Ramo da segurança que cuida dos interesses ligados à empresas públicas ou privadas, no que tange à proteção de seus recursos humanos e materiais e deve estar em consonância com a missão e valores da empresa, devendo também respeitar os limites éticos e legais impostos nas regiões em que atuam. " Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." Salmos 127:1
terça-feira, abril 24, 2012
A batalha pela alma do kung fu
No legendário templo Shaolin, na China, discípulos de um mestre de kung fu encaram as mudanças no mundo das artes marciais
por Peter Gwin NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL
O mestre passa seu último dia de vida envolto em uma colcha costurada pela esposa, sua respiração rascante e irregular dominando o espaço exíguo do quartinho. Ao longo daquele dia frio de primavera, um fluxo de visitantes deságua na pequena cidade de Yanshi, no sopé das montanhas Song, para render homenagem a Yang Guiwu em seu leito de morte. Ele é o homem que lhes ensinou o kung fu. Alguns envergam hábitos de monge e distribuem bênçãos ao entrar na casinha de tijolos. A mulher do mestre, de cabelo branco bem penteado, espalma os ombros de cada recém-chegado como se fosse um irmão de sangue e o admite cozinha adentro, para além do fogareiro de brasas ardentes, para se juntar aos familiares e outros discípulos reunidos ao pé da cama de seu marido.
A esposa debruça-se sobre ele para anunciar um visitante especial, o último discípulo que o mestre acolheu no âmbito de sua família kung fu, 15 anos antes. "É Hu Zhengsheng", diz ela. De abrigo esportivo e calçando as tradicionais sapatilhas de pano, Hu, hoje um espadaúdo homem de 33 anos, inclina-se sobre a criatura encarquilhada. "Shifu", fala ele baixinho, respeitoso, empregando o termo mandarim para "professor". "O senhor está me ouvindo?" Pálidas e finas feito papel de arroz, as pálpebras do velhinho tremem. Por um instante, suas pupilas parecem se fixar no rosto do jovem, antes de se dispersarem.
Foram muitas as vezes em que o mestre contou a Hu como acordava de sonhos nos quais seus antepassados nas artes marciais, monges do templo Shaolin há muito falecidos, vinham visitá-lo. Eles traziam a sabedoria amealhada ao cabo de séculos por muitas gerações de homens cujos pés vincaram as lajes do salão de treinamento da instituição e cujos ossos estão agora enterrados na floresta do Pagode, do lado de fora das muralhas do templo. Eram esses os monges que dedicaram a vida ao aperfeiçoamento dos estilos do kung fu, com nomes do tipo "punho de flor de ameixeira" ou "palma da mão do pato mandarim", cada qual uma sinfonia de movimentos, com variações sobre como empurrar músculos e ossos em direção a seus limites. Ou para além deles, diria alguém. Talvez até, cogita Hu, esses ancestrais estejam agora rodeando o mestre.
Os avançados discípulos do mestre veem uma ironia no fato de que os pulmões do velho o estejam traindo ultimamente. Ele teria aprovado mais esse giro na roda da vida, uma lição terminal de humildade ao homem que os instruiu sobre o papel fundamental da respiração no aproveitamento da chi, ou força vital, de cada um. Era a primeira coisa que ele ensinava: respirar "pelo umbigo", expirar pelo nariz, de forma constante, controlada, em harmonia com as batidas do coração e com o ritmo dos outros órgãos. Aprender a respirar certo, dizia ele, era o passo inicial no árduo caminho que leva as pessoas a se conectar com seu manancial de força chi, abrindo dessa maneira uma das portas ocultas do universo.
Kung-fu: Monge Shaolin pratica kung-fu no alto do monte
Fritz Hoffmann
Agora, com ou sem espíritos invisíveis a seu lado, Yang Guiwu aguarda diante de outra porta oculta do universo. Os discípulos ouvem na respiração dele os sinais de que ele está tentando reunir sua força vital para a jornada a sua frente.
A cerca de 19 quilômetros de onde o velho mestre jaz, em um vale logo depois das montanhas Song, ônibus de turismo preparam-se para regurgitar sua carga diária de visitantes do templo Shaolin. Todo mundo quer ver o berço da maior lenda do kung fu na China. Foi bem ali que um místico indiano do século 5 ensinou aos monges uma série de exercícios, ou formas, que imitava o movimento de animais. Os monges adaptaram as formas à defesa pessoal e, mais tarde, as modificaram, tendo em vista a guerra. Seus descendentes aperfeiçoaram essas "artes marciais" e as utilizaram pelos 14 séculos seguintes em incontáveis batalhas contra déspotas inimigos, sufocando rebeliões e repelindo invasores. Muitos desses feitos se acham anotados em lousas de pedra no templo, ornando também narrativas que datam da dinastia Ming (1368-1644).
Os estudiosos descartam grande parte desses relatos como lendas costuradas com alguns elementos de realidade. As artes marciais a mão livre existiram na China muito antes do século 5 e provavelmente foram trazidas a Shaolin por ex-soldados em busca de refúgio. Durante longos períodos de sua história, o templo era essencialmente um Estado afluente, dispondo de um bem treinado Exército. Quanto mais os monges combatiam, melhores lutadores se tornavam e maior ficava sua fama. Todavia, eles não eram imbatíveis. O templo foi saqueado repetidas vezes ao longo de sua existência. O golpe mais devastador veio em 1928, quando um senhor da guerra vingativo incendiou a maior parte do prédio, inclusive sua biblioteca. Séculos de pergaminhos que detalhavam a teoria e o treinamento do kung fu, bem como tratados da medicina chinesa e escrituras budistas, acabaram destruídos. A transmissão do legado do kung fu de Shaolin passou a se dar apenas de mestre para discípulo, por homens como Yang Guiwu.
Hoje, porém, as autoridades do templo parecem mais interessadas em consolidar a marca de Shaolin do que em restaurar sua alma. Durante a última década, Shi Yongxin, o monge-mor de 45 anos de idade, ergueu um império internacional de negócios que inclui excursões de trupes de kung fu, projetos para TV e cinema, uma loja on-line de chás e sabonetes com a marca Shaolin e templos franqueados no exterior. Além disso, muitos dos homens de cabeça raspada e hábitos monásticos que operam as numerosas caixas registradoras do templo admitem não serem monges de verdade, e sim empregados vestidos a caráter. Bebendo chá em seu escritório, o sereno Shi sustenta que todos esses esforços servem para disseminar o budismo. "Fazemos com que mais pessoas conheçam o zen-budismo e promovemos a nossa cultura", diz ele. Com seu olhar melancólico, o homem tem o talento do político para dar a impressão de que acredita no que está dizendo.
Esse é um argumento que Shi tem repetido muitas vezes, tanto na imprensa chinesa quanto na mundial, e ele nem é o primeiro monge-mor a enfrentar a crítica de que Shaolin busca riquezas em vez de iluminação. Em todo caso, quer seja uma instituição evangelizadora, quer seja apenas lucrativa, o templo Shaolin ajudou a deflagrar uma inegável renascença do kung fu, a qual coincidiu com a própria emergência da China como potência mundial. Em nenhum outro lugar isso é mais evidente do que em Dengfeng, uma cidade de 650 mil habitantes, a apenas 10 quilômetros dos portões do templo. Cerca de 60 academias de artes marciais surgiram ali nas últimas duas décadas, com mais de 50 mil alunos. As maiores situam-se ao longo da avenida principal, erguendo-se feito cassinos em Las Vegas, com dormitórios em arranha-céus que ostentam murais que exibem lutadores de kung fu, dragões e tigres.
Essas academias preenchem suas vagas com garotos e um número crescente de meninas, vindos de todas as províncias e classes sociais, com idades que vão dos 5 aos 30 anos. Alguns chegam com a esperança de se tornar estrela de cinema ou atingir a glória como kickboxer. Outros vêm para adquirir habilidades que lhes garantirão empregos no Exército, na polícia ou em empresas de segurança. Uns poucos são enviados pelos pais para aprender disciplina e a trabalhar duro.
Durante seis dias por semana, 11 meses por ano, as academias despertam bem cedo, animadas por legiões de alunos vestidos com abrigos esportivos e dispostos em fileiras bem alinhadas, a praticar kung fu. Olhares fixos à frente, costas eretas, eles golpeiam com mãos e pés em uníssono, suas vozes pontuando o ar matinal ao repetir as cadências ordenadas pelo instrutor.
Alguns dias antes de visitar seu mestre moribundo, Hu Zhengsheng atendeu a um telefonema que muitos praticantes de artes marciais passam a vida ansiando receber. Era um produtor de Hong Kong que oferecia a ele o papel principal em um filme de kung fu. É fácil entender o porquê do convite: Hu tem um belo rosto de garoto e projeta uma confiança adquirida através de anos a se testar física e mentalmente.
No entanto, ele não tem certeza se vai aceitar. Hu não concorda com a maneira pela qual o kung fu costuma ser retratado nos filmes: uma celebração de violência que ignora os princípios disciplinares de moralidade e respeito pelo oponente. Sem contar seu medo de cair nas armadilhas da fama. Seu mestre exortava-o a permanecer humilde, mesmo quando Hu superou os demais alunos. A humildade derrota o orgulho, pregava Yang. O orgulho derrota o homem.
Por outro lado, o papel no cinema traria publicidade e dinheiro, coisas tão necessárias a sua pequena academia de kung fu. Com a bênção de seu mestre, Hu fundou a escola há oito anos na periferia de Dengfeng. Ao contrário das grandes academias, que privilegiam a parte acrobática do kung fu e o kickboxing, Hu ensina a seus 200 garotos - e algumas garotas - as formas antigas do Shaolin que lhe foram passadas por Yang Guiwu.
Mas a luta não é a lição mais importante do kung fu, explica Hu. O foco é a honra. As habilidades que ele transmite a seus pupilos vêm com uma responsabilidade. Ele espera de cada um respeito e disposição de "engolir o amargor", aprendendo a conviver com a adversidade usando-a para disciplinar a vontade e forjar o caráter.
À noite seus alunos dormem em quartos sem aquecimento. Sob qualquer temperatura, eles treinam ao ar livre, em geral antes do nascer do sol. Esmurram troncos de árvore para enrijecer as mãos e praticam agachamentos com outro aluno montado em seus ombros para desenvolver força nas pernas. Durante os exercícios, os treinadores usam bastões de bambu para sapecar os tendões de quem não fizer os movimentos com perfeição ou cujo esforço é considerado insuficiente. Quando lhe pergunto se um tratamento tão severo não poderia criar alunos injuriados, Hu sorri: "Eles estão engolindo o amargor. E entendem que isso os torna melhores".
O problema de Hu é menos perder alunos do que recrutar novos interessados, de maneira a arcar com as despesas da escola. Muitos dos garotos vêm de famílias pobres, e o mestre só cobra deles a comida. Aos poucos, porém, ele se curvou às novas tendências no ensino e passou a oferecer cursos de kickboxing e de formas acrobáticas de kung fu, na esperança de atrair novos pupilos, para depois dirigi-los às formas tradicionais.
Pela própria experiência, Hu sabe que a ideia de um garoto sobre o kung fu pode mudar com seu amadurecimento. Quando jovem, ele era obcecado por filmes de luta marcial, sorvendo as performances de Bruce Lee e Jet Li, dois dos mais famosos astros desse tipo de cinema, e vivia fantasiando vinganças contra os valentões de sua aldeia. Aos 11 anos, conseguiu cavar sua admissão ao templo Shaolin, onde virou ajudante do treinador de uma das trupes performáticas. Mais tarde, esse homem o apresentou a Yang Guiwu.
"Quando encontrei Yang, eu já havia memorizado muitas formas tradicionais", conta Hu. "Mas ele me ensinou a teoria por trás das formas. Por que você deve mover sua mão de uma certa maneira. Por que seu peso deve recair sobre determinada parte de seu pé." Ele levanta-se para demonstrar isso. Um golpe de mão, explica Hu, é disparado como um lance de xadrez, antecipando uma gama de possíveis contragolpes. "Seja lá como meu oponente responder, estarei preparado para bloquear seu golpe e disparar um segundo, um terceiro e um quarto ataque, cada qual direcionado a um ponto de pressão." Ele faz a pantomima dos movimentos em câmera lenta.
"Um aluno pode aprender isso em um ano", afirma Hu. "Mas fazer assim" - suas mãos e seus cotovelos viram um borrão ao repetir o movimento a toda velocidade - "leva muitos e muitos anos." A diferença, ensina ele, está em realizar os movimentos sempre de forma instintiva, despachando cada golpe com precisão e força máxima, sem sacrificar o equilíbrio.
