segunda-feira, abril 23, 2012

JULGAMENTO DE SERRA ESTÁ NA FILA, NA FRENTE DO 'MENSALÃO'

"Seria compreensível se a velha imprensa cobrasse celeridade do Judiciário como um todo. Mas causa estranheza quando, em ano eleitoral, essa velha imprensa só bate o bumbo sobre o processo do chamado "mensalão". Por que, então, não cobrar o julgamento também do processo que José Serra responde por atos praticados ainda no governo FHC e que se arrasta até hoje? Em termos de réus ilustres, supera o chamado "mensalão", e em termos de valores também, além de ser bem mais antigo, pois se arrasta desde 2003. Não é um processo qualquer. Trata-se do rombo no Banco Econômico, socorrido com R$ 3 bilhões no âmbito do PROER, quando Serra era ministro do planejamento. São réus também, praticamente, toda a equipe econômica do governo FHC, incluindo o ex-ministro Pedro Malan, ex-ministro e banqueiro Ângelo Calmon de Sá e os ex-presidentes do Banco Central Gustavo Loyola e Gustavo Franco. A juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, acatou a denúncia apontando dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos no caso. Note-se que Serra é o candidato mais célebre das eleições de 2012, e a celeridade no julgamento seria uma oportunidade para o tucano sair inocentado, ou para o eleitor saber se estará votando em alguém condenado em primeira instância. O processo corre no TRF1-DF, e os detalhes da ação estão aqui, íntegra: (http://processual.trf1.jus.br/consultaProcessual/processo.php?proc=200334000391407&secao=DF&enviar=Pesquisar) Por Helena Sthephanowitz, especial para a “Rede Brasil Atual”

Segurança nacional: USP exibe simulador do F-18, um dos mais modernos ...

Segurança nacional: USP exibe simulador do F-18, um dos mais modernos ...: A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo exibiu nesta sexta-feira um simulador do caça F-18 Super Hornet, um dos mais modernos...

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Segurança nacional: A volta do Brasil Grande que pensa pequeno Uma vis...: Q ualquer militar com um mínimo de brio não poderá aceitar as afirmações do Dr. Celso Amorim, a maioria delas sem qualquer explicitaçã...

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Segurança nacional: China se prepara para exercícios conjuntos com Rús...: Hoje o cruzador míssil russo “Varyag” entrou no porto chinês de Qingdao, onde no próximo futuro serão esperados navios anti-submarinos ...

Segurança nacional: EUA concentram armas e munições em Israel

Segurança nacional: EUA concentram armas e munições em Israel: Segundo os dados do Congresso dos EUA, o exército norte-americano aumentou vertiginosamente o volume dos armamentos, munições e materia...

sexta-feira, abril 20, 2012

EXÉRCITO VAI ADOTAR FUZIL DESENVOLVIDO NO BRASIL

TIPO SUBSTITUI BELGA USADO DESDE 1964 “O Exército começará em 2012 a substituir seus fuzis FAL pelo modelo IA2, desenvolvido e fabricado no Brasil. A nova arma deve também equipar a Marinha, a Aeronáutica e as polícias militar e civil, além de ser exportado. O FAL, de fabricação belga, é usado desde 1964, e boa parte das cerca de 150 mil unidades está velha e defasada. "Em vez de substituir [os fuzis] por outros FAL, seria melhor ter uma arma mais moderna", disse o general Sinclair Mayer, chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército. A opção mais barata seria comprar lotes de fuzis importados, como o americano AR-15 ou o russo Kalashnikov. Mas o Exército optou por desenvolver tecnologia própria, para não depender de suprimentos estrangeiros. A Indústria de Material Bélico do Brasil, que fabrica tanto o FAL como o IA2, não divulga o valor do novo fuzil. Só diz que ele terá preço competitivo. Segundo Mayer, a indústria tem capacidade para produzir até 30 mil fuzis por ano em sua fábrica em Minas, mas o ritmo da substituição dependerá da verba liberada pelo Ministério da Defesa.” Por Luis Kawaguti, na ‘Folha’ FONTE: reportagem de Luis Kawaguti, na ‘Folha de São Paulo’ (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/17493-exercito-vai-adotar-fuzil-desenvolvido-no-brasil.shtml) [imagem do Google adicionada por este blog ‘democracia&política’].

