial, inserindo no contexto da empresa esta cultura;
3) No segundo passo, cria-se uma Norma estruturada em requisitos verificáveis, visando a auditoria de terceira parte;
4) Também é uma alternativa, a construção de ambas paralelamente e simultaneamente;

Obviamente que as normas como Segurança na Cadeia Logística, Gestão de Riscos, Continuidade de Negócios, Segurança da Informação, técnicas consagradas de Prevenção de Perdas, entre outras, devem ser referenciadas e alguns temas totalmente considerados.

Falando em normatização, não posso deixar de mencionar os lançamentos de normas, como:

1. ABNT NBR ISO/IEC 31010:2012, Gestão de Riscos – Técnicas para o processo de avaliação de riscos, norma válida desde maio/2012;

2. ABNT NBR 16001:2012, Responsabilidade Social – Sistema de Gestão, Requisitos, norma válida desde agosto/2012;

3. Adicionado em 17/10/2012, para consulta nacional, o Projeto 97:000.00-004/1 - Sistemas de gestão de segurança para a cadeia logística - Guia para implantação da ABNT NBR ISO 28000 - Parte 1: Princípios gerais, referente ao ABNT/CEE-97 Gestão de Segurança para Cadeia Logística;

4. ABNT NBR ISO/IEC 27007:2012, Diretrizes para Auditoria de Sistemas de Gestão da Segurança da Informação, válida desde Julho/2012;

5. ABNT NBR ISO/IEC 27005:2011, Gestão de Riscos de Segurança da Informação, válida desde dezembro/2011;

6. ABNT NBR ISO 21500:2012, Orientações para Gerenciamento de Projetos, válida desde outubro/2012.


As normas, desde que bem utilizadas, norteiam os caminhos dos gestores na busca de práticas e métodos, visando implantar um sistema de gestão moderno e usual.

A mídia segmentada deveria ser premiada, e da mesma forma premiar os melhores artigos e melhores trabalhos acadêmicos; e igual tarefa deve ter as entidades associativas do gestor de Segurança.

Alguns livros foram publicados, tanto para segurança da informação quanto gestão de segurança e gestão de riscos; contudo, não são apontados pelos meios de comunicação e divulgação do setor os mais vendidos ou os mais lidos. Aliás, quem se interessa por isso?

Falar em apontar é pensar em ranque, que na segurança privada é tema raro de se ver. Entendo que se devem ranquear as melhores empresas e categorizá-las, de forma que o usuário desses serviços tenha um parâmetro, igualmente como ocorre em outros segmentos de negócios.

Vimos também que o transporte de cargas valiosas evoluiu, no sentido de mitigar riscos, passando a utilizar veículos blindados com alta tecnologia embarcada, para transportar desde remédios até obras de arte, entre outros materiais de alto valor agregado, a custos acessíveis e compatíveis, comparativamente à utilização de veículo comum com escolta e demais aparatos tecnológicos.

Portanto, é necessário planejar a segurança privada, para que não haja desmantelamento, a exemplo dos estacionamentos; ou seja, apesar da frota de veículos ter dobrado nos últimos 10 anos o número de vagas não acompanhou o crescimento e está longe disso. Aliás, está longe de ter uma solução amigável e, dessa forma, fica claro, que o setor não percebeu a movimentação e tendência do próprio negócio.

Embora o CRA tenha admitido os tecnólogos, concluintes dos cursos de gestão de segurança empresarial, entre outros, não há notícias e indicativos de fiscalização sobre o exercício da profissão de “Administrador de Segurança Privada”.

O movimento de aculturamento de Security é lento e tímido em termos de Brasil, especialmente no que diz respeito ao apoio da alta gestão. Assim, e nesse sentido, qual é o motivo para a falta de apoio?

Na
segurança da informação, os assuntos evoluíram, principalmente a gestão de riscos em TIC, onde alguns temas são vedetes e necessitam de entendimento e atenção do gestor de Security, tais como Cloud, Mobile, Redes Sociais e Consumerização, visando contribuir na mitigação dos riscos enfrentados pelas organizações.

No campo da Responsabilidade Social Empresarial, pouco se vê em termos de participação significativa da Segurança; e, como exemplo dessa falta de posicionamento, temos no mercado, prestadores que não pagam horas extras, descontam os uniformes que desgastam em função da atividade e da má qualidade, e ainda cobram do vigilante o valor da reciclagem. Bem como, descontam o dia destinado ao curso e atrasam o pagamento da FT. Porém, o paradoxo é interessante, pois alguns têm declarado nos valores o seguinte: respeito às pessoas, valorização do desenvolvimento pessoal e profissional, transparência, honestidade, seriedade e etc.