"Não há pontapés voadores ou acrobáticos", garante ele. Tais movimentos expõem pontos vulneráveis. "Shaolin é pensado para o combate, não para entreter plateias. É difícil convencer a garotada a empenhar muitos anos aprendendo algo que não os tornará ricos ou famosos." Ele parece absorto nesse pensamento: "É dessa maneira que os estilos tradicionais vão se perder".
Um garoto vestido com a roupa cinza-claro da escola surge à porta do escritório para relatar que um aluno torceu a canela. Quando Hu chega ali para ver o que acontecera, o aluno, machucado, já havia retomado os exercícios, rilhando os dentes enquanto esmurrava um saco de pancadas. Hu meneou a cabeça com satisfação de professor: "Ele está aprendendo a engolir o amargor".
Quando a notícia da iminente morte do mestre Yang chega a seu mais enigmático aluno, ele está no topo isolado de um monte acima do templo Shaolin. Shi Dejian, um monge budista de 47 anos, vem de uma semana bem dura. Primeiro, uma equipe de televisão trilhou o caminho vertiginoso na montanha para chegar ao monastério. Com ela veio um lutador profissional de diversas artes marciais, com a missão de testar suas habilidades contra os monges. (Ele voltou machucado para casa.) Depois, um grupo de neurologistas de Hong Kong apareceu para estudar o efeito do rigoroso regime de meditação de Shi sobre sua atividade cerebral. Em seguida, ele passou uma noite exaustiva aplicando suas técnicas chi para aplacar as dores de um amigo doente. E eis que uma autoridade do Partido Comunista de Suzhou irrompe portão adentro solicitando a cura da diabetes de seu irmão. Para um homem que busca a solidão, Shi anda afogado em gente.
Ele deve essa procissão de estrangeiros em grande parte aos videoclipes veiculados na internet em que ele aparece demonstrando as formas de Shaolin, em geral se equilibrando no topo em agulha de precipícios ou no teto de seu pagode, encravado na face de um penhasco, a um pequeno passo em falso de uma queda fatal de mais de 100 metros. Os clipes, filmados por visitantes ao longo dos anos, espalharam-se por sites de kung fu e de medicina chinesa, chamando atenção à filosofia segundo a qual uma vida saudável gira em torno dos princípios de chan (meditação zen), wu (artes marciais) e yi (medicina herbal).
São esses os mesmos princípios na raiz do pensamento que norteia o templo Shaolin, afirma Shi Dejian. Embora ele não o diga, são também os mesmos princípios que os muitos críticos do templo, dentro e fora da China, afirmam terem sido negligenciados em benefício dos negócios. A mensagem de suas performances desafiando a morte tem a ver, parece, com a autenticidade da sua filosofia: quando você pratica o verdadeiro chan wu yi, torna-se possível esse tipo de coisa.
Cara a cara, Shi parece uma espécie de elfo da montanha, com seu 1,60 metro de altura e uma sólida carapaça muscular. Ele enverga um manto de lã e um chapéu em estilo mongol e prefere falar quando está em movimento, replantando uma muda de cedro ou catando folhas de dente-de-leão para uma salada. Suas risadas constantes sugerem um espírito mais moleque que devoto.
O caminho que o levou a esse pico das montanhas Song teve início em 1982, quando, aos 19 anos, e já um prodígio do kung fu, Shi deixou a casa de sua família, não longe da fronteira mongol, para empreender uma peregrinação ao templo Shaolin. Sua busca por professores desse estilo de luta levou-o a Yang Guiwu, e ele logo se distinguiu como o melhor aluno do mestre. Quanto mais aprendia sobre o kung fu, mais se interessava por suas interseções com a meditação e a medicina chinesa. Por fim, resolveu tomar os votos monásticos no templo Shaolin.
Com as multidões de turistas se expandindo no início dos anos 1990, Shi passou a buscar cada vez mais o recolhimento, acampando perto das ruínas de um pequeno templo em um pico nas proximidades. Os monges mais velhos, desolados pela expansão dos empreendimentos comerciais de Shaolin, o encorajaram a transformar o antigo local em um retiro focado no chan wu yi. Shi recrutou pedreiros para cortar blocos de granito das rochas enquanto ele e seus discípulos içavam sacos de cimento e telhas. Aos poucos, foram transformando o templo carcomido em um complexo de pagodes que parece escalar a encosta granítica íngreme da montanha.
O lugar evoca uma calma meditativa, com bolsões de neblina enclausurados ao longo da crista da serra. Shi e seus discípulos cultivam pequenos bambuzais e terraços plantados com vegetais e ervas. Eles seguem uma dieta vegetariana e colhem flores, musgos e raízes para confeccionar remédios contra tudo, de picadas de insetos a problemas de fígado. As pessoas vêm de toda parte da China em busca de tratamento para diversas enfermidades. Em geral, elas querem cuidar apenas dos sintomas, conta Shi, mas "chan wu yi trata da pessoa como um todo. Quando ela fica saudável, os sintomas desaparecem".
Ele costuma se levantar às 3h30 para meditar. Depois, Shi pratica técnicas respiratórias destinadas a reforçar a chi. Houve um tempo em que ele gastava seis horas ou mais, todos os dias, praticando as formas tradicionais do kung fu. Agora, porém, Shi se vê impulsionado pelas mesmas forças que estão remodelando o templo Shaolin. Ele atende a pedidos de palestras, levanta fundos para finalizar a construção de seu templo, treina seus discípulos e, é claro, dá conta da enxurrada de visitantes - tudo isso competindo por sua atenção e energia. "Mas estou sempre praticando kung fu", garante ele, apanhando minha mão para pousá-la sobre seu imenso quadríceps. Posso sentir a pulsação que imprime ao músculo. Daí, ele move minha mão para a sua panturrilha batatuda. Mais pulsação. "Faço isso o dia inteiro", conta Shi, explicando como incorpora os movimentos de kung fu em todas as atividades diárias, desde arrancar ervas daninhas até escalar montanha.
Não seria o kung fu violento em sua essência, pergunto-lhe, e será que isso não contradiz os princípios de não violência do budismo, como o conhecemos no mundo ocidental? Não, como explica ele, já que o fundamento do kung fu é a conversão de energia em força. Na ausência de um adversário, a prática consiste em uma série de movimentos. As fragilidades físicas e mentais do próprio praticante tornam-se seus adversários.
Às vezes o adversário não está distante. Nem todo mundo que sobe a montanha é amigo, e Shi já sobreviveu a atentados contra a sua vida. Anos atrás, ao ir para casa por uma trilha íngreme, quatro homens o emboscaram tentando jogá-lo para fora de uma saliência rochosa. Eles tinham avançadas habilidades de kung fu, mas Shi rapidamente os repeliu. Esse é um assunto que ele prefere não discutir, mas o incidente é confirmado por outras pessoas. "As montanhas Song estão cheias de rivalidades envolvendo o kung fu", conta-me uma autoridade de Dengfeng, "do mesmo jeito que tem sido há séculos."
Na última manhã que passo em seu retiro, Shi mostra-me suas dependência privadas, uma exígua cúpula de pedra empoleirada na ponta de um íngreme penhasco. Ele me conduz até um terraço com vista para o profundo vale em forma de cuia, acarpetado de espessas florestas de pinheiros. Uma frente fria está em atividade, e sua grossa pelerine agita-se atrás dele. Sem aviso, Shi salta para a mureta baixa que bordeja o bico do penhasco, a ventania inflando sua pelerine, que se alvoroça toda sobre o vazio a suas costas.
"Está com medo?", pergunta-me, ao ver a minha cara. "Kung fu não é só treinar o corpo. É também controlar a mente." Como uma pluma, Shi saltita com leveza de um pé para o outro, estocando, esmurrando, girando, sempre a centímetros de uma pavorosa queda. Seus olhos arregalam-se quando ele se concentra. O manto encapela-se e farfalha ao vento gelado.
"Você não pode derrotar a morte", proclama o mestre, sua voz alçando-se acima da ventania. Ele lança um pé ao abismo, equilibrando-se em apenas uma de suas pernas troncudas. "Mas você pode derrotar seu medo da morte."
Pouco depois de Hu Zhengsheng visitá-lo em seu leito, Yang Guiwu passa para a outra vida. Dezenas de alunos juntam-se a seus familiares na pequena casa em Yanshi. Shi Dejian chega com dois de seus discípulos. Alguns alunos de Hu demonstram sequências de kung fu.
O assobio seguido de explosões de fogos de artifício enchem os ares, alertando o mundo dos espíritos da chegada do mestre. Um trio de flautistas encabeça o cortejo fúnebre para fora da cidade, em direção ao campo de trigo da família, onde o mestre será enterrado ao lado de seus parentes e em meio ao verde reluzente do trigo.
Enquanto caminhamos atrás do caixão, Hu ainda matuta se deve ou não aceitar o papel no filme de kung fu. Seria desrespeitoso, assim, tão em cima da morte do mestre. No entanto, ele já discutiu o assunto com alguns de seus discípulos, que o encorajaram a aceitar. Isso significa que uma parte de Yang Guiwu sobreviveria na performance de Hu e, quem sabe, inspiraria outros praticantes. Afinal de contas, como lembraram seus alunos, foram justamente os filmes de kung fu que coduziram Hu até o mestre.
A roda da vida completou o seu ciclo, como diria o falecido shifu.
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segunda-feira, abril 23, 2012
NÃO É LULA “OU” DILMA; É LULA “E” DILMA
Datafolha segunda-feira, 23 de abril de 2012
“A matéria da ‘Folha’ sobre a pesquisa que aponta recorde de popularidade da presidenta Dilma Rousseff aposta no delírio que anda tomando conta da nossa mídia.
“A presidente Dilma Rousseff bateu mais um recorde de popularidade, mas seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, é o preferido dos brasileiros para ser o candidato do PT ao Planalto em 2014. Esse é o resultado principal da pesquisa Datafolha realizada nos dias 18 e 19 deste mês com 2.588 pessoas em todos os Estados e no Distrito Federal”
Como assim, “mas”?
Há alguma característica de disputa – aberta ou velada – entre ambos, pela sucessão?
“Como a curva de popularidade positiva de Dilma tem sido ascendente desde o início, o Datafolha incluiu, desta vez, uma nova pergunta no levantamento sobre a eleição de 2014 -'quem deveria ser o candidato do PT a presidente: Dilma ou Lula?'
As respostas foram bem mais favoráveis a Lula. Ele é o predileto de 57% dos brasileiros para disputar novamente o Planalto daqui a dois anos e meio. Outros 32% citam Dilma. Para 6%, nenhum dos dois deve concorrer. E 5% não souberam responder.
A presidente Dilma vem tem tendo curva crescente de popularidade e pode reduzir essa desvantagem em relação a Lula se mantiver essa trajetória”, diz Mauro Paulino, diretor do Datafolha.”
Ficou claro?
O Divide et impera é tão velho quanto a história. Só os tolos se deixam levar por ele, porque só os tolos creem nos elogios do inimigo e se conduzem pela ambição e pela inveja.
Quando Lula escolheu Dilma como candidata a sua sucessão, não se pense que ele tenha feito isso como tolo.
Ao lado da capacidade administrativa, o que o conduziu à escolha foi a fidelidade de Dilma, mais que a ele, ao projeto de mudança que seu governo representou.
Sabia que Dilma iria ao poder para exercê-lo numa direção e essa direção comum é a garantia de que a identidade de propósitos supera – e quase sempre supera - pequenas vaidades ou ambições a que um ser humano está sujeito.
Por isso, o resultado mais importante da pesquisa, ao contrário de ser o de se "tantos ou quantos por cento preferem Dilma ou preferem Lula como candidato", é outro.
É que Dilma e Lula seguem sendo – e com muito mais folga – imbatíveis na preferência popular.
Que só 5% dos brasileiros acham ruim o governo de Dilma, continuidade do Governo Lula.
O resultado mais importante está escondidinho, tanto que agora refaço o post para incluí-lo, pois escapou da primeira leitura da edição digital:
“O segundo turno da eleição presidencial não foi assim um passeio para Dilma Rousseff. A candidata do PT teve 56,05% nas urnas contra 43,95% do adversário do PSDB, José Serra.
O Datafolha investigou o que ocorreria se a mesma disputa se desse agora. Aí sim Dilma venceria por larga margem, com 69% contra 21% de Serra.
Se esse hipotético embate se repetisse, 6% dos eleitores não votariam nem em Serra nem em Dilma. Outros 4% se declararam indecisos.”
Ou seja, mais de dois terços dos brasileiros, agora que se reduziram as manipulações da imprensa pró-Serra que acenavam com um terror “abortista” e “corrupcionista” com Dilma, apoiam a linha de governo que o ex-presidente e a atual presidenta representam.
Porque, no essencial, agora como há um ano e meio, nas eleições, Lula é Dilma e Dilma é Lula.
E enquanto for assim – e nada autoriza a pensar que não é e será – a direita está num mato sem cachorro.”
Por Brizola Neto
FONTE: escrito por Brizola Neto em seu blog “Tijolaço” (http://www.tijolaco.com/datafolha-nao-e-lula-ou-dilma-e-lula-e-dilma/)
JULGAMENTO DE SERRA ESTÁ NA FILA, NA FRENTE DO 'MENSALÃO'
"Seria compreensível se a velha imprensa cobrasse celeridade do Judiciário como um todo. Mas causa estranheza quando, em ano eleitoral, essa velha imprensa só bate o bumbo sobre o processo do chamado "mensalão".
Por que, então, não cobrar o julgamento também do processo que José Serra responde por atos praticados ainda no governo FHC e que se arrasta até hoje? Em termos de réus ilustres, supera o chamado "mensalão", e em termos de valores também, além de ser bem mais antigo, pois se arrasta desde 2003.
Não é um processo qualquer. Trata-se do rombo no Banco Econômico, socorrido com R$ 3 bilhões no âmbito do PROER, quando Serra era ministro do planejamento. São réus também, praticamente, toda a equipe econômica do governo FHC, incluindo o ex-ministro Pedro Malan, ex-ministro e banqueiro Ângelo Calmon de Sá e os ex-presidentes do Banco Central Gustavo Loyola e Gustavo Franco.
A juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, acatou a denúncia apontando dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos no caso.
Note-se que Serra é o candidato mais célebre das eleições de 2012, e a celeridade no julgamento seria uma oportunidade para o tucano sair inocentado, ou para o eleitor saber se estará votando em alguém condenado em primeira instância.
O processo corre no TRF1-DF, e os detalhes da ação estão aqui, íntegra:
(http://processual.trf1.jus.br/consultaProcessual/processo.php?proc=200334000391407&secao=DF&enviar=Pesquisar)
Por Helena Sthephanowitz, especial para a “Rede Brasil Atual”
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sexta-feira, abril 20, 2012
EXÉRCITO VAI ADOTAR FUZIL DESENVOLVIDO NO BRASIL
TIPO SUBSTITUI BELGA USADO DESDE 1964
“O Exército começará em 2012 a substituir seus fuzis FAL pelo modelo IA2, desenvolvido e fabricado no Brasil. A nova arma deve também equipar a Marinha, a Aeronáutica e as polícias militar e civil, além de ser exportado.
O FAL, de fabricação belga, é usado desde 1964, e boa parte das cerca de 150 mil unidades está velha e defasada.
"Em vez de substituir [os fuzis] por outros FAL, seria melhor ter uma arma mais moderna", disse o general Sinclair Mayer, chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército.
A opção mais barata seria comprar lotes de fuzis importados, como o americano AR-15 ou o russo Kalashnikov. Mas o Exército optou por desenvolver tecnologia própria, para não depender de suprimentos estrangeiros.
A Indústria de Material Bélico do Brasil, que fabrica tanto o FAL como o IA2, não divulga o valor do novo fuzil. Só diz que ele terá preço competitivo. Segundo Mayer, a indústria tem capacidade para produzir até 30 mil fuzis por ano em sua fábrica em Minas, mas o ritmo da substituição dependerá da verba liberada pelo Ministério da Defesa.”
Por Luis Kawaguti, na ‘Folha’
FONTE: reportagem de Luis Kawaguti, na ‘Folha de São Paulo’ (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/17493-exercito-vai-adotar-fuzil-desenvolvido-no-brasil.shtml) [imagem do Google adicionada por este blog ‘democracia&política’].
Polícia comunitária
Polícia comunitária torna Nicarágua referência de segurança pública para vizinhos
Apesar de pobre, país tem a menor taxa de homicídios da região: 13 para cada 100 mil habitantes
A existência ou não de uma relação direta entre pobreza e criminalidade há décadas divide governantes e especialistas dos mais diversos matizes políticos. A falta de uma resposta definitiva para a questão torna ainda mais intrigante o caso da Nicarágua. Como é possível que um dos países mais pobres do continente americano possa manter níveis de violência tão baixos, deter o avanço de fenômenos que assombram os países vizinhos, como o crime organizado e o narcotráfico, e evitar a proliferação e organização das chamadas maras (gangues juvenis)?
Em junho do ano passado, essa pergunta permeou os debates na Conferência Internacional em apoio à Estratégia de Segurança Regional. Na ocasião, representantes do Sistema de Integração Centro-Americana (Sica) e de organismos multilaterais latino-americanos parabenizaram publicamente a Polícia Nacional nicaraguense pelos resultados obtidos na prevenção e investigação de crimes.
"A resposta a essa pergunta deve ser buscada no fato de que somos uma instituição muito jovem e na implementação de um modelo profundamente relacionado com nossa origem e com a história recente do país", explicou ao Opera Mundi Miriam Martha Torres, chefe da Secretaria Executiva da Polícia Nacional da Nicarágua.
No que se refere à luta contra a delinquência comum (assassinatos, crime organizado e narcotráfico), a Nicarágua é uma exceção na América Central. "Conseguimos reverter o índice delitivo demográfico, chegando a 13 homicídios por 100 mil habitantes. É um resultado importante se comparamos com os números de Honduras (78), El Salvador (69) e Guatemala (42)", explicou Torres. Segundo dados do PNUD (2010), a média regional chega a 35 homicídios e o número latino-americano é 26.
Em termos globais, 29% dos homicídios acontecem em Honduras, 27,7%, na Guatemala e 18,6%, em El Salvador. A Nicarágua representa apenas 3,7% dos homicídios da região, e isso apesar de ter o índice de forças policiais mais baixo: apenas nove agentes policiais por 100 km², em comparação, por exemplo, com os quase 100 por km² de El Salvador.
Durante quase meio século, a ditadura dos Somoza (1934-1979) atribuiu à sangrenta Guarda Nacional as funções próprias do Exército e da Polícia. Quando a luta revolucionária conseguiu derrotar a ditadura (1979), foi preciso desmontar o sistema existente e criar um novo. "A nova Polícia foi formada em meio ao processo revolucionário, com a participação e o envolvimento direto dos combatentes e de outros setores da população rebelada. Ou seja, surgiu diretamente do povo e continua mantendo suas raízes", lembra Torres.
Miriam envolveu-se muito jovem no processo de luta armada contra a ditadura e foi ferida gravemente apenas dois meses antes do triunfo da revolução. Passou quase um ano recuperando-se dos ferimentos e, em 1980, com apenas 16 anos, integrou-se à nova instituição.
"Nossa Polícia surgiu das entranhas do povo. Não houve convocação, chamados nem academia para que se aprendesse o trabalho. Homens, mulheres, jovens, todos nos integramos à tarefa, muitas vezes por disciplina partidária. Era um fermento de emoções para construir algo novo que, com o tempo, foi se estruturando e profissionalizando, mas sem perder sua relação constante com as pessoas, com as comunidades", afirmou a comissária.
Prevenção
Segundo as autoridades nicaraguenses, o modelo de polícia "preventivo, proativo e comunitário" não poderia existir sem um vínculo profundo com a população. De acordo com as estatísticas oficiais da Polícia, são mais de 100 mil as pessoas que, de maneira voluntária, apoiam ativamente o trabalho preventivo em todo o território nacional.
Com o Decreto 16-2007, foram criados os CSCs (Conselhos de Segurança Cidadã), instâncias de coordenação entre a Polícia, o Estado e os cidadãos. "Atualmente, contamos com o apoio direto de 25 mil membros dos Comitês de Prevenção Social do Delito, mais de 76 mil membros dos Gabinetes do Poder Cidadão e 9.000 jovens voluntários. Na zona rural, contamos também com 1.300 integrantes dos Comitês Distritais, com mais de 1.000 policiais voluntários e 3.900 promotoras contra a violência familiar. Um verdadeiro exército que respalda este modelo", explicou Torres.
Além disso, dedica-se especial atenção aos jovens. "Todo mundo se pergunta por que na Nicarágua não existe o problema da mara. Para nós, trata-se de uma problemática ligada à exclusão social, e a solução que adotamos é a prevenção por meio da inclusão dos jovens", afirmou a primeira-comissária Aminta Granera (foto abaixo), chefe da Polícia Nacional recentemente reconfirmada no cargo pelo presidente Daniel Ortega, fato inédito na história recente da Nicarágua.
A prevenção voltada à juventude nicaraguense tem três abordagens: a primeira para evitar que os jovens em geral se envolvam em delitos; a segunda, para tratar de dissuadir os delitos com grupos de risco; e a terceira com ações destinadas a evitar a reincidência dos adolescentes que cumprem medidas sócio-educativas ou são privados da liberdade.
Foi constituída a Direção de Assuntos Juvenis para trabalhar nos centros pré-escolares e nas escolas primárias e secundárias. "Isso mostra a ação da Polícia como parte da comunidade, em harmonia com seu sentir e viver. Nós atuamos em, desde, para e com a comunidade", argumentou Granera.
Ao longo dos últimos anos, este modelo permitiu a promoção de um trabalho preventivo direto com mais de 250 mil jovens, que a cada ano conseguiu desmobilizar e reinserir na vida social mais de 500 jovens membros de bandos juvenis (pandillas).
Durante a inauguração do Centro de Formação e Desenvolvimento Juvenil "Juventud", que dará atenção e capacitação em carreiras técnicas e profissionais a 200 jovens em risco e a ex-membros de pandillas, Granera explicou que este é o resultado de um esforço que conjuga o espírito desta Polícia, a sensibilidade social do governo, a sintonia da sociedade civil com o modelo e a generosidade da cooperação internacional.
"Com este Centro, tratamos de nos aproximar dos jovens em situação de delito ou de risco, não para puni-los, e sim para lhes abrir espaço para sua regeneração e sua formação. Não se trata de acompanhá-los na prisão, e sim na educação", afirmou Granera diante de centenas de jovens emocionados com a oportunidade que lhes era oferecida.
Gênero
Outro eixo do modelo policial nicaraguense é a luta contra a violência de gênero ou familiar. "Abrimos mais Delegacias de Mulheres em todo o país, o que permitiu aumentar para mais de 100 mil as mulheres atendidas a cada ano", disse Miriam Martha Torres.
Além disso, foram capacitadas 200 mil pessoas na função da reivindicação do direito da mulher, e se fortaleceu o modelo de atenção com a introdução das Delegacias Móveis, os órgãos de defesa itinerantes, as comissões comunitárias de prevenção da violência familiar, assim como a adoção do modelo único de informe psicossocial e a capacitação de 4 mil promotoras voluntárias.
O enfoque de gênero é algo que caracteriza o próprio corpo policial. "Atualmente, mais de 35% do efetivo policial é representado por mulheres. Ocupamos 26% dos postos principais da hierarquia de comando", disse a comissária-mor.
Narcotráfico
Na luta contra o crime organizado e o narcotráfico, o modelo nicaraguense tem sido um exemplo para toda a região. De fato, na Nicarágua não se nota a presença desses fenômenos, tão dramáticos para os demais países, nem o vínculo entre os bandos juvenis e o crime organizado. "Golpeamos o narcotráfico de forma contundente, desarticulando 63 células dos grandes cartéis da droga e abalando suas bases logísticas e econômicas e sua plataforma terrestre, aérea e marítima. Calculamos ter tomado cerca de 2,5 bilhões de dólares", disse Granera.
"O verdadeiro desafio, agora, é continuar a aprofundar o modelo, incentivando ainda mais a relação e o intercâmbio com as comunidades, porque nossa maior legitimidade é a social, aquela que a população nos concede", concluiu Torres.
Por: Giorgio Trucchi/Opera Mundi
quinta-feira, abril 19, 2012
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quarta-feira, abril 18, 2012
TERRORISMO NO CÓDIGO PENAL
Terrorismo é incluído como crime em anteprojeto do Código Penal
Exploração de jogo de azar sem autorização também pode se tornar crime.
Comissão discute anteprojeto, que ainda será analisado no Congresso.
A comissão de juristas que elabora o anteprojeto de Código Penal a ser discutido no Congresso aprovou nesta sexta-feira (30) o terrorismo e a exploração de jogos de azar sem autorização legal com crimes para o anteprojeto de lei do novo código.
O terrorismo é atualmente considerado crime pela Constituição Federal de 1988, mas não está tipificado no Código Penal e, portanto, não há previsão de tempo de pena, por exemplo. A exploração de jogos também não é crime e está na legislação brasileira como contravenção penal, penas mais brandas que geralmente não levam à prisão.
O anteprojeto, que está em fase final de elaboração, deve ser entregue até maio ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Ele deve criar uma comissão especial de senadores para discutir o assunto e para que a proposta comece a tramitar na forma de um projeto de lei.
saiba mais
* Anteprojeto de novo Código Penal vai prever possibilidade de aborto
De acordo com o relator do anteprojeto do novo Código Penal, o procurador regional da República da 3ª Região Luiz Carlos dos Santos Gonçalves, a pena prevista para terrorismo será de oito a 15 anos de prisão. Além de tornar crime no Código Penal, o anteprojeto revoga a Lei de Segurança Nacional, que, segundo o relator, a partir de agora se tornou "incompatível".
A Lei de Segurança Nacional, de 1983, prevê reclusão de três a dez anos para quem "praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político ou para obtenção de fundos destinados à manutenção de organizações políticas clandestinas ou subversivas. [...] Se do fato resulta lesão corporal grave, a pena aumenta-se até o dobro; se resulta morte, aumenta-se até o triplo."
De acordo com a Agência Senado, o anteprojeto afirma que será considerado terrorismo, “causar terror na população” mediante condutas como sequestrar ou manter alguém em cárcere privado; usar, portar ou trazer consigo explosivos, gases tóxicos, venenos, conteúdos biológicos ou outros meios capazes de causar danos; incendiar, depredar, saquear, explodir ou invadir qualquer bem público ou privado; e interferir, sabotar ou danificar sistemas de informática e bancos de dados.
Os juristas também consideram a conduta de sabotar o funcionamento ou apoderar-se do controle de comunicação ou de transporte, de portos, aeroportos, estações ferroviárias ou rodoviárias, hospitais, casas de saúde, escolas, estádios, instalações públicas ou locais onde funcionem serviços públicos essenciais, inclusive instalações militares.
O presidente da comissão de juristas, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, disse que, anteriormente, era contra a tipificação do terrorismo, mas que agora, "os tempos são outros e a responsabilidade é outra".
Foi aprovado pela maioria dos juristas o parágrafo que não considera terrorismo condutas individuais ou coletivas de "pessoas movidas por propósitos sociais". Segundo palavras do relator, "a lei não se aplicará a movimentos sociais com meios lícitos".
Postado por Prof. Ulisses Nascimento,CES às 20:59:00
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CINCO PECADOS EMPRESARIAIS MORTAIS
Por Alfredo Passos – www.administradores.com.br
Há alguns anos, Peter Drucker escreveu um artigo descrevendo os "cinco pecados empresariais mortais*", que levaram muitas empresas a ter sérios problemas estratégicos e financeiros. Sua caracterização desses "pecados" incluía:
1. Adoção de altas margens de lucros e preços excessivos;
2. Dar preço errado a um novo produto cobrando o que o mercado suportar;
3. Determinar preços em função do custo;
4. Destruir a oportunidade de amanhã baseado na alteração de ontem;
5. Alimentar problemas e ignorar oportunidades.
De muitas maneiras, estes são os tempos mais difíceis para negócios em uma geração. Todos fomos despertados para a necessidade de olhar para além do conforto de nossas vidas cotidianas, para a necessidade de sintetizar as implicações de eventos externos, incluindo o aumento da concorrência. Isso, por sua vez, leva à necessidade de focar não só na execução, mas na execução sem falhas. Não existe meio-termo, afirma Mittelstaedt Jr. (2006).
Segundo esse autor, estudos revelam que, apesar de dados específicos poderem ser diferentes entre setores e situações distintos, os padrões de erros anteriores a acidentes são bastante semelhantes.
E ainda reforça: "o aprendizado nem sempre provém das fontes que você espera, com sua própria experiência, seu próprio setor ou empresas muito parecidas. É necessário um pouco mais de esforço, mas você pode aprender mais observando exemplos num setor ou numa situação marcadamente diferentes e reconhecer que há grandes semelhanças nos padrões de ações e de comportamentos".
Certas situações parecem evidenciar que o erro estratégico irá causar mais impacto do que se pensa:
■ Eles não sabiam que os clientes iam querer uma substituição de um chip defeituoso? (Intel)
■ Eles não sabem que os clientes costumam ser mais fiéis se você admite um erro e o conserta? (Firestone)
■ Eles não sabiam que a alavancagem financeira e/ou fraude poderia acabar com a empresa? (Enron, WorldCom, HealthSouth)
Existem padrões comuns nestes casos, segundo Mittelstaedt Jr.:
1. Um problema inicial, que geralmente seria secundário se fosse isolado, mas que não é corrigido.
2. Um problema subsequente que se une ao efeito do problema inicial.
3. Uma correção ineficiente.
4. Descrença na seriedade crescente da situação.
5. Geralmente, uma tentativa de esconder a verdade sobre o que está acontecendo, enquanto se faz uma tentativa de remediar o problema.
6. Súbito reconhecimento de que a situação está fora de controle ou "in extremis".
7. Finalmente, o cenário máximo de desastre envolvendo perda de vidas e/ou de recursos financeiros; e, por fim, as recriminações.
Por isso, algumas questões são fundamentais, para obter-se respostas antecipadas:
■ Há um desastre prestes a acontecer em minha empresa?
■ Nós veremos os sinais?
■ Vamos pará-lo a tempo?
■ Temos habilidades para enxergar os sinais e a cultura para "quebrar a sequência"?
■ Somos inteligentes o suficiente para entender que tem sentido econômico preocupar-se em reduzir ou estancar erros?
É recomendado, aprender com os erros dos outros e imaginar o sucesso empresarial sem erros, porque seu futuro pode depender da capacidade de fazer isso.
Referências:
*DRUCKER, Peter. The Five Deadly Business Sins. The Wall Street Journal, October 21, 1993.
MITTELSTAEDT JR., Robert E. Seu próximo erro será fatal. Os equívocos que podem destruir uma organização. Porto Alegre : Bookman, 2006CINCO PECADOS EMPRESARIAIS MORTAIS
Por Alfredo Passos – www.administradores.com.br
Há alguns anos, Peter Drucker escreveu um artigo descrevendo os "cinco pecados empresariais mortais*", que levaram muitas empresas a ter sérios problemas estratégicos e financeiros. Sua caracterização desses "pecados" incluía:
1. Adoção de altas margens de lucros e preços excessivos;
2. Dar preço errado a um novo produto cobrando o que o mercado suportar;
3. Determinar preços em função do custo;
4. Destruir a oportunidade de amanhã baseado na alteração de ontem;
5. Alimentar problemas e ignorar oportunidades.
De muitas maneiras, estes são os tempos mais difíceis para negócios em uma geração. Todos fomos despertados para a necessidade de olhar para além do conforto de nossas vidas cotidianas, para a necessidade de sintetizar as implicações de eventos externos, incluindo o aumento da concorrência. Isso, por sua vez, leva à necessidade de focar não só na execução, mas na execução sem falhas. Não existe meio-termo, afirma Mittelstaedt Jr. (2006).
Segundo esse autor, estudos revelam que, apesar de dados específicos poderem ser diferentes entre setores e situações distintos, os padrões de erros anteriores a acidentes são bastante semelhantes.
E ainda reforça: "o aprendizado nem sempre provém das fontes que você espera, com sua própria experiência, seu próprio setor ou empresas muito parecidas. É necessário um pouco mais de esforço, mas você pode aprender mais observando exemplos num setor ou numa situação marcadamente diferentes e reconhecer que há grandes semelhanças nos padrões de ações e de comportamentos".
Certas situações parecem evidenciar que o erro estratégico irá causar mais impacto do que se pensa:
■ Eles não sabiam que os clientes iam querer uma substituição de um chip defeituoso? (Intel)
■ Eles não sabem que os clientes costumam ser mais fiéis se você admite um erro e o conserta? (Firestone)
■ Eles não sabiam que a alavancagem financeira e/ou fraude poderia acabar com a empresa? (Enron, WorldCom, HealthSouth)
Existem padrões comuns nestes casos, segundo Mittelstaedt Jr.:
1. Um problema inicial, que geralmente seria secundário se fosse isolado, mas que não é corrigido.
2. Um problema subsequente que se une ao efeito do problema inicial.
3. Uma correção ineficiente.
4. Descrença na seriedade crescente da situação.
5. Geralmente, uma tentativa de esconder a verdade sobre o que está acontecendo, enquanto se faz uma tentativa de remediar o problema.
6. Súbito reconhecimento de que a situação está fora de controle ou "in extremis".
7. Finalmente, o cenário máximo de desastre envolvendo perda de vidas e/ou de recursos financeiros; e, por fim, as recriminações.
Por isso, algumas questões são fundamentais, para obter-se respostas antecipadas:
■ Há um desastre prestes a acontecer em minha empresa?
■ Nós veremos os sinais?
■ Vamos pará-lo a tempo?
■ Temos habilidades para enxergar os sinais e a cultura para "quebrar a sequência"?
■ Somos inteligentes o suficiente para entender que tem sentido econômico preocupar-se em reduzir ou estancar erros?
É recomendado, aprender com os erros dos outros e imaginar o sucesso empresarial sem erros, porque seu futuro pode depender da capacidade de fazer isso.
Referências:
*DRUCKER, Peter. The Five Deadly Business Sins. The Wall Street Journal, October 21, 1993.
MITTELSTAEDT JR., Robert E. Seu próximo erro será fatal. Os equívocos que podem destruir uma organização. Porto Alegre : Bookman, 2006
Postado por Wagner Moraes às Domingo, Março 04, 2012 http://compartilhando-wxm.blogspot.com/
terça-feira, abril 17, 2012
ALERTA DO CARMELO 13 de Abril 2012 Comentário de David: Judeus & Gentios Um No Messías
Salmo 133:1-3 Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre. (RA)
Enquanto tenho tido a honra de ser convidado no privilégio de servir ao Senhor durante os últimos 14 anos, ministrando em mais de 30 nações, tenho tido a oportunidade de encontrar irmãos e irmãs em comunhão messiânica e na maioria das denominações das principais linhas protestantes e grupos de igrejas. É parte da minha experiência que se não me dizem qual é o tipo de igreja na qual estou entrando, ou se não tem o sinal acima na porta, eu frequentemente tenho que perguntar que tipo de igreja é aquela em que estou.
O que isto nos diz? As diferenças que nos separam são pequenas, ao invés de grandes. A maior parte de nós está em unidade e concordância com relação às questões doutrinárias mais importantes, como ..........
· Há apenas Um Deus Verdadeiro - YHVH
· Há apenas Um Messias - Yeshua / Jesus
· Há apenas Um Espírito Santo
· Yeshua é o único caminho para o Pai
· Ele morreu na cruz no Calvário 2 mil anos atrás
· Ele subiu dentre os mortos três dias depois
· Seu Sangue nos lava de TODO pecado e nos traz para uma relação de aliança com YHVH
Entretanto, há doutrinas e teologias conflitantes no Corpo do Messias hoje muitas são pequenas, mas acredito que os pontos listados abaixo são questões importantes nas quais TODOS os Crentes precisam entrar em unidade e concordância..................
Batismo de Crianças
Batismo Aspersão ou Imersão Total
Os Dons do Espírito Santo Eles São Para Hoje?
Uma Vez Salvo Sempre Salvo ou Você Pode Perder Sua Salvação?
O Inferno Existe?
Sabbath Sábado ou Domingo
Mantendo as Festas Bíblicas
Mulheres em Papéis de Liderança
Aceitação da Homossexualidade
Teologia da Substituição Deus Ainda Honra Sua Aliança Com Israel e o Povo Judeu?
Acredito que a Bíblia é bem clara nas questões acima. Onde as diferenças e discordâncias vêm é quando permitimos que o pensamento Teológico e Humanístico escureça nosso entendimento e interpretação da Palavra. Em Israel há um ditado ... onde você tem 3 judeus você tem 5 opiniões. É bem frequentemente verdade, mas o mundo cristão não é diferente. Acho difícil de acreditar, mas há aproximadamente 38 mil denominações cristãs no mundo. As estatísticas levam em consideração distinções culturais de denominações em países diferentes. (World Christian Encyclopedia )
Acredito que de acordo com as palavras do apóstolo Paulo, e ao contrário do texto de abertura, as denominações não são a vontade de Deus. 1 Cor 1:11-12 Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. (RA)
Vejo a história da Igreja como uma roda de bicicleta. Todos começamos no mesmo ponto ou no centro da roda 2 mil anos atrás. Mas, como uma roda com, raios quanto mais os raios se afastam do centro, mais separados eles se tornam. A única forma de fazer os raios ficarem mais próximos é fazer um RETORNO EM U e voltar ao CENTRO. É isto que a Igreja precisa fazer fazer um RETORNO EM U e fazer o caminho de volta ao CENTRO. ISRAEL é o CENTRO. Mais de 1900 anos atrás o SENHOR enxertou os não judeus na Oliveira Verdadeira Israel (Rom 11:17). A Igreja começou como uma facção do povo judeu vivendo em Israel, mantendo a Torá e seguindo o calendário bíblico, entretanto, os homens gregos & romanos que nós (erroneamente) chamamos de pais da Igreja começaram a mover a Igreja para longe do Centro e isto continuou durante os últimos 2 milênios até que muito do que fazemos no Corpo do Messias hoje não se parece em nada com a Igreja dos primeiros 100 anos, e agora temos 38 mil modos diferentes de fazer Igreja.