Polícia comunitária

Polícia comunitária torna Nicarágua referência de segurança pública para vizinhos Apesar de pobre, país tem a menor taxa de homicídios da região: 13 para cada 100 mil habitantes A existência ou não de uma relação direta entre pobreza e criminalidade há décadas divide governantes e especialistas dos mais diversos matizes políticos. A falta de uma resposta definitiva para a questão torna ainda mais intrigante o caso da Nicarágua. Como é possível que um dos países mais pobres do continente americano possa manter níveis de violência tão baixos, deter o avanço de fenômenos que assombram os países vizinhos, como o crime organizado e o narcotráfico, e evitar a proliferação e organização das chamadas maras (gangues juvenis)? Em junho do ano passado, essa pergunta permeou os debates na Conferência Internacional em apoio à Estratégia de Segurança Regional. Na ocasião, representantes do Sistema de Integração Centro-Americana (Sica) e de organismos multilaterais latino-americanos parabenizaram publicamente a Polícia Nacional nicaraguense pelos resultados obtidos na prevenção e investigação de crimes. "A resposta a essa pergunta deve ser buscada no fato de que somos uma instituição muito jovem e na implementação de um modelo profundamente relacionado com nossa origem e com a história recente do país", explicou ao Opera Mundi Miriam Martha Torres, chefe da Secretaria Executiva da Polícia Nacional da Nicarágua. No que se refere à luta contra a delinquência comum (assassinatos, crime organizado e narcotráfico), a Nicarágua é uma exceção na América Central. "Conseguimos reverter o índice delitivo demográfico, chegando a 13 homicídios por 100 mil habitantes. É um resultado importante se comparamos com os números de Honduras (78), El Salvador (69) e Guatemala (42)", explicou Torres. Segundo dados do PNUD (2010), a média regional chega a 35 homicídios e o número latino-americano é 26. Em termos globais, 29% dos homicídios acontecem em Honduras, 27,7%, na Guatemala e 18,6%, em El Salvador. A Nicarágua representa apenas 3,7% dos homicídios da região, e isso apesar de ter o índice de forças policiais mais baixo: apenas nove agentes policiais por 100 km², em comparação, por exemplo, com os quase 100 por km² de El Salvador. Durante quase meio século, a ditadura dos Somoza (1934-1979) atribuiu à sangrenta Guarda Nacional as funções próprias do Exército e da Polícia. Quando a luta revolucionária conseguiu derrotar a ditadura (1979), foi preciso desmontar o sistema existente e criar um novo. "A nova Polícia foi formada em meio ao processo revolucionário, com a participação e o envolvimento direto dos combatentes e de outros setores da população rebelada. Ou seja, surgiu diretamente do povo e continua mantendo suas raízes", lembra Torres. Miriam envolveu-se muito jovem no processo de luta armada contra a ditadura e foi ferida gravemente apenas dois meses antes do triunfo da revolução. Passou quase um ano recuperando-se dos ferimentos e, em 1980, com apenas 16 anos, integrou-se à nova instituição. "Nossa Polícia surgiu das entranhas do povo. Não houve convocação, chamados nem academia para que se aprendesse o trabalho. Homens, mulheres, jovens, todos nos integramos à tarefa, muitas vezes por disciplina partidária. Era um fermento de emoções para construir algo novo que, com o tempo, foi se estruturando e profissionalizando, mas sem perder sua relação constante com as pessoas, com as comunidades", afirmou a comissária. Prevenção Segundo as autoridades nicaraguenses, o modelo de polícia "preventivo, proativo e comunitário" não poderia existir sem um vínculo profundo com a população. De acordo com as estatísticas oficiais da Polícia, são mais de 100 mil as pessoas que, de maneira voluntária, apoiam ativamente o trabalho preventivo em todo o território nacional. Com o Decreto 16-2007, foram criados os CSCs (Conselhos de Segurança Cidadã), instâncias de coordenação entre a Polícia, o Estado e os cidadãos. "Atualmente, contamos com o apoio direto de 25 mil membros dos Comitês de Prevenção Social do Delito, mais de 76 mil membros dos Gabinetes do Poder Cidadão e 9.000 jovens voluntários. Na zona rural, contamos também com 1.300 integrantes dos Comitês Distritais, com mais de 1.000 policiais voluntários e 3.900 promotoras contra a violência familiar. Um verdadeiro exército que respalda este modelo", explicou Torres. Além disso, dedica-se especial atenção aos jovens. "Todo mundo se pergunta por que na Nicarágua não existe o problema da mara. Para nós, trata-se de uma problemática ligada à exclusão social, e a solução que adotamos é a prevenção por meio da inclusão dos jovens", afirmou a primeira-comissária Aminta Granera (foto abaixo), chefe da Polícia Nacional recentemente reconfirmada no cargo pelo presidente Daniel Ortega, fato inédito na história recente da Nicarágua. A prevenção voltada à juventude nicaraguense tem três abordagens: a primeira para evitar que os jovens em geral se envolvam em delitos; a segunda, para tratar de dissuadir os delitos com grupos de risco; e a terceira com ações destinadas a evitar a reincidência dos adolescentes que cumprem medidas sócio-educativas ou são privados da liberdade. Foi constituída a Direção de Assuntos Juvenis para trabalhar nos centros pré-escolares e nas escolas primárias e secundárias. "Isso mostra a ação da Polícia como parte da comunidade, em harmonia com seu sentir e viver. Nós atuamos em, desde, para e com a comunidade", argumentou Granera. Ao longo dos últimos anos, este modelo permitiu a promoção de um trabalho preventivo direto com mais de 250 mil jovens, que a cada ano conseguiu desmobilizar e reinserir na vida social mais de 500 jovens membros de bandos juvenis (pandillas). Durante a inauguração do Centro de Formação e Desenvolvimento Juvenil "Juventud", que dará atenção e capacitação em carreiras técnicas e profissionais a 200 jovens em risco e a ex-membros de pandillas, Granera explicou que este é o resultado de um esforço que conjuga o espírito desta Polícia, a sensibilidade social do governo, a sintonia da sociedade civil com o modelo e a generosidade da cooperação internacional. "Com este Centro, tratamos de nos aproximar dos jovens em situação de delito ou de risco, não para puni-los, e sim para lhes abrir espaço para sua regeneração e sua formação. Não se trata de acompanhá-los na prisão, e sim na educação", afirmou Granera diante de centenas de jovens emocionados com a oportunidade que lhes era oferecida. Gênero Outro eixo do modelo policial nicaraguense é a luta contra a violência de gênero ou familiar. "Abrimos mais Delegacias de Mulheres em todo o país, o que permitiu aumentar para mais de 100 mil as mulheres atendidas a cada ano", disse Miriam Martha Torres. Além disso, foram capacitadas 200 mil pessoas na função da reivindicação do direito da mulher, e se fortaleceu o modelo de atenção com a introdução das Delegacias Móveis, os órgãos de defesa itinerantes, as comissões comunitárias de prevenção da violência familiar, assim como a adoção do modelo único de informe psicossocial e a capacitação de 4 mil promotoras voluntárias. O enfoque de gênero é algo que caracteriza o próprio corpo policial. "Atualmente, mais de 35% do efetivo policial é representado por mulheres. Ocupamos 26% dos postos principais da hierarquia de comando", disse a comissária-mor. Narcotráfico Na luta contra o crime organizado e o narcotráfico, o modelo nicaraguense tem sido um exemplo para toda a região. De fato, na Nicarágua não se nota a presença desses fenômenos, tão dramáticos para os demais países, nem o vínculo entre os bandos juvenis e o crime organizado. "Golpeamos o narcotráfico de forma contundente, desarticulando 63 células dos grandes cartéis da droga e abalando suas bases logísticas e econômicas e sua plataforma terrestre, aérea e marítima. Calculamos ter tomado cerca de 2,5 bilhões de dólares", disse Granera. "O verdadeiro desafio, agora, é continuar a aprofundar o modelo, incentivando ainda mais a relação e o intercâmbio com as comunidades, porque nossa maior legitimidade é a social, aquela que a população nos concede", concluiu Torres. Por: Giorgio Trucchi/Opera Mundi

PROGRAMA ONDE MORA O PERIGO...: DIA DO EXÉRCITO BRASILEIRO

PROGRAMA ONDE MORA O PERIGO...: DIA DO EXÉRCITO BRASILEIRO

quinta-feira, abril 19, 2012

Segurança nacional: O Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC S...

Segurança nacional: O Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC S...: O Grupamento de     O Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC) é uma unidade de Forças Especiais da Mari...

Segurança nacional: Argentina propõe ao Brasil cooperação em Vant e mí...

Segurança nacional: Argentina propõe ao Brasil cooperação em Vant e mí...: Brasília, 17 abr (EFE).- O ministro da Defesa da Argentina, Arturo Puricelli, propôs nesta terça-feira ao Governo brasileiro colaborar ...

Segurança nacional: LAAD 2012 Security: segurança em foco

Segurança nacional: LAAD 2012 Security: segurança em foco: Entre 10 e 12 de abril de 2012, o Pavilhão 4 do Riocentro sediou a LAAD 2012 Security – Feira Internacional de Segurança Pública e Corpor...

Segurança nacional: Avião inovador feito na USP monitora desmatamento ...

Segurança nacional: Avião inovador feito na USP monitora desmatamento ...: Qualquer menino acharia uma diversão trabalhar na oficina de Giovani Amianti. Ele constrói aviões. Faz peças, compra outras, cola tudo,...

quarta-feira, abril 18, 2012

TERRORISMO NO CÓDIGO PENAL

Terrorismo é incluído como crime em anteprojeto do Código Penal Exploração de jogo de azar sem autorização também pode se tornar crime. Comissão discute anteprojeto, que ainda será analisado no Congresso. A comissão de juristas que elabora o anteprojeto de Código Penal a ser discutido no Congresso aprovou nesta sexta-feira (30) o terrorismo e a exploração de jogos de azar sem autorização legal com crimes para o anteprojeto de lei do novo código. O terrorismo é atualmente considerado crime pela Constituição Federal de 1988, mas não está tipificado no Código Penal e, portanto, não há previsão de tempo de pena, por exemplo. A exploração de jogos também não é crime e está na legislação brasileira como contravenção penal, penas mais brandas que geralmente não levam à prisão. O anteprojeto, que está em fase final de elaboração, deve ser entregue até maio ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Ele deve criar uma comissão especial de senadores para discutir o assunto e para que a proposta comece a tramitar na forma de um projeto de lei. saiba mais * Anteprojeto de novo Código Penal vai prever possibilidade de aborto De acordo com o relator do anteprojeto do novo Código Penal, o procurador regional da República da 3ª Região Luiz Carlos dos Santos Gonçalves, a pena prevista para terrorismo será de oito a 15 anos de prisão. Além de tornar crime no Código Penal, o anteprojeto revoga a Lei de Segurança Nacional, que, segundo o relator, a partir de agora se tornou "incompatível". A Lei de Segurança Nacional, de 1983, prevê reclusão de três a dez anos para quem "praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político ou para obtenção de fundos destinados à manutenção de organizações políticas clandestinas ou subversivas. [...] Se do fato resulta lesão corporal grave, a pena aumenta-se até o dobro; se resulta morte, aumenta-se até o triplo." De acordo com a Agência Senado, o anteprojeto afirma que será considerado terrorismo, “causar terror na população” mediante condutas como sequestrar ou manter alguém em cárcere privado; usar, portar ou trazer consigo explosivos, gases tóxicos, venenos, conteúdos biológicos ou outros meios capazes de causar danos; incendiar, depredar, saquear, explodir ou invadir qualquer bem público ou privado; e interferir, sabotar ou danificar sistemas de informática e bancos de dados. Os juristas também consideram a conduta de sabotar o funcionamento ou apoderar-se do controle de comunicação ou de transporte, de portos, aeroportos, estações ferroviárias ou rodoviárias, hospitais, casas de saúde, escolas, estádios, instalações públicas ou locais onde funcionem serviços públicos essenciais, inclusive instalações militares. O presidente da comissão de juristas, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, disse que, anteriormente, era contra a tipificação do terrorismo, mas que agora, "os tempos são outros e a responsabilidade é outra". Foi aprovado pela maioria dos juristas o parágrafo que não considera terrorismo condutas individuais ou coletivas de "pessoas movidas por propósitos sociais". Segundo palavras do relator, "a lei não se aplicará a movimentos sociais com meios lícitos". Postado por Prof. Ulisses Nascimento,CES às 20:59:00 Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut

CINCO PECADOS EMPRESARIAIS MORTAIS

Por Alfredo Passos – www.administradores.com.br Há alguns anos, Peter Drucker escreveu um artigo descrevendo os "cinco pecados empresariais mortais*", que levaram muitas empresas a ter sérios problemas estratégicos e financeiros. Sua caracterização desses "pecados" incluía: 1. Adoção de altas margens de lucros e preços excessivos; 2. Dar preço errado a um novo produto cobrando o que o mercado suportar; 3. Determinar preços em função do custo; 4. Destruir a oportunidade de amanhã baseado na alteração de ontem; 5. Alimentar problemas e ignorar oportunidades. De muitas maneiras, estes são os tempos mais difíceis para negócios em uma geração. Todos fomos despertados para a necessidade de olhar para além do conforto de nossas vidas cotidianas, para a necessidade de sintetizar as implicações de eventos externos, incluindo o aumento da concorrência. Isso, por sua vez, leva à necessidade de focar não só na execução, mas na execução sem falhas. Não existe meio-termo, afirma Mittelstaedt Jr. (2006). Segundo esse autor, estudos revelam que, apesar de dados específicos poderem ser diferentes entre setores e situações distintos, os padrões de erros anteriores a acidentes são bastante semelhantes. E ainda reforça: "o aprendizado nem sempre provém das fontes que você espera, com sua própria experiência, seu próprio setor ou empresas muito parecidas. É necessário um pouco mais de esforço, mas você pode aprender mais observando exemplos num setor ou numa situação marcadamente diferentes e reconhecer que há grandes semelhanças nos padrões de ações e de comportamentos". Certas situações parecem evidenciar que o erro estratégico irá causar mais impacto do que se pensa: ■ Eles não sabiam que os clientes iam querer uma substituição de um chip defeituoso? (Intel) ■ Eles não sabem que os clientes costumam ser mais fiéis se você admite um erro e o conserta? (Firestone) ■ Eles não sabiam que a alavancagem financeira e/ou fraude poderia acabar com a empresa? (Enron, WorldCom, HealthSouth) Existem padrões comuns nestes casos, segundo Mittelstaedt Jr.: 1. Um problema inicial, que geralmente seria secundário se fosse isolado, mas que não é corrigido. 2. Um problema subsequente que se une ao efeito do problema inicial. 3. Uma correção ineficiente. 4. Descrença na seriedade crescente da situação. 5. Geralmente, uma tentativa de esconder a verdade sobre o que está acontecendo, enquanto se faz uma tentativa de remediar o problema. 6. Súbito reconhecimento de que a situação está fora de controle ou "in extremis". 7. Finalmente, o cenário máximo de desastre envolvendo perda de vidas e/ou de recursos financeiros; e, por fim, as recriminações. Por isso, algumas questões são fundamentais, para obter-se respostas antecipadas: ■ Há um desastre prestes a acontecer em minha empresa? ■ Nós veremos os sinais? ■ Vamos pará-lo a tempo? ■ Temos habilidades para enxergar os sinais e a cultura para "quebrar a sequência"? ■ Somos inteligentes o suficiente para entender que tem sentido econômico preocupar-se em reduzir ou estancar erros? É recomendado, aprender com os erros dos outros e imaginar o sucesso empresarial sem erros, porque seu futuro pode depender da capacidade de fazer isso. Referências: *DRUCKER, Peter. The Five Deadly Business Sins. The Wall Street Journal, October 21, 1993. MITTELSTAEDT JR., Robert E. Seu próximo erro será fatal. Os equívocos que podem destruir uma organização. Porto Alegre : Bookman, 2006CINCO PECADOS EMPRESARIAIS MORTAIS Por Alfredo Passos – www.administradores.com.br Há alguns anos, Peter Drucker escreveu um artigo descrevendo os "cinco pecados empresariais mortais*", que levaram muitas empresas a ter sérios problemas estratégicos e financeiros. Sua caracterização desses "pecados" incluía: 1. Adoção de altas margens de lucros e preços excessivos; 2. Dar preço errado a um novo produto cobrando o que o mercado suportar; 3. Determinar preços em função do custo; 4. Destruir a oportunidade de amanhã baseado na alteração de ontem; 5. Alimentar problemas e ignorar oportunidades. De muitas maneiras, estes são os tempos mais difíceis para negócios em uma geração. Todos fomos despertados para a necessidade de olhar para além do conforto de nossas vidas cotidianas, para a necessidade de sintetizar as implicações de eventos externos, incluindo o aumento da concorrência. Isso, por sua vez, leva à necessidade de focar não só na execução, mas na execução sem falhas. Não existe meio-termo, afirma Mittelstaedt Jr. (2006). Segundo esse autor, estudos revelam que, apesar de dados específicos poderem ser diferentes entre setores e situações distintos, os padrões de erros anteriores a acidentes são bastante semelhantes. E ainda reforça: "o aprendizado nem sempre provém das fontes que você espera, com sua própria experiência, seu próprio setor ou empresas muito parecidas. É necessário um pouco mais de esforço, mas você pode aprender mais observando exemplos num setor ou numa situação marcadamente diferentes e reconhecer que há grandes semelhanças nos padrões de ações e de comportamentos". Certas situações parecem evidenciar que o erro estratégico irá causar mais impacto do que se pensa: ■ Eles não sabiam que os clientes iam querer uma substituição de um chip defeituoso? (Intel) ■ Eles não sabem que os clientes costumam ser mais fiéis se você admite um erro e o conserta? (Firestone) ■ Eles não sabiam que a alavancagem financeira e/ou fraude poderia acabar com a empresa? (Enron, WorldCom, HealthSouth) Existem padrões comuns nestes casos, segundo Mittelstaedt Jr.: 1. Um problema inicial, que geralmente seria secundário se fosse isolado, mas que não é corrigido. 2. Um problema subsequente que se une ao efeito do problema inicial. 3. Uma correção ineficiente. 4. Descrença na seriedade crescente da situação. 5. Geralmente, uma tentativa de esconder a verdade sobre o que está acontecendo, enquanto se faz uma tentativa de remediar o problema. 6. Súbito reconhecimento de que a situação está fora de controle ou "in extremis". 7. Finalmente, o cenário máximo de desastre envolvendo perda de vidas e/ou de recursos financeiros; e, por fim, as recriminações. Por isso, algumas questões são fundamentais, para obter-se respostas antecipadas: ■ Há um desastre prestes a acontecer em minha empresa? ■ Nós veremos os sinais? ■ Vamos pará-lo a tempo? ■ Temos habilidades para enxergar os sinais e a cultura para "quebrar a sequência"? ■ Somos inteligentes o suficiente para entender que tem sentido econômico preocupar-se em reduzir ou estancar erros? É recomendado, aprender com os erros dos outros e imaginar o sucesso empresarial sem erros, porque seu futuro pode depender da capacidade de fazer isso. Referências: *DRUCKER, Peter. The Five Deadly Business Sins. The Wall Street Journal, October 21, 1993. MITTELSTAEDT JR., Robert E. Seu próximo erro será fatal. Os equívocos que podem destruir uma organização. Porto Alegre : Bookman, 2006 Postado por Wagner Moraes às Domingo, Março 04, 2012 http://compartilhando-wxm.blogspot.com/

terça-feira, abril 17, 2012

ALERTA DO CARMELO 13 de Abril 2012 Comentário de David: Judeus & Gentios Um No Messías

Salmo 133:1-3 Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre. (RA) Enquanto tenho tido a honra de ser convidado no privilégio de servir ao Senhor durante os últimos 14 anos, ministrando em mais de 30 nações, tenho tido a oportunidade de encontrar irmãos e irmãs em comunhão messiânica e na maioria das denominações das principais linhas protestantes e grupos de igrejas. É parte da minha experiência que se não me dizem qual é o tipo de igreja na qual estou entrando, ou se não tem o sinal acima na porta, eu frequentemente tenho que perguntar que tipo de igreja é aquela em que estou. O que isto nos diz? As diferenças que nos separam são pequenas, ao invés de grandes. A maior parte de nós está em unidade e concordância com relação às questões doutrinárias mais importantes, como .......... · Há apenas Um Deus Verdadeiro - YHVH · Há apenas Um Messias - Yeshua / Jesus · Há apenas Um Espírito Santo · Yeshua é o único caminho para o Pai · Ele morreu na cruz no Calvário 2 mil anos atrás · Ele subiu dentre os mortos três dias depois · Seu Sangue nos lava de TODO pecado e nos traz para uma relação de aliança com YHVH Entretanto, há doutrinas e teologias conflitantes no Corpo do Messias hoje muitas são pequenas, mas acredito que os pontos listados abaixo são questões importantes nas quais TODOS os Crentes precisam entrar em unidade e concordância.................. Batismo de Crianças Batismo Aspersão ou Imersão Total Os Dons do Espírito Santo Eles São Para Hoje? Uma Vez Salvo Sempre Salvo ou Você Pode Perder Sua Salvação? O Inferno Existe? Sabbath Sábado ou Domingo Mantendo as Festas Bíblicas Mulheres em Papéis de Liderança Aceitação da Homossexualidade Teologia da Substituição Deus Ainda Honra Sua Aliança Com Israel e o Povo Judeu? Acredito que a Bíblia é bem clara nas questões acima. Onde as diferenças e discordâncias vêm é quando permitimos que o pensamento Teológico e Humanístico escureça nosso entendimento e interpretação da Palavra. Em Israel há um ditado ... “onde você tem 3 judeus você tem 5 opiniões”. É bem frequentemente verdade, mas o mundo cristão não é diferente. Acho difícil de acreditar, mas há aproximadamente 38 mil denominações cristãs no mundo. As estatísticas levam em consideração distinções culturais de denominações em países diferentes. (World Christian Encyclopedia ) Acredito que de acordo com as palavras do apóstolo Paulo, e ao contrário do texto de abertura, as denominações não são a vontade de Deus. 1 Cor 1:11-12 Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. (RA) Vejo a história da Igreja como uma roda de bicicleta. Todos começamos no mesmo ponto ou no centro da roda 2 mil anos atrás. Mas, como uma roda com, raios quanto mais os raios se afastam do centro, mais separados eles se tornam. A única forma de fazer os raios ficarem mais próximos é fazer um RETORNO EM U e voltar ao CENTRO. É isto que a Igreja precisa fazer fazer um RETORNO EM U e fazer o caminho de volta ao CENTRO. ISRAEL é o CENTRO. Mais de 1900 anos atrás o SENHOR enxertou os não judeus na Oliveira Verdadeira Israel (Rom 11:17). A Igreja começou como uma facção do povo judeu vivendo em Israel, mantendo a Torá e seguindo o calendário bíblico, entretanto, os homens gregos & romanos que nós (erroneamente) chamamos de ‘pais da Igreja’ começaram a mover a Igreja para longe do Centro e isto continuou durante os últimos 2 milênios até que muito do que fazemos no Corpo do Messias hoje não se parece em nada com a Igreja dos primeiros 100 anos, e agora temos 38 mil modos diferentes de fazer Igreja. Creio que se verdadeiramente queremos ver a unção e bênçãos do Senhor, Avivamento e muito mais, então, precisamos orar que nossos líderes na Igreja acordem para ver a centralidade do Velho Testamento e de Israel, sermos corajosos o suficiente para fazermos o RETORNO e encontrar nosso caminho de volta ao CENTRO, às raízes da Oliveira Verdadeira. Salmo 133:1-3 Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre. (RA) Que o Senhor lhe abençoe à medida em que abençoares a Israel, posicionando-se a favor do direito de existência na terra dada ao povo Judeu pelo Deus de Israel. Oremos para que Israel volte-se para o seu Deus. Não se cale, mas compartilhe isto com os seus irmãos na fé, com os seus pastores, e com qualquer pessoa com quem tiver a oportunidade de conversar. Oremos também pelo quebrantamento dos Muçulmanos e, por favor, lembrem-se de orar por todos os soldados da IDF - pois eles estão defendendo e lutando pelo Reino de Deus. Shabbat Shalom .... David & Josie

Os mais de 500 anos de Brasil

Os mais de 500 anos de Brasil
O Brasil sonha ser reconhecida uma potência mundial perante a comunidade internacional. Com uma economia interna em crescimento, desemprego em queda, inflação sobre controle e investimentos internos e externos financiando projetos de grande importância para o fortalecimento da economia, o país está sendo a bola da vez nas áreas em que interessam a ambos investidores, e também aos respectivos representantes dos órgãos públicos competentes. Através desta matéria, alertamos a população do país e a comunidade internacional, sobre os momentos de euforias de ex-presidentes que através de grandes investimentos em suas épocas, conseguiram também, grandes prestígios e popularidades em seus momentos de gestões. Observamos que as mesmas euforias e empolgações que aconteciam com os gestores do passado, estão se repetindo atualmente. O excesso de gastos financeiros dos representantes de órgãos públicos, a falta de planejamento em obras que realmente tem caráter de urgência para a sociedade, o superfaturamento de grandes projetos da área de infraestrutura, o desrespeito degradante aos direitos humanos, e a enorme desigualdade social que o país oferece a sociedade, está inviabilizando esse sonho do país perante a comunidade internacional, mesmo dentro deste momento de euforia que vive a nação. Esse é o atual quadro que vive o Brasil em pouco mais de 500 anos de redescobrimento. O resultado é uma imensa dívida financeira, ética, de justiça e social que os representantes do Brasil têm com sua sociedade. A população local manipulada e inofensiva vive sendo governada pelo crime organizado instalado no Planalto Central, e por grandes corporações empresariais e instituições financeiras. O crime organizado está enraizado há décadas dentro do Planalto Central, não é um novo privilegio de representantes atuais ou do passado recente, mas são também de antigos ditadores e presidentes antecessores a eles. Em todos os órgãos públicos competentes, a corrupção e os desvios de verbas públicas, corroem como câncer desde cadeira presidencial, a órgãos públicos menos relevantes. Os crimes cometidos entre nossos representantes são péssimos exemplos para nossas crianças, adolescentes e jovens que envolvidos no crime organizado que nasceram nas cadeias e periferias do país, aprendem a lição rapidamente, e seguem seus exemplos montaram para si, seus próprios impérios, independentes de verbas desviadas dos cofres públicos por seus representantes. O crime organizado que nasceu dentro dos presídios e das periferias do país, não chega aos pés das megas-estruturas que obtém estas organizações criminosas que atuam dentro do Planalto Central, ou em outros órgãos públicos dominados por eles. O Brasil é o Centro Econômico e Comercial do crime organizado mundial. A grande estrutura para o fortalecimento da corrupção e do terrorismo universal. Qualquer organização criminosa ou líder criminoso aqui no Brasil pode ter livre acesso e bom convívio com a comunidade local, desde que, respeite as leis impostas pelo crime organizado deles, ou da respectiva esfera atuante do local escolhido para morar, isso, independentemente se essa organização é de esfera Federal, Estadual, Municipal ou local. O Centro Econômico e Comercial do crime organizado mundial está no Planalto Central. www.visaobrasil.tv

Com a Europa e América do Norte fragilizada, o crime organizado se fortalece no mundo, reveja alguns motivos.

Está havendo uma grande pressão mundial em cima das políticas econômicas chinesas, isso por que, a zona do euro está mostrando novas fragilidades. Novas ondas de instabilidades na zona do euro indicam que a saúde da economia mundial ainda precisa grandes cuidados. Quando se acreditava que a quase falência da Grécia havia sido superado, e que, o perigoso contágio foi evitado, aconteceram dificuldades em torno da Irlanda, Portugal, Bélgica, Espanha e Itália. A verdade é que vários países da região ainda lutam para se aprumar após o vendaval que varreu o planeta em consequência da crise do crédito imobiliário de baixa qualidade, desencadeada em 2007 nos EUA. A Irlanda, por exemplo, tinha suas próprias bolhas. Os créditos concedidos pelos três maiores bancos irlandeses eram três vezes maiores do que o Produto Interno Bruto (PIB) do país no fim de 2008. Quando a crise estourou, o valor dos imóveis virou pó, os bancos ficaram insolventes, as receitas despencaram e a Irlanda passou a exibir um dos maiores déficits orçamentária da região. Bastou as agencias de rating rebaixassem a classificação do país, para que um banco internacional fizesse um relatório pouco otimista para que a solidez do país voltasse a ser posta em dúvida. Imediatamente os custos de captação subiram. Os bônus de dês anos passaram de 6,17% para 6,34% ao ano na semana seguinte. Mesmo pagando cerca de quatro pontos percentuais acima bônus alemães, está difícil fechar as captações. A crise de confiança atingiu também Portugal, cujas contas fiscais também estão frágeis. Os juros dos bônus de 10 anos do país estão em um patamar semelhante ao dos papeis irlandeses, pagando 6,24 ao ano, a maior taxa desde 1999. A preocupação do mercado em relação os países da zona do euro havia acalmado depois que os problemas da Grécia foram aparentemente equacionados e nasceu, em maio de 2010, o European Financial Stability Facility (EFSF), fundo criado pelos 16 países que usam o euro como moeda para salvar membros em dificuldades. O fundo, de 440 bilhões de euros, equivalente a US$ 590 bilhões, tentava conseguir classificação máxima das agências de rating, mas mostrou-se uma fonte de dinheiro muito caro. O fundo exige garantias elevadas. Por isso, o custo do dinheiro que oferecia era muito inviável. Especialistas calcularam que o custo efetivo dos recursos emprestados pelo EFSF, incluindo taxas e garantias, chegava de 8% a 10% ao ano, mais, portanto, do que o mercado estava disposto a cobrar da Irlanda e Portugal. Assim, só valerá à pena recorrer ao fundo em situações mais adversas ainda. De certa forma, a Grécia foi mais afortunada por ter recorrido à ajuda externa antes da existência do EFSF porque conseguiu recursos da Europa e do fundo Monetário Internacional (FMI), pagando apenas 5% ao ano, mesmo assim, não sendo suficiente, novamente precisou de mais ajuda financeira, mas o potencial do estrado da Irlanda parecia ser maior do que o da Grécia em caso de default. O país, que já foi chamado de tigre celta, na comparação com os tigres asiáticos, cresceu rapidamente graças aos créditos concedidos pelos bancos europeus. Assim, os problemas da Irlanda são também problemas dos outros países. Por isso, ela tem recebido muita ajuda do Banco Central Europeu (BCE), que vem comprando seus títulos e agora é seu maior credor. A Irlanda foi considerada pelo mercado como o país mais arriscado do que o Líbano e Dubai. A saída definitiva para a zona do euro passa, certamente, pelos ajustes das contas públicas, assuntos que os países estavam discutindo em 2010, 2011 e 2012. A Irlanda tinha um déficit público de 14,3% do PIB, duas vezes a média de 6,3% da zona do euro, e uma dívida pública que deve chegar a 100% do PIB em 2012. Portugal não está melhor: o país prometia reduzir o déficit de 9,4% do PIB em 2009 para 7,35 em 2010 e 4,8% em 2011. A Bélgica exibia uma dívida de 96,7 do PIB. Mas isso parece difícil por que a arrecadação não reagia, uma vez que a economia estava retraída. A previsão era que o PIB português subisse 1%, mas cairão 0,5% em2011. AIrlanda enfrentou problemas semelhantes: depois de subir 2,2% no primeiro trimestre, o PIB caiu 1,2% no segundo. Por isso, a União Europeia quer apertar as penalidades para os paises entre os 27 membros que não mantiverem o déficit público no limite de 3% do PIB. A posição mais severa, como já era esperada, foi a da Alemanha, que pretende estabelecer multas severas para os países que não reduzirem as suas dívidas. O plano estava para ser revelado no mês de setembro de 2010. O problema era como cumprir as promessas em um ambiente econômico ainda tão adverso. A pior aposta é criar regras que não pudessem ser cumpridas. O cenário econômico que vimos no começo de 2011 na União Europeia foi de completa estagnação, cujos principais países do bloco como Inglaterra, Itália, França, Espanha, e mais os outros que citamos, lutam para cortar gastos e buscarem equilíbrio fiscal em suas contas públicas, Itália e Espanha estão em profundas dificuldades financeiras, a Espanha tem visto em 2012 uma onda de desemprego muito grande. O crescimento econômico dos países envolvidos não tem acontecido até o momento, e sem soluções efetivas de curto e médio prazo, o cenário econômico na região parece algo que trará benefícios os grupos radicais, e mais espaço de atuação para o crime organizado. O FMI alertou em seu relatório que a estabilidade do sistema financeiro continua a ser ameaçada pelo lento crescimento mundial e pelos contínuos problemas em alguns bancos. Segundo o fundo, a instabilidade tem sido alimentada pelo excessivo endividamento nos mercados de títulos soberanos, especialmente na Europa. Para o prêmio Nobel de economia, Joseph Stiglitz, a política monetária expansionista do FED e do BCE está criando o caos no mundo. Uma pesquisa realizada em 2010 por economistas do Estado de Minas Gerais revelou que, grandes crises financeiras que aconteceram desde a década de 80, foram essenciais para o ingresso de crianças, adolescestes e jovens no submundo do crime, sejam de modo ativo, ou como consumistas de entorpecentes. A atuação desses jovens e crianças no crime é resultado das grandes crises econômicas mundiais as quais foram responsáveis pela maioria do ingresso desses jovens no submundo do crime. www.visaobrasil.tv

segunda-feira, abril 09, 2012

Professores fazem paralisação e cobram mais segurança em escola

Os professores e profissionais da escola estadual Enio Pipino querem mais segurança para desempenhar suas atividades após as constantes ameaças feitas por alunos. Ontem, de acordo com o diretor José Aparecido Zaniboni, os servidores fizeram uma paralisação e reunião com pais, representantes do Conselho Tutelar e da polícia para "estabelecer novas normas disciplinares" a serem aplicadas. A direção cobra também, da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), a presença de mais um agente de segurança para atuar no pátio, à tarde "para fazer as vistorias pois dentro da direção não conseguimos ver tudo o que está ocorrendo do lado de fora. Há pessoas de fora pulando o muro para bater em alunos nossos e temos muitos alunos que não querem nada, vem apenas para atrapalhar", explicou, ao Só Notícias. A função de agente de pátio não existe oficialmente na grade educacional e depende da autorização da Seduc para ser feita contratação. Ano passado, motivos semelhantes fizeram a direção cobrar um agente para o período noturno. " Ano passado, pedi três, uma para cada turno porque tem o problema em todos. Quando liberaram para o noturno, afirmaram que em breve liberariam mais. Estamos aguardando", destacou. Além de pessoas que pulam o muro para entrar na escola, Zaniboni apontou que ocorrem muitas ameaças. "Muitos alunos da tarde aterrorizam os professores e também os alunos que querem contar algo para a direção, mas não podem porque acabam ameaçados e perseguidos", reforçou. A direção também tem pedido pelo apoio da ronda escolar da Polícia Militar. A escola conta ainda com oito câmeras de monitoramento instaladas. "Com as câmeras reduziu um pouco a quantidade de ocorrências. Para esse ano vamos pegar mais oito", apontou. Zaniboni apontou ainda que, há alguns anos, era mais difícil essas situações ocorrerem pois os estudantes "cresciam junto com a escola. Nós ficamos apenas com o ensino médio. Os alunos vem de outras escolas, fora de Sinop também. Eles não tem mais aquele amor pela escola, não tem mais aquela familiaridade como tinham aqueles que começaram na pré-escola, por exemplo", exemplificou. Desde 2009, quando foram desenvolvidos trabalhos de redimensionamento escolar em Sinop, a escola Enio Pipino começou a ofertar apenas o ensino médio (1º ao 3º ano). "A tarde ainda tem duas sétimas e duas oitavas que estão terminando. Na época ficamos com as 5ª séries e não abrimos mais novas turmas, então elas estão finalizando. Ano que vem ficam apenas duas oitavas e, posteriormente, apenas o ensino médio", finalizou. Fonte: Só Notícias/Karoline Kuhn / 03 de Abril de 2012 - 09:03

COMPARTILHANDO: COMO RECUPERAR A MOTIVAÇÃO NO TRABALHO

COMPARTILHANDO: COMO RECUPERAR A MOTIVAÇÃO NO TRABALHO: Não é difícil encontrar funcionários que, por qualquer motivo que seja, acabam desanimando do trabalho que realizam na empresa. Muitas vezes...