Ramo da segurança que cuida dos interesses ligados à empresas públicas ou privadas, no que tange à proteção de seus recursos humanos e materiais e deve estar em consonância com a missão e valores da empresa, devendo também respeitar os limites éticos e legais impostos nas regiões em que atuam. " Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." Salmos 127:1
terça-feira, novembro 20, 2012
Segurança Organizacional: Um novo conceito
Por José Aparecido Santos
Ao contrário do que muitos acreditam, ato de se pensar em segurança ou de defender-se de algo que apresenta-lhe algum tipo de ameaça não é um pensamento dos homens modernos ou algo que surgiu conforme a evolução humana, mais do que isso tudo a segurança já começa a torna-se evidente nos tempos em que os homens ainda moravam em cavernas e usavam instrumentos feitos de ossos e pedras para se defender.
Mas foram os senhores feudais que fizeram a primeira utilização de homens como seguranças de suas terras e castelos homens que se destacavam entre os soldados eram separados somente para sua proteção pessoal e de seus bens, inicia-se aqui então talvez a segurança no real sentido na qual a conhecemos hoje, através da necessidade de preservação humana e das comunidades, criou-se ao longo dos tempos, sistemas de defesas organizados.
Não se pode definir exatamente quando as empresas no mundo começaram a utilizar-se de proteção particular ou sistemas de segurança para proteger os seus negócios, mas se tratando de Brasil, até pouco tempo a visão de segurança para os empresários era de um homem de 2m de altura em frente a entrada de sua empresa com uma arma na cintura e pronto para atirar se algo lhe parece suspeito.
Os bandidos evoluíram e os meios de segurança não ficaram pra trás, hoje a segurança esta se tornado cada dia mais uma função estratégica e preventiva onde os músculos estão deixando de ser, peça fundamental em um sistema de segurança, principalmente quando falamos em Segurança Organizacional, esta por sua vez vai muito mais além dos ativos de uma empresa, bens e patrimônios tangíveis, um gestor ao realizar um plano de segurança em sua empresa deverá avaliar todas as possíveis formas em que seu negócio possa ser atingido, e isto inclui os bens intangíveis da organização como, por exemplo, a sua imagem perante o mercado e seus clientes, a continuidade dos processos após uma crise, como será conduzida ou de que forma poderá continuar funcionando ou voltar a funcionar o mais breve possível minimizando assim suas perdas.
Mas a um mal que esta se alastrando por todo o mundo e fazendo inúmeras vitimas, e que poucas empresas têm dado a devida importância, que são os crimes cibernéticos ou crimes por computador, o avanço tecnológico trouxe muitos benefícios as organizações e empresas de todos os tamanhos, mas trouxe com ela muitas dores de cabeça para os administradores de empresas, que enfrentam inimigos invisíveis, que não precisam está fisicamente presentes para causarem danos enormes no negócio da empresa, os chamados hackers em suas inúmeras classificações, que tem usado o computador como sua principal arma, pessoas que se especializam para roubar informações preciosas que serviram para lesar a empresa como também seus clientes, vírus que são lançados na rede da Web, com o intuito muitas vezes de roubar senhas, e códigos secretos, destruir maquinas; e é por esta razão que torna-se tão importante e tão popular hoje em nosso pais a segurança da informação que vem com o único propósito de criar meios preventivos e/ou corretivos para mitigar o risco de violações as informações das empresa, não se tratando somente das informações lógicas contidas no computador e na web, está relacionada a toda forma de tecnologia da informação, documentos, contratos, como outros meios de armazenamentos como Pen Drives, CDs, Iphones, laptops, disquetes, VHS (usados em sistemas de CFTV), entre outros, meios de proteger ao Maximo as informações organizacionais, principalmente com o aumento da espionagem empresarial, das fraudes e roubos de informações muitas vezes realizadas pelos próprios funcionários que tem acesso irrestrito a informações importantes. Devemos pensar na segurança física dos equipamentos e em relação aos hardwares, como também localização exposição tanta visual de informações como a produtos ou condições que possam influenciar negativamente as informações nelas armazenadas ou por elas manuseadas.
Um exemplo de perca de informação importante foi o furto de um laptop na Petrobras informações importantes vazaram nesse episódio, e a Wikileaks que lançou na internet estratégias do governo dos estados unidos; estes são apenas alguns exemplos, imagine o que aconteceria se a Coca Cola tivesse sua receita secreta roubada, por isso a preocupação das empresas hoje em manter suas informações bens guardadas e livres de invasores.
Uma das ferramentas que está sendo bastante utilizada é a certificação digital, que é uma espécie de selo de garantia de paginas na internet, geralmente identificadas por um cadeado, como sinônimo de segurança, minimizando assim as fraudes, principalmente em sites de compras e estabelecimentos financeiros.
Assim, que possamos está consciente que não dando para uma organização viver sem informações ou a troca delas, não temos como nos manter vivos sem dar a devida atenção a estas informações, tomando as medidas cabíveis e necessárias para criarmos sistemas confiáveis de Segurança Organizacional.
segunda-feira, novembro 19, 2012
CÂMARA APROVA ADICIONAL DE PERICULOSIDADE PARA VIGILANTES.
O Plenário aprovou nesta terça-feira (13) emenda do Senado ao Projeto de Lei 1033/03, que estende o adicional de periculosidade aos vigilantes e seguranças privados, devido ao risco de roubos ou outras espécies de violência física. O projeto é de autoria da ex-deputada e hoje senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e será enviado à sanção presidencial.
Parlamentares e vigilantes comemoram aprovação do projeto pelo Plenário.
O adicional de periculosidade corresponde a 30% do salário, exceto gratificações, prêmios ou participações nos lucros das empresas.
A emenda do Senado excluiu do projeto da Câmara o direito ao adicional de periculosidade para atividades sujeitas a acidentes de trânsito e de trabalho.
Outra novidade da emenda é a permissão para descontar do adicional outros valores de mesma natureza já concedidos ao vigilante em razão de acordo coletivo.
Os senadores incluíram no texto a especificação de que o adicional vinculado ao risco de roubo ou violência será devido aos trabalhadores das atividades de segurança pessoal e patrimonial.
O presidente da Câmara, Marco Maia, agradeceu aos líderes partidários pelo acordo que viabilizou a aprovação da proposta nesta terça-feira. “Meu pai era vigilante, por isso sou sabedor da importância e da responsabilidade desses profissionais que garantem a segurança de milhões de pessoas e de seu patrimônio”, afirmou. O pai do presidente, Fernando Maia, já é falecido.
Energia elétrica
O projeto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-Lei 5.452/43). Além disso, a proposta amplia o adicional de periculosidade para qualquer trabalhador cuja atividade implique risco de exposição permanente a energia elétrica. A Lei 7.369/85 já concedia esse adicional ao empregado que exerce atividade no setor de energia elétrica, mas não a todos que possam estar expostos a esse risco.
Fonte Agência Câmara de Notícias.
segurança da informação deve ser ofensiva
Empresas não podem mais contar com estratégias de segurança defensiva, dizem os executivos da Gartner aos líderes de TI
As ameaças aos dados corporativos evoluem com mais rapidez do que os mecanismos de defesa, de acordo com três analistas da Gartner. Os resultados, disseram, é que os negócios devem se adaptar ao deixar de lado medidas reativas, e adotarem métodos proativos, com mentalidade ofensiva.
O vice-presidente de pesquisas, Greg Young, começou sua apresentação dizendo que as empresas podem proteger conteúdo sigiloso focando em três áreas principais: proteção de infraestrutura ou “afastando os vilões”; gerenciamento de identidade e acesso ou “mantendo os mocinhos”; e continuidade de negócio, compliance e gerenciamento de risco, que ele caracteriza como as políticas que “mantêm os motores ligados”.
A palestra de Young foi focada na primeira área, infraestrutura, e também ofereceu contexto para os segmentos seguintes. Mudanças na tecnologia, afirmou, demandam mudanças na segurança – e não só porque os avanços significam que os meliantes ganharam acesso a métodos mais sofisticados. Tendências emergentes em SDN (software-defined networking), virtualização e computação em nuvem, por exemplo, mudaram, rapidamente, infraestrutura, de forma que as ameaças podem se esconder “onde não as procuramos”.
A dificuldade, segundo Young, vem do monitoramento e inteligência de segurança – isto é, encontrar não só elementos que já constam em listas negras e de exceções, mas também nas “graylists”. Esses pontos nebulosos podem ser pistas de ataques significativos, mas também podem ser – como no caso de um usuário não autorizado tentado acessar a rede – alarme falso. Ele mencionou as limitações das assinaturas e outras abordagens tradicionais de detecção de novas ameaças, argumentando que dados de segurança devem ser coletados fora “de um único ponto de inspeção”. Young disse, também, que ferramentas com base em reputação e identidade de usuário podem “ajudar a entender” o que se passa na rede.
Mobilidade complica ainda mais a equação, observou Young, alegando que nos próximos anos, 70% dos profissionais móveis devem conduzir seu trabalho em dispositivos móveis inteligentes. “É inevitável”, afirmou, acrescentando que BYOD se manterá um fato corporativo, “gostem ou não”. Grande parte dos riscos, porém, envolvem dispositivos perdidos, não ataques direcionados. Ferramentas de gerenciamento de dispositivos móveis, ou MDM, e controles similares, segundo Young, consequentemente, são de máxima importância.
Planejamento estratégico de infraestrutura, concluiu, não envolve segurança que tenta oferecer proteção contra todas as ameaças. Em vez disso, demanda uma política de acesso de usuário cuidadosamente elaborada e alinhada aos mecanismos de segurança.