Creio que se verdadeiramente queremos ver a unção e bênçãos do Senhor, Avivamento e muito mais, então, precisamos orar que nossos líderes na Igreja acordem para ver a centralidade do Velho Testamento e de Israel, sermos corajosos o suficiente para fazermos o RETORNO e encontrar nosso caminho de volta ao CENTRO, às raízes da Oliveira Verdadeira. Salmo 133:1-3 Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre. (RA)
Que o Senhor lhe abençoe à medida em que abençoares a Israel, posicionando-se a favor do direito de existência na terra dada ao povo Judeu pelo Deus de Israel. Oremos para que Israel volte-se para o seu Deus. Não se cale, mas compartilhe isto com os seus irmãos na fé, com os seus pastores, e com qualquer pessoa com quem tiver a oportunidade de conversar. Oremos também pelo quebrantamento dos Muçulmanos e, por favor, lembrem-se de orar por todos os soldados da IDF - pois eles estão defendendo e lutando pelo Reino de Deus.
Shabbat Shalom .... David & Josie
Os mais de 500 anos de Brasil
Os mais de 500 anos de Brasil
O Brasil sonha ser reconhecida uma potência mundial perante a comunidade internacional. Com uma economia interna em crescimento, desemprego em queda, inflação sobre controle e investimentos internos e externos financiando projetos de grande importância para o fortalecimento da economia, o país está sendo a bola da vez nas áreas em que interessam a ambos investidores, e também aos respectivos representantes dos órgãos públicos competentes.
Através desta matéria, alertamos a população do país e a comunidade internacional, sobre os momentos de euforias de ex-presidentes que através de grandes investimentos em suas épocas, conseguiram também, grandes prestígios e popularidades em seus momentos de gestões. Observamos que as mesmas euforias e empolgações que aconteciam com os gestores do passado, estão se repetindo atualmente.
O excesso de gastos financeiros dos representantes de órgãos públicos, a falta de planejamento em obras que realmente tem caráter de urgência para a sociedade, o superfaturamento de grandes projetos da área de infraestrutura, o desrespeito degradante aos direitos humanos, e a enorme desigualdade social que o país oferece a sociedade, está inviabilizando esse sonho do país perante a comunidade internacional, mesmo dentro deste momento de euforia que vive a nação. Esse é o atual quadro que vive o Brasil em pouco mais de 500 anos de redescobrimento.
O resultado é uma imensa dívida financeira, ética, de justiça e social que os representantes do Brasil têm com sua sociedade. A população local manipulada e inofensiva vive sendo governada pelo crime organizado instalado no Planalto Central, e por grandes corporações empresariais e instituições financeiras.
O crime organizado está enraizado há décadas dentro do Planalto Central, não é um novo privilegio de representantes atuais ou do passado recente, mas são também de antigos ditadores e presidentes antecessores a eles.
Em todos os órgãos públicos competentes, a corrupção e os desvios de verbas públicas, corroem como câncer desde cadeira presidencial, a órgãos públicos menos relevantes. Os crimes cometidos entre nossos representantes são péssimos exemplos para nossas crianças, adolescentes e jovens que envolvidos no crime organizado que nasceram nas cadeias e periferias do país, aprendem a lição rapidamente, e seguem seus exemplos montaram para si, seus próprios impérios, independentes de verbas desviadas dos cofres públicos por seus representantes.
O crime organizado que nasceu dentro dos presídios e das periferias do país, não chega aos pés das megas-estruturas que obtém estas organizações criminosas que atuam dentro do Planalto Central, ou em outros órgãos públicos dominados por eles.
O Brasil é o Centro Econômico e Comercial do crime organizado mundial. A grande estrutura para o fortalecimento da corrupção e do terrorismo universal.
Qualquer organização criminosa ou líder criminoso aqui no Brasil pode ter livre acesso e bom convívio com a comunidade local, desde que, respeite as leis impostas pelo crime organizado deles, ou da respectiva esfera atuante do local escolhido para morar, isso, independentemente se essa organização é de esfera Federal, Estadual, Municipal ou local.
O Centro Econômico e Comercial do crime organizado mundial está no Planalto Central.
www.visaobrasil.tv
Com a Europa e América do Norte fragilizada, o crime organizado se fortalece no mundo, reveja alguns motivos.
Está havendo uma grande pressão mundial em cima das políticas econômicas chinesas, isso por que, a zona do euro está mostrando novas fragilidades.
Novas ondas de instabilidades na zona do euro indicam que a saúde da economia mundial ainda precisa grandes cuidados.
Quando se acreditava que a quase falência da Grécia havia sido superado, e que, o perigoso contágio foi evitado, aconteceram dificuldades em torno da Irlanda, Portugal, Bélgica, Espanha e Itália.
A verdade é que vários países da região ainda lutam para se aprumar após o vendaval que varreu o planeta em consequência da crise do crédito imobiliário de baixa qualidade, desencadeada em 2007 nos EUA.
A Irlanda, por exemplo, tinha suas próprias bolhas. Os créditos concedidos pelos três maiores bancos irlandeses eram três vezes maiores do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país no fim de 2008. Quando a crise estourou, o valor dos imóveis virou pó, os bancos ficaram insolventes, as receitas despencaram e a Irlanda passou a exibir um dos maiores déficits orçamentária da região.
Bastou as agencias de rating rebaixassem a classificação do país, para que um banco internacional fizesse um relatório pouco otimista para que a solidez do país voltasse a ser posta em dúvida.
Imediatamente os custos de captação subiram. Os bônus de dês anos passaram de 6,17% para 6,34% ao ano na semana seguinte. Mesmo pagando cerca de quatro pontos percentuais acima bônus alemães, está difícil fechar as captações.
A crise de confiança atingiu também Portugal, cujas contas fiscais também estão frágeis. Os juros dos bônus de 10 anos do país estão em um patamar semelhante ao dos papeis irlandeses, pagando 6,24 ao ano, a maior taxa desde 1999.
A preocupação do mercado em relação os países da zona do euro havia acalmado depois que os problemas da Grécia foram aparentemente equacionados e nasceu, em maio de 2010, o European Financial Stability Facility (EFSF), fundo criado pelos 16 países que usam o euro como moeda para salvar membros em dificuldades.
O fundo, de 440 bilhões de euros, equivalente a US$ 590 bilhões, tentava conseguir classificação máxima das agências de rating, mas mostrou-se uma fonte de dinheiro muito caro. O fundo exige garantias elevadas. Por isso, o custo do dinheiro que oferecia era muito inviável.
Especialistas calcularam que o custo efetivo dos recursos emprestados pelo EFSF, incluindo taxas e garantias, chegava de 8% a 10% ao ano, mais, portanto, do que o mercado estava disposto a cobrar da Irlanda e Portugal. Assim, só valerá à pena recorrer ao fundo em situações mais adversas ainda.
De certa forma, a Grécia foi mais afortunada por ter recorrido à ajuda externa antes da existência do EFSF porque conseguiu recursos da Europa e do fundo Monetário Internacional (FMI), pagando apenas 5% ao ano, mesmo assim, não sendo suficiente, novamente precisou de mais ajuda financeira, mas o potencial do estrado da Irlanda parecia ser maior do que o da Grécia em caso de default.
O país, que já foi chamado de tigre celta, na comparação com os tigres asiáticos, cresceu rapidamente graças aos créditos concedidos pelos bancos europeus. Assim, os problemas da Irlanda são também problemas dos outros países. Por isso, ela tem recebido muita ajuda do Banco Central Europeu (BCE), que vem comprando seus títulos e agora é seu maior credor. A Irlanda foi considerada pelo mercado como o país mais arriscado do que o Líbano e Dubai.
A saída definitiva para a zona do euro passa, certamente, pelos ajustes das contas públicas, assuntos que os países estavam discutindo em 2010, 2011 e 2012.
A Irlanda tinha um déficit público de 14,3% do PIB, duas vezes a média de 6,3% da zona do euro, e uma dívida pública que deve chegar a 100% do PIB em 2012.
Portugal não está melhor: o país prometia reduzir o déficit de 9,4% do PIB em 2009 para 7,35 em 2010 e 4,8% em 2011.
A Bélgica exibia uma dívida de 96,7 do PIB. Mas isso parece difícil por que a arrecadação não reagia, uma vez que a economia estava retraída. A previsão era que o PIB português subisse 1%, mas cairão 0,5% em2011. AIrlanda enfrentou problemas semelhantes: depois de subir 2,2% no primeiro trimestre, o PIB caiu 1,2% no segundo.
Por isso, a União Europeia quer apertar as penalidades para os paises entre os 27 membros que não mantiverem o déficit público no limite de 3% do PIB.
A posição mais severa, como já era esperada, foi a da Alemanha, que pretende estabelecer multas severas para os países que não reduzirem as suas dívidas. O plano estava para ser revelado no mês de setembro de 2010. O problema era como cumprir as promessas em um ambiente econômico ainda tão adverso. A pior aposta é criar regras que não pudessem ser cumpridas.
O cenário econômico que vimos no começo de 2011 na União Europeia foi de completa estagnação, cujos principais países do bloco como Inglaterra, Itália, França, Espanha, e mais os outros que citamos, lutam para cortar gastos e buscarem equilíbrio fiscal em suas contas públicas, Itália e Espanha estão em profundas dificuldades financeiras, a Espanha tem visto em 2012 uma onda de desemprego muito grande.
O crescimento econômico dos países envolvidos não tem acontecido até o momento, e sem soluções efetivas de curto e médio prazo, o cenário econômico na região parece algo que trará benefícios os grupos radicais, e mais espaço de atuação para o crime organizado.
O FMI alertou em seu relatório que a estabilidade do sistema financeiro continua a ser ameaçada pelo lento crescimento mundial e pelos contínuos problemas em alguns bancos. Segundo o fundo, a instabilidade tem sido alimentada pelo excessivo endividamento nos mercados de títulos soberanos, especialmente na Europa.
Para o prêmio Nobel de economia, Joseph Stiglitz, a política monetária expansionista do FED e do BCE está criando o caos no mundo.
Uma pesquisa realizada em 2010 por economistas do Estado de Minas Gerais revelou que, grandes crises financeiras que aconteceram desde a década de 80, foram essenciais para o ingresso de crianças, adolescestes e jovens no submundo do crime, sejam de modo ativo, ou como consumistas de entorpecentes. A atuação desses jovens e crianças no crime é resultado das grandes crises econômicas mundiais as quais foram responsáveis pela maioria do ingresso desses jovens no submundo do crime.
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quinta-feira, abril 12, 2012
segunda-feira, abril 09, 2012
Professores fazem paralisação e cobram mais segurança em escola
Os professores e profissionais da escola estadual Enio Pipino querem mais segurança para desempenhar suas atividades após as constantes ameaças feitas por alunos. Ontem, de acordo com o diretor José Aparecido Zaniboni, os servidores fizeram uma paralisação e reunião com pais, representantes do Conselho Tutelar e da polícia para "estabelecer novas normas disciplinares" a serem aplicadas.
A direção cobra também, da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), a presença de mais um agente de segurança para atuar no pátio, à tarde "para fazer as vistorias pois dentro da direção não conseguimos ver tudo o que está ocorrendo do lado de fora. Há pessoas de fora pulando o muro para bater em alunos nossos e temos muitos alunos que não querem nada, vem apenas para atrapalhar", explicou, ao Só Notícias.
A função de agente de pátio não existe oficialmente na grade educacional e depende da autorização da Seduc para ser feita contratação. Ano passado, motivos semelhantes fizeram a direção cobrar um agente para o período noturno. " Ano passado, pedi três, uma para cada turno porque tem o problema em todos. Quando liberaram para o noturno, afirmaram que em breve liberariam mais. Estamos aguardando", destacou.