Tratando a matéria prima (vigilantes) dessa forma, como esperar que o segmento seja considerado sustentável?

No ramo de escolta armada, em terras do nosso Brasil, o que se percebe é um trabalho feito com viaturas inadequadas e até mesmo velhas que, somado a alguns casos específicos de alta periculosidade em determinadas localidades, o risco a que os vigilantes são expostos é desumano. A fiscalização quase não acontece durante a escolta e o número de denúncias recebidas pelas empresas contratantes e órgãos de fiscalização é baixo. Afinal, todos precisam trabalhar.

Sou militante e defensor da utilização de profissional dedicado à gestão de segurança empresarial nas corporações. Contudo, o que se oberva é o profissional de facilites e segurança do trabalho desenvolvendo (e até mesmo coordenando) atividades de security com a maior naturalidade; e, também, há casos de terceirização pelas empresas de vigilância e consultoria.
Vejo algumas questões preocupantes nesse modelo adotado:

1. Como fica a questão da imparcialidade diante da fiscalização, investigação e auditoria, frente aos serviços prestados?

2. Como fica o desvio de função do técnico de segurança do trabalho?

3. Como fica o desempenho e especialização do profissional que desenvolve muitas atividades, dentro de uma área sensível como a segurança empresarial?

4. Será que a atuação de profissionais não dedicados está limitada apenas à segurança patrimonial (vigilância)? Caso positivo, quem cuida dos demais braços da segurança empresarial?


No campo dos cursos de formação, como está sendo avaliada a qualidade deles e quem os tem avaliado, dentro de um ponto de vista imparcial? Questiono, pois, com a falta de mão de obra, o mercado está recebendo novos vigilantes com baixa formação.

Este artigo foi concebido para auxiliar na análise retrospectiva da gestão da Segurança Privada em 2012. E observo que foi um desafio interessante, tendo em vista que o ano foi repleto de desgraças com os atentados à Segurança Pública, que ceifaram a vida de policiais e elevaram a sensação de insegurança das pessoas. Mas, estejam certos de que este assunto também faz parte desta retrospectiva, pois este tipo de crime e a insegurança estão, também, às portas da Segurança Privada. Assim, julgo, particularmente, que foi necessária a ênfase imposta a alguns dos temas aqui abordados, e que entendo como molas propulsoras e elos de uma corrente, para a sustentabilidade da Segurança Empresarial, frente as incertezas da Segurança Pública, o avanço da criminalidade e a qualificação e valorização dos profissionais da nossa área.


Teanes Carlos Santos Silva, gestor de Segurança Empresarial
Fonte: http://www.de-seguranca.com.br/index.php/artigos/gestao-de-riscos/seguranca-privada/770-analise-da-seguranca-privada-gestao-2012

 

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

Apenas Leia...

Por: + + +=Muito mais humor  no Google +

 

Eu fui para uma festa e me lembrei do que você me disse. Você me pediu para não beber álcool. Então, eu bebi uma Sprite. Senti orgulho de mim mesmo, como você disse que sente.
Você me disse que não deve beber e dirigir, ao contrário do que alguns amigos me disseram. Fiz uma escolha saudável e seu conselho foi correto,como tudo que você me dá sempre.
Quando a festa finalmente acabou, as pessoas começaram a dirigir sem poder fazê-lo. Fui para o meu carro com a certeza de que iria voltar para casa em paz.
Nunca imaginei o que me esperava. Agora estou deitada na rua e ouvi o policial dizer: "O rapaz que causou este acidente estava bêbado".
Mãe, sua voz parece tão distante. Meu sangue é derramado em toda parte eu estou tentando com todas as minhas forças não pode lamentar.
Eu posso ouvir. Os médicos dizem: "A garota vai morrer". Tenho a certeza de que o jovem, que dirigia a toda velocidade, decidiu beber e dirigir, e agora eu tenho que morrer.
Por que as pessoas fazem isso, mãe?. Sabendo que isto vai arruinar muitas vidas. A dor está me cortando como se fosse uma centena de facas.
Diga a minha irmã para não chorar, diz ao papai pra ser forte. E quando eu ir para o céu, eu vou estar assistindo todos vocês.
Alguém deveria ter dito aquele garoto. “É errado beber e dirigir”.
Talvez, se seus pais tivessem dito, eu não estaria morrendo agora.
Minha respiração está ficando mais fraca, mais e mais. Mãe, estes são os meus últimos momentos e me sinto tão desesperada...
Eu gostaria de poder te abraçar, enquanto eu estou morrendo aqui. Eu gostaria de poder dizer o quanto eu te amo, MÃE. Então ...
Eu te amo... e. ..adeus ... "
(Estas palavras foram escritas por um repórter que presenciou o acidente. A menina, como ela morreu. Ela estava dizendo essas palavras, e o repórter escreveu ... muito sobrecarregado. O jornalista começou esta campanha, se você ler esta nota, por favor, clique em "compartilhar", assim mais pessoas podem estar conscientes. Por isso, peço um pequeno gesto, enviá-lo para seus amigos, familiares e entes queridos)

TODOS QUE RECLAMAM DO BRASIL, LEIAM ISSO AQUI

Por: Raquel Assis no Google +

 
Já sabemos o que é proibido em todos os países de regimes totalitários.São todos iguais.Mas há pequenos detalhes que não são mencionados por serem um verdadeiro Teatro do Absurdo e parece que se está entrando no terreno da ficção. Mas o que se segue são fatos da vida cotidiana em Cuba.

É Proibido:
1) Mudar de emprego sem permissão do governo.

2) Mudar de casa: as permutas podem ser realizadas se aprovadas e após os interessados se submeterem a dezenas de regulamentos.

3) Publicar seja o que for sem permissão do governo.

4) Possuir um PC, fax, ou antena parabólica.

5) O acesso a Internet, severamente controlado e vigiado pela segurança do Estado. Apenas 1,7% da população tem acesso a Internet.

6) Ler livros, revistas ou jornais, com exceção dos aprovados e publicados pelo governo. Não existe Imprensa independente. Ler “1984” ou “A Revolução dos Bichos”, de Orwell, é considerado tão subversivo quanto ter um exemplar da revista Sputnik ou Novidades de Moscou, editadas durante a Perestroika, na antiga URSS.

7) Receber publicações do exterior, ou levadas por visitantes (passível de detenção segundo a Lei 88).

8) Comunicar-se livremente com jornalistas estrangeiros.

9) Frequentar hotéis, restaurantes, praias, spas e demais complexos para turistas, onde cubanos não podem entrar.

10) Aceitar presentes ou doações de visitantes estrangeiros.

11) Procurar emprego em companhias estrangeiras estabelecidas na ilha sem aprovação antecipada do governo.

12) Possuir negócios próprios (propriedade privada). Apesar de alguns negócios de pequena monta terem obtido a aprovação do governo, são submetidos a impostos e regulamentações asfixiantes.

13) Ganhar mais do que o salário estabelecido pelo governo para todos os empregos: 7-12 dólares por mês para a maioria dos trabalhos; 15-20 dólares ao mês para profissionais como médicos e funcionários do governo.

14) Vender qualquer objeto pessoal, serviços, produtos alimentícios preparados em casa ou artesanato caseiro, sem a aprovação do governo.

15) Pescar no litoral ou em um bote, sem permissão do governo.

16) Organizar times desportivos, atividades de esporte e atuações artísticas sem permissão do governo.

17) Receber prêmio em dinheiro ou tentar atuar no estrangeiro.

18) Escolher um médico ou um hospital. Quem escolhe isso é o governo.

19) Buscar ajuda médica fora de Cuba.

20) Contratar um advogado, a não ser que se obtenha a aprovação do governo.

21) Negar-se a participar de manifestações ou demonstrações em massa organizadas pelo Partido Comunista. Negar implica em ser caracterizado como inimigo do regime

22) Negar-se a participar em trabalho 'voluntário' com adultos e crianças.

23) Negar-se a votar nas eleições com partido único e candidatos nomeados pelo governo... (Fidel Castro não é eleito em voto direto. Seu nome nunca aparece nas cédulas).

24) Transportar produtos alimentícios para consumo pessoal ou familiar de uma província a outra. As maletas dos viajantes podem ser revistadas a qualquer momento em trens, ônibus, carros particulares, bicicletas ou qualquer outro meio de transporte. Os produtos são confiscados e os portadores processados judicialmente pelo delito.

25) Matar uma vaca. Os camponeses que ousarem matar uma rês, mesmo que de sua propriedade, para consumo da família, e muito menos para vender, cometem um delito cuja pena é de 5 anos de detenção.

26) Comprar ou vender imóveis e terrenos. Só é permitida a permuta, e isso depois de seguir inúmeras regulamentações. Apesar de menos de 6% das terras agricultáveis ainda permanecerem em mãos de camponeses, pois a grande maioria foi expropriada na primeira década após a revolução.

27) Importar freezer, condicionadores de ar, fogões, fornos, microondas, ferros de passar, aquecedores de água, duchas, frigideiras e torradeiras.

28) Regressar para viver no país depois de ter emigrado. Quem decide voltar à ilha para rever seus parentes necessita de um visto de permissão que custa 450 dólares, mesmo que tenha passaporte estrangeiro. Se o visto for rejeitado, o dinheiro não é devolvido.

29) Escolher livremente a carreira que deseja seguir. O processo de seleção para as universidades leva em conta fatores ideológicos e as “necessidades da revolução” naquele momento.

30) Convidar um estrangeiro para passar uma noite em sua casa. Se os vigilantes CDR (Comitês de Defesa da Revolução, quer dizer, espiões de vizinhos) denunciam que um estrangeiro esta pernoitando na casa de um cubano, as investigações iniciadas terminarão em multa ou, em caso de reincidência, na expropriação da casa.

31) Comprar leite para crianças maiores de sete anos.

*Parece que ainda é permitido respirar!*

Crise é oportunidade para gerenciamento de risco


 
Coluna Emprego S/A mostra quem são e o que fazem os caçadores de soluções.  
Um mercado que está faturando em plena crise.


Em uma grande empresa exportadora de grãos, João Beltrame Filho ocupa um cargo recém criado: o de gerente de risco. Missão diária? Evitar que a empresa perca dinheiro.


"Isso elimina qualquer risco nosso de inversão de mercado, de não estar preparado para isso e também risco de não honrar com nossos compromissos", afirma o gerente de risco João Beltrame Filho.


No campo, os fazendeiros também têm uma receita para enfrentar a crise. Criaram o Grupo Guará - que reúne dez fazendeiros da região de Rondonópolis e Itiquira, a 300 quilômetros de Cuiabá.


Eles se passam por auditores. Querem saber de tudo e quanto foi gasto em cada hectare, período do plantio. “São nove cabeças pensando na sua fazenda”, diz um dos integrantes.


Para analisar os dados, eles contrataram um especialista que veio de Londrina no Paraná. "tratar de pagar, manter a liquidez o máximo possível, não fazer investimento além de pagamento. Para cada real que você deve, deve ter R$ 3 ou R$ 2 de receita disponível”, declara o consultor José Henrique Rodrigues.

Na região dominada pelo cinturão verde da soja, os produtores descobriram que a rotação de culturas vale a pena. Uma área está reservada para o plantio de milho, além disso, um espaço da propriedade também é usado para criação de gado. É uma atividade que aumenta a rentabilidade, principalmente, quando os preços dos grãos estão em queda.


"Você consegue um pasto de excelente qualidade, em uma época mais seca, onde você vai ter um barateamento do custo do confinamento", diz o produtor rural Jossiel Almeida.


 Em grupo, eles aprendem a receita de sucesso do colega e o principal: a não repetir os erros. "As facilidades são maiores, porque você não precisa errar para aprender. Você aprende com os outros”, declara a produtora rural Norma Gatto.


O caminho para aumentar a eficiência está sendo trilhado também pelas empresas de outras regiões do país que decidiram se instalar em Mato Grosso. A expectativa é de geração de 30 mil empregos diretos. Está sendo construída uma granja que vai exportar ovos para todo o país.


 “A gente costuma dizer que para cada um caminhão de ovo que transporta a gente transporta, dois são de matéria-prima. Aqui estamos no meio da soja milho, sogro, que é o principal da nossa ração", conta o gerente industrial Rodrigo Jordão. ]


Uma indústria têxtil resolveu ir mais longe. "Nova ampliação da empresa, onde estaremos gerando 400 empregos. Iremos aumentar a produção para mil toneladas de fios”, comente o gerente industrial Mário Sérgio Veloso Silva.


Assim, indústria e campo seguem gerando riqueza. Safra a safra, inventam para enfrentar as dificuldades - apoiados no conhecimento.

"A crise existe para todos, só que a gente em parceria pensa em conjunto, e as dificuldades já não são tão grandes. A gente vai conseguindo caminhar”, afirma a produtora rural Norma Gatto.


Notícia publicada em Segunda, setembro 28 @ 09:48:08 BRT por webmaster