sábado, março 03, 2012

Elaboração de Projetos de Segurança Empresarial



A grande maioria de empresas ainda vê a área de segurança como despesas supérfluas e não como investimento preventivo. E dessas, a maioria se preocupa apenas com a segurança Perimetral e Patrimonial.
O que o empresariado precisa entender, é que a Informação hoje é um bem inestimável ao sucesso de qualquer negócio, é um patrimônio que deve ser protegido das ações de pessoas inescrupulosas que atuam numa concorrência desleal e selvagem.
Por este motivo, é importante a empresa elaborar um projeto de segurança orgânica que visa não só a Segurança Patrimonial e Perimetral, mas principalmente a Proteção ao Conhecimento, projeto este que deve ser elaborado por especialistas da área de Inteligência.
A visão de segurança vai além da tradicional Segurança Patrimonial. É claro que temos no mercado empresas de Segurança Patrimonial com capacidade de atender as necessidades de segurança das empresas privadas, mas os especialistas em Espionagem conseguem ultrapassar as barreiras impostas pela segurança tradicional, utilizando uma metodologia de ação que foge ao conhecimento da maioria dos profissionais de segurança.
Portanto, investir em um sistema de Segurança Patrimonial e Proteção ao Conhecimento, garantindo o estabelecimento de uma ampla política de Segurança Empresarial seria mais aconselhável e evitaria prejuízos futuros.

Professor : Márcio Fernando Barros

sexta-feira, março 02, 2012

Gerenciamento de Crises e Prevenção de Perdas

A tarefa de enfrentar situações de crise tem sido uma preocupação diária de todas as Empresas. Os gestores devem estar na vanguarda quanto à tarefa de solucionar problemas, assim, os conceitos de gerenciamento de crise têm-se convertido para muitos em uma “forma de vida”.
As empresas estão expostas a situações externas e internas que deve enfrentar de forma rápida e eficaz.
O gerenciamento de crise não é um mecanismo de regras, procedimentos atividades. Consiste mais em uma linha de processos e passos bem calculados, com finalidade de se antecipar à natureza complexa de cada crise, quer seja uma crise real, que aquelas ainda em potencial. Há a necessidade de um sistema e de uma estrutura bem elaborada para ativar o plano de ação, que deve ser feito por um grupo competente de administradores de crise.
A prevenção e a antecipação da crise são conceitos-chave e têm exercido uma grande influência na comissão de gerenciamento de crise. Também é necessário transformar os incidentes negativos e potencialmente perigosos de um caso em oportunidades para passar um fato de forma positiva para a empresa e sua missão. A forma de encarar uma crise é uma questão de atitude. Porém, é também um plano de ação muito prático e habilmente executado, que necessita de requisitos prévios, tais como treinamento e atitudes profissionais.
Nosso êxito dependerá em grande parte do quanto estamos preparados para enfrentar tais situações.
Todos devemos nos perguntar:
• O que necessitamos fazer a fim de estar melhor preparados?
• Que situações de crise em potencial podem ser identificadas e discutidas, de maneira que a realidade possa ser enfrentada com êxito?
• Que estrutura deve ser estabelecida da melhor para a nossa situação, em particular?

Profº. Clemente Calvo Castilhone Jr.

PF cria curso de extensão em segurança para grandes eventos

13/02/2012 Brasília/DF - A Polícia Federal está criando o Curso de Extensão em Segurança para Grandes Eventos, como forma de qualificar e especializar os vigilantes para atuação nos locais onde haja grande concentração de pessoas, principalmente nos estádios de futebol, a exemplo da Copa das Confederações de 2013 e Copa do Mundo de 2014, conforme modelo padrão da FIFA, que prevê a utilização de segurança privada nos eventos esportivos de forma integrada aos órgãos de segurança pública. O currículo do curso foi amplamente discutido entre a Polícia Federal e as entidades de classe representativa dos trabalhadores e das empresas do segmento, com a participação da Secretaria Especial de Política de Promoção de Igualdade Racial da Presidência da República, tendo sido formatado em 50 horas-aula, e deve ser ministrado pelas empresas-escolas aos vigilantes que forem trabalhar em eventos com multidões, como ginásios esportivos, estádios de futebol, shows, feiras agropecuárias, etc. O resultado dessa iniciativa traduz-se no fato de que, em breve, as empresas que prestam o serviço de vigilância patrimonial somente poderão empregar nesses eventos vigilantes que tenham concluído o referido curso, sob pena de serem autuadas ao pagamento de multa e de outras penalidades pela Polícia Federal, que é a responsável pelo controle da segurança privada no Brasil. O curso de extensão, que é complementar ao curso de formação do vigilante, terá foco nas matérias de gerenciamento de público, gestão de multidões, enfocando o respeito aos direitos humanos e à promoção da igualdade racial, e visa dotar o profissional de conhecimentos, técnicas, habilidades e atitudes que o capacitem para o exercício da atividade de segurança das pessoas e do patrimônio nos recintos onde forem realizados grandes eventos, adotando medidas preventivas e repressivas nos limites de suas tarefas no âmbito operacional da estrutura de segurança, numa função complementar às atividades dos órgãos estatais de segurança e serviços, sem prejuízo das competências que são específicos dessas forças, com o fim de prover a segurança de todos os envolvidos no evento, assegurando um ambiente confortável, seguro e de perfeita normalidade e harmonia para os organizadores e espectadores. A formatação dos novos cursos passará a ser exigida pela Polícia Federal às empresas de segurança privada e aos próprios vigilantes, com a publicação da alteração da Portaria nº 387/2006 - DG/DPF, que trará também outras modificações visando o aperfeiçoamento do controle e da própria atividade de vigilância patrimonial, incluída à realizada em instituições financeiras, bem como escolta armada, transporte de valores e segurança pessoal, com regras mais eficazes e adequadas ao contexto atual. Segundo dados da Coordenação-Geral de Controle da Segurança Privada da Polícia Federal -CGCSP, atualmente há cerca de 600 mil vigilantes trabalhando regularmente na atividade de segurança privada, mediante contrato de trabalho com empresas especializadas e orgânicas, no universo de aproximadamente 2 milhões de pessoas que concluíram o curso de formação de vigilantes e que estão cadastradas na PF.

quinta-feira, março 01, 2012

É um pássaro? É um tubarão? Não! É um agente da Mossad!

Teorias da conspiração envolvendo a Mossad [serviço de inteligência israelense] são as preferidas do Oriente Médio, mas nem todo mundo as leva a sério.
O abutre “espião” – uma ave de rapina capturada pelos sauditas e acusada de coletar dados de inteligência para Israel – foi finalmente libertada na semana passada, após seis dias em cativeiro. O príncipe Bandar Bin Saud Al Saud, o responsável pela agência de vida selvagem da Arábia Saudita, confirmou que o aparelho de tecnologia de posicionamento global encontrado no pássaro estava sendo usado por cientistas para rastrear os movimentos do animal.
“Esse tipo de sistema é usado em aves e animais, inclusive os marinhos”, disse ele a repórteres logo antes de libertar a ave, repreendendo a imprensa por divulgação irresponsável. “Alguns jornalistas sauditas se apressaram em divulgar a notícia sobre a ave, na esperança de conseguir um furo, mas sem checar as informações”.
Só que o príncipe está sozinho nessa luta. Na Arábia Saudita e em outros lugares do mundo árabe, a agência de espionagem Mossad de Israel é vista como uma força onipotente, onisciente e onipresente, enviando agentes de duas patas, quatro patas e alados para recolher informações e causar o caos.
Nos últimos meses, o número – e, para muitos, o absurdo – de conspirações da Mossad parece ter aumentado, sendo um dos casos mais notáveis o relato sobre a agência ter colocado tubarões para atacar banhistas no Egito, de acordo com relatórios de Sharm al-Sheikh [uma das maiores e mais conhecidas praias do Egito]. Por outro lado, o número de operações plausíveis da Mossad também aumentou nos últimos dois anos.
Rasha Abdulla, presidenta do Departamento de Jornalismo e Comunicação em Massa da Universidade Americana do Cairo, disse que nem todas as teorias da conspiração em relação à Mossad são levadas a sério pela mídia ou pelo público.
“Falando em temos gerais, depende da situação”, disse Abdulla. “Muitas vezes as pessoas são muito céticas (…), por exemplo, no caso dos tubarões em Sharm al-Sheikh, quando a história foi divulgada, as pessoas riram”.
O abutre – que dizem ter sido apelidado de R65 por aqueles que o cuidavam na Universidade de Tel Aviv, um apelido alusivo ao 007 – foi capturado em uma área rural da Arábia Saudita no dia 4 de janeiro e, rapidamente, levantou a suspeita dos habitantes locais de que a ave faria parte de uma “trama sionista”. Na verdade, a ave carregava um aparelho de GPS, assim como etiquetas que a identificavam como uma das aves do grupo cuja migração está sendo monitorada por pesquisadores da universidade.
Isso já foi o suficiente. Notícias sobre a suposta espionagem da ave se tornaram virais na região, resultando em centenas de postagens em blogs e em sites de notícias que afirmavam que a ave era especialmente treinada para recolher informações para a Mossad.
“Basicamente, essas conspirações servem às sociedades das quais elas surgem”, disse Yossi Melman, que cobre notícias relativas a inteligências para o jornal israelense Ha’aretz. “Essas conspirações não têm nada a ver com a Mossad, mas têm tudo a ver com as sociedades e a cultura”

quarta-feira, fevereiro 29, 2012

O SUCESSO EXIGE SER WORKAHOLIC?

Em decorrência da minha atividade profissional, tenho a oportunidade de conhecer a trajetória de sucesso de inúmeros profissionais, das mais diversas áreas de atuação, no cenário nacional e internacional. Pessoas que dedicam tempo para estudar, aprimorar suas competências e se tornarem apaixonadas pelo que realizam. Percebo que algumas demonstram equilíbrio com o trabalho, família e convívio social. Entretanto, outras pessoas mostram uma ordem inversa. Indicam que o sucesso concentra-se unicamente no pensamento aos volumes expressivos de trabalho, tornando-se workaholic (viciado em trabalho). Será que para atingir o sucesso profissional, uma pessoa precisa ser workaholic? Perfil comportamental da pessoa workaholic Estou analisando os dados de uma dissertação, que aborda as transformações tecnológicas e no quanto os reflexos do desemprego influenciam no perfil comportamental de uma pessoa workaholic. O objetivo da tese compreende avaliar como os sentidos humanos sofrem transformações na construção perfeccionista de uma carreira profissional. Um dos dados da pesquisa indica que as relações entre trabalho e projeto de vida caminham para lados opostos e longínquos dos processos de relacionamento interpessoal. Estudando os dados dessa pesquisa, torna-se possível perceber que uma pessoa workaholic acaba estagnando sua carreira a médio e longo prazo, pois não consegue visualizar as oportunidades que estão a sua volta. No cotidiano, tornam-se pessoas com péssimo humor, amargas e solitárias. Em uma conversa com amigos, somente falam do seu trabalho e transformam um diálogo em verdadeiro monólogo. Você conhece pessoas com esse comportamento? A medicina do trabalho está repleta de exemplos, com pessoas que adquiriram doenças nervosas como gastrites, úlceras e frequentes enxaquecas, pelo vício ao trabalho. Faça uma reflexão procurando descobrir se em algum momento,você não exagerou falando demais de seu trabalho, deixando de ouvir as pessoas que estavam a sua volta. Permanecer no topo do sucesso,não é uma tarefa nada fácil. Requer treinamento constante, comprometimento, determinação, além de gostar do que se faz. É imprescindível destacar que o lazer oferece um auxílio imensurável, como uma válvula de escape, para aliviar a tensão e disponibilizar uma nova energia, inclusive para o surgimento de ideias criativas. Quando você faz um trabalho com amor, indiferentemente da profissão, se torna alguém diferente de pessoas acomodadas. Um professor, por exemplo, que prepara suas aulas com planejamento mostra, na prática, que é diferente de outros educadores que lecionam sem nenhuma preparação. O fato de respirar e transpirar trabalho gera no indivíduo uma doença que aliena o pensamento, mesmo em períodos de repouso e férias. Procure lembrar continuamente que o sucesso não exige de você ser uma pessoa workaholic, mas que realize suas atividades com satisfação, valorizando o convívio familiar e apreciando a convivência com seus amigos. Vamos tentar? Por: Dalmir Sant'Anna

PROGRAMA ONDE MORA O PERIGO...: CERTIFICAÇÃO ASE

PROGRAMA ONDE MORA O PERIGO...: CERTIFICAÇÃO ASE

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

COMPARTILHANDO: COMO LIDERAR A GERAÇÃO Y

COMPARTILHANDO: COMO LIDERAR A GERAÇÃO Y: Por Ricardo Mallet no Adminstradores.com.br em 13/11/11 Segundo pesquisa publicada na revista Você RH em setembro de 2010, 97% das empresa...

DÍZIMO: OPÇÃO OU MANDAMENTO?

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 Por: Valdir Flora Batista "Dêem, e lhes será dado: uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante será dada a vocês. Pois a medida que usarem, também será usada para vocês". Lucas 6.38. Alguns assuntos na Bíblia causam muitas controvérsias, e dízimo é seguramente um deles. Por que isto acontece? Talvez porque vivemos em uma sociedade consumista, que tem o dinheiro como prioridade. Outros acham que a igreja é rica e já tem muita gente que dizima e, quando as nossas finanças melhorarem, 'iremos dizimar'. Ou porque achamos que dízimo é ordenança do Velho Testamento, e agora estamos debaixo da Nova Aliança e não estamos mais debaixo da lei e sim, da graça. Certamente, quando não estamos dispostos a crer na Palavra de Deus, vamos conseguir muita argumentação lógica para justificar nossa postura. Iniciaremos este estudo com alguns textos sobre dízimo, onde Champlin diz; São usadas duas palavras No Velho Testamento: Asar, "dez", "décima parte". Com o sentido de dízimo aparece por sete vezes: Gen 28.22; Deu 14.22; 26.12; I Sam 8.15,17; Nee 10.37,38. A raiz original desse termo significa "acumular", "crescer", "ficar rico"; Maaser, "décima parte" palavra usada trinta e duas vezes: Gen. 14.20; Lev 27.30-32; Num 18.24,26; Deu 12.6,11,17; II Crô 31.5,6,12; Nee 10.37,38; Amós 4.4; Mal 3.8,10. No Novo Testamento há duas formas verbais e uma nominal, a saber: Dekatóo, "dar uma décima parte", "dizimar", que aparece somente por duas vezes: Heb 7.6,9. Apodekatóo, "dar uma décima parte", "dizimar", e que no grego é uma forma composta da primeira, que figura por três vezes: Mat 23.23; Luc 11.42 e Heb 7.5. Dekáte, "décimo", uma forma ordinal, usada apenas em Heb 7.2,4,8,9. Fora da cultura judaica através de antigas alusões literárias, sabemos que o dízimo existia em muitas nações antigas, sob uma forma ou outra. O trecho de Gênesis 14.17-20 nos informa sobre o costume antes da lei mosaica. Sabemos que a prática existia entre os gregos, os romanos, os cartagineses e os árabes. Nessas culturas, como entre os hebreus, o dízimo fazia parte da piedade religiosa. O Antigo Testamento ilustra em duas oportunidades. Abraão apresentou a décima parte dos despojos do combate militar em que se envolveu, a Melquisedeque (Gen.14.20; Heb. 7.2,6). Melquisedeque foi um rei-sacerdote que refletia o sumo sacerdócio do próprio Cristo. Em segundo lugar, há o caso de Jacó, o qual, após a visão que teve em Luz, devotou uma décima parte de sua propriedade ao Senhor Deus. Antes da lei, os dízimos já existiam, embora não parecessem fazer parte regular do culto religioso. Em outras palavras, não havia preceito que requeresse o dízimo como um processo contínuo e específico. Porém, não se pode duvidar de que o dízimo era praticado pelos patriarcas, antes mesmo de sua instituição legal. Os dízimos passaram então a ser usados dentro do sistema de sacrifícios, como parte do culto prestado a Yahweh, para o sustento dos sacerdotes levíticos e, provavelmente, esses fundos também eram usados para ajudar os pobres, em suas necessidades. Originalmente, os dízimos eram dados aos levitas (Num. 18.21), tendo em vista a manutenção dos ritos religiosos. Mais tarde, isso ficou mais complexo ainda. Os dízimos eram levados aos grandes centros religiosos. Quando convertidos em dinheiro, eram postos em mãos apropriadas, para serem gerenciados (Lev. 14.22-27). Ao fim de três anos, todos os dízimos recolhidos eram levados a um lugar próprio de depósito, e seguia-se então uma grande celebração. Os estrangeiros, os órfãos, as viúvas (os membros mais carentes da sociedade) eram assim beneficiados, mediante esta prática, juntamente com os levitas (Lev. 14.28,29). Cada israelita precisava desempenhar a sua parte nessa questão dos dízimos, a fim de ser cumprido o mandamento divino (Lev. 26.12-14). Sobre o mesmo assunto, o pastor Antonio Carlos Barro relata: "Um dos conceitos perdidos nesta nova geração de crentes, adeptos da prosperidade e do consumismo, é o conceito da mordomia cristã. Antigamente, este era um assunto comum nos ensinos da igreja, todavia, ele perdeu a sua popularidade e conseqüentemente são poucos os cristãos que realmente tem noção daquilo que Deus espera de cada um deles com respeito aos bens materiais. O consumismo desmedido é um dos principais pecados da humanidade". Uma das coisas que as pessoas estão sempre questionando é a respeito do dízimo. "Ele é bíblico mesmo?" "Se eu ganho pouco eu tenho que dar mesmo assim?" "10% de tudo o que eu ganho é muito", dizem outros. Dízimo não é para ser questionado, mas obedecido. A fé e a razão estão do lado daqueles que são dizimistas fiéis, enquanto que a descrença está do lado daqueles que duvidam de Deus e do seu poder. O cristão apregoa em prosa e verso que depende de Deus, está debaixo do senhorio de Jesus Cristo, vive na direção do Espírito Santo e ao mesmo tempo não oferta e não dá dízimo! Tem incoerência maior do que esta? O dízimo não foi instituído na Bíblia para a nossa chateação, ou para ficarmos irritados com a igreja ou com o pastor que prega sobre o assunto. O dízimo foi instituído para a expansão do reino e a sua glória e também para que, através dele, recebêssemos as bênçãos do Senhor. Leia estes versículos abaixo: "Bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo". Gen. 14.20. "A pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo". Gen.28.22. "No tocante às dízimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao Senhor" Lev. 27.32. "Certamente, darás os dízimos de todo o fruto das tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo" Deu. 14.22. "Também falarás aos levitas e lhes dirás: Quando receberdes os dízimos da parte dos filhos de Israel, que vos dei por herança, deles apresentareis uma oferta ao Senhor: o dízimo dos dízimos" Num. 18.26. "Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas" Mal. 3.8. "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênçãos sem medida" Mal. 3.10. "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei; a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!" Mat. 23.23. "Para [Melquisedeque] Abraão separou o dízimo de tudo (primeiramente se interpreta rei de justiça, depois também é rei de Salém, ou seja, rei de paz)" Heb. 7.2. Neste mesmo livro, o autor ainda apresenta algumas perguntas que inquietam os crentes com relação a aplicar ou não a prática de dizimar: 1- "Eu dou, consagro, dedico, entrego ou pago o dízimo? Tanto faz o verbo que você quer usar, o importante é que o dízimo chegue na tesouraria da igreja. O que importa é a atitude do seu coração. Chamar de consagração e ficar lamentando por ter entregado o dízimo é muita incoerência e pecado. Cada dedicação do dízimo deve ser acompanhada com uma oração de gratidão por tantas bênçãos recebidas, e uma oração em favor da igreja que está aplicando estes recursos no trabalho do Senhor. Que cada pastor e igreja saibam que o dízimo não lhes pertence e, portanto, não podem ser usados indiscriminadamente. 2- O dízimo é sobre o bruto ou sobre o líquido? Depende da sua atividade. Se você é funcionário de uma empresa, e os descontos do seu pagamento são para seu benefício, tais como: INSS, imposto de renda, caixa de previdência, clube, seguros, etc., então você tem que dar o dízimo sobre o bruto. Se você é autônomo, o dízimo é sobre o lucro. Por exemplo: se comprar um carro por R$ 3.000.00, e vender por R$ 3.200,00 o seu dízimo é sobre R$ 200.00. Em suma, tire o investimento e dê o dízimo sobre o lucro daquele investimento. Você é dono de uma empresa e não tem rendimento fixo: dê o dízimo sobre tudo o que gasta para sua sobrevivência. Tenha a certeza do seguinte; se quiser fugir do dízimo, achará uma desculpa, assim como se você quer ser dizimista, saberá como fazê-lo. 3- Eu posso dar o dízimo em outra igreja? Normalmente a minha resposta é não, com algumas exceções. Eu creio que deve ser dado na igreja onde é alimentado espiritualmente. Quem compra o material da escola dominical das suas crianças? Quem paga as contas da igreja onde louva a Deus? Quem compra o som? Não acho que seja justo freqüentar uma igreja e dela receber o alimento e então dar o dízimo para outra igreja. A exceção é quando você é transferido de uma igreja para outra, e já comprometeu seu dízimo com algum projeto daquela igreja, tal como a construção ou o envio de um missionário, e ela depende de seu dízimo. Todavia, quando este projeto chegar ao fim, deve contribuir com sua nova igreja. Avise, porém, a liderança sobre o que está fazendo. 4- E posso dar o meu dízimo para um missionário amigo meu? Também não! O dízimo não é para ser administrado por você. Se você quer entregar alguma verba para um missionário, isto é chamado de oferta voluntária ou missionária e isto está além do dízimo. Eu acho estranho que os crentes queiram fazer o bem com o dinheiro alheio. "Eu sustento um missionário na África", dizem alguns, quando na verdade isto não deveria nem ser mencionado, pois está sustentando com o dízimo. Quando alguém afirma que sustenta um missionário, eu estou pensando que a pessoa faz isto e ainda é dizimista. O que você pode fazer é apresentar o missionário que quer sustentar para a liderança de sua igreja ou o comitê de missões de sua igreja. 5- Eu não dou o meu dízimo na igreja porque não concordo com o pastor ou a liderança! O problema é seu, que não faz nada sobre o assunto, a não ser reter o seu dízimo e falar mal da sua liderança. Se você não concorda com a liderança, isto significa que você pode manipular o dízimo do Senhor? De maneira alguma, pois as famílias crentes que são ajudadas através do dízimo precisam do auxílio da igreja, a congregação necessita construir, os obreiros no campo missionário precisam de seus salários. Se você não concorda com a liderança, você deve conversar com ela e não chantageá-la com o seu dízimo. Encontrei um crente que depositava o seu dízimo na caderneta de poupança. A razão era um desentendimento com o pastor. Falta agora encontrar um crente que esteja depositando o dízimo em juízo! 6- Eu ganho muito e não acho certo dar 10% na igreja! A solução para o seu problema é simples: ore para que Deus diminua o seu ganho até o limite um que você julga ser capaz de dar o dizimo sem nenhuma dor no coração. Eu tenho certeza que Deus lhe ajudará a diminuir os seus recursos, se estes estão atrapalhando o seu desenvolvimento espiritual. Além de fazer esta oração, você tem também um outro problema para resolver na sua vida. Você é uma pessoa ingrata, de coração endurecido. Deus tem sido maravilhoso com você e têm lhe dado bênçãos sem limite, todavia, você usa estas bênçãos exatamente contra Deus, o doador de tudo o que você tem. Neste caso, seria bom que Deus não lhe desse tantas coisas, pois assim poderia dar o dízimo com mais tranqüilidade. Conta-se que nos anos de 1930, uma senhora visitou um proprietário de cinco navios e lhe pediu uma oferta para construção de um orfanato. O homem atendeu ao seu apelo e lhe entregou um cheque num alto valor. Antes mesmo que a senhora saísse de seu escritório, ele recebe a notícia que um dos seus navios estava pegando fogo em alto mar. O homem imediatamente chama aquela senhora, explica o que está acontecendo e solicita a devolução do cheque. Ele escreve um outro cheque e entrega para a mulher. Para o espanto dela, a quantia era o dobro da primeira. "Mas o navio não está pegando fogo?", pergunta ela. "Sim", responde o homem, "Deus está me avisando que ainda restam mais quatro navios para pegar fogo". Você usa a terra de Deus e todos os recursos que ela traz e não retorna nada para Deus! Você está semeando vento, portanto, prepare-se para tempestade que virá sobre sua vida. É a lei da semeadura. Implacável! 7- Eu ganho pouco e não acho justo dar dízimo. Quando eu ganhar mais eu passo a contribuir. Provavelmente você nunca vai ganhar mais do que ganha hoje. Você não está preparado para receber mais de Deus. O princípio bíblico da fidelidade continua valendo nos dias de hoje: "Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito" (Lucas 16.10). Veja ainda: "Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará" (2 Coríntios 9.6 ). Se você não é fiel quando ganha um salário baixo, será fiel quando receber um salário maior? A resposta é não! Por isso, comece e exercitar a sua fidelidade hoje e quando tiver aprendido o valor da obediência você estará pronto para receber mais das mãos de Deus. Estava pregando em uma igreja em Fortaleza quando após o culto uma senhora veio falar comigo. Disse que era viúva, recebia apenas um salário mínimo por mês. Com aquele salário pagava um pequeno aluguel, comprava seus remédios e o pouco que sobrava era para a alimentação. Perguntou-me se deveria ser dizimista. Mesmo querendo dizer que não, eu não podia falar isto. Disse-lhe que ser dizimista era um privilégio que pobreza não poderia tirar-lhe. Orientei a irmã a que desse o dízimo e procurasse os diáconos para que auxiliassem com seu aluguel. 8- Não está escrito em II Coríntios 9.7: "Cada um contribua segundo tiver proposto no coração". Certamente que está escrito. Tenho visto este verso em muitos envelopes de dízimo. O princípio do mesmo está certo, mas o texto está usado erradamente nos envelopes. Cada contribuição, seja dízimo ou oferta, deve ser sempre feito como amor e gratidão no coração. Todavia, este verso faz referência a uma oferta voluntária que o Apóstolo Paulo estava levantando em favor dos pobres em Jerusalém. Se for uma oferta, cada um oferte o quanto o coração mandar. Eu, quando sou desafiado a contribuir com uma oferta para alguma missão ou algo extraordinário na igreja, eu oro a Deus e a quantia que ele coloca no meu coração, eu oferto. Agora, quanto ao dízimo, eu não preciso orar a Deus e perguntar quanto ele quer que eu dizime. Isto eu já sei, é a décima parte daquilo que eu recebo. Deus não está interessado em uma vida religiosa cheia de rituais, mas sim em uma vida que honre e glorifique o seu nome. Na minha igreja eu quero um dizimista que ame a Deus. Nas igrejas evangélicas nós temos hoje uma média de 35% dos membros que são fiéis a Deus nos dízimos. Ou seja: de cada três membros escritos no rol, apenas um é dizimista. Ao consagrar o seu dízimo, o fruto das primícias no altar, o cristão está demonstrando com este ato o quanto ele tem um coração agradecido a Deus por tantas bênçãos recebidas. Ele, que tudo sabe o que recebeu do seu Senhor, veio como um ato de bondade para a sua vida. Assim, demonstra sua gratidão trazendo os primeiros frutos ao Senhor. Notemos que são os primeiros frutos e não os últimos. Segundo os textos em abundância citados, podemos ter convicção que o dízimo não é opção, mas um mandamento, e agora faça uma análise imparcial deixando que a Palavra revele a vontade clara de Deus pra sua vida e faça como está escrito no texto já citado de Malaquias: "Provai-me nisto". E certamente o Deus da graça lhe dará alegria na consagração do dízimo e nas ofertas.