Além de pessoas que pulam o muro para entrar na escola, Zaniboni apontou que ocorrem muitas ameaças. "Muitos alunos da tarde aterrorizam os professores e também os alunos que querem contar algo para a direção, mas não podem porque acabam ameaçados e perseguidos", reforçou. A direção também tem pedido pelo apoio da ronda escolar da Polícia Militar. A escola conta ainda com oito câmeras de monitoramento instaladas. "Com as câmeras reduziu um pouco a quantidade de ocorrências. Para esse ano vamos pegar mais oito", apontou.
Zaniboni apontou ainda que, há alguns anos, era mais difícil essas situações ocorrerem pois os estudantes "cresciam junto com a escola. Nós ficamos apenas com o ensino médio. Os alunos vem de outras escolas, fora de Sinop também. Eles não tem mais aquele amor pela escola, não tem mais aquela familiaridade como tinham aqueles que começaram na pré-escola, por exemplo", exemplificou.
Desde 2009, quando foram desenvolvidos trabalhos de redimensionamento escolar em Sinop, a escola Enio Pipino começou a ofertar apenas o ensino médio (1º ao 3º ano). "A tarde ainda tem duas sétimas e duas oitavas que estão terminando. Na época ficamos com as 5ª séries e não abrimos mais novas turmas, então elas estão finalizando. Ano que vem ficam apenas duas oitavas e, posteriormente, apenas o ensino médio", finalizou.
Fonte: Só Notícias/Karoline Kuhn / 03 de Abril de 2012 - 09:03
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terça-feira, abril 03, 2012
Mantendo a chama do amor acesa
Cânticos dos Cânticos 01:02-04
A noiva
2Que os seus lábios me cubram de beijos!O seu amor é melhor do que o vinho.3O seu perfume é suave; o seu nome é para mim como perfume derramado. Nenhuma mulher poderia deixar de amá-lo. 4Leve-me com você! Vamos depressa! Seja o meu rei e leve-me para o seu quarto. (Tradução: NTLH.).
Cânticos dos Cânticos 01:08-11
Esposo
8Se tu não o sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sai-te pelas pisadas dos rebanhos e apascenta os teus cabritos junto às tendas dos pastores. 9Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó querida minha. 10Formosas são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço, com os colares. 11Enfeites de ouro te faremos, com incrustações de prata. (Tradução: RA.).
Cânticos dos Cânticos 01:14
14O meu amado é como as flores do campo nas plantações de uvas que ficam perto da Fonte de Gedi. (Tradução: NTLH.).
O livro de Cântico dos Cânticos descreve o êxtase de amor vivido por Salomão e por sua esposa, a Sulamita. É um poema, uma canção que fala sobre toda expectativa, romantismo e prazer que cercava esse casal apaixonado.
Note o prazer que transparece nessa cena de amor (vs. 2-3). A Sulamita estava perdidamente apaixonada pelo rei. Seu maior desejo era fugir da monotonia de sua vida ao lado dele, iniciando, assim, uma aventura inebriante (v.4). Talvez ela tenha imaginado um piquenique à sombra refrescante de uma árvore ou, quem sabe, pensou em ambos andando de mãos dadas, passeando por um campo florido ao cair da tarde, aquecidos pelos últimos raios do sol. O seu espírito projetava um quadro onde ela e seu amado estariam se deixando levar por uma grande paixão.
Salomão respondeu a esse convite de amor da Sulamita nos versículos 8 a 11 do capítulo 01. Ela estava louca de amor, tinha sido envolvida pela correnteza incontrolável de uma paixão e estava totalmente dominada pela beleza daquela mulher encantadora. O entusiasmo que o rei sentia fez com que ele prometesse enfeitá-la com jóias dignas de adornar sua beleza. Ele queria celebrar seu amor por ela.
É maravilhoso apreciar o amor que une um casal de jovens. Até sentimos saudades dos primeiros anos do nosso casamento. Será que o romance e o carinho que eram declarados e evidentes durante o namoro, noivado e início do nosso relacionamento conjugal têm de arrefecer com o passar dos anos? Quantas vezes somos tão compatíveis e, de repente, sem perceber, nos tornamos quase irremediavelmente incompatíveis?
Talvez esta seja a resposta: “4Porém tenho uma coisa contra vocês: é que agora vocês não me amam como me amavam no princípio. 5Lembrem do quanto vocês caíram! Arrependam-se dos seus pecados e façam o que faziam no princípio.” (Apocalipse 2:4-5/ tradução: NTLH).
Dr. Jaime Kemp.
Comunidade4 Cristâ de Belém
(91) 3277-1716/3276-2336 - Trav. Doutor Eneas Pinheiro, 2370 - - Belem
A VOLTA DO SENHOR Texto ll Ts 2.1-12
Entre tantos assuntos importantes na palavra de Deus, ministrar sobre a volta do messias se torna cada vez mais uma necessidade absoluta.
A igreja de Tessalônica abraçou tanto a idéia da eminência da volta de Jesus que alguns até abandonaram o trabalho secular, se aprontaram para esperar Jesus; pois tudo parecia algo imediato demais para eles. Ao contrário dos cristãos de hoje, para muitos a volta de Jesus é algo muito remoto ou apenas uma doutrina, mas não uma realidade.
Os sinais do fim dos tempos tem se manifestado claramente entre nós: Jesus foi o que mais deu pistas sobre este tempo do fim. Falsos cristos, rumores de guerras,terremotos, fome, pestes, multiplicação da iniqüidade, perseguição, esfriamento do amor a Deus, a pregação do Evangelho ao mundo, coisas espantosas, epidemias e a banalização da vida humana.
Jl 2.1-11 – Tocar a trombeta em Sião significava: Avisar a igreja de todas as nações; tanto do bem quanto do mal, que são precedentes à volta do Senhor Jesus a esta terra. Será um dia de trevas. Não que Jesus voltará num cenário escuro literalmente, mas, de acordo com Ap 9, uma nuvem de gafanhotos, com aparência de cavalos e cavaleiros, cobrirão a terra nesta ocasião. Aqui pode ser que Joel estivesse relatando a força do exército chinês que de acordo com apocalipse ele terá um contingente de 200 milhões de soldados e partirão contra Jerusalém e o povo de Deus. Este exército usará o poder das três armas de destruição em massa: Química, biológica e nuclear.
Por um instante confundimos esse exército com demônios, os quais estarão presentes neste tempo de destruição. Cavalos e cavaleiros na Bíblia são figuras de demônios que saem pela terra para causar a destruição do homem sem aliança com Deus.
Ap 9.1-12 – Deus permite a soltura de muitos demônios que permaneceram aprisionados por milhares de anos, pois são de alto poder de destruição.
Seu alvo:Homens que não receberam a marca de Deus vivo na fronte. Isso quer dizer que nunca receberam a mente de Cristo.
vv. 6 – A morte – Neste tempo o desespero consiste no desconsolo em não ser capaz de morrer. Todos temem o perigo da morte, porém quando alguém conhece um perigo mais temível ainda, espera morrer.
Vv. 4 – Quando nos deparamos com a promessa de imunidade ao dano, não podemos concluir de imediato que estes danos são físicos, pois no que tange ao verdadeiro prejuízo, o eterno, estamos imunes.
Lc 21.34-36 – Haverá um escape para os que permanecerem na torre de vigília, os que não se embriagarem com as conseqüências da orgia, da embriagues e das preocupações deste mundo.
Por: Pr. Edimilson Moraes da Comunidade Cristâ de Belém CCB
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Dica de proteção complementar para pen drives e PCs: Mx One Antivírus
Seguindo a linha das postagens anteriores, com dicas aos leitores, principalmente de proteção de dispositivos móveis, a sugestão de hoje é o Mx One Antivírus.
Como o título deste post diz, quem optar pelo Mx One Antivírus terá uma proteção complementar, tanto nos pen drives quanto nos computadores. Portanto, você pode manter o seu antivírus normalmente, até porque a função do Mx One nos computadores, por exemplo, é protege-los quando da conexão de qualquer dispositivo móvel (iPod, pen drives, mp3 etc.), fazendo a varredura de sua inicialização e, também, sugerindo a varredura completa no dispositivo.
Ao baixar o Mx One Antivírus e clicar para instala-lo, você pode optar por instala-lo no pen drive ou no computador. A decisão é sua: caso utilize seu pendrive em vários computadores, melhor instalar o antivírus no seu pendrive; porém, caso muitas pessoas utilizem o pendrive no seu computador, melhor instala-lo no seu PC. Bom, acho que entenderam a lógica, não é?!!
Depois de instalado no computador, sempre que liga-lo a atualização automática do Mx One é ativada. O Mx One, porém, não tem a eficiência de um antivírus com proteção residente contra todas as pragas que você se deparar durante a utilização. A proteção em tempo real do seu PC, oferecida pelo Mx One, não impede que você possa usa-lo concomitantemente com outros antivírus, como BitDefender, McAfee, Kaspersky dentre outros.
O Mx One Antivírus possui várias ferramentas agregadas, inclusive de mostrar todos os arquivos ocultos, vacina contra futuras infecções, desativação da função Autorun.inf (principal meio de propagação de pragas por pen drives) etc.
Onde baixar:
* Mx One Antivirus
* Softonic
* Superdownloads
* Revista INFO
por Emerson Wendt
segunda-feira, 2 de abril de 2012
PROGRAMA ONDE MORA O PERIGO...: TRAGÉDIA NA OIKOS UNIVERSITY
PROGRAMA ONDE MORA O PERIGO...: TRAGÉDIA NA OIKOS UNIVERSITY: 03/04/2012 12h10 - Atualizado em 03/04/2012 12h10 Atirador de Oakland pôs vítimas em fila e matou uma por vez, diz polícia Tiroteio em uni...
segunda-feira, março 26, 2012
Quem é Joseph Kony?
Joseph Kony é pior criminoso de guerra do mundo . Em 1987, ele assumiu a liderança de um grupo rebelde existente e rebatizou-o de Resistência do Senhor Army (LRA).
O LRA ganhou uma reputação por suas táticas cruéis e brutais. Quando Joseph Kony encontrou-se a esgotar-se de combatentes, ele começou a raptar crianças para serem soldados em seu exército ou "esposas" de seus oficiais. O LRA é encorajado a estuprar, mutilar e matar civis, muitas vezes com armas contundentes.
O LRA não está mais ativa no norte de Uganda (onde se originou), mas continua sua campanha de violência na República Democrática do Congo, República Centro Africano, eo Sul do Sudão. Na sua história de 26 anos, o LRA raptou mais de 30.000 crianças e foram deslocados pelo menos 2,1 milhões de pessoas.
Estamos tomando medidas para garantir duas coisas:
1) Que Joseph Kony, seja conhecido como Pior Criminoso de Guerra do mundo .
2) que os EUA e esforços internacionais para prender Kony sejam reforçados com uma estratégia mais abrangente de desarmamento, desmobilização e reintegração (DDR).
Por que estamos fazendo Joseph Kony "famoso"?
Kony Crianças Invisíveis é 2012 campanha visa tornar famoso Joseph Kony, e não para celebrá-lo, mas para angariar apoio para a sua prisão e estabelecer um precedente para a justiça internacional. Neste caso, notoriedade se traduz em apoio do público. Se as pessoas sabem sobre os crimes que Kony foi cometido há 26 anos, eles se unirão para detê-lo.
Em segundo lugar, queremos Kony famoso, para que quando ele for parado, ele será um exemplo concreto e visível da justiça internacional. Em seguida, outros criminosos de guerra saberão que suas atrocidades em massa não iram passar despercebida ou impune.
contato
Questões gerais:
info@invisiblechildren.com / / 619.562.2799
Consultas da mídia:
cattarini@sunshinesachs.com
PROGRAMA ONDE MORA O PERIGO...: ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS
PROGRAMA ONDE MORA O PERIGO...: ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS: O PODER ECONÕMICO DAS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS. março 21, 2012 Os poderes econômicos atuais dos grupos terroristas ou organizações crimi...
INTELIGÊNCIA POLICIAL: A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DA MODERNIDADE II
INTELIGÊNCIA POLICIAL: A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DA MODERNIDADE II: Não se pode modificar drasticamente, da noite para o dia, os procedimentos da investigação criminal. Como doutrina deve ser compreendida co...
INTELIGÊNCIA POLICIAL: A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DA MODERNIDADE III (Cogniç...
INTELIGÊNCIA POLICIAL: A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DA MODERNIDADE III (Cogniç...: Celso Moreira Ferro Júnior e George Felipe de Lima Dantas Etimologicamente [1] , a palavra "cognição" deriva das expressões latina...
ABC Family - CyberBully Promo
Filme: Cyberbully -
Título em português: Bullying Virtual *******************
Resumo: Taylor é uma adolescente que ganha um computador de aniversário e acaba se tornando vítima de bullying pela internet. Com medo de enfrentar seus amigos e colegas na escola, a jovem busca um grupo de ajuda no qual conhece outros adolescentes com experiências parecidas.
Trailer - Bullying - Provocações Sem Limites
Resumo: Jordi é um adolescente que perdeu recentemente seu pai e que, junto à sua mãe, decide mudar de cidade para começar uma nova vida. Em princípio tudo parece bem, mas o destino reservado para ele será uma terrível surpresa já que quando Jordi passar pelo portão da nova escola, cruzará sem saber a tenebrosa fronteira de um novo inferno.
Entrevista: Rede sociais como meio de prova
Prezados, participei do programa "Conhecendo o Ministério Público", que passa nas Tvs Assembleia e Justiça, canais 16 e 8 da NET. Eis o conteúdo da divulgação:
MP/RS: Jornalista Marco Nunes entrevista convidados
Para pedir à Justiça a prisão preventiva de um condenado no município de São Luiz Gonzaga, o Ministério Público resolveu recorrer às redes sociais.
Farto material encontrado na Internet foi usado para garantir que o homem voltasse ao sistema prisional, após o descumprimento de condições impostas à obtenção de pena alternativa.
Afinal, as redes sociais podem servir como meio de prova?
Para analisar a matéria convidamos a promotora de Justiça Dinamárcia Maciel de Oliveira, que atua em São Luiz Gonzaga, e o delegado Emerson Wendt, diretor do gabinete de Inteligência da Polícia Civil.
TV Assembleia
O quadro, apresentado pelo jornalista Marco Aurélio Nunes, será veiculado em todo o Estado, pela TV Assembleia, às 11h30min deste sábado, dia 24, no canal 16 da NET. Reprises também acontecem no domingo, 25, e quarta-feira, 28, às 8h, mas somente para o Interior.
TV Justiça
Nos dias 31, sábado, às 9h, e 3/4, terça-feira, às 7h, através da TV Justiça de Brasília, canal 8 da Net, o programa será exibido para todo o Brasil.
TV Ucpel
A TV da Universidade Católica de Pelotas, através dos canais 15 da NET e 21 da Viacabotv, também exibirá o programa nos dias 23, às 16h, 27, às 16h30min, e 28, às 20h.
Site MP e Youtube
A partir do dia 26 o programa pode ser revisto no site do MP gaúcho e no canal do Youtube.com/conhecendomp
Fonte: Jorn. Marco Aurélio Nunes, in MP/RS
COMPARTILHANDO: MAIS DA METADE DAS COMPANHIAS PERDE DADOS EM DISPO...
COMPARTILHANDO: MAIS DA METADE DAS COMPANHIAS PERDE DADOS EM DISPO...: www.idgnow.uol.com.br - 14/03/ 2012 Estudo aponta ainda que 59% dos funcionários driblam controles de segurança e 77% concordam que ...
Mapa do crime: droga impulsiona roubo de carro, mas não é moeda de troca.
Mapa do crime: droga impulsiona roubo de carro, mas não é moeda de troca.
Em uma matéria lida pela nossa equipe realizada pelo Cadu Proieti, do Diário do Grande ABC, foi publicada uma matéria sobre as consequências do uso das drogas, e em quais delitos ela impulsiona seus usuários. A matéria diz:
Após quatro meses de estudo e levantamento de dados, a Polícia Militar montou o mapa do crime e chegou à conclusão de que 54% dos roubos e furtos de veículos que acontecem na região estão relacionados ao tráfico de drogas. Ou seja, dos 19.157 casos registrados pela Secretaria de Segurança Pública em 2011, 10.344 tinham ligação com o uso de entorpecentes.
Segundo o coronel Roberval França, comandante da Polícia Militar no Grande ABC, a pesquisa identificou que muitos dos carros recuperados pela corporação foram localizados em áreas de possíveis pontos de uso e tráfico de drogas. “Uma das principais causas é a realização desses delitos para servir de moeda de troca pelos dependentes químicos.”
Os outros pontos da matéria, sabemos que realmente acontece dentro deste cenário preocupante, somente uma informação, não está correta. Segundo a PM relatou a Cadu Proieti (Diário do Grande ABC), com o mapa em mãos, a Polícia Militar promete trabalhar fortemente em duas frentes: ações para diminuir o roubo e furto de veículos e o combate ao uso de drogas. “Como identificamos que são coisas que estão relacionadas, a diminuição de um terá impacto nos números do outro.”
O comandante afirmou que a associação estadual de seguradoras possui estudo criminal semelhante ao realizado pela Polícia Militar, com o desenho dos principais pontos de roubos e furtos, além dos locais onde estão instalados comércios ilegais de peças automotivas, conhecidos como desmanches. Roberval França garantiu que nesta semana irá se reunir com a entidade para cruzar os dados e discutir como podem realizar trabalho conjunto.
A intenção é também contar com apoio do Ministério Público, Polícia Civil, Poder Judiciário e prefeituras para eliminar comércios ilegais de peças automotivas, que na visão do comandante incentivam a criminalidade. “Haverá força tarefa com relação a esses delitos. O estabelecimento que não possuir alvará, vamos fechar”, disse.
O mapa do crime desenhado pela Polícia Militar também apontou que a maior prática de roubos e furtos de veículos está sendo com a utilização de motocicletas. As informações mostram que houve mudança na atuação dos criminosos: antes atacavam com duas pessoas em uma moto e agora utilizam vários veículos para cometer o delito.
Por conta disso, o comandante também pretende intensificar os bloqueios policiais visando principalmente os condutores de motocicletas. A ação, já desenvolvida em menor escala, é chamada Cavalo de Aço.
RECUPERAÇÃO – Roberval disse que a Polícia Militar recupera, em média, 160 veículos a cada fim de semana, o que equivale a uma taxa de recuperação de aproximadamente 47%.
O número de roubos e furtos de automóveis na região influencia diretamente no preço do seguro no Grande ABC, já que um dos fatores utilizados para avaliação do valor é o índice criminal da região.
A ação da Polícia Militar contra esse tipo de crime também é vista pelo oficial como uma das metas para mudança desse cenário. “A região tem os maiores valores de seguro. Alguns modelos ficaram taxados como visados pela criminalidade e até encontram dificuldades de mercado. Os números têm preocupado também as montadoras, que acabam tendo prejuízo.”
Conforme iniciamos comentando está matéria, nós concordamos com os fatos relatados aos leitores, só corrigindo uma informação, baseando-se na experiência de membros de nossa equipe, que participam de debates, e lidam diretamente com usuários que praticam estes tipos de crimes, percebemos que: usuários de drogas que cometem delitos como assaltos ou furtos de veículos, têm alguns objetivos com suas práticas criminosas, as quais são: roubar o veículo para usar em outros delitos, para retirar as peças, vende-lo para desmanches, ou vende-lo para terceiros como outros criminosos receptadores, ou usa-lo até quando lhe for útil.
Traficantes de drogas não gostão da aproximação de policiais por perto de seus pontos de vendas: Primeiro por que seus lucros reais irão ter quedas significativas, segundo por que o risco é muito grande para quem está envolvido na venda direta de seus produtos ilícitos. Todas as vezes que um usuário de drogas larga um carro perto de um ponto, automaticamente o dono do ponto e seus funcionários irão correr riscos, eles buscarão saber, quem foi que largou aquele problema (carro roubado) perto do ponto, ao identificarem o responsável, ele será punido pelo dono do ponto de droga, ou por seus funcionários, e está punição, pode ser através de dinheiro, agressões físicas e psicológicas, ou receber uma punição, através da perca de sua própria vida, o que é mais provável.
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sexta-feira, março 16, 2012
Gestão e Gestores de Segurança
A enorme competitividade entre as empresas, independente de seu ramo de atuação ou tamanho, além das incertezas e riscos naturais inerentes ao seu negocio e ainda o crescimento da violência, ascensão do crime organizado, desequilíbrio social e atuação abaixo do desejável dos órgãos de segurança pública, as obriga a se organizarem e planejarem da forma mais eficiente possível todas as despesas e custos. Nesse contexto não se pode mitigar a segurança empresarial. Não se deve ver a segurança apenas como a protetora de pessoas e ativos, pelo menor custo possível e sim como ferramenta fundamental para agregar competitividade e estabilidade aos processos empresariais.
A gestão da segurança deve ter uma abrangência muito maior, necessita ter uma visão macro do objetivo da empresa, ser inserida nas decisões estratégicas da organização, prevenindo todas as formas de perdas, desvios, fraudes e outras atitudes delituosas que possam prejudicar e até mesmo paralisar as atividades empresariais, como se o Gestor de Segurança estivesse observando a empresa do alto de uma escada, não se admitindo profissionais responsáveis pela proteção e segurança fiquem alojados em um canto obscuro da organização.
Profissionais que atuam na segurança sabem que não existe mais lugar para pessoas sem conhecimento avançado no assunto e utilizando equipamentos e técnicas não profissionais, estão se conscientizando da importância de se preparar para enfrentar os problemas impostos pela falta da segurança pública, crescimento assustador da violência urbana, pelos avanços tecnológicos e pelos diversos tipos de ilícitos e crimes que podem afetar o pleno desenvolvimento de uma empresa.
Como consequência dessa necessidade, surgiu há alguns anos o Gestor de Segurança, profissional que tem o papel importantíssimo de planejar e organizar segurança, prevenir riscos e reduzir prejuízos ou perdas, integrando todos os setores e recursos da empresa de forma planejada. Esse profissional deve ter visão sistêmica e totalmente atualizado as mudanças do mercado no qual atua.
Baseada na mesma necessidade apresentada pelo mercado carente de profissionais capacitados surgiram os cursos superiores de Tecnólogos em Gestão de Segurança Empresarial oferecendo formação acadêmica em segurança empresarial, com o objetivo de formar profissionais para gerir empresas e áreas de segurança patrimonial interna, terceirizada ou orgânica. Capaz de planejar, operacionalizar e controlar todas as atividades inerentes à segurança privada patrimonial. Por meio dos conhecimentos adquiridos nas atividades teóricas e praticas e preparado para a compreensão dos princípios gerais e dos fundamentos que norteiam a gestão empresarial dos recursos humanos e materiais.
O questionamento que faço é quanto ao curriculum acadêmico, sabe-se das diretrizes básicas que devem ser seguidas por todos os cursos superiores exigidas pelo MEC, porém e as outras disciplinas, como os empresários do setor de segurança estão demonstrando suas necessidades empresarias aliadas a formação acadêmica. Como podemos efetivamente auxiliar a formação de Gestores de Segurança a partir das necessidades das empresas e não apenas para cumprimento de curriculum básico para preenchimento de carga horária. As empresas de segurança são os principais contratantes dessa mão de obra.
Em outros seguimentos em especial o industrial, criam-se parcerias com as universidades para cursos que atendam suas necessidades, envolvendo a empresa, a universidade e os alunos.
O que se espera minimamente de um Gestor de Segurança que ele possa entre outras atividades:
Gerir departamento ou assessorar efetivamente, setores e áreas relacionadas à segurança patrimonial em Instituições Públicas e Privadas;
Atender e adequar as empresas à rigorosidade da legislação pertinentes ao segmento de segurança privada;
Elaborar ou assessorar efetivamente no planejamento estratégico de segurança, que possua um mínimo de análise crítica dos indicadores da conjuntura socioeconômica, política da empresa contratante e de seus clientes;
Identificar e analisar de riscos envolvidos na atividade principal e de apoio das organizações com o objetivo de auxiliar na definição de políticas de segurança e diretrizes que assegurem a continuidade dos negócios;
Elaborar ou assessorar projetos integrados de segurança física e eletrônica alicerçados em parâmetros técnicos e legais;
Aplicar as técnicas e conceitos adquiridos na universidade nas práticas de prevenção às perdas patrimoniais e no gerenciamento de crises e de riscos à integridade física das pessoas;
Identificar possíveis situações geradoras de Crises com a utilização método de identificação, para obter e aplicar os recursos necessários à antecipação, prevenção e resolução de uma crise.
Com as sugestões acima, repito, que é que se espera minimamente de um Gestor de Segurança, podemos concluir que o assunto segurança poderia exigir um curso de graduação e não apenas tecnologia, tantas são as necessidades provenientes da complexidade das atividades. Se existem tantos profissionais dispostos a fazer um curso superior em segurança e apresentar maior empregabilidade no mercado, devemos de nossa parte como uma parte considerável dos contratantes, mostrar quais os nossos anseios quanto a esses profissionais que estão surgindo todos os anos com um diploma embaixo do braço.
Mirian Bazote - http://senhoraseguranca.com.br/
Empresária atuante no ramo de terceirização de serviços desde 1993. Advogada, graduada em Direito e especializada em Direito do Trabalho, Previdenciário e Empresarial pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Graduada em Administração de Empresas pela Universidade de Santo André. Professora Universitária do curso de Gestão em Segurança da Faculdade de Tecnologia Jardim. Delegada do SESVESP - Sindicato das Empresas de Segurança e Vigilância de São Paulo - Regional ABC.
segunda-feira, março 12, 2012
FALÊNCIA DO SISTEMA PENITENCIÁRIO BRASILEIRO
Política pública "mais consistente" para segurança é reivindicação em debate no Senado
Os secretários de segurança estaduais participantes da audiência alertaram para a falência do sistema penitenciário brasileiro.
O Senado começou a debater na manhã desta quinta-feira (8) com representantes do poder público, advogados e secretários estaduais de segurança pública, sugestões para a elaboração de um anteprojeto para o novo Código Penal, a cargo de uma comissão especial formada por juristas de diferentes áreas de atuação.
Logo no início da audiência, o presidente da Subcomissão Permanente de Segurança Pública da Casa, senador Pedro Taques (PDT-MT), procurou determinar o ponto de partida para o ordenamento da questão:
– Não basta focar na repressão e no aumento das penas. É preciso uma política pública consistente para a segurança – afirmou o parlamentar mato-grossense.
Ele também criticou o contingenciamento de recursos no Ministério da Justiça, “fato que contrasta com o discurso do governo federal de priorização da segurança”, como assinalou.
O relator da subcomissão, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), advertiu que, sem um novo Código Penal, “todo esforço [na área de segurança pública] terá poucas chances de ter sucesso”.
O senador afirmou que o código atual, elaborado em 1940, está ultrapassado “e sem a dinâmica de uma sociedade moderna”. Ele também ressaltou que a preocupação com a segurança pública aparece como questão prioritária em pesquisas de opinião pública realizadas em diferentes estados do país.
Prioridade
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) adiantou que o anteprojeto do Código Penal terá prioridade de tramitação na CCJ a fim de que, tão logo chegue ao colegiado, seja convertido em projeto de lei para ser debatido pelos parlamentares:
– Este é um compromisso desta presidência. Espero que até dezembro tenhamos realizado esse debate – previu o senador.
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e presidente da comissão de juristas, Gilson Dipp, informou, durante a audiência, que pretende entregar o texto até maio, dentro do cronograma previsto.
– Estamos examinando mais de 130 leis extravagantes [leis penais que estão fora do Código], verificando quais os tipos que podem não integrar o novo Código Penal, afim de que não tenhamos tantas leis esparsas, que dificultam o trabalho da policia, do Ministério Público e do Judiciário. Trabalhamos para um código para o amanhã– afirmou.
O ministro mencionou uma série de temas polêmicos e importantes que estão sendo avaliados pela comissão, como progressão de regimes nos crimes contra a vida, eutanásia, ortotanásia, terrorismo, tráfico de pessoas, crimes cibernéticos e responsabilização de pessoas jurídicas.
Corrupção
Na fase de debates, diante da preocupação dos senadores com a corrupção, o ministro do STJ defendeu a tipificação do enriquecimento ilícito de funcionários públicos, mas mostrou-se contra a transformação da corrupção em crime hediondo.
– O aumento de penas por si só não resolveu o problema da impunidade no Brasil; por isso, particularmente, prefiro ter uma lei mais efetiva e que garanta a punição. É certo que não há corrupção sem o envolvimento direto ou indireto de um agente público, mas temos que nos preocupar também com os corruptores – afirmou.
Sistema prisional
Os secretários de segurança estaduais participantes da audiência alertaram para a falência do sistema penitenciário brasileiro que, segundo eles, não cumpre o papel de ressocialização e forma mais mão de obra para o crime.
O secretário de Segurança do Mato Grosso do Sul, Wantuir Jacini, lembrou que atualmente há mais de 500 mil presos em penitenciárias onde caberiam 200 mil. Muitos delessão provisórios ou considerados de baixo potencial ofensivo, que poderiam ser submetidos a penas alternativas, como observou.
– Estes presos de baixo potencial de ofensividade já saem do cárcere com nova profissão: viram soldados do tráfico ou do crime organizado. Isso porque o sistema não os separa daqueles que são realmente perigosos – opinou Jacini
Já o secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, advertiu para o alto índice de reincidência dos egressos do sistema penal, o que significa mais gastos de dinheiro público e mais trabalho para a polícia, para o Judiciário e para o Ministério Público.
‘Jogo do Bicho’
Beltrame ressaltou que “nada há mais de romântico ou inocente no jogo do bicho”, uma prática que, segundo afirmou, precisa ser combatida com rigor, diante da estreita ligação com outros crimes graves como tráfico de drogas e de armas e homicídios.
– O bicho deve deixar de ser mera contravenção para se tornar crime. O que acontece hoje é um achincalhe com a população carioca e fluminense e espero que não chegue, em outros estados, ao ponto que chegou no Rio de Janeiro – disse.
O secretário também pediu aos senadores e à comissão especial que tipifiquem a prática de milícia, a fim de que os estados tenham respaldo legislativo para dar uma resposta mais rápida à sociedade.
Anderson Vieira e Ricardo Koiti - Agência Senado
terça-feira, março 06, 2012
Visão x Fé - Pr. Bruno Peixoto / CCB
Textos: 2 Co 5:7
Quando Paulo chega a este ponto na carta de segunda Coríntios, ele exortava os irmãos a viver uma vida de retidão( v 4:2) falando das dificuldades da vida Cristã( v 8-9) incentivando os irmãos a perseverarem(v.16-17) neste momento ele começa a falar da nossa morada celestial.
Chegando ao conselho daquilo que deve ser nossa vida Cristã.
Este conselho de Paulo, aparentemente, nunca fez tanto sentido. Nunca em nossa história, o homem foi tão estimulado visualmente, como ocorre nos dias de hoje. Se trouxéssemos um personagem bíblico, seja do antigo ou do novo testamento, até os dias atuais, ele não hesitaria em afirmar que vemos, presenciamos, vários milagres diariamente.
Isso tudo devido ao desenvolvimento da humanidade, da ciência e do conhecimento. Graças a energia elétrica, enquanto Jesus pregava no gogó para uma multidão, hoje temos equipamentos que nos auxiliam nessa tarefa. Para fazer uma das Viagens de Paulo que duravam dias, hoje podemos faze-las em poucas horas.
Não se deixem enganar tudo o que passa diante dos nossos olhos é meticulosamente calculado, até mesmo quando você vai ao supermercado, a cor das embalagens dos objetos servem a um propósito. Quando você entra em um ambiente tudo é calculado, a luz, a cor das paredes. Por estas coisas, e outras que o homem tem sido levado a ser extremamente dependente da sua visão, em crer somente naquilo que ele possa ver.
Existe um personagem na bíblia que ficou conhecido por isso, Tomé. Jo 20:24-29.
Jesus diz que bem-aventurados são aqueles que não viam e creram.
Então chegamos a um ponto de confronto entre a nossa visão natural, aquilo que vemos, e a nossa visão espiritual, nossa fé.
Pois o autor de Hebreus afirma que: Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. (convicção de fatos que não se vêem)Hb 11:1.
Se você tem fé então você não precisa ver, mas por causa dessa dependência, de todos esses estímulos, temos sido induzidos a precisarmos ver para crer em algo. E muitos, até mesmo, têm manipulado aquilo que você.
É por isso que muitos quando vão a igreja não conseguem fechar os seus olhos, alguns somente fecham na hora da palavra, mas aí pode ser sono mesmo. Mas não conseguem fechar seus olhos no momento do louvor e da adoração, e quanto mais profunda a adoração, mais abertos ficam os seus olhos tentando ver algo que não vão conseguir com os seus olhos naturais. Quando fechamos nossos olhos naturais abrimos os nossos olhos espirituais.
Outro exemplo de dependência visual é quando estamos enfrentando uma situação adversa, uma tribulação, então clamamos a Deus para que Ele venha e interceda nesta situação, mas ao invés de descansarmos em Deus e cremos na sua Palavra que diz: Amo ao SENHOR, porque ele ouviu a minha voz e a minha súplica. Porque inclinou a mim os seus ouvidos; portanto, o invocarei enquanto viver. Os cordéis da morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim; encontrei aperto e tristeza. Então invoquei o nome do SENHOR, dizendo: O SENHOR, livra a minha alma. Piedoso é o SENHOR e justo; o nosso Deus tem misericórdia.
O SENHOR guarda aos símplices; fui abatido, mas ele me livrou. Volta, minha alma, para o teu repouso, pois o SENHOR te fez bem. Porque tu livraste a minha alma da morte, os meus olhos das lágrimas, e os meus pés da queda. Andarei perante a face do SENHOR na terra dos viventes. Cri, por isso falei. Estive muito aflito. Salmos 116:1-10 Continuamos a pedir um sinal, a querer ver alguma coisa para começar a crer, isso não é fé.
Precisamos conhecer a palavra de Deus se não pereceremos como está escrito em Os 4:6, pois eu preciso crer naquilo que a bíblia diz ao meu respeito. Isso sim é fé. Mas este, talvez, seja o ponto crítico, pois se não conhecemos a palavras de Deus não temos como crer nelas, se não temos algo para crer então viveremos apenas aquilo que nossos olhos conseguem ver.
Não se preocupe, na realidade você pode até pensar que este é um problema atual, mas Salomão já alertava para isso há muito tempo atras, Quem observa o vento, nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará. Eclesiastes 11:4.
Quem Depende somente daquilo que os seus olhos vêem nunca semeará, nunca colherá, nunca crescerá espiritualmente.
Precisamos de uma intervenção de Deus em nossas vidas, para que possamos aprender a não depender de nossa visão natural, e para que os nossos olhos espirituais sejam abertos, que possamos ver pela fé.
Talvez Jacó nunca tenha conseguido dimensionar o tamanho da promessa feita por Deus no momento da sua oferta a Ele.
Sua reação assustada com a visão, uma vez que ele mesmo já estava sobressaltado com a situação em que ele havia se envolvido.
Numa viagem em fuga de uma trapaça feita por sua mãe e fugia também seu próprio irmão, que ele estava a procura de um asilo doméstico.
Ele viajou 116 km depois de três dias consecutivos de fuga.
Jacó é o retrato perfeito da alma perdida.
Na escuridão, em fuga para proteger sua vida, longe da casa do pai, oprimido pelo pecado e desconhecedor do fato de que Deus está próximo dele e quer salvá-lo. A escada era Cristo como único caminho da terra para o céu.
Jacó teve seu primeiro encontro com Deus numa situação muito parecida com a de muitos aqui. Fugindo de algo, entra em Betel e encontra-se com Deus. Betel: Casa de Deus.
Na verdade sua fuga foi em decorrência dos resultados das suas próprias ações irrefletidas ou mal sucedidas.
Alguns fugiam de si mesmo, outros de relações desastrosas, falências, medos, opressão, angustias, vícios, do vazio, da morte.
Ele não sabia exatamente o que encontraria pela frente.
Jacó era o tipo do cara medroso; a experiência da viagem o deixou muito apreensivo, por isso ele pediu proteção de Deus e se tornou um fiel dizimista. Alguns são dizimistas apenas por medo de perder.
Ele buscava apenas um apoio um apoio, um emprego, uma segurança e quem sabe oportunidade de se refugiar. Ele não sabia como seria sua vida dali prá frente. Todos os seus atos de rotina foram desfeitos numa só ação quase impensada.
Jacó era um tipo de menino pacato, vivia mais perto da mãe, tornou-se um companheiro diário dela. Esaú era um perito caçador, mais rude, imprevisível, parecido com o pai.
Jacó não esperava que o próprio Deus o esperasse na estrada de Padã-Arã.
Como nós reagimos quando temos uma experiência com Deus?
Sempre uma experiência abre portas para outras maiores.
Jacó: Erigiu uma coluna improvisada, derramou azeite sobre a coluna, transformou-a num altar e depois ele repete em Gn 35.
Na verdade Jacó ofereceu toda a sua vida ali em Libação a Deus.
Fl 2:17 – Paulo usa esta mesma expressão quando se oferece sem reservas ao Senhor da sua via.
O travesseiro, que é sempre usado quando estamos na horizontal, Jacó faz dele um monumento vertical, apontando para Deus.
Esta foi apenas uma das sete revelações que ele teve com o Senhor.
A Comunidade deseja um ano abençoado aos seus membros.
Votos da CCB aos irmãos - Comunidade Cristã de Belém -
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Fone (91) 3277-1716 / (91) 32762336 / (91) 8233-5797 / (91) 8871-1914
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