O vice-presidente da Gartner, Earl Perkins, focou no gerenciamento de acesso e identidade. Ele começou citando o “Nexus of Forces”, tema introduzido em um keynote do mesmo dia, que explicou quatro agentes – redes sociais, computação em nuvem, mobilidade e big data – que estão moldando o futuro da TI.
Sobre as redes sociais, ele observou que identidades de usuários estão desempenhando um papel cada vez mais importante no espaço do varejo, e sugeriu que as empresas também poderiam aproveitar essa tendência para melhorar o gerenciamento de acesso de usuário. Chamando esse processo de “socialização da identidade”, ele disse que muitas empresas já criam programas de gerenciamento de identidade para definir direitos e permissões. Perkins disse que “talvez as identidades possam vir de outro lugar”, elaborando que, se esses perfis de mídias sociais podem ser encaixados em “uma embalagem corporativa”, eles podem se tornar um passo nos mecanismos de segurança corporativa.
Perkins especulou sobre o tópico, se referindo a resultados que podem vir daqui a uma década e estipulando que eles “dependem de ambientes, construção e infraestrutura de mídias sociais”. Mesmo assim, a área de gerenciamento de capital humano já começou a integrar mídias sociais para gerenciamento de usuário mais eficiente.
O tópico mais controverso, o acesso corporativo ao conteúdo de mídias sociais, não foi mencionado, mas possíveis vantagens ficaram mais claras quando Perkins argumentou sobre outra força, os dados. Ele mencionou os poderes de varejo que o Google ganhou ao explorar identidades de usuários ligadas às buscas, e previu que, até 2015, 80% das implementações bem sucedidas de identidade e acesso não só irão direcionar processos, como irão entregar inteligência. Ele chama tal tendência de “indexação de identidade” e declarou que, em termos de segurança, “você só tem controle porque tem inteligência para saber o que controlar”.
Quanto à nuvem, Perkins afirmou que ela simplesmente envolve “um ponto final consumindo algum serviço, em algum lugar… por meio de uma identidade”. Isso resulta em múltiplos pontos de acesso, o que ele associou à força da mobilidade, e exige que a autenticação de usuário mantenha o ritmo. Ele disse que gerenciamento de identidade e acesso com serviço (IDAAS) pode contar como 40% das vendas de serviços de nuvem, devido ao alto volume de pequenas e médias empresas compradoras, e não 40% de renda, até 2015.
Terminando com uma análise direta sobre mobilidade, Perkins disse que verificação de usuário cresceu para incluir não apenas senhas e cartões de acesso, mas também biometria, e que autenticação baseada em telefone permite que os negócios considerem o uso de um dispositivo para os três métodos.
O VP da Gartner, Paul Proctor, assumiu o último segmento, que abordou não só gerenciamento de risco, mas também voltou a falar sobre algumas das decisões de políticas que Young já havia destacado.
Ele argumentou que o gerenciamento de risco deve ser direcionado por processos e não por uma equipe de “heróis da segurança”. “Processos são interessantes porque são mensuráveis, podem ser repetidos e podemos sobreviver a eles”, disse ele.
Proctor explicou que esses processos não devem ter a pretensão de proteger contra tudo. Tal controle é impossível, afirmou, e indicou que o foco no treinamento de funcionários pode mitigar grande parte dos problemas. Ele repetiu a declaração de Young sobre BYOD ter chegado para ficar e completou dizendo que mudanças de comportamento são parte da solução. “A tendência está se tornando segurança como ciência social”, afirmou.
Chamando a atenção para outra mudança de comportamento, ele argumentou que os negócios devem parar de simplesmente calcular incidentes de segurança, já que as métricas não possuem valor contextual, e devem, em vez disso, focar na identificação de níveis de proteção mais apropriados às necessidades de cada um. Em parte, isso é baseado na indústria do negócio. Empresas de manufatura possuem propriedade intelectual, mas poucos dados pessoais, disse ele, então elas acreditam que podem “se virar com um pouco menos de proteção”. Um banco, porém, exige mais proteção porque tem mais chances de ser alvo de ataques.
De qualquer modo, os tomadores de decisões devem levar em consideração a complexidade das atividades da organização. Proctor exemplificou dizendo que o consultório de um médico precisa de segurança por questões regulatórias, mas que não pode ser posto na mesma categoria de um grande hospital. “O ponto é que quanto mais complicado for o negócio, quanto mais clientes ou tipos de atividade tiver, mais detalhes regulatórios terá e mais riscos – o que exige gastar mais dinheiro”.
Ele reconhece que os profissionais de segurança muitas vezes sofrem para explicar a necessidade de tantos gastos para os líderes corporativos. O segredo, segundo ele, é evitar abordagem tecnológica abstrata e associar as necessidades às preocupações com gastos de forma que os tomadores de decisão fora da área de TI compreendam com mais facilidade.
Proctor sabe que essa tarefa é mais fácil na teoria, e declarou que os relatórios convincentes devem destacar as ligações casuais entre problemas de segurança e resultados de negócio. Ele sugeriu que os riscos de aplicativos desatualizados podem ser evidentes para os profissionais de TI, mas os líderes de fora do departamento geralmente não compreendem por que essa questão exige ação e gastos.
A melhor abordagem pode ser conectar os problemas com esses aplicativos com falhas em sistemas críticos, como atrasos na cadeia de suplemento. “É um indicador importante que os executivos compreendem”, disse Proctor.
Fonte: http://informationweek.itweb.com.br/11245/2013-seguranca-da-informacao-deve-ser-ofensiva
Chefes de Segurança de Copa e Olimpíada vão a Isra...
Prevenção de Perdas Brasil: Chefes de Segurança de Copa e Olimpíada vão a Isra...: GUILA FLINT Direto de Tel Aviv (Israel) Os principais chefes de Segurança da Copa 2014 e das Olimpíadas 2016 participaram de uma confe...
Estatística Incidentes Segurança da Informação Cert.br - 3º Trimestre 2012
O Cert.br (Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes de Segurança do Brasil) divulgou os dados referentes à estatística de incidentes do 3º trimestre de 2012. As informações não são muito animadoras 82,42% dos ataques reportados tem origem do Brasil.
Todos os itens apontados pela estatística demonstra crescimento referente ao mesmo trimestre em 2011. Vamos ver alguns apontamentos:
- Tentativa de Fraudes – cresceram 78%;
- Páginas Falsas – crescimento 86% (nesta categoria o phishing representa mais de 50% dos incidentes reportados);
- Cavalo de Tróia – aumento de 34%;
- Computadores comprometidos – crescimento de 100 vezes referente ao mesmo período de 2011;
- Varredura de código malicioso – aumento de 192%.
Quando falamos do assunto phishing o CGI. Br (Comitê Gestor da Internet no Brasil) percebendo a grande tendência de aumento desta ameaça orientou que provedores de e-mail façam o bloqueio da porta 25 para SMTP, passando trabalhar apenas com a porta 587. Está previsto o término da migração até o final de 2012.
A porta 587 exige a autenticação para envio de e-mails, assim mitigando spams e phishing. Portanto, fiquem atentos as informações para reconfiguração passada pelo seu provedor de e-mail.
Tratando da varredura de código malicioso ainda apresenta-se um número surpreendente, como este tipo de ataque tem por finalidade apenas encontrar futuros alvos cabe a nos preocupar como se encontra as configurações de nossos firewalls e hardenização de nossos servidores. Aqui está a parte que depende do especialista de segurança da informação.
Também vale o especialista de Segurança da Informação conscientizar os usuários de sua responsabilidade sobre as páginas falsas que ainda é um destaque na estatística. Grandes partes destas páginas são referente ao sistema financeiro, fato explicado ao dinheiro que trafega através delas.
Vendo estes dados entendo que temos que fazer a nossa parte para tirar o Brasil da classificação de um dos países mais vulneráveis do mundo.
Cabe aqui também um questionamento: “Quando as empresas vão realmente ter cultura de segurança da informação? Quando vão segregar o núcleo de Segurança da Informação do Departamento de Tecnologia, assim podendo estar em posição estratégica para auditar as tecnologias?
Fonte: http://itweb.com.br/blogs/estatistica-incidentes-seguranca-da-informacao-cert-br-3-trimestre-2012/
quarta-feira, novembro 14, 2012
Câmara aprova adicional de periculosidade para vigilantes
terça-feira, 13 de novembro de 2012.
O Plenário aprovou nesta terça-feira (13) emenda do Senado ao Projeto de Lei 1033/03, que estende o adicional de periculosidade aos vigilantes e seguranças privados, devido ao risco de roubos ou outras espécies de violência física. O projeto é de autoria da ex-deputada e hoje senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e será enviado à sanção presidencial.O adicional de periculosidade corresponde a 30% do salário, exceto gratificações, prêmios ou participações nos lucros das empresas. A emenda do Senado excluiu do projeto da Câmara o direito ao adicional de periculosidade para atividades sujeitas a acidentes de trânsito e de trabalho.
Outra novidade da emenda é a permissão para descontar do adicional outros valores de mesma natureza já concedidos ao vigilante em razão de acordo coletivo. Os senadores incluíram no texto a especificação de que o adicional vinculado ao risco de roubo ou violência será devido aos trabalhadores das atividades de segurança pessoal e patrimonial.