REVISTA ESCOLA PROTEGIDA...: PRÊMIO ABSEG 2012

REVISTA ESCOLA PROTEGIDA...: PRÊMIO ABSEG 2012

PRÊMIO ABSEG 2012

O PAPEL DO SUPERVISOR

O supervisor deve liderar pessoas e fazer gestão diária dos processos, devendo ser recrutado e treinado com esse objetivo. É desejável que tenha conhecimento técnico da área onde atua, mas é mandatório que tenha perfil para liderança e gestão. É fundamental que o Supervisor “goste de gente”, pois ele é a liderança mais próxima do empregado. Ele, aos olhos do empregado é a própria imagem da Empresa. É o Supervisor que deve assegurar que ocorra alinhamento entre os valores pessoais dos empregados de sua equipe e a Visão, a Missão e os Valores da Empresa. É ele que pode identificar as fraquezas a serem corrigidas nas equipes e é ele quem pode identificar precocemente os talentos dentre a massa de empregados para que possam ser lapidados. O Supervisor deve garantir a capacitação de sua equipe buscando os treinamentos de acordo com a necessidade individual do empregado. É o Supervisor que checa e garante que a sua equipe tenha as habilitações técnicas necessárias para o correto desenvolvimento dos trabalhos. A gestão diária dos processos é responsabilidade do Supervisor bem como a utilização eficaz dos recursos disponíveis. Um ponto de atenção importante na gestão diária é a administração das prioridades e urgências. Essa administração exige a prática do “senso de urgência”. É necessário que o Supervisor conheça fundamentos de planejamento e tomada de decisão. É o Supervisor o responsável pela avaliação de desempenho dos empregados ligados à Supervisão. Existem estudos indicando que parte dos problemas nas empresas pode ocorrer não apenas por falta de normas técnicas ou padrões gerenciais, mas também pelo descumprimento dessas normas e padrões, ou seja, os problemas podem ser gerados pelo comportamento inadequado das pessoas. Considerando que a verificação do cumprimento dos procedimentos técnicos e a fiscalização da execução de tarefas são atividades realizadas dentro da Supervisão, devemos analisar o risco e a criticidade dessas atividades e considerar a utilização de inspetores ligados à Supervisão que façam essa fiscalização em campo. Segundo Falconi (O Verdadeiro Poder, 2009): “Liderar é bater metas consistentemente, com o time e fazendo certo. Quem não bate metas não é bom líder. Se ser um bom líder é conseguir resultados por meio das pessoas, então a pessoa do líder deve investir parte substancial de seu tempo no desenvolvimento de sua equipe.” Entendendo o Supervisor como sendo o primeiro nível de liderança da Empresa, podemos considerar para ele a Agenda do Líder proposta por Falconi (O Verdadeiro Poder, 2009): LIDERAR COM O TIME 1 - Recrutar; 2 - Treinar; 3 - Inspirar; 4 - Fazer coaching (são atuações do líder voltadas para ajudar os seus subordinados a trilharem o seu próprio caminho de autodesenvolvimento); 5 - Promover a meritocracia; 6 - Tirar pessoas da zona de conforto para que elas se desenvolvam; 7 - Fazer uma avaliação de desempenho honesta e construtiva; 8 - Demitir quando preciso for; 9 - Ter um sistema de incentivos alinhados com metas. LIDERAR FAZENDO CERTO 1 - Promover cultura única; 2 - Cultura de alto desempenho; 3 - Cultura de fatos e dados; 4 - Cultura de honestidade intelectual; 5 - Cultura de enfrentamento dos fatos; 6 - Alinhamento com os valores da empresa. LIDERAR É ALCANÇAR METAS 1 - Atribuir metas baseadas em lacunas; 2 - Promover o domínio do método pela equipe; 3 - Promover a aquisição de conhecimento técnico do processo pela equipe. Falconi: “O Líder é o único agente de mudanças da organização. Não há outra opção”. Devemos pensar em possuir um time de Supervisores alinhados com os Valores e o Pensamento Estratégico da Empresa, capacitados para liderar e influenciar o comportamento das pessoas. Um líder tem seguidores e é disso que precisamos. Magna Fernandes Segurança, Inteligência e Investigação Companhia Siderúrgica Nacional Companhia Metalúrgica Prada magna.fernandes@csn.com.br

Pós-graduação em Direito Cibernético: interpretação, responsabilidades

sábado, 4 de fevereiro de 2012 A Unisc está divulgando o curso de Pós-graduação em Direito Cibernético: interpretação, responsabilidade e provas no Direito Trabalhista, Penal e Civil, com previsão de início em abril de 2012. Segundo a divulgação, os objetivos do curso são: Possibilitar a formação de um profissional especialista na compreensão das novas relações jurídicas que se estabelecem em decorrência das novas tecnologias, assim como diferentes soluções processuais, tanto preventivas como repressivas, minimizando os riscos envolvidos nas operações. O especialista em Direito Cibernético estará capacitado na compreensão dos novos enfoques e desafios do Direito, aplicados aos meios eletrônicos e aos fenômenos da era da internet, além de poder examinar o direito e as novas tecnologias à luz do direito pátrio e estrangeiro. Coordenadores: Dr. Jacques Nelson Corleta Schreiber Dr.Janrie Rodrigues Reck Professores: Esp. Emerson Wendt - Polícia Civil RS Esp. Fernando de Pinho Barreiro - The Perfect Link, Brasil Esp. Gisele Truzzi - Escritório de Advocacia Privado Dr. Helenara Avancini - Escola Superior de Administração, Direito e Economia. Dr. Jacques Nelson Corleta Schreiber – Unisc Ms. Jane Gombar – Unisc Dr. Janrie Rodrigues Reck – Unisc Ms. Leonardo Parentoni - Escola Superior de Advocacia Ms. Marcelo Xavier de Freitas Crespo – FADISP Ms. Roberto Suarez Saldanha - Unisc O curso possui as seguintes disciplinas programadas: Certificação Eletrônica: a legislação sobre documentos eletrônicos no Brasil e tendências jurisprudenciais. – 15h Conceitos Básicos na Produção de Provas Cibernéticas – 30h Direito Autoral na Internet – 30h Direito Digital e Criminalística Computacional – 45h Direito do Consumidor no Mundo Virtual – 15h Fundamentos de Metodologia – 15h Fundamentos de Segurança da Informação – 30h Modalidade, formação e execução de contratos via cibernética – 45h Processo virtual nos tribunais brasileiros: manejando o instrumental disponível. – 30h Proteção jurídica do fundo de comércio da empresa no mundo virtual – 15h Relações de trabalho e mundo virtual – 15h Responsabilidade civil e internet – 30h Segurança em redes de computadores e internet – 45h Mais detalhes: Site da Unisc Santa Cruz do Sul Inscrições: Realizadas até o dia 21/02/2012 há o desconto de 40%.

BLOG DA SEGURANÇA PRIVADA: TÉCNICAS OPERACIONAIS AVANÇADAS

BLOG DA SEGURANÇA PRIVADA: TÉCNICAS OPERACIONAIS AVANÇADAS:  2ª TURMA 16,17 e 18 DE MARÇO LOCAL - ILHA DE COTIJUBA ENTRE PARA O HALL DA ELITE DA SEGURANÇA PRIVADA NA REGIÃO NORTE SEJA UM BÚFALO DO NOR...

Remoção e Agradecimento

Depois de três anos e meio à frente da unidade acadêmica da Polícia Civil, o delegado Pedro Paulo Sousa, há mais de 18 anos na instituiução, foi removido na última-sexta-feira, 25. A Acadepol, neste momento, está prestes a assumir a responsabilidade pela segunda fase do concurso público C-149, que deverá trazer novos delegados, escrivães e investigadres para a instituição. Esta nova etapa do certame consiste na execução do curso de formação técnico-profissional. Ao mesmo tempo, a unidade acadêmica vem executando com apoio da gestão superior da PC, desde o início do ano, um programa forte de formação continuada dirigida aos servidores da instituição, que consiste na realização de cursos diversos, oficinas e seminários. O delegado deixa os seus agradecimentos a todos e todas que tem colaborado com o cumprimento da missão institucional da Acadepol.

Chamados Para fora - Pr. Edimilson Moraes

Textos: I Rs 19.9-18 O perfil de um profeta: Homem rude, barbudo, sem muitos amigos, sem formação vocacional, oriundo de qualquer tribo. O profeta era muito mal visto, pois seu discurso contrariava as tradições, os costumes e a prática de vida do povo da sua geração. Ele era o terceiro poder. Rei: Poder de governo. Sacerdote: Poder religioso. Em último o profeta: Boca de Deus Após um período de grande confronto com o Reino de Jezabel, que por trás estavam às forças ocultas de Baal, seus profetas, sacerdotes e também todo o exército de Israel sob o comando desta mulher; Elias se sentiu exausto, frustrado, depressivo e impotente. Os resultados de batalhas espirituais são de cansaço e esgotamento. Às vezes você se sente fraco e esgotado por algumas lutas que passa e nem sabe o que está por trás destas lutas domésticas ou profissionais. Nossas cavernas são nossas aparentes defesas; nossa solidão e isolamento são argumentos mal elaborados pela nossa razão, pois não entendemos o nível da batalha que enfrentamos no dia a dia. Nem sempre você sabe o que está pro trás das resistências que você enfrenta no trabalho. O Secularismo: Esta força que parece tão inocente reserva por trás um poder descomunal. Definição: Sistema ético que rejeita toda forma de fé e devoção e aceita como diretrizes apenas os fatos e influências derivados da vida presente. As afrontas a Deus vêm de forma lógica; Tipo: Se eu não trabalhar, quem vai botar o pão na minha mesa? Se eu não der meu jeito, quem vai me ajudar. Dependo do meu próprio suor. Cada um por si. Elias estava sem forças e se sentia ameaçado. Sempre repetia: Procuram tirar minha vida. Enquanto ele se arriscou pelo Senhor o milagre ocorreu, e Deus 1º) Vai, volta pelo caminho do deserto; do sacrifício – Ele queria de volta aquele profeta ousado, destemido e obediente que sempre foi. V. 15 Elias percorria grandes distâncias para dar simplesmente um recado de Deus, agora ele se enfurna numa caverna para se esconder de todos. 2º) Retome o caminho da unção – Todo ex ungido é amargo, cético murmurador, desistentes e não tem sonhos no coração. Hoje Deus tem uma unção nova para sua vida, sua carreira, seu ministério. 3º) Una-te aos vencedores – Reservei 7 mil que não dobraram os joelhos diante de Baal. Seu lugar é junto com os conquistadores. Talvez você já tenha visto coisas em volta da sua vida. Elias viu fogo, terremoto, vendaval, mas Ele precisava era da presença suave do Senhor. Quando Elias sai da caverna e obedece ao Senhor, ele acha sua pérola. Seu discípulo está lá fora, esperando que um chamado, um manto caia sobre ele. Precisando de uma palavra de Deus que está dentro de você. 19:19 – Partiu, pois, Elias dali e achou a Eliseu, filho de Safate. A unção estava novamente sobre o profeta: Lançou o manto e disse: Já sabes o que fiz contigo! Não foi nada desgastante ou difícil. Este ano temos uma chamada clara do Senhor para cada um de nós: Sair da caverna e buscar e achar o nosso Eliseu, Timóteo, discípulo amado. Não dobrar os joelhos diante de Baal. Não ceder, não negociar, não sujeitar, não fazer acordo, não vender sua herança para quem nada pode te dar. Sua herança, sua coroa, seu galardão é o seu fruto consolidado. Jezabel levou vantagens até que o verdadeiro herdeiro de Jeová apareceu. Você é um herdeiro de Deus, co-herdeiro de Cristo Jesus. Deus quer te honrar: Jezabel foi comida pelos cães, Elias foi levado ao céu por uma carruagem de fogo. Que herança Jezabel conquistou? Foi morta por escravos do palácio. Assim como na Babilônia, Deus tinha alguns que não se dobraram diante das imagens do rei, nestes dias Deus tem seus sete mil que não se dobram diante do príncipe deste mundo e suas iguarias. As comidas, as tradições, e os deuses, Daniel não fez acordo com eles. Daniel resolveu não se contaminar, aqui temos estes homens e mulheres incontamináveis. No meio da igreja também tem aqueles que não se dobraram diante de baal, que não se contaminaram com os manjares do rei, que não. Por: Pr. Edimilson Moraes da Comunidade Cristã de Belém Comunidade Cristã de Belém - Tv. Dr. Enéas Pinheiro, 2370 - Marco/Belém-PA CEP 66.095-100 - Fone (91) 3277-1716 / (91) 32762336 / (91) 8233-5797 / (91) 8871-1914

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Blog TRAUMA: Os Genes da Guerra

Blog TRAUMA: Os Genes da Guerra:   A guerra civil brasileira expressa no seu genoma a assimetria, a desproporcionalidade absoluta entre agressor e agredidos. Nos enfrentamen...

Blog TRAUMA: Trauma Balístico

Blog TRAUMA: Trauma Balístico: Fundamentos de Balística Balística é o ramo da física que estuda o comportamento e os efeitos mecânicos produzidos por projéteis. São trê...

quarta-feira, janeiro 18, 2012

A DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO

Numa definição geral, disseminação significa propagação, distribuição. Nesse sentido, palavras, frases, letras, sinais ou gestos interpretam, cada um à sua maneira, a rede de mensagens anteriores que disseminam e tentam influir sobre o significado das mensagens futuras por meio da comunicação. Um sistema de comunicação é uma teia de relações e a distribuição da informação em rede. O conhecimento como rede tem sido a metáfora mais adequada para o conceito de fluxo de massa de informações. O que verdadeiramente interessa é que elas transitem, cresçam, aperfeiçoem-se na interconexão e sejam colocadas à disposição no momento certo, para as pessoas certas, na medida adequada para nos ajudar a resolver questões específicas (LEVY, 1993). O processo de formação de redes organizacionais pode ser visto como a criação de laços flexíveis que permitem aos indivíduos e organizações atuar de forma ágil, trocando informações e se ajudando mutuamente. É importante ressaltar que foi a evolução tecnológica que possibilitou a constituição de redes, quebrando as barreiras à livre circulação de informações (FERNANDES, 2004). A quantidade de informações existentes em organizações policiais que pode ser transformada em conhecimento é imensa. Por isso mesmo, é fácil perceber que o foco da questão, nos dias atuais, não é mais a quantidade de informação produzida, mas sim a qualidade e a abrangência da informação e a estrutura de comunicação que permite seu aproveitamento pela organização. A comunicação e a estrutura da informação referem-se à condição de transformar a imensa massa de informações, em escala multidimensional, agregando valor à atividade para gerar conhecimento pertinente. A partir do uso das técnicas de análise de vínculos na investigação criminal, a comunicação implica numa estrutura de movimento informacional no tempo e espaço, sem barreiras. A comunicação estende suas ligações em forma de tentáculos num ambiente distribuído de conhecimentos. Portanto, numa dimensão coletiva, a estrutura de informação na comunicação refere-se ao compartilhamento, na medida em que cada nova informação e conhecimento acumulado (como se fosse um cérebro) promove novo conhecimento compartilhado para todos e promove uma interação dos demais setores de investigação criminal. A necessidade de interação com o movimento das informações nos remete a ideia e dimensão de ciberespaço, como na forma do hipertexto, considerando aqui os aspectos de organização de conhecimentos, dados, informações e comunicação de forma não linear (FACHINELI, RECH, MATTIA, 2005). Neste ponto de vista, o hipertexto é um dispositivo de representação e de comunicação que pode ser utilizado como metáfora para a compreensão do processo comunicacional e funcionamento do sistema em rede da organização. Desta forma, numa organização policial a comunicação produz um universo de sentido circular da comunicação, ou seja, cada informação ou cada conhecimento novo gerado estimula toda a rede da organização policial e contribui para a remodelação da rede. Participar de uma rede organizacional envolve, portanto, algo mais do que apenas trocar informações a respeito dos trabalhos que um grupo realiza isoladamente. Estar em rede significa comprometer-se a realizar conjuntamente ações compartilhadas anexando valor e atuando de forma flexível, transpondo, assim, fronteiras geográficas, hierárquicas, sociais ou políticas. Partindo das ideias de ações compartilhadas, redes são sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições, de forma democrática e participativa, em torno de causas afins. Estruturas flexíveis e estabelecidas horizontalmente, as dinâmicas de trabalho das redes supõem atuações colaborativas e se sustentam pela vontade e afinidade de seus integrantes, caracterizando-se como um significativo recurso organizacional para a estruturação social (OLIVIERI, 2003). Considerando o contexto da investigação criminal, a comunicação produz uma malha e tráfego de informações compartilhadas, ao mesmo tempo em que contribui para a compreensão dos processos investigativos inerentes ao fenômeno criminal como um todo. A constituição de uma teia de relações em torno de objetivos comuns e fortemente compartilhados, articulada para a concretização de atividades diversas e mutáveis, amplia o campo de ação policial e gera uma potencialização da atividade investigativa.

quarta-feira, janeiro 04, 2012

Lembre - se

Jesus, pois, comovendo-se outra vez, profundamente, foi ao sepulcro; era uma gruta, e tinha uma pedra posta sobre ela. Disse Jesus: Tirai a pedra. Marta, irmã do defunto, disse- lhe: Senhor, já cheira mal, porque está morto há quase quatro dias. Respondeu-lhe Jesus: Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus? Tiraram então a pedra. E Jesus, levantando os olhos ao céu, disse: Pai, graças te dou, porque me ouviste. Eu sabia que sempre me ouves; mas por causa da multidão que está em redor é que assim falei, para que eles creiam que tu me enviaste. E, tendo dito isso, clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora! Saiu o que estivera morto, ligados os pés e as mãos com faixas, e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o e deixai-o ir. Muitos, pois, dentre os judeus que tinham vindo visitar Maria, e que tinham visto o que Jesus fizera, creram nele. João 11. 38 - 45

terça-feira, dezembro 27, 2011

COMPARTILHANDO: OS SEGURANÇAS SÃO SEMPRE OS CULPADOS?

COMPARTILHANDO: OS SEGURANÇAS SÃO SEMPRE OS CULPADOS?: Vinícius Domingues Cavalcante, CPP Qualquer profissional que faça o que gosta e que busque um aperfeiçoamento contínuo naquilo que faz se ...

Operações de Informação

Os Estados Unidos e seus aliados revelaram, em 1991, no Golfo Pérsico, uma forma totalmente nova de travar a guerra. Através da exploração do conhecimento, a força de coalizão devastou a formidável máquina militar do Iraque, surpreendeu o mundo, confundiu os críticos de defesa, surpreendeu a si mesmo e muito possivelmente "os padrões de desempenho das Forças Armadas norte-americanas em conflitos armados foram alterados". Após o conflito, o Exército dos EUA publicou o manual de campanha FM 100-6 - Operações de Informações (Information Operations), doutrina relevante às atuais operações multidimensionais, bem como para as operações da futura Força XXI. A doutrina das Op Info descreve a importância das informações e como vencer a guerra da informação hoje e no futuro. O FM 100-6 identifica a informação como um fator essencial do poder de ação nos níveis estratégico, operacional e tático. Aborda como as tecnologias da era de informação podem multiplicar o talento e o potencial dos líderes, permitindo derrotar o oponente rapidamente em uma operação conjunta e combinada. Entretanto, no âmbito empresarial, público e privado, poucos estudos foram realizados no sentido de apropriar conceitos doutrinários de Operações de Informação para emprego em Gestão Estratégica. Alguns aspectos doutrinários importantes e que merecem aprofundamento: - a doutrina estabelece uma estrutura que permite às forças amigas controlar as informações disponíveis e relevantes (essenciais); proteger sua habilidade de avaliar, processar, integrar, decidir e agir, com relação àquela informação; e atacar a habilidade de seu adversário em potencial de avaliar, processar, integrar, decidir e agir, também em relação à mesma informação; - o conceito de Op Info integra três componentes fundamentais: informações e inteligência relevantes; sistemas de informações eficazes; e uma combinação de processo decisório e comunicação social/relações públicas, procurando obter o domínio da informação para o decisor; - as Op Info podem tornar mais capazes e proteger os sistemas de informações; sincronizar as ações no ambiente externo; conectar sistemas hierárquicos e não hierárquicos; integrar sensores e decisores; e degradar, interromper ou explorar as ações adversárias, agindo sobre seus processos decisórios; - ambiente de informação global: o FM 100-6 delineia e define o ambiente de informação global como "todos os indivíduos, organizações ou sistemas, em sua maioria fora do controle militar ou das Autoridades Governamentais, que coletam, processam e disseminam informação para públicos nacionais e internacionais"; - ambiente de Informação Global e Ambiente de Informação Organizacional: o ambiente de informação organizacional como um ambiente dentro do ambiente de informação global, consistindo de sistemas de informações e organizações — amigas e inimigas, militares e não militares — que apóiam, permitem ou influenciam significativamente uma ação específica. Adversários procurarão ganhar vantagem no ambiente de informação global, empregando os sistemas e organizações dos seus espaços de atuação. Além disso, a mídia, grupos de estudos, instituições acadêmicas, organizações não governamentais (ONGs), agências internacionais e individuais, com acesso à auto-estrada da informação, são todos atores expressivos no ambiente de informação global; - domínio da informação é definido como "o grau de superioridade das informações que permite ao seu detentor empregar os seus sistemas de informações e seus meios para alcançar uma vantagem operacional num conflito, ou controlar uma situação envolvendo atores externos, negando, ao mesmo tempo, esses meios ao adversário; - Guerra de Informação abrange um amplo conjunto de conceitos de guerra da era da informação. Esses novos conceitos emergentes da guerra estão diretamente ligados à perspectiva de que a evolução rápida do ciberespaço — a infra-estrutura de informação global — pode trazer tanto novas oportunidades como novas vulnerabilidades. Portanto, aprofundar o entendimento e a viabilidade de aplicar os conceitos de Operações de Informação no âmbito empresarial traz uma nova perspectiva para a Atividade de Inteligência. Por Eduardo Moresi

terça-feira, dezembro 13, 2011

EU ACHEI INTERESSANTE, LEIA - DESABAFO

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa: - A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo. O empregado do mercado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente e hoje sofremos. DESABAFA a Senhora: (- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo . Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente . Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias . Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente . Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época . Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?) (Agora que voce já leu o desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade... E não reclama! Eu também recebí..... )

segunda-feira, dezembro 12, 2011

quarta-feira, dezembro 07, 2011

Filho Pródigo x Filho Fiel

Atualmente, temos visto muitos filhos de Deus fazendo a escolha de serem filhos pródigos. Vemos muitas pessoas aceitando a Jesus e se tornando filhos do Deus Altíssimo, conforme Jo 1:12, mas ao mesmo tempo, percebemos que muitos são os filhos que vêem atrás da benção, da sua herança, e quando a recebem vão embora viver uma vida dissolutamente. Viver dissolutamente significa viver de maneira contrária aos bons costumes, de maneira devassa, libertina (dicionário). Mas sobre a ótica da Palavra de Deus viver dissolutamente significa viver conforme a sua vontade, os seu prazeres, os seus pensamentos. É o egocentrismo, tudo girando em torno de nós mesmos. Mas com Jesus Cristo aprendemos que a vontade de Deus vem em primeiro lugar: “mas antes seja feita a tua vontade” Mt 26:42.São aqueles que querem as bênçãos, mas não querem a cruz, querem apenas o Jesus Salvador, mas não o Senhor. Mas por que os filhos tem preferido ser filhos pródigo do que filhos fieis? Vejo dois motivos, ou enganos para isso: 1- É a aparente facilidade de sair e voltar da casa do pai. Tem se pregado muito sobre esta parábola do filho pródigo e temo que o inimigo tem trazido este entendimento errado sobre os filhos de Deus. Vivemos em uma cidade onde se você abordar alguém na rua e falar de Jesus, uma boa quantidade vai dizer que já foi ou freqüentou uma igreja, e a grande maioria tem um familiar ou um amigo próximo desviado. São os filhos que decidiram por pegar sua herança e viver segundo os seus próprios corações. A impressão que tenho e que está grande maioria pensa assim: “estou aproveitando a minha vida, depois eu peço perdão, volto para igreja, e Deus ficará feliz e ainda vai fazer uma festa pra mim.” São os que pensam como Paulo afirma em Rm 6:1 Continuaremos pecando para que a graça aumente? Só que voltar para a casa de Deus não é tão simples assim. Para que o filho morto reviva é necessário um arrependimento verdadeiro. Pois sem o arrependimento o que ficará dentro de nós é uma grande culpa e vergonha, que nos impede de voltarmos. Mas quando verdadeiramente nos arrependemos então o sangue de Jesus perdoou o nosso pecado, nos purifica de toda a injustiça, retirando a vergonha e a culpa. E somente assim ficamos livres para regressar a casa do pai. Outro equívoco é que pensamos que não importa o que fazemos hoje, Deus pode nos perdoar e tudo volta a ser como era antes. Usamos até promessas bíblicas para isso, Deus vai restituir, a gloria de Deus vai ser maior. Mas não é isso que a bíblia nós ensina. Existem algumas escolhas que mudarão as nossas vidas para sempre, não importando o que aconteça depois. Este é o exemplo de Esaú Hb 12:16. Ele nunca mais teve a primogenitura de volta. Não existem garantias que tudo voltará a ser como era antes. Quando escolhemos viver segundo as nossas escolha sem se importar com a vontade de Deus, podemos perder coisas de valor que jamais vamos recuperar. Isso é desta maneira para que seja gerado temor em nossos corações. 2 – A cegueira que vem sobre os filhos fieis. v 28-31 Até mesmo o filho fiel pensou por um instante que fosse melhor então ser um filho pródigo. v 29. É semelhante ao testemunho de um filho que tem buscado ser fiel, mas tem vivido um tempo de deserto ou tribulação e vê um filho pródigo sendo abençoado. Não podemos permitir que este engano venha sobre as nossas vidas, temos que lutar contra esse sofisma nas nossas mentes. 2 Co 10:4 O escape está no v 31. Para os filhos fieis existe uma grande promessa, que tudo o que for do nosso pai é nosso. Muitas vezes não alcançamos o real peso desta promessa, mas veja o que Deus quer dizer aos seu filhos fieis. Pv 28:20 NVI O fiel será ricamente abençoado. Prosperidade I Pe 3:12 Deus está atento a oração do justo. II Sm 22:26 NVI Ao fiel te revelas fiel, ao irrepreensível te revelas irrepreensível. Talvez por tudo o que já foi dito até aqui, você já esteja convencido que é bem melhor ser um filho fiel. Mas eu quero compartilhar algo que o Senhor tem me ensinado. A vida do filho pródigo nunca será tão tranqüila quanto a do filho fiel. A bíblia em Gn 3:7 diz: “Abriram-se os olhos de ambos e, percebendo que estavam nus”. Quando Adão e Eva comeram do fruto do conhecimento do bem e do mal algo mudou dentro deles. Eles não estavam cegos, mas mesmo assim nos é afirmado que os seus olhos se abriram. A mesma coisa acontece com todo o homem quando este peca. Quando cometemos um pecado pela primeira vez algo dentro de nós muda, nossos olhos são abertos para a aquele pecado. Uma proteção chamada Temor é retirada de nossos corações e no lugar do temor é colocado uma brecha. Então nossa vida se transforma para sempre, como aconteceu com Adão e Eva. Testemunho que quem nunca pecou em uma área da sua vida. A pessoa que nunca caiu em determinado pecado não sente a mesma pressão, o mesmo assedio desse pecado, conseqüentemente leva uma vida mais tranqüila. O diabo sempre nos ataca em nossa brechas, desta forma se alguém caiu em uma pecado, aquela pessoa fica com uma brecha naquela área, e sempre quando vier a tentação ela será mais forte nesta. Qual a sua escolha? Decida hoje ser um filho fiel.Por: Pr. Edimilson Moraes . Texto: Lc 15:11-32

terça-feira, novembro 29, 2011

lei 7.716 "" Proteste ""

Pastor Silas Malafaia a todos os cristãos. Hj, às 14h, vou estar na Comissão de Direitos Humanos para acompanhar o debate da lei 7.716. Ajudem-me em oração! O ministro da educação apresentou uma nova proposta de kit gay p/ distribuir nas escolas. Proteste. Até 13h envie email p/ os senadores da CDH p/ não aprovarem os privilégios homosexuais na lei 7.716 Envie email p/ acsgabinete@mec.gov.br

quarta-feira, novembro 23, 2011

COMPARTILHANDO: PERGUNTAS E RESPOSTAS PARA ENTREVISTAS DE EMPREGO

COMPARTILHANDO: PERGUNTAS E RESPOSTAS PARA ENTREVISTAS DE EMPREGO: O que você sabe sobre a nossa empresa? Essa pergunta é para ver o quanto você se preocupou em conhecer sua futura empregadora e, principalm...

A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DA MODERNIDADE

A Investigação criminal é um conjunto de procedimentos para o esclarecimento de fato delituoso e descoberta de sua autoria. É um conjunto de providências informativas desenvolvidas para elucidar condutas criminosas. Tem como base a instrução, conjunto de dados e informações coletados para formar a convicção de autoridades policiais. O processo se desenvolve por atos de coleta e produção de informações no inquérito policial, onde se posta um conjunto de peças de valor probatório (GARCIA, 1991). A prova constitui a certeza da investigação criminal e os meios de obtenção são as fontes de convicção suficientementes aplicados aos fatos da causa. (MITTERMAIER, 1948). Nesse sentido a investigação criminal é um conjunto de atos administrativos e procedimentos preliminares destinado à apuração das infrações penais e identificação de autoria (formação inicial da culpa). Na formação da prova, no inquérito policial, não há tão somente investigação criminal, mas também coleta de informações para a materialização de provas definitivas (MARQUES, 1980). A doutrina da investigação criminal, de mais de meio século, necessita de uma atualização. O inquérito policial na Era da Informação está anacrônico. Em razão da acentuada evolução do conhecimento e elevado grau de especialização e cientificidade das diversas áreas, tais como: criminalística, sociologia, psicologia, biotecnologia, biogenética, física, eletrônica, telecomunicação, tecnologia da informação e cibernética, mudanças conceituais e de procedimentos são necessárias. A sociedade moderna, marcada pela virtualidade, comunicação instantânea, interatividade e velocidade no fluxo de informação, sugere a modificação do sistema de segurança pública. A globalização também mostra que o sistema de segurança pública precisa de modernização, particularmente no desenvolvimento de métodos diferentes para o enfrentamento dos crimes complexos, sem fronteiras, de ações sofisticadas, vinculadas direta ou indiretamente com organizações, onde as ramificações volumosas e a multiplicidade de ações delitivas são decorrentes da facilidade de acesso a informação e comunicação. Hoje o planejamento de ações criminosas são desenvolvidas em redes sociais, seus atores estão do outro lado do mundo e acobertados pelo anonimato. Assim, as organizações policiais não podem mais prescindir de avanços em infra-estrutura tecnológica, capacidade no tratamento de volume de informações, incremento de áreas específicas inteligência, análise de informações, gestão do conhecimento, monitoração de fontes abertas e interceptação de redes de comunicação. Tudo isso se refere a uma estruturação tecnológica de gestão da informação, por meio da qual, adaptações e rupturas devem ser feitas, uma verdadeira reavaliação de procedimentos em direção a inovação. Tecnicidade, análise e integração de bases informacionais é condição primária. Na essência, deve ser um processo visando conduzir as organizações em direção ao aumento da capacidade investigativa, com visão de contexto, global e em rede multidimensional, cujo resultado está na capacidade de monitoração sistemática do ambiente. Para que as instituições policiais possam manter hegemonia em relação ao crime, antecipando-se ou agindo com celeridade e efetividade, muito há que fazer. Isso inclui obviamente também a renovação de gestores, novos empreendedores, líderes capazes de implementar estratégias de avanço, potencializar um novo sistema, dinâmico, moderno e de potencial investigativo. É essencial ainda desenvolver mecanismos de resposta e a ação integrada com as diferentes instituições de governo, justiça e ministério público. No mundo da informação, organizações policiais dependem cada vez mais da capacidade de instituir um modelo que esteja voltado para a construção do conhecimento, com estratégia, infra-estrutura, decisão e identidade, apto a responder a um contexto cada vez mais complexo do crime e instabilidade dos fenômenos sociais. No campo da análise de informações a atividade de inteligência da organização deve impulsiona-la para a sofisticação da investigação e solução de casos complexos. Ampliar a visão da organização para melhores decisões e resultados efetivos de modificação da doutrina, a qual constantemente deve ascender em direção à qualidade e ciclo de aprendizagem contínua. A análise é uma atividade mental que envolve percepções sobre o ambiente e uma verdadeira acumulação e incubação de experiências profissionais intimamente ligadas aos valores das pessoas e o conhecimento individual. De acordo com Choo (2003), o conhecimento reside na mente dos indivíduos, e esse conhecimento pessoal precisa ser convertido em conhecimento que possa ser partilhado e transformado. Quando existe conhecimento suficiente, a organização está preparada para a ação e escolhe seu curso racionalmente, de acordo com os objetivos. A ação organizacional ocorre de acordo com a mudança do ambiente quando produz novas correntes de experiência, às quais a organização terá de se adaptar, gerando assim um novo ciclo. A tarefa do analista deve estar em consonância com a experiência, e sem ela, não é possível realizar uma interatividade com a investigação. Postado por Celso Moreira Ferro Júnior A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DA MODERNIDADE A Investigação criminal é um conjunto de procedimentos para o esclarecimento de fato delituoso e descoberta de sua autoria. É um conjunto de providências informativas desenvolvidas para elucidar condutas criminosas. Tem como base a instrução, conjunto de dados e informações coletados para formar a convicção de autoridades policiais. O processo se desenvolve por atos de coleta e produção de informações no inquérito policial, onde se posta um conjunto de peças de valor probatório (GARCIA, 1991). A prova constitui a certeza da investigação criminal e os meios de obtenção são as fontes de convicção suficientementes aplicados aos fatos da causa. (MITTERMAIER, 1948). Nesse sentido a investigação criminal é um conjunto de atos administrativos e procedimentos preliminares destinado à apuração das infrações penais e identificação de autoria (formação inicial da culpa). Na formação da prova, no inquérito policial, não há tão somente investigação criminal, mas também coleta de informações para a materialização de provas definitivas (MARQUES, 1980). A doutrina da investigação criminal, de mais de meio século, necessita de uma atualização. O inquérito policial na Era da Informação está anacrônico. Em razão da acentuada evolução do conhecimento e elevado grau de especialização e cientificidade das diversas áreas, tais como: criminalística, sociologia, psicologia, biotecnologia, biogenética, física, eletrônica, telecomunicação, tecnologia da informação e cibernética, mudanças conceituais e de procedimentos são necessárias. A sociedade moderna, marcada pela virtualidade, comunicação instantânea, interatividade e velocidade no fluxo de informação, sugere a modificação do sistema de segurança pública. A globalização também mostra que o sistema de segurança pública precisa de modernização, particularmente no desenvolvimento de métodos diferentes para o enfrentamento dos crimes complexos, sem fronteiras, de ações sofisticadas, vinculadas direta ou indiretamente com organizações, onde as ramificações volumosas e a multiplicidade de ações delitivas são decorrentes da facilidade de acesso a informação e comunicação. Hoje o planejamento de ações criminosas são desenvolvidas em redes sociais, seus atores estão do outro lado do mundo e acobertados pelo anonimato. Assim, as organizações policiais não podem mais prescindir de avanços em infra-estrutura tecnológica, capacidade no tratamento de volume de informações, incremento de áreas específicas inteligência, análise de informações, gestão do conhecimento, monitoração de fontes abertas e interceptação de redes de comunicação. Tudo isso se refere a uma estruturação tecnológica de gestão da informação, por meio da qual, adaptações e rupturas devem ser feitas, uma verdadeira reavaliação de procedimentos em direção a inovação. Tecnicidade, análise e integração de bases informacionais é condição primária. Na essência, deve ser um processo visando conduzir as organizações em direção ao aumento da capacidade investigativa, com visão de contexto, global e em rede multidimensional, cujo resultado está na capacidade de monitoração sistemática do ambiente. Para que as instituições policiais possam manter hegemonia em relação ao crime, antecipando-se ou agindo com celeridade e efetividade, muito há que fazer. Isso inclui obviamente também a renovação de gestores, novos empreendedores, líderes capazes de implementar estratégias de avanço, potencializar um novo sistema, dinâmico, moderno e de potencial investigativo. É essencial ainda desenvolver mecanismos de resposta e a ação integrada com as diferentes instituições de governo, justiça e ministério público. No mundo da informação, organizações policiais dependem cada vez mais da capacidade de instituir um modelo que esteja voltado para a construção do conhecimento, com estratégia, infra-estrutura, decisão e identidade, apto a responder a um contexto cada vez mais complexo do crime e instabilidade dos fenômenos sociais. No campo da análise de informações a atividade de inteligência da organização deve impulsiona-la para a sofisticação da investigação e solução de casos complexos. Ampliar a visão da organização para melhores decisões e resultados efetivos de modificação da doutrina, a qual constantemente deve ascender em direção à qualidade e ciclo de aprendizagem contínua. A análise é uma atividade mental que envolve percepções sobre o ambiente e uma verdadeira acumulação e incubação de experiências profissionais intimamente ligadas aos valores das pessoas e o conhecimento individual. De acordo com Choo (2003), o conhecimento reside na mente dos indivíduos, e esse conhecimento pessoal precisa ser convertido em conhecimento que possa ser partilhado e transformado. Quando existe conhecimento suficiente, a organização está preparada para a ação e escolhe seu curso racionalmente, de acordo com os objetivos. A ação organizacional ocorre de acordo com a mudança do ambiente quando produz novas correntes de experiência, às quais a organização terá de se adaptar, gerando assim um novo ciclo. A tarefa do analista deve estar em consonância com a experiência, e sem ela, não é possível realizar uma interatividade com a investigação. Por Celso Moreira Ferro Júnior

sexta-feira, novembro 11, 2011

MORTE DO REPÓRTER DA BAND

Quem matou o repórter da Band Gelson Domingos foi a Portaria nº 18, de 19/12/2006, do Ministério da Defesa Não, não foi um tiro de fuzil que matou o repórter da Band. Quem matou Gelson Domingos foi a Portaria n° 18, de 19/12/2006, do Ministério da Defesa. Peguem as gravações da notícia da morte dele, ouçam de novo. Observem que, sempre que a notícia diz que ele estava usando um colete à prova de balas, a notícia diz que ele “estava usando um colete à prova de balas de uso permitido“. Agora vamos ler as entrelinhas do que está sendo dito para o povo. Sabem o que significa isso que a mídia desarmamentista está noticiando? Que existem coletes à prova de bala de uso restrito. Não por coincidência, os coletes à prova de balas de uso permitido agüentam um tiro de pistola mas não resistem a um tiro de fuzil. Já os coletes à prova de balas de uso restrito agüentam com facilidade um tiro de pistola e também resistem a um tiro de fuzil. E por que existem coletes à prova de balas de uso permitido e coletes à prova de balas de uso restrito? Simples: porque o Estado brasileiro não quer que os cidadãos brasileiros possam se defender dos tiros que pela legislação só as Forças Armadas brasileiras podem desferir. Interessante, não é? O Estado brasileiro não se contenta em desarmar os cidadãos honestos, ele também exige que os cidadãos honestos permaneçam indefesos ao poder de fogo que ele resguarda legalmente apenas para si. Noutras palavras, o Estado brasileiro reserva para si o direito ser o único ente capaz de matar seus cidadãos honestos com facilidade. O único furo neste raciocínio é que os bandidos não acham uma boa idéia que só o Estado possa matar os cidadãos honestos, eles querem poder fazer o mesmo e por isso usam cada vez mais armas de uso “restrito”. Vejamos o que diz a Portaria n° 18 do Ministério da Defesa: Art. 2o Coletes à prova de balas são produtos controlados pelo Exército, relacionados sob os números de ordem 1090 e 1100 e incluídos na Categoria de Controle no “3” e “5”, respectivamente. Art. 3o Os coletes à prova de balas são testados e classificados quanto ao nível de proteção segundo a Norma “NIJ” Standard 0101.04, do Instituto Nacional de Justiça dos Estados Unidos da América. Art. 4o Os coletes à prova de balas são classificados quanto ao grau de restrição, conforme art. 18 do Regulamento para a Fiscalização de Produtos Controlados (R-105), em: I – uso permitido: os coletes à prova de balas que possuem níveis de proteção I, II-A, II e III-A; e II – uso restrito: os coletes à prova de balas que possuem níveis de proteção III e IV. Eis a classificação segundo a norma NIJ Standart 0101.04 acima citada: Tipo I (22 LR; 380 ACP) Tipo IIA (9 mm, 40 S & W) Tipo II (9 mm; 357 Magnum) Tipo IIIA (High Velocity 9 mm; 44 Magnum) Tipo III (Rifles) Tipo IV (Armor Piercing Rifle) Ou seja, para mim, para você e para o cidadão honesto em geral, o Estado brasileiro diz com todas as letras o seguinte: “vocês cidadãos honestos só podem se defender de tiros de pistolas; vocês cidadãos honestos não tem o direito de se defender dos tiros que só as Forças Armadas brasileiras podem disparar“. O repórter da Band Gelson Domingos não era agente do Estado brasileiro, portanto não tinha o direito de defender sua vida de um tiro de fuzil. E, por não ter o direito de defender sua vida usando um colete à prova de balas com a proteção adequada para resistir a um tiro de fuzil, foi morto por cumprir a lei. Esse é o país em que vivemos. Esse é o país que os desarmamentistas querem. Por: Arthur Golgo Lucas – http://www.arthur.bio.br/

quarta-feira, novembro 09, 2011

Vulnerabilidades

Um general e suas tropas podem marchar uma distância de mil quilômetros, sem se fatigarem, porque a marcha se dá na área onde o inimigo não montou defesas. Se um general ataca com confiança é porque sabe que o inimigo não pode se defender ou fortalecer sua posição. Se um general defende com confiança é porque está seguro que o inimigo não atacará com superioridade de forças naquela posição. Assim, contra o especialista em ataque, o inimigo não sabe onde se defender. Por outro lado, contra um especialista em defesa, o inimigo não sabe onde atacar. Seja extremamente sutil, tão sutil que ninguém possa achar qualquer rastro. Seja extremamente misterioso, tão misterioso que ninguém possa ouvir qualquer informação. Se um general puder agir assim, então, poderá celebrar o destino do inimigo em suas próprias mãos. Por: Sun Tzu - A Arte da Guerra.

segunda-feira, novembro 07, 2011

Inteligência e Contrainteligência Empresarial e Política. Antiterrorismo: GERENCIAMENTO DE CRISES EM ESTABELECIMENTOS EDUCAC...

Inteligência e Contrainteligência Empresarial e Política. Antiterrorismo: GERENCIAMENTO DE CRISES EM ESTABELECIMENTOS EDUCAC...:     A segurança em geral e, mais especificamente ainda nos dias atuais, a segurança específica de estabelecimentos de ensino,...

Os Cursos Superiores de Tecnologia

De acordo com o Censo da Educação Superior de 2007, divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisa e Estatística Anísio Teixeira (Inep/MEC), dos cerca de 24 mil cursos de ensino superior ofertados atualmente no Brasil, quase 4 mil representam o nicho abrangido pela educação tecnológica.
Foram aproximadamente 500% de aumento em apenas cinco anos, passando de 636, em 2002, para 3.702, em 2007.
Naquele ano, havia perto de 38 mil ingressantes nestes cursos. Após o mesmo período, este número já ultrapassava a casa dos 188 mil.
Estes dados demonstram que a procura por cursos superiores de tecnologia vem crescendo significativamente e confirmam uma tendência de mercado: estão sendo criadas novas e diversificadas atividades profissionais, feitas sob medida para abrigar estes profissionais.
O Sistema Conselhos Federal e Regionais de Administração (CFA/CRAs) tem a responsabilidade de regulamentar e fiscalizar a atuação profissional nos campos da Administração. Neste sentido, a regulamentação dos diplomados em cursos superiores de tecnologia – aprovada pelo Plenário do CFA no dia 13 de novembro e publicada nas Resoluções Normativas nº 373, 374 e 379/2009 – demonstra o apoio da autarquia a uma política do Ministério da Educação no que se refere à implementação da educação profissional tecnológica no país.
A partir de agora, o diplomado em curso superior de tecnologia já pode procurar o Conselho Regional de Administração (CRA) de seu estado para regularizar sua situação.
O registro é obrigatório para todos aqueles que atuam em áreas relacionadas à Administração.
Serão aceitos, basicamente, os cursos de Graduação em Tecnologia descritos no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia (http://catalogo.mec.gov.br).
Os diplomados em cursos superiores de tecnologia ou tecnólogos, como são conhecidos, recebem diploma de curso superior, mas não possuem título de bacharel. Com duração menor – de dois a três anos – o curso é direcionado ao mercado de trabalho e o tecnólogo conclui os estudos sabendo em qual segmento poderá atuar.
A profissão foi estabelecida pelo Decreto nº 2.208, de 17 de abril de 1997, e revista pelo Decreto nº 5.154 em 2004.
Dois anos mais tarde, o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia – uma espécie de guia que serve de referência a estudantes, educadores, instituições de ensino superior (IES), sistemas e redes de ensino, entidades representativas de classe, empregadores e sociedade.

sexta-feira, novembro 04, 2011

Superação

Diz um ditado secular :

Sabem o que é superação?????
Superação é poder fazer acontecer com as ferramentas que temos em mãos.
Superação é trabalhar da melhor forma possível independentemente do que pensem ou falem.
Superação é irmos além do que os outros acham que somos capazes.

SUPERAÇÃO, isto é, a VERDADEIRA SUPERAÇÃO, só em CRISTO JESUS, pelo seu sangue precioso derramado por nós na cruz do calvário, sacrifício pelas nossas VITÓRIAS sobre as DIFICULDADES, pela nossa SUPERAÇÃO sobre todo tipo de problema seja de SAÚDE, FINANCEIRO, EMOCIONAL e até sobre a morte, SALVAÇÃO E VIDA ETERNA, é, SÓ EM CRISTO JESUS. Ele superou a cruz por AMOR a Nós.

quinta-feira, novembro 03, 2011

INTELIGÊNCIA POLICIAL: PROPAGANDA E CONTRAPROPAGANDA

INTELIGÊNCIA POLICIAL: PROPAGANDA E CONTRAPROPAGANDA: A propaganda é uma atividade sistemática que envolve técnicas e métodos para persuadir grande número de pessoas utilizando-se de meios de co...

segunda-feira, outubro 31, 2011

O QUE É O AVISO PRÉVIO?

Nas relações de emprego, quando uma das partes deseja rescindir, sem justa causa, o contrato de trabalho de prazo indeterminado, deverá, antecipadamente, notificar à outra parte, através do aviso prévio. Portanto, trata-se de uma notificação da parte descontente na relação trabalhista. O aviso prévio tem por finalidade evitar a surpresa na ruptura do contrato de trabalho, possibilitando ao empregador o preenchimento do cargo vago e ao empregado uma nova colocação no mercado de trabalho, que muito vezes ocorre com certo prazo exíguo. Destarte, aviso prévio é a comunicação da rescisão do contrato de trabalho por uma das partes, empregador ou empregado, que decide extingui-lo, com a antecedência que estiver obrigada por força de lei. Pode-se conceituá-lo, também, como a denúncia do contrato de trabalho de prazo indeterminado, objetivando fixar o seu termo final. Modalidades: Ocorrendo a rescisão do contrato de trabalho, sem justa causa, por iniciativa do empregador, poderá ele optar pela concessão do aviso prévio trabalhado ou indenizado, da mesma forma, quando o empregado pede demissão. - Aviso Prévio Trabalhado; - Dispensa do cumprimento do Aviso Prévio Trabalhado; - Aviso Prévio Indenizado; - Aviso Prévio Domiciliar. Das suas aplicações: O aviso prévio, regra geral, é exigido nas rescisões sem justa causa dos contratos de trabalho de prazo indeterminado ou pedido de demissão. Exige-se também o aviso prévio, nos contratos de trabalho por prazo determinado que contenham cláusula assecuratória do direito recíproco de rescisão antecipada. Da sua concessão: Sendo o aviso prévio trabalhado, a comunicação deve ser concedida por escrito, em 3 (três) vias, sendo uma para o empregado, outra para o empregador e a terceira para o sindicato. Do prazo de duração: Com o advento da Constituição Federal de 1.988, atualmente a duração do aviso prévio é de 30 (trinta) dias, independentemente do tempo de serviço do empregado na empresa e da forma de pagamento do salário, sendo este de caráter integratório, ou seja, o aviso prévio dado pelo empregador, tanto trabalhado quanto indenizado, o seu período de duração integra o tempo de serviço para todos os efeitos legais, inclusive reajustes salariais, férias, 13º salário e indenizações. Consequências para o Mercado: Essa decisão traz a tona lembranças de uma situação antiga, antes do advento do FGTS, onde a empresa pagava a título indenizatório a todo empregado que era demitido sem justa causa ou em fase de se aposentar um salário por ano trabalhado, todavia de forma unilateral, pois não era exigida do empregado a mesma situação. As entidades ABESE, FENABESE e SIESE entendem que esta decisão traz conseqüências funestas ao mercado empresarial e laboral, pois exige de ambos os lados um controle tático muito grande, a fim de evitar um conflito maior, pois quem demite está insatisfeito por alguma razão e quem se demite, o faz por motivos pessoais, ou de uma nova oportunidade ou mesmo por insatisfação com o atual posto que ocupe dentro da organização. Isto, de uma forma geral traz sim prejuízos a ambos os lados da relação trabalhista, principalmente porque a produtividade laboral deverá cair sem sombra de duvida, e os custos serão mantidos a contra gosto e sem o devido retorno. Isto considerando as modalidades e o modo de cumprir o aviso prévio. O momento é de reflexão e atitude, pois o mercado empresarial brasileiro já é penalizado com uma carga tributária agressiva e não se vislumbra vontade política de mudanças que favoreça a relação trabalhista. Vamos pensar e trabalhar na redução da corrupção, que consome grande parte do PIB nacional e trazer esse resultado para as áreas carentes de investimentos, tais como educação, segurança e saúde. Posicionamento Oficial:Referência: Mudança relacionada ao aviso prévio ABESE-Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança FENABESE-Federação Interestadual de Sistemas Eletrônicos de Segurança SIESE-Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança

COMPARTILHANDO: A Raposa e o Fazendeiro (ou Uma Questão de Coerênc...

COMPARTILHANDO: A Raposa e o Fazendeiro (ou Uma Questão de Coerênc...: Um fazendeiro caminhava pela estrada quando foi subitamente atacado por um cobra venenosa. Quando estava prestes a ser picado, eis que do me...

Os Espelhos de Deus

G.R. Tweed olhou pelas águas de Pacífico para o navio americano no horizonte. Limpando o suor de selva dos seus olhos, o jovem oficial naval engoliu profundamente e tomou sua decisão. Esta poderia ser a única chance dele para fugir. Tweed estava se escondendo na ilha de Guam durante três anos. Quando o exército japonês ocupou a ilha em 1941, ele se escondeu no denso matagal tropical. Sobreviver não havia sido fácil, mas ele preferiu o pântano a um campo de prisioneiros de guerra. Tarde naquele dia, 10 de julho de 1944, ele percebeu o navio aliado. Ele correu para cima de uma colina e se posicionou em um precipício. De dentro da sua mochila, ele tirou um espelho de mão. Às 18:20 ele começou a enviar sinais em código Morse. Segurando a extremidade do espelho nos dedos, ele o inclinou de um lado para outro, refletindo os raios do sol em direção ao barco. Três sinais curtos. Três longos. Três curtos novamente. Ponto-ponto-ponto. Traço-traço- traço. Ponto-ponto-ponto. S-O-S. O sinal chamou a atenção de um marinheiro a bordo do USS McCall. Uma equipe de resgate embarcou num bote motorizado e passou despercebido na angra além do alcance das armas do litoral. Tweed foi salvo. Ele estava feliz por ter aquele espelho; feliz porque soube usá-lo, e feliz porque o espelho cooperou. Suponha que não tivesse. (Prepare-se para um pensamento absurdo.) Suponha que o espelho tivesse resistido, empurrado sua própria agenda? Em lugar de refletir uma mensagem do sol, imagine se tivesse optado por enviar algo próprio? Afinal de contas, três anos de isolamento deixariam qualquer um faminto por atenção. Em lugar de enviar um S-O-S, o espelho poderia ter enviado um O-P-M "Olhe para mim." Um espelho egoísta? O único pensamento mais absurdo seria um espelho inseguro. E se eu estragar tudo? E, se eu envio um traço quando devo enviar um ponto? Além disso, você já viu as manchas na minha superfície? Duvidar de si mesmo poderia paralisar um espelho. Da mesma forma seria auto-piedade. Enfiado naquela mochila, arrastado por selvas, e agora, de repente espera-se que eu enfrente o sol brilhante e execute um serviço crucial. De jeito nenhum. Fico no pacote. Não sai nenhuma reflexo de mim. Ainda bem que o espelho de Tweed não teve uma mente própria. E os espelhos de Deus? Infelizmente nós temos. Nós somos os espelhos dele, sabe: ferramentas da heliografia celestial. Reduza a descrição de trabalho humano numa frase e é isto: refletir a glória de Deus. É como Paulo escreveu: “Portanto, todos nós temos o rosto descoberto e refletimos como um espelho a glória do Senhor. Nós somos transformados na sua própria imagem com uma glória cada vez maior. E esta é a obra do Senhor, que é o Espírito. (2 Cor 3:18 VFL) Um leitor acabou de levantar uma sobrancelha. Espere um momento, você está pensando. Eu li aquela passagem antes, mais de uma vez. E soou diferente. Realmente, pode ter acontecido. Talvez seja porque você está acostumado a ler em uma outra tradução. “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.” (ARA, ênfase minha). Uma tradução diz, “contemplando, como por espelho”, outra diz, “refletimos como um espelho”. Uma implica contemplação; a outra refração. Qual é certa? De fato ambas. O verbo katoptrizo pode ser traduzido das duas maneiras. Há tradutores que tomam ambos os lados: “refletindo, como um espelho” (ARC) “contemplamos a glória do Senhor” (NVI com nota de rodapé indicando que pode ser também “refletimos”) “contemplamos como num espelho a glória do Senhor” (Bíblia de Jerusalém, com nota semelhante à NVI) “refletimos a glória que vem do Senhor” (NTLH) Mas qual significado Paulo tinha em mente? No contexto da passagem, Paulo compara a experiência Cristã à experiência de Moisés no monte Sinai. Depois que o patriarca contemplou a glória de Deus, a face dele refletiu a glória de Deus. “os israelitas não podiam fixar os olhos na face de Moisés, por causa do resplendor do seu rosto” (v. 7 NVI). A face de Moisés estava tão deslumbrante que “o povo de Israel não podia nem mais olhar para ele do que para o sol” (v. 7 Tradução em inglês A Mensagem). Ao ver Deus, Moisés não podia fazer outra coisa senão refletir Deus. O brilho que ele viu foi o brilho no qual ele se tornou. Vendo levou a sendo. Sendo levou a refletindo. Talvez a resposta para a pergunta de tradução, então, é "sim." Paulo quer dizer “vendo como em um espelho”? Sim. Paulo quer dizer “refletindo como um espelho”? Sim. Será que o Espírito Santo intencionalmente selecionou um verbo que nos lembraria a fazer ambos? Contemplar Deus tão atentamente que nós não conseguimos fazer outra coisa senão refleti-lo? O que significa ver seu rosto em um espelho? Um relance rápido? Um olhar casual? Não. Ver é estudar, fitar, contemplar. Ver a glória de Deus, então, não é nenhum olhar lateral ou relance ocasional; este ver é ponderar seriamente. Não é isso que nós fizemos? Nós acampamos aos pés do monte Sinai e vimos a glória de Deus. Sabedoria inescrutável. Pureza sem mancha. Anos sem fim. Força destemida. Amor imensurável. Vislumbres da glória de Deus. Enquanto vemos a glória dele, podemos ter a ousadia de orar que nós, como Moisés, possamos refleti-lo? Podemos ousar sonhar em ser espelhos nas mãos de Deus, o reflexo da luz de Deus? Esta é o chamado. “Fazei tudo para a glória de Deus.” (1 Cor. 10:31). Tudo? Tudo. Deixe sua mensagem refletir a glória dele. “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus.” (Mt. 5:16 NVI). Deixe sua salvação refletir a glória de Deus. Tendo “nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa” (Efé. 1:13,14 ARA). Deixe seu corpo refletir a glória de Deus. “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” (1 Cor. 6:20 ARA). Suas lutas. “Tudo isso é para o bem de vocês, para que a graça, que está alcançando um número cada vez maior de pessoas, faça que transbordem as ações de graças para a glória de Deus.” (2 Cor. 4:15 NVI, veja também João 11:4). Seu sucesso honra Deus. “Honra ao SENHOR com os teus bens” (Prov. 3:9 ARA). “Riquezas e glória vêm de ti” (1 Crô. 29:12). “É ele o que te dá força para adquirires riquezas” (Deut. 8:18). Sua mensagem, sua salvação, seu corpo, suas lutas, seu sucesso – todos proclamam a glória de Deus. “E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.” (Col. 3:17 ARA) Ele é a fonte; nós somos o vaso. Ele é a luz; nós somos os espelhos. Ele envia a mensagem; nós a refletimos. Nós descansamos na mochila dele esperando o chamado dele. E quando colocados nas mãos dele nós fazemos o trabalho dele. Não é sobre nós, é tudo sobre ele. Ao Sr Tweed usar um espelho, houve um salvamento. Que haja milhões a mais quando Deus nos usar. Por : Max Lucado - Copyright © 2004 Max Lucado.