O presidente da Câmara, Marco Maia, agradeceu aos líderes partidários pelo acordo que viabilizou a aprovação da proposta nesta terça-feira. “Meu pai era vigilante, por isso sou sabedor da importância e da responsabilidade desses profissionais que garantem a segurança de milhões de pessoas e de seu patrimônio”, afirmou. O pai do presidente, Fernando Maia, já é falecido.
Fonte: Agencia de Notícias da Câmara Federal
Militares e civis participaram de curso de instrução sobre o Fuzil 5,56 mm IA2
Nos dias 10 e 11 de outubro, militares e funcionários civis da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), do Comando do Material de Fuzileiros Navais (CMatFN), do Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais (BtlOpEspFuzNav) e do 3º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais (Batalhão Paissandu - 3º BtlInfFuzNav) participaram do curso de instrução sobre o Fuzil 5,56mm IA2, desenvolvido pela Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL). O curso foi ministrado por técnicos da IMBEL nas dependências do Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais, no Rio de Janeiro (RJ).
O curso de instrução é o passo inicial para a avaliação operacional em 20 fuzis, que compõem um lote-piloto e que foram disponibilizados, com esse fim, para a Marinha do Brasil. Os testes serão realizados pelo BtlOpEspFuzNav, Batalhão de Operações Ribeirinhas e 3º BtlInfFuzNav, sob a coordenação da DSAM e do CMatFN. Eles têm por finalidade avaliar o desempenho do fuzil em condições operativas, onde será verificado, por exemplo, sua portabilidade, sua compatibilidade com os equipamentos individuais do militar e a sua resistência a impactos e ao contato com areia, água ou lama.
Os resultados dos testes operacionais, em conjunto com as avaliações técnicas que serão feitas pela DSAM, servirão como importante subsídio para que seja verificada a adequabilidade do armamento para um futuro emprego pelas tropas de fuzileiros navais e por outras Unidades da Marinha, possibilitando a sua aquisição no mercado nacional Militares e civis participaram de curso de instrução sobre o Fuzil 5,56 mm IA2
Nos dias 10 e 11 de outubro, militares e funcionários civis da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), do Comando do Material de Fuzileiros Navais (CMatFN), do Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais (BtlOpEspFuzNav) e do 3º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais (Batalhão Paissandu - 3º BtlInfFuzNav) participaram do curso de instrução sobre o Fuzil 5,56mm IA2, desenvolvido pela Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL). O curso foi ministrado por técnicos da IMBEL nas dependências do Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais, no Rio de Janeiro (RJ).
O curso de instrução é o passo inicial para a avaliação operacional em 20 fuzis, que compõem um lote-piloto e que foram disponibilizados, com esse fim, para a Marinha do Brasil. Os testes serão realizados pelo BtlOpEspFuzNav, Batalhão de Operações Ribeirinhas e 3º BtlInfFuzNav, sob a coordenação da DSAM e do CMatFN. Eles têm por finalidade avaliar o desempenho do fuzil em condições operativas, onde será verificado, por exemplo, sua portabilidade, sua compatibilidade com os equipamentos individuais do militar e a sua resistência a impactos e ao contato com areia, água ou lama.
Os resultados dos testes operacionais, em conjunto com as avaliações técnicas que serão feitas pela DSAM, servirão como importante subsídio para que seja verificada a adequabilidade do armamento para um futuro emprego pelas tropas de fuzileiros navais e por outras Unidades da Marinha, possibilitando a sua aquisição no mercado nacional Militares e civis participaram de curso de instrução sobre o Fuzil 5,56 mm IA2
Nos dias 10 e 11 de outubro, militares e funcionários civis da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), do Comando do Material de Fuzileiros Navais (CMatFN), do Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais (BtlOpEspFuzNav) e do 3º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais (Batalhão Paissandu - 3º BtlInfFuzNav) participaram do curso de instrução sobre o Fuzil 5,56mm IA2, desenvolvido pela Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL). O curso foi ministrado por técnicos da IMBEL nas dependências do Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais, no Rio de Janeiro (RJ).
O curso de instrução é o passo inicial para a avaliação operacional em 20 fuzis, que compõem um lote-piloto e que foram disponibilizados, com esse fim, para a Marinha do Brasil. Os testes serão realizados pelo BtlOpEspFuzNav, Batalhão de Operações Ribeirinhas e 3º BtlInfFuzNav, sob a coordenação da DSAM e do CMatFN. Eles têm por finalidade avaliar o desempenho do fuzil em condições operativas, onde será verificado, por exemplo, sua portabilidade, sua compatibilidade com os equipamentos individuais do militar e a sua resistência a impactos e ao contato com areia, água ou lama.
Os resultados dos testes operacionais, em conjunto com as avaliações técnicas que serão feitas pela DSAM, servirão como importante subsídio para que seja verificada a adequabilidade do armamento para um futuro emprego pelas tropas de fuzileiros navais e por outras Unidades da Marinha, possibilitando a sua aquisição no mercado nacional
Coronel detalha novo perfil do PCC
Em depoimento à Comissão de Segurança da Câmara, o coronel da reserva da Polícia Militar paulista, Elias Miler, deixou uma preocupante avaliação sobre o PCC, a organização que está escancarando a fragilidade do estado brasileiro com a matança de policiais e cidadãos.
“Antes eles (os criminosos) eram presos; depois eles passaram a trocar tiros; agora eles estão executando os policiais”, disse o coronel para definir: a polícia paulista já considera o PCC um grupo preparado para a guerrilha urbana, com ramificações incipientes em partidos políticos.
Com dados sobre a cronologia dos ataques, Miler ressaltou que as ações de envergadura ocorrem sempre às vésperas de eleições. E afirmou que o direito ao voto estendido ao preso sem condenação definitiva e a adolescentes infratores virou uma ferramenta do PCC nos presídios paulistas.
As táticas de planejamento, organização, execução e domínio de territórios foram, segundo o militar, copiadas do convívio com o Comando Vermelho e com os criminosos que sequestraram o empresário Abílio Diniz.
Um dos líderes do PCC, Marcos William Herbas Camacho, o Marcola, esteve preso na Penitenciária do Estado, no extinto Complexo do Carandiru, em São Paulo no mesmo período em que lá cumpriram pena sequestradores de Diniz. Todos eles pertenceram a organizações da esquerda armada da América Latina.
O coronel diz que o despreparo e a maneira confusa com que os governos vêm tratando a segurança está ocasionando um fenômeno: “o estado está ajudando a organizar o crime desorganizado”.
A importância do fluxo de informações organizacional
A informação é um fator de elevada importância em qualquer gestão organizacional por ser um recurso indispensável nos contextos internos e externos das organizações. Não há mais como administrarmos competitivamente sem termos acesso e fluxo de informações eficaz e eficiente. www.twitter.com/spinato
No atual ambiente competitivo, a informação é um fator de elevada importância em qualquer gestão organizacional por ser um recurso indispensável nos contextos internos e externos das organizações. Quanto mais confiável, oportuna e de fluxo contínuo forem estas informações, existirá mais coesão e competitividade por parte das empresas. Para alcançar este objetivo, é preciso que ocorra o reconhecimento da importância de um correto fluxo de informações e do aproveitamento das oportunidades oferecidas pela tecnologia para orientarem os problemas oriundos justamente da falta de informações adequadas.
Empreendedorismo exige mudanças profundas no modo como vemos a sociedade na organização e sua estrutura, o que se traduz num grande desafio: aproveitar as oportunidades, dominando os riscos inerentes ou submeter-se aos riscos com todas as incertezas que acarretam.
Informações são um recurso valioso e provocam repercussões em todos os níveis da estrutura organizacional: ao nível estratégico, quando uma ação é suscetível de aumentar a coerência entre a organização e o meio envolvente, aumentando a eficácia em termos de cumprimento da missão organizacional; aos níveis operacional e administrativo, quando existem efeitos endógenos, traduzidos em aumento da eficiência organizacional em termos de opções estratégicas. No entanto, ao ser feita esta distinção, não significa que ela seja estanque, independente, pois existem impactos simultâneos aos vários níveis: estratégico, operacional e táctico.
A comunicação, antes de ser instrumental, é humana. Necessita de resposta para se realizar, pois a mensagem sem retorno é uma comunicação falha e incompleta. Infelizmente, de um modo geral, é a comunicação formal e burocrática que as empresas mais utilizam no seu cotidiano. Há uma grande preocupação com a eficácia dos mecanismos de transmissão da mensagem e não, propriamente, com a reflexão e a compreensão do seu conteúdo. Dessa forma, fica difícil motivar pessoas e equipes para superar desafios e alcançar metas.
Em geral, toda a preocupação está centrada na notícia escrita, nas circulares, nos boletins, nos memorandos, nos avisos, nas ordens de serviço e nos manuais de procedimentos. É comum, inclusive, encontrarmos comunicações deficitárias em empresas com sofisticadas estruturas e diversificados produtos de comunicação empresarial, como jornais de funcionários – impressos e eletrônicos – intranet e circuito interno de rádio e televisão. Não pode acontecer de alguns funcionários desconhecerem até mesmo as nomenclaturas e objetivos dos principais projetos e processos da sua área de atuação na empresa. A falta dos hábitos de leitura, curiosidade e motivação estão diretamente relacionadas à cultura da empresa quando esta não incentiva a troca de idéias e o compartilhamento de informações entre os seus funcionários. De pouco adianta transparecer para o público externo a visão de uma organização moderna e aberta à comunicação, possuindo muitos produtos de divulgação institucional e endomarketing (jornais, revistas, boletins, sites, intranet, blogs, folhetos, vídeos e anúncios em revistas e televisão). Tantos podem ser os instrumentos de informação, que em alguns casos nem se sabia identificar qual o objetivo específico da sua existência ou, tampouco, avaliar a sua relação de custo e benefício. A falta de retorno, e do contato pessoa a pessoa, acabava gerando erros e falhas de comunicação que comprometiam seriamente a produtividade e resultados da empresa, ficando difícil de pressentir as insatisfações acumuladas por falta do fluxo de retorno de informações.
Nenhuma tecnologia, por mais sofisticada que seja, envolvendo todo o rigor científico, supre as deficiências no relacionamento humano, geradas muitas vezes por culturas que não privilegiam a abertura para o diálogo e a conversação. Não adianta e-mails, intranet e telefones celulares. Sem feedback e contato humano a comunicação é sempre precária e ineficaz, não havendo realimentação na comunicação, o que acaba por inviabilizar a eficácia do ato, ou seja, o receptor compreendendo o que o emissor quis transmitir. Sem contato humano não há interação com o interlocutor ou compreensão das diversas nuanças e facetas que uma mensagem pode conter, além das palavras que a compõem.
A comunicação é um processo que se realiza em dois sentidos. As mensagens caminham em uma conversação em ambos os sentidos. Todos são codificadores e decodificadores simultaneamente, quando em um ato de comunicação. Isto significa dizer que devemos encontrar o caminho para expressar nossas idéias e, ao mesmo tempo, ouvir o que o outro tem a dizer. Além disso, devemos perceber o que significa o que o outro está dizendo, dentro do seu ponto de vista e contexto de vida. Podemos ter repertórios e bagagens culturais diferentes e nos fazermos compreender perfeitamente. O feedback é um processo que promove mudanças de atitudes, comportamentos e pensamentos. É a realimentação da comunicação a uma pessoa ou grupo, no sentido de fornecer-lhe informações sobre como sua atuação está afetando outras pessoas ou situações. O feedback eficaz é aquele que ajuda pessoas ou grupos a melhorarem seus desempenhos e assim alcançar seus objetivos e metas.
O fluxo de informações eficaz e eficiente possui um efeito multiplicador com o poder de dinamizar todos os setores organizacionais, constituindo, por sua vez, a força motora do desenvolvimento político, econômico, social, cultural e tecnológico. O acesso à informação e a capacidade de extrair e aplicar os conhecimentos são vitais para o aumento da capacidade concorrencial e o desenvolvimento das atividades comerciais num mercado sem fronteiras. As vantagens competitivas são agora obtidas através da utilização de redes de comunicação e sistemas tecnológicos que interconectem empresas, clientes e fornecedores com rapidez e custo reduzido. O correto uso e fluxo de informações tornaram-se uma necessidade organizacional, permitindo ultrapassar todo um conjunto de barreiras na medida em que existe uma nova maneira de pensar em tempo real e possível às empresas agir e reagir rapidamente aos clientes, mercados e concorrência.
Abraços e sucesso!!!!
Paulo Spinato é especialista em Administração Estratégica na UNIJUI, mestrando internacional em Gestão Estratégica de Negócios na Universidad Nacional de Misiones, com ênfase em Gestão da Inovação e cursando especialização em Docência na Educação Profissional, Técnica e Tecnológica no Instituto Federal Farroupilha.
segunda-feira, novembro 12, 2012
SP: bandidos invadem empresa de segurança e roubam 61 armas
O assalto ocorreu na manhã deste domingo na rua Sebastião Martins, no bairro Jardim Bonfiglioli, zona oeste de São Paulo
Três homens assaltaram uma empresa de segurança na manhã deste domingo na rua Sebastião Martins, no bairro Jardim Bonfiglioli, zona oeste de São Paulo, e levaram 61 armas – 44 revólveres e 17 espingardas. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os bandidos aproveitaram a troca de turno dos funcionários para entrar no local, por volta das 7h20.
De acordo com a polícia, os assaltantes abordaram um dos vigias quando ele estava a caminho do trabalho e o obrigaram a pedir que outro funcionário autorizasse a entrada na empresa. Lá dentro, os dois vigilantes foram forçados a levar as armas para o carro dos criminosos, um Fiat Fiorino branco. Segundo a SSP, os três bandidos também danificaram os aparelhos que gravavam as imagens na sala de monitoramento.
Os dois funcionários foram obrigados a acompanhar os ladrões até a cidade de Carapicuíba, onde foram liberados. Os criminosos ainda levaram o chip do celular de um dos vigias e o aparelho celular do outro. O caso foi registrado na 14ª DP (Pinheiros) como roubo consumado.
Grupo invade sede de empresa de segurança na zona sul de SP
Por: A FOLHA
Pelo menos quatro homens invadiram na madrugada deste domingo (14) uma das sedes da Protege, empresa de segurança patrimonial e transporte de valores, na rua Laguna, 42, na Vila Cruzeiro, zona sul.
Segundo a Polícia Militar, o grupo fez um túnel pela rede de esgoto e conseguiu chegar até o cofre da empresa. Os invasores foram identificados pelos seguranças, que alertaram a polícia.
Um carro da Rota (Ronda Ostensiva Tobias de Aguiar) próximo ao local interceptou os suspeitos, que já estavam dentro de um ônibus na avenida João Carlos da SIlva Borges. Na troca de tiros, dois suspeitos morreram.
Um homem ficou dentro do ônibus e os policiais tentaram negociar sua rendição por pelo menos 2 horas. Sem resultado, os policiais invadiram o ônibus e detiveram o suspeito, sem lesões.
No ônibus, foram apreendidos um fuzil, uma pistola, alguns carregadores e dinheiro (valor não informado pela polícia).
Um quarto membro do grupo, segundo a PM, foi atropelado pelos próprios comparsas na fuga e levado ao pronto-socorro do Hospital Santo Amaro, mas não resistiu e morreu.
O caso será registrado no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).
QUEM SEREMOS NO FUTURO?
“Segundo visionário, em 2020 computadores serão poderosos o suficiente para simular o cérebro humano.
Acabo de assistir a uma palestra do inventor e futurista Ray Kurzweil, que está passando uns dias na minha universidade nos EUA. Kurzweil ficou famoso por suas várias invenções, desde sintetizadores que podem simular sons de piano e outros instrumentos até um software para cegos que transforma texto em voz.
Escreveu vários best-sellers, nos quais explora como o avanço exponencial da tecnologia transformará profundamente a sociedade, redefinindo não só o futuro, mas a própria noção do que significa ser humano. Segundo Kurzweil, a revolução não só já começou como avança rapidamente em direção a um ponto final, "a Singularidade", quando máquinas e seres humanos formarão uma aliança que poderá nos tornar seres super-humanos. Ele prevê que chegaremos lá em 2045.
Segundo Kurzweil, em 2020 computadores serão poderosos o suficiente para simular o cérebro humano. Baseando seus argumentos numa lei empírica chamada "Lei dos Retornos Acelerados", ele afirma que, em 25 anos, o progresso da internet e a velocidade de processamento de dados criarão tecnologias bilhões de vezes mais poderosas do que as que temos hoje.
Por exemplo, os computadores da década de 1970 eram 1 milhão de vezes mais caros e mil vezes menos eficientes do que o que temos hoje em nossos celulares, totalizando um aumento de bilhões de vezes em eficiência de computação por real.
Ele prevê que, em 2029, teremos entendido o funcionamento do cérebro humano, ao menos o suficiente para simular seu funcionamento em computadores que, a essa altura, serão bem mais poderosos do que nossos cérebros.
A singularidade, no caso da física dos buracos negros, da qual Kurzweil tomou sua inspiração, é um ponto além do qual não sabemos o que pode ocorrer. É onde as leis que usamos para descrever as propriedades da matéria, do espaço e do tempo deixam de fazer sentido. Isso não significa que seja impossível compreender a singularidade, mas apenas que não temos as ferramentas teóricas para fazê-lo.
Já no caso da inteligência artificial, fica bem mais difícil prever o que poderá ocorrer. Toda tecnologia pode ser usada para o bem ou para o mal. Se, como Kurzweil, somos otimistas e vemos que a humanidade, em média, tem se beneficiado com o avanço tecnológico (vivemos mais e matamos melhor, mas matamos menos), a singularidade trará uma nova era na evolução da inteligência, na qual o corpo será supérfluo: o que importará será a informação que nos define.
Afinal, somos matéria arranjada segundo um plano, e esse plano é uma sequência de instruções, ou seja, um programa.
Se pudermos armazenar essas instruções, em princípio podemos recriá-las em qualquer máquina, como numa realidade virtual superavançada. Imagine um personagem do videogame Sims que é tão sofisticado que se considera vivo. Seremos ele. A realidade, tal qual a percebemos, pode ser simulada; basta mais informação, mais detalhes, mais velocidade de processamento.
Se é esse o nosso futuro, é bom começarmos a pensar nas suas várias consequências. E nos certificar de que nossa informação terá um backup que não falhará nem poderá ser destruído por forças malignas.”
FONTE: escrito por Marcelo Gleiser, professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor de "Criação Imperfeita". Artigo publicado na “Folha de São Paulo”
Competências Sociais
Nossas características e nossas atitudes individuais estão impregnadas de trocas de experiências com o coletivo, ou seja, mesmo que nossas atitudes, enquanto seres humanos, sempre sejam muito particulares, conforme percebemos e por tudo que aprendemos ao decorrer de nossas vidas, temos que estar abertos ao novo, ao conjunto e a novas maneiras de pensarmos e nos relacionarmos com o coletivo, pois coexistimos em sociedade, construimos assim nossas relações com o coletivo.
Temos que entender qual é nosso papel neste contexto, o que devemos saber para identificar nossas habilidades e competências sociais para podermos fazer profundas mudanças, não somente administrá-las, mas, mais importante é saber liderar, orientar e clarificar
As habilidades sociais correspondem à nossa rede de relacionamentos, nas trocas pessoais e naquilo que aprendemos com elas, como construí-las, mantê-las ou destruí-las; as nossas relações e as pessoas precisam não apenas de competências técnicas, de inteligência ou de alta qualificação, mas também de competências emocionais e sociais.
O Comportamento das pessoas é determinado por uma parte genética e uma parte gerada conforme o ambiente em que se desenvolvem, em que nosso aprendizado e a nossa cognição está ligada a fatores sociais externos onde nós nos adaptamos às demandas do contexto (da circunstância que provoca determinada ação ou comportamento). Durante nosso roteiro a caminho de nossas necessidades, nós vamos aprendendo e nos ajustando a nossa forma de nos relacionarmos e convivermos com as outras pessoas.
Assim como as competências emocionais e sociais melhoram nossa qualidade de vida, nossa produtividade, nossa saúde, nossa realização profissional, como também a qualidade de nossos relacionamentos interpessoais e profissionais, e nas relações expressas durante toda nossa vida.
As nossas competências sociais correspondem a um ambiente mais complexo e vasto em nossas relações interpessoais, temos que expandir além da assertividade e é por isso que temos que usar as competências emocionais, já a competência social representa a expressão de um comportamento ou uma consequência de comportamentos em uma situação social em que vivemos, mas temos que saber que existem diferentes pessoas, diferentes ambientes e com isso teremos que ter diferentes formas de comportamentos sociais, isto é, temos que lidar de maneira adequada com as demandas das diferentes situações interpessoais, sempre sem perder a nossa ética e nossa moralidade assim não provocamos desempenhos sociais inadequados, gerando assim, menos conflitos interpessoais e no ambiente que nós dividimos.
Para finalizar, temos que usar nossas competências emocionais e sociais para sermos capazes de dizer aos outros indivíduos aquilo que queremos de uma maneira adequada, sem que isso gere ansiedade em nós, nos outros e ao nosso redor, temos que pensar, sentir e nos expressarmos de uma forma apropriada e não podemos permitir que cognições erradas ou que não nos pertença impeça de atuarmos como gostaríamos.
Por : Walker Modena - http://yarargdias.com.br/palestras.html
Há dois anos, PCC deu abrigo aos criminosos do Rio de Janeiro na favela de Heliópolis (SP) - 05/11/2012
Após ocupação do Complexo do Alemão pelas forças de segurança há 2 anos, criminosos buscaram refúgio em favela de São Paulo.
Enormes, de difícil acesso e com forte vigilância, algumas favelas de São Paulo tornaram-se fortalezas do Primeiro Comando da Capital (PCC). A facção confia tanto em seu esquema de segurança que chegou a abrigar fugitivos do Complexo do Alemão em Heliópolis, na zona sul. O "favor" feito ao Comando Vermelho (CV) aconteceu a partir de novembro de 2010, quando forças de segurança tomaram o Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, onde hoje há quatro Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). A polícia paulista investiga se os criminosos do Rio continuam escondidos na favela, que tem 16 mil casas e 41 mil moradores. A acolhida foi um pagamento de dívida. Segundo policiais, o CV já havia dado proteção no Rio a integrantes fugitivos do PCC. Além disso, a facção paulista fornece drogas ao CV. Em Heliópolis, a polícia desconfia que os fugitivos do Alemão tenham entrado em ação e trabalhado na venda de drogas, sobretudo cocaína. Além de atuarem na capital, bandidos do Rio receberam abrigo na Baixada Santista, onde também atuaram no tráfico. Em janeiro, os traficantes do Comando Vermelho Fabiano Atanázio da Silva, o FB, e Luis Cláudio Serrat Correa, o Claudinho CL, foram presos em Campos do Jordão. Eles comandavam o Alemão. Hoje, quem manda em Heliópolis, segundo policiais da região, é Marcos Paulo Vidal de Castro, de 38 anos, o Banana. Preso por tráfico, entre outros crimes, ele cumpre pena na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, onde está Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola. Banana, porém, continua controlando cada viela da favela. Esse domínio garantiu o refúgio seguro a homens do CV. A Secretaria de Segurança do Rio, no entanto, informa que desconhece que criminosos do Alemão tenham se abrigado em São Paulo. Com celulares, bandidos avisam Banana sobre a movimentação da polícia. Na noite de quarta-feira, dois PMs de folga foram mortos em Heliópolis. Isso pode fazer da favela mais um dos alvos da Operação Saturação, já deflagrada em Paraisópolis, no Capão Redondo e no Campo Limpo. Para policiais, outra base do PCC é a Favela do Jardim Elba, na zona leste. A polícia tenta identificar o chefe da área. Só se sabe que seu apelido é Pirata. "Não é comum que chefes dessas favelas morem lá. Ficariam muito expostos", diz um delegado que pediu sigilo. Outros redutos apontados como críticos são a Favela Alba, na zona sul, e a região do Glicério, no centro.
quinta-feira, novembro 08, 2012
O mundo está se preparando para uma grande guerra
A China realizou o primeiro teste do novo caça de quinta geraçãoShenyang-31 (J-31). A nova exibição de êxitos técnico-militares da China é tanto uma forma de assinalar o 18º Congresso do Partido Comunista como uma demonstração de força aos potenciais adversários.
O J-31 é o segundo modelo de caça de quinta geração. O primeiro, o J-20, foi testado em janeiro. Ambas as versões são aviões furtivos aos radares inimigos. Assim, a China se tornou no segundo país, depois dos EUA, a conceber duas versões de caças de quinta geração simultaneamente, referiu o perito do Centro de Análise Interdisciplinar, Alexei Sukharev:
“É evidente que estamos a assistir ao aparecimento de um novo líder geoestratégico. A longo prazo, ele deve seguramente competir com os EUA. A China, aproveitando o seu poderosíssimo potencial econômico, está a desenvolver todos os atributos necessários para ser a segunda potência mundial, e no futuro talvez a primeira.”
Os caças de quinta geração são claramente um legitimo motivo de orgulho. Mas não se deve excluir a possibilidade de os próximos testes dos J-31 e J-20 demorarem muito tempo e necessitarem mesmo de ajuda externa.
A versão de teste do J-31 tem instalados dois motores russos que podem, no futuro, ser substituídos por motores chineses semelhantes. Segundo bloggers chineses, se pode tratar de motores RD-93. Esses propulsores equipam, nomeadamente, os caças chineses JF-35.
Entretanto, os peritos, ao analisar as fotografias e materiais em vídeo do J-31, referem que o mais provável é os motores do novo caça chinês não terem capacidade de empuxo vetorado ao contrário do caça estadunidense F-22 com o qual se parece muito exteriormente. O J-31 também não tem, provavelmente, a característica de decolagem curta e aterragem vertical.
Os peritos não excluem, porém, a possibilidade de ser precisamente o J-31 a ser apresentado como caça de convés para equipar porta-aviões. Relativamente ao J-20, foram divulgadas suposições de que esse modelo tem um compartimento interior considerável para o armamento, sendo essencialmente um avião de ataque. O J-31, por outro lado, é uma versão de caça mais manobrável, adaptado em primeiro lugar para equipar porta-aviões.
O presidente da Academia dos Problemas Geopolíticos Leonid Ivashov viu no teste do novo protótipo de caça de quinta geração mais um sinal da mudança do equilíbrio de forças global:
“O mundo está a resvalar para uma dura confrontação militar e a China está se preparando. A China está a fazer tudo o que é possível para reequipar o seu exército com meios modernos de combate. O primeiro porta-aviões foi modernizado e incorporado na Marinha de guerra, submarinos de nova geração são enviados para missões e equipados com mísseis antinavio. Claro que também a aviação é modernizada. Tudo isso é natural. O mundo se está preparando para uma grande guerra. E os seus participantes principais serão os EUA, a China e a OTAN como componente euro-atlântica.”
A China testou o J-20 logo depois do anúncio dos Estados Unidos da sua estratégia de regresso à Ásia. O J-31 levantou voo na província de Liaoning, no nordeste da China, num ambiente de agravamento da tensão na zona de confluência da China, do Japão e da Coreia do Sul. O primeiro voo do novo caça reforçou a posição dura de Pequim na disputa territorial com Tóquio no Mar da China Meridional.
SEGURANÇA NACIONAL BLOG
Publicada por Paulo Lima Sandoff O mundo está se preparando para uma grande guerra
A China realizou o primeiro teste do novo caça de quinta geraçãoShenyang-31 (J-31). A nova exibição de êxitos técnico-militares da China é tanto uma forma de assinalar o 18º Congresso do Partido Comunista como uma demonstração de força aos potenciais adversários.
O J-31 é o segundo modelo de caça de quinta geração. O primeiro, o J-20, foi testado em janeiro. Ambas as versões são aviões furtivos aos radares inimigos. Assim, a China se tornou no segundo país, depois dos EUA, a conceber duas versões de caças de quinta geração simultaneamente, referiu o perito do Centro de Análise Interdisciplinar, Alexei Sukharev:
“É evidente que estamos a assistir ao aparecimento de um novo líder geoestratégico. A longo prazo, ele deve seguramente competir com os EUA. A China, aproveitando o seu poderosíssimo potencial econômico, está a desenvolver todos os atributos necessários para ser a segunda potência mundial, e no futuro talvez a primeira.”
Os caças de quinta geração são claramente um legitimo motivo de orgulho. Mas não se deve excluir a possibilidade de os próximos testes dos J-31 e J-20 demorarem muito tempo e necessitarem mesmo de ajuda externa.
A versão de teste do J-31 tem instalados dois motores russos que podem, no futuro, ser substituídos por motores chineses semelhantes. Segundo bloggers chineses, se pode tratar de motores RD-93. Esses propulsores equipam, nomeadamente, os caças chineses JF-35.
Entretanto, os peritos, ao analisar as fotografias e materiais em vídeo do J-31, referem que o mais provável é os motores do novo caça chinês não terem capacidade de empuxo vetorado ao contrário do caça estadunidense F-22 com o qual se parece muito exteriormente. O J-31 também não tem, provavelmente, a característica de decolagem curta e aterragem vertical.
Os peritos não excluem, porém, a possibilidade de ser precisamente o J-31 a ser apresentado como caça de convés para equipar porta-aviões. Relativamente ao J-20, foram divulgadas suposições de que esse modelo tem um compartimento interior considerável para o armamento, sendo essencialmente um avião de ataque. O J-31, por outro lado, é uma versão de caça mais manobrável, adaptado em primeiro lugar para equipar porta-aviões.
O presidente da Academia dos Problemas Geopolíticos Leonid Ivashov viu no teste do novo protótipo de caça de quinta geração mais um sinal da mudança do equilíbrio de forças global:
“O mundo está a resvalar para uma dura confrontação militar e a China está se preparando. A China está a fazer tudo o que é possível para reequipar o seu exército com meios modernos de combate. O primeiro porta-aviões foi modernizado e incorporado na Marinha de guerra, submarinos de nova geração são enviados para missões e equipados com mísseis antinavio. Claro que também a aviação é modernizada. Tudo isso é natural. O mundo se está preparando para uma grande guerra. E os seus participantes principais serão os EUA, a China e a OTAN como componente euro-atlântica.”
A China testou o J-20 logo depois do anúncio dos Estados Unidos da sua estratégia de regresso à Ásia. O J-31 levantou voo na província de Liaoning, no nordeste da China, num ambiente de agravamento da tensão na zona de confluência da China, do Japão e da Coreia do Sul. O primeiro voo do novo caça reforçou a posição dura de Pequim na disputa territorial com Tóquio no Mar da China Meridional.
Publicada por Paulo Lima Sandoff - SEGURANÇA NACIONAL BLOG
Dilma e Alckmin deixam Exército fora da agência de inteligência que usará tecnologia Vivo contra o PCC
A Vivo (do grupo Telefónica) foi especialmente convidada pelos governos Federal e de São Paulo para implantar o sistema de inteligência de comunicações, com segurança máxima, para o trabalho da “Agência contra o Crime Organizado”. A empresa já atende ao Palácio do Planalto com um sofisticado e seguro sistema de transmissão de dados por microfibra ótica.
A decisão não provocará ciumeira no mercado porque só a Vivo tem uma equipe preparada para tamanho desafio de implantar o sistema para um centro de comando e controle integrado na área de segurança. Curiosamente, as Forças Armadas ficaram de fora da criação da Agência de inteligência que promete combater e neutralizar o PCC (Primeiro Comando da Capital) – que hoje funciona como uma empresa política. A Receita Federal e Secretaria da Fazenda promete asfixiar financeiramente as organizações criminosas.
Certamente, a exclusão do Exército, Marinha e Aeronáutica na “estrutura” da agência tem um motivo político-ideológico. A Presidenta Dilma Rousseff e o governador Geraldo Alckmin temem reeditar um modelo dos Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna. Subordinados ao Exército, os Doi-Codi foram eficientes no combate e neutralização tática das guerrilhas que queriam implantar o comunismo no Brasil, na década de 70. Por coincidência, o PCC tem claros objetivos político-ideológicos, muito além do lema “Paz, Justiça e Liberdade”.
Por azar (ou incompetência) na gestão da História, o Doi-Codi perdeu a guerra para a esquerda que na década de 60/70 agia como o PCC: seus guerrilheiros "idealistas" praticavam roubos, assaltos, sequestros, assassinatos e atos de terror. No entanto, o Exército e sua comunidade de informações acabaram classificados de torturadores pela sempre eficiente contra-propaganda esquerdista. Os desvios e excessos pontuais cometidos em sua maioria por policiais civis (e não pelos militares de carreira) queimaram, irremediavelmente, o filme dos Doi-Codi – cujo modelo operacional e de inteligência poderia ser usado agora no combate efetivo ao PCC.
Agora, no joguinho federal-estadual do faz de conta, formarão a agência dita de inteligência os setores de inteligência e operacional das polícias Federal, Militar e Civil Rodoviária Federal (PRF) e Estadual, Secretaria de Segurança Pública (SSP), Depem, órgão que administra as cadeias, Receita Federal, Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), Secretaria da Fazenda, polícia técnico científica, Ministério Público Estadual (MPE).
Após reunião conjunta ontem no Palácio dos Bandeirantes, o governador Geraldo Alckmin e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, não falaram em quanto vai custar a criação e manutenção desta agência conjunta de inteligência. Os dois apenas anunciaram ações táticas imediatas para afetar a criminalidade. O combate estratégico ao crime nunca acontece, o que queima o filme de Geraldo Alkmin perante a opinião pública.
Ontem, ele e Cardozo só anunciaram o óbvio ululante. Além da transferência de presos de alta periculosidade para penitenciárias federais (provavelmente Mossoró, no Rio Grande do Norte), haverá contenção em rodovias, portos e aeroportos, um programa de enfrentamento ao crack, aperfeiçoamento da Polícia Científica, além do centro de controle e comando integrados.
A criação da Agência de “inteligência” é uma tentativa política de responder ao assassinato de 90 policiais em São Paulo. A maioria dos crimes é atribuída ao PCC. Na verdade, a tal “cooperação” pode dar em pouca coisa ou em nada. O pacto tenta esconder uma queda de braço entre os governos federal e estadual. Com a vitória de Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo, a marketagem petista agirá em dois sentidos. Desgastar Alckmin e fingir que o partido faz algo importante por São Paulo.
quarta-feira, novembro 07, 2012
Sistema Nacional de Info de Segurança Pública
Plenário aprova projeto que cria o Sistema Nacional de Info de Segurança Pública
Em 12/06/2012 ÀS 20:22 |
O Plenário da Câmara aprovou na terça-feira, 12, o Projeto de Lei do Executivo que cria o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e sobre Drogas, o Sinesp. O sistema vai integrar os bancos de dados do governo federal e dos estados com informações sobre segurança pública com registros de ocorrências criminais.
O deputado Francisco Araújo (PSD-RR) ressalta que é um sistema que já deveria ter sido criado há muito mais tempo. “É mais um sistema que o governo cria que vai incluir além das polícias civil federal e militar, envolve também os sistemas prisionais, os departamentos prisionais e o combate às drogas. Vai ser possível fazer um mapeamento de drogas no Brasil e dos indivíduos que são presos. Infelizmente no Brasil, primeiro espera algo acontecer para só depois remediar, porque esse projeto já era pra ter sido aprovado há muito tempo”, enfatizou Francisco Araújo.
O Sinesp, sistema proposto no PL 4024/2012, vai integrar os bancos de dados do governo federal e dos estados com informações sobre segurança pública com registros federais e estaduais de ocorrências criminais; armas de fogo; de execução penal e sistema prisional, do trânsito de estrangeiros e até de pessoas desaparecidas.
A proposta permite a participação de municípios, do Judiciário, da Defensoria Pública e do Ministério Público no cadastro e prevê ainda punição para os estados que deixarem de atualizar ou de enviar as informações ao Sinesp.
História da segurança
A busca por segurança e proteção remota aos tempos mais antigos da existência da humanidade, sendo que os meios para defesa foram sempre os mais variados. No primeiro período, compreendido como Idade da Pedra Lascada, a principal forma de defesa era o uso da violência e força física. Em situação de risco, os rudimentares instrumentos feitos com pedra e pau serviam de armas contra ataque de animais. A principal preocupação era com a preservação da espécie e vivia-se em bando. Já no período Paleolítico, marcado também pelo fenômeno da glaciação (ação exercida sobre a superfície da Terra pelas geleiras), o homem passou a viver em cavernas e tinha como objetivo a defesa do território conquistado.
Foi nesta época que ocorreu a descoberta do fogo e o homem passou a utilizá-lo como uma das principais formas de defesa contra animais predadores. Na opinião de muitos historiadores foi graças ao domínio do fogo que o homem passou a se diferenciar do outros animais, uma vez que utilizou a razão e a ação sobre a natureza.
No período Neolítico, o homem aprendeu a polir a pedra e conseguiu produzir instrumentos mais eficazes como lâminas de corte, machados, serras com dentes de pedra, entre outros. Desenvolveu a agricultura, inventou a cerâmica e passou a viver em aldeias. O foco da segurança mudou um pouco, pois além de proteger as moradias, o homem passou a se preocupar com a defesa dos alimentos que produzia e do gado.
O grande avanço em relação aos instrumentos de defesa ocorre na Idade dos Metais, período compreendido em 7.000 e 1.500 a.C. O homem aperfeiçoa seus instrumentos através do uso da metalurgia, dominou a técnica de fundição dos metais: cobre, estanho e bronze. O ferro só surge no final do período e é dominado somente por alguns povos, que criam armamentos e afirmam sua superioridade militar. Neste período, foram constituídos os primeiros exércitos armados.
Na antiguidade, a região conhecida como grande área de confronto ficava entre Ásia, a África e Europa. Banhada por dois grandes rios e com constantes inundações, a Mesopotâmia era considerada o local ideal para a produção farta de alimentos. Por esse motivo, foi foco de constantes guerras. Os sumérios que se instalaram na região por volta de 3500 a.C foram dominados pelos arcádios em 2300 a.C, graças ao uso de arcos e flechas. Cerca de trezentos anos depois, foram dominados pelos amoritas (antigos babilônicos), cuja principal criação foi os primeiros códigos de leis escritos da História (o Código de Hamurabi).
No século VIII a.C., os assírios desenvolveram armas de ferro, carros de combate e dominaram os amoritas. O combate não foi nada fácil, pois os amoritas eram um povo forte, principalmente porque haviam desenvolvido um poderoso exército, usando armas de ferro, carros de combate e aríetes. Além da Mesopotâmia, dominaram a Síria, Fenícia, Palestina e Egito. Em 612 a.C., foram vencidos por uma aliança de caldeus e medos.
No decorrer dos próximos séculos o que se viu foram constantes lutas pelo poder e o uso excessivo da violência como arma de terror e medo. As grandes guerras elevaram ainda mais o sentimento de insegurança entre os povos e o poderio militar foi o principal responsável pela manutenção de povos dominantes.
O surgimento da atividade privada de segurança, como conhecemos nos dias de hoje, está relacionada à dificuldade dos organismos de proteção dos governos em agir de maneira preventiva na proteção de bens e valores. Em muitos países ocorreu uma certa complementaridade entre o trabalho policial e o dos vigilantes. No Brasil caminha-se para esta realidade, pois a segurança pública é insuficiente para atender todas as necessidades de proteção da sociedade.
Ao longo dos quase 160 anos da história das organizações policiais brasileiras, houve uma predominância para a proteção do Estado contra a própria sociedade, servindo como verdadeiros instrumentos militares. Somente nas últimas décadas é que começou a haver uma reavaliação do trabalho policial. Abriu-se espaço para a criação de uma polícia amiga do cidadão. Mas o resquício da cultura policial repressiva perdura até os dias atuais.
O crescimento do mercado privado de segurança foi responsável pelo desenvolvimento de diversas áreas de proteção como patrimonial, pessoal, orgânica, eletrônica, do trabalho e da informação, que contempla a proteção de dados e transações via redes de comunicação como, por exemplo, a Internet.História da segurança
A busca por segurança e proteção remota aos tempos mais antigos da existência da humanidade, sendo que os meios para defesa foram sempre os mais variados. No primeiro período, compreendido como Idade da Pedra Lascada, a principal forma de defesa era o uso da violência e força física. Em situação de risco, os rudimentares instrumentos feitos com pedra e pau serviam de armas contra ataque de animais. A principal preocupação era com a preservação da espécie e vivia-se em bando. Já no período Paleolítico, marcado também pelo fenômeno da glaciação (ação exercida sobre a superfície da Terra pelas geleiras), o homem passou a viver em cavernas e tinha como objetivo a defesa do território conquistado.
Foi nesta época que ocorreu a descoberta do fogo e o homem passou a utilizá-lo como uma das principais formas de defesa contra animais predadores. Na opinião de muitos historiadores foi graças ao domínio do fogo que o homem passou a se diferenciar do outros animais, uma vez que utilizou a razão e a ação sobre a natureza.
No período Neolítico, o homem aprendeu a polir a pedra e conseguiu produzir instrumentos mais eficazes como lâminas de corte, machados, serras com dentes de pedra, entre outros. Desenvolveu a agricultura, inventou a cerâmica e passou a viver em aldeias. O foco da segurança mudou um pouco, pois além de proteger as moradias, o homem passou a se preocupar com a defesa dos alimentos que produzia e do gado.
O grande avanço em relação aos instrumentos de defesa ocorre na Idade dos Metais, período compreendido em 7.000 e 1.500 a.C. O homem aperfeiçoa seus instrumentos através do uso da metalurgia, dominou a técnica de fundição dos metais: cobre, estanho e bronze. O ferro só surge no final do período e é dominado somente por alguns povos, que criam armamentos e afirmam sua superioridade militar. Neste período, foram constituídos os primeiros exércitos armados.
Na antiguidade, a região conhecida como grande área de confronto ficava entre Ásia, a África e Europa. Banhada por dois grandes rios e com constantes inundações, a Mesopotâmia era considerada o local ideal para a produção farta de alimentos. Por esse motivo, foi foco de constantes guerras. Os sumérios que se instalaram na região por volta de 3500 a.C foram dominados pelos arcádios em 2300 a.C, graças ao uso de arcos e flechas. Cerca de trezentos anos depois, foram dominados pelos amoritas (antigos babilônicos), cuja principal criação foi os primeiros códigos de leis escritos da História (o Código de Hamurabi).
No século VIII a.C., os assírios desenvolveram armas de ferro, carros de combate e dominaram os amoritas. O combate não foi nada fácil, pois os amoritas eram um povo forte, principalmente porque haviam desenvolvido um poderoso exército, usando armas de ferro, carros de combate e aríetes. Além da Mesopotâmia, dominaram a Síria, Fenícia, Palestina e Egito. Em 612 a.C., foram vencidos por uma aliança de caldeus e medos.
No decorrer dos próximos séculos o que se viu foram constantes lutas pelo poder e o uso excessivo da violência como arma de terror e medo. As grandes guerras elevaram ainda mais o sentimento de insegurança entre os povos e o poderio militar foi o principal responsável pela manutenção de povos dominantes.
O surgimento da atividade privada de segurança, como conhecemos nos dias de hoje, está relacionada à dificuldade dos organismos de proteção dos governos em agir de maneira preventiva na proteção de bens e valores. Em muitos países ocorreu uma certa complementaridade entre o trabalho policial e o dos vigilantes. No Brasil caminha-se para esta realidade, pois a segurança pública é insuficiente para atender todas as necessidades de proteção da sociedade.
Ao longo dos quase 160 anos da história das organizações policiais brasileiras, houve uma predominância para a proteção do Estado contra a própria sociedade, servindo como verdadeiros instrumentos militares. Somente nas últimas décadas é que começou a haver uma reavaliação do trabalho policial. Abriu-se espaço para a criação de uma polícia amiga do cidadão. Mas o resquício da cultura policial repressiva perdura até os dias atuais.
O crescimento do mercado privado de segurança foi responsável pelo desenvolvimento de diversas áreas de proteção como patrimonial, pessoal, orgânica, eletrônica, do trabalho e da informação, que contempla a proteção de dados e transações via redes de comunicação como, por exemplo, a Internet.História da segurança
A busca por segurança e proteção remota aos tempos mais antigos da existência da humanidade, sendo que os meios para defesa foram sempre os mais variados. No primeiro período, compreendido como Idade da Pedra Lascada, a principal forma de defesa era o uso da violência e força física. Em situação de risco, os rudimentares instrumentos feitos com pedra e pau serviam de armas contra ataque de animais. A principal preocupação era com a preservação da espécie e vivia-se em bando. Já no período Paleolítico, marcado também pelo fenômeno da glaciação (ação exercida sobre a superfície da Terra pelas geleiras), o homem passou a viver em cavernas e tinha como objetivo a defesa do território conquistado.
Foi nesta época que ocorreu a descoberta do fogo e o homem passou a utilizá-lo como uma das principais formas de defesa contra animais predadores. Na opinião de muitos historiadores foi graças ao domínio do fogo que o homem passou a se diferenciar do outros animais, uma vez que utilizou a razão e a ação sobre a natureza.
No período Neolítico, o homem aprendeu a polir a pedra e conseguiu produzir instrumentos mais eficazes como lâminas de corte, machados, serras com dentes de pedra, entre outros. Desenvolveu a agricultura, inventou a cerâmica e passou a viver em aldeias. O foco da segurança mudou um pouco, pois além de proteger as moradias, o homem passou a se preocupar com a defesa dos alimentos que produzia e do gado.
O grande avanço em relação aos instrumentos de defesa ocorre na Idade dos Metais, período compreendido em 7.000 e 1.500 a.C. O homem aperfeiçoa seus instrumentos através do uso da metalurgia, dominou a técnica de fundição dos metais: cobre, estanho e bronze. O ferro só surge no final do período e é dominado somente por alguns povos, que criam armamentos e afirmam sua superioridade militar. Neste período, foram constituídos os primeiros exércitos armados.
Na antiguidade, a região conhecida como grande área de confronto ficava entre Ásia, a África e Europa. Banhada por dois grandes rios e com constantes inundações, a Mesopotâmia era considerada o local ideal para a produção farta de alimentos. Por esse motivo, foi foco de constantes guerras. Os sumérios que se instalaram na região por volta de 3500 a.C foram dominados pelos arcádios em 2300 a.C, graças ao uso de arcos e flechas. Cerca de trezentos anos depois, foram dominados pelos amoritas (antigos babilônicos), cuja principal criação foi os primeiros códigos de leis escritos da História (o Código de Hamurabi).
No século VIII a.C., os assírios desenvolveram armas de ferro, carros de combate e dominaram os amoritas. O combate não foi nada fácil, pois os amoritas eram um povo forte, principalmente porque haviam desenvolvido um poderoso exército, usando armas de ferro, carros de combate e aríetes. Além da Mesopotâmia, dominaram a Síria, Fenícia, Palestina e Egito. Em 612 a.C., foram vencidos por uma aliança de caldeus e medos.
No decorrer dos próximos séculos o que se viu foram constantes lutas pelo poder e o uso excessivo da violência como arma de terror e medo. As grandes guerras elevaram ainda mais o sentimento de insegurança entre os povos e o poderio militar foi o principal responsável pela manutenção de povos dominantes.
O surgimento da atividade privada de segurança, como conhecemos nos dias de hoje, está relacionada à dificuldade dos organismos de proteção dos governos em agir de maneira preventiva na proteção de bens e valores. Em muitos países ocorreu uma certa complementaridade entre o trabalho policial e o dos vigilantes. No Brasil caminha-se para esta realidade, pois a segurança pública é insuficiente para atender todas as necessidades de proteção da sociedade.
Ao longo dos quase 160 anos da história das organizações policiais brasileiras, houve uma predominância para a proteção do Estado contra a própria sociedade, servindo como verdadeiros instrumentos militares. Somente nas últimas décadas é que começou a haver uma reavaliação do trabalho policial. Abriu-se espaço para a criação de uma polícia amiga do cidadão. Mas o resquício da cultura policial repressiva perdura até os dias atuais.
O crescimento do mercado privado de segurança foi responsável pelo desenvolvimento de diversas áreas de proteção como patrimonial, pessoal, orgânica, eletrônica, do trabalho e da informação, que contempla a proteção de dados e transações via redes de comunicação como, por exemplo, a Internet.História da segurança
A busca por segurança e proteção remota aos tempos mais antigos da existência da humanidade, sendo que os meios para defesa foram sempre os mais variados. No primeiro período, compreendido como Idade da Pedra Lascada, a principal forma de defesa era o uso da violência e força física. Em situação de risco, os rudimentares instrumentos feitos com pedra e pau serviam de armas contra ataque de animais. A principal preocupação era com a preservação da espécie e vivia-se em bando. Já no período Paleolítico, marcado também pelo fenômeno da glaciação (ação exercida sobre a superfície da Terra pelas geleiras), o homem passou a viver em cavernas e tinha como objetivo a defesa do território conquistado.
Foi nesta época que ocorreu a descoberta do fogo e o homem passou a utilizá-lo como uma das principais formas de defesa contra animais predadores. Na opinião de muitos historiadores foi graças ao domínio do fogo que o homem passou a se diferenciar do outros animais, uma vez que utilizou a razão e a ação sobre a natureza.
No período Neolítico, o homem aprendeu a polir a pedra e conseguiu produzir instrumentos mais eficazes como lâminas de corte, machados, serras com dentes de pedra, entre outros. Desenvolveu a agricultura, inventou a cerâmica e passou a viver em aldeias. O foco da segurança mudou um pouco, pois além de proteger as moradias, o homem passou a se preocupar com a defesa dos alimentos que produzia e do gado.
O grande avanço em relação aos instrumentos de defesa ocorre na Idade dos Metais, período compreendido em 7.000 e 1.500 a.C. O homem aperfeiçoa seus instrumentos através do uso da metalurgia, dominou a técnica de fundição dos metais: cobre, estanho e bronze. O ferro só surge no final do período e é dominado somente por alguns povos, que criam armamentos e afirmam sua superioridade militar. Neste período, foram constituídos os primeiros exércitos armados.
Na antiguidade, a região conhecida como grande área de confronto ficava entre Ásia, a África e Europa. Banhada por dois grandes rios e com constantes inundações, a Mesopotâmia era considerada o local ideal para a produção farta de alimentos. Por esse motivo, foi foco de constantes guerras. Os sumérios que se instalaram na região por volta de 3500 a.C foram dominados pelos arcádios em 2300 a.C, graças ao uso de arcos e flechas. Cerca de trezentos anos depois, foram dominados pelos amoritas (antigos babilônicos), cuja principal criação foi os primeiros códigos de leis escritos da História (o Código de Hamurabi).
No século VIII a.C., os assírios desenvolveram armas de ferro, carros de combate e dominaram os amoritas. O combate não foi nada fácil, pois os amoritas eram um povo forte, principalmente porque haviam desenvolvido um poderoso exército, usando armas de ferro, carros de combate e aríetes. Além da Mesopotâmia, dominaram a Síria, Fenícia, Palestina e Egito. Em 612 a.C., foram vencidos por uma aliança de caldeus e medos.
No decorrer dos próximos séculos o que se viu foram constantes lutas pelo poder e o uso excessivo da violência como arma de terror e medo. As grandes guerras elevaram ainda mais o sentimento de insegurança entre os povos e o poderio militar foi o principal responsável pela manutenção de povos dominantes.
O surgimento da atividade privada de segurança, como conhecemos nos dias de hoje, está relacionada à dificuldade dos organismos de proteção dos governos em agir de maneira preventiva na proteção de bens e valores. Em muitos países ocorreu uma certa complementaridade entre o trabalho policial e o dos vigilantes. No Brasil caminha-se para esta realidade, pois a segurança pública é insuficiente para atender todas as necessidades de proteção da sociedade.
Ao longo dos quase 160 anos da história das organizações policiais brasileiras, houve uma predominância para a proteção do Estado contra a própria sociedade, servindo como verdadeiros instrumentos militares. Somente nas últimas décadas é que começou a haver uma reavaliação do trabalho policial. Abriu-se espaço para a criação de uma polícia amiga do cidadão. Mas o resquício da cultura policial repressiva perdura até os dias atuais.
O crescimento do mercado privado de segurança foi responsável pelo desenvolvimento de diversas áreas de proteção como patrimonial, pessoal, orgânica, eletrônica, do trabalho e da informação, que contempla a proteção de dados e transações via redes de comunicação como, por exemplo, a Internet.História da segurança
A busca por segurança e proteção remota aos tempos mais antigos da existência da humanidade, sendo que os meios para defesa foram sempre os mais variados. No primeiro período, compreendido como Idade da Pedra Lascada, a principal forma de defesa era o uso da violência e força física. Em situação de risco, os rudimentares instrumentos feitos com pedra e pau serviam de armas contra ataque de animais. A principal preocupação era com a preservação da espécie e vivia-se em bando. Já no período Paleolítico, marcado também pelo fenômeno da glaciação (ação exercida sobre a superfície da Terra pelas geleiras), o homem passou a viver em cavernas e tinha como objetivo a defesa do território conquistado.
Foi nesta época que ocorreu a descoberta do fogo e o homem passou a utilizá-lo como uma das principais formas de defesa contra animais predadores. Na opinião de muitos historiadores foi graças ao domínio do fogo que o homem passou a se diferenciar do outros animais, uma vez que utilizou a razão e a ação sobre a natureza.
No período Neolítico, o homem aprendeu a polir a pedra e conseguiu produzir instrumentos mais eficazes como lâminas de corte, machados, serras com dentes de pedra, entre outros. Desenvolveu a agricultura, inventou a cerâmica e passou a viver em aldeias. O foco da segurança mudou um pouco, pois além de proteger as moradias, o homem passou a se preocupar com a defesa dos alimentos que produzia e do gado.
O grande avanço em relação aos instrumentos de defesa ocorre na Idade dos Metais, período compreendido em 7.000 e 1.500 a.C. O homem aperfeiçoa seus instrumentos através do uso da metalurgia, dominou a técnica de fundição dos metais: cobre, estanho e bronze. O ferro só surge no final do período e é dominado somente por alguns povos, que criam armamentos e afirmam sua superioridade militar. Neste período, foram constituídos os primeiros exércitos armados.
Na antiguidade, a região conhecida como grande área de confronto ficava entre Ásia, a África e Europa. Banhada por dois grandes rios e com constantes inundações, a Mesopotâmia era considerada o local ideal para a produção farta de alimentos. Por esse motivo, foi foco de constantes guerras. Os sumérios que se instalaram na região por volta de 3500 a.C foram dominados pelos arcádios em 2300 a.C, graças ao uso de arcos e flechas. Cerca de trezentos anos depois, foram dominados pelos amoritas (antigos babilônicos), cuja principal criação foi os primeiros códigos de leis escritos da História (o Código de Hamurabi).
No século VIII a.C., os assírios desenvolveram armas de ferro, carros de combate e dominaram os amoritas. O combate não foi nada fácil, pois os amoritas eram um povo forte, principalmente porque haviam desenvolvido um poderoso exército, usando armas de ferro, carros de combate e aríetes. Além da Mesopotâmia, dominaram a Síria, Fenícia, Palestina e Egito. Em 612 a.C., foram vencidos por uma aliança de caldeus e medos.
No decorrer dos próximos séculos o que se viu foram constantes lutas pelo poder e o uso excessivo da violência como arma de terror e medo. As grandes guerras elevaram ainda mais o sentimento de insegurança entre os povos e o poderio militar foi o principal responsável pela manutenção de povos dominantes.
O surgimento da atividade privada de segurança, como conhecemos nos dias de hoje, está relacionada à dificuldade dos organismos de proteção dos governos em agir de maneira preventiva na proteção de bens e valores. Em muitos países ocorreu uma certa complementaridade entre o trabalho policial e o dos vigilantes. No Brasil caminha-se para esta realidade, pois a segurança pública é insuficiente para atender todas as necessidades de proteção da sociedade.
Ao longo dos quase 160 anos da história das organizações policiais brasileiras, houve uma predominância para a proteção do Estado contra a própria sociedade, servindo como verdadeiros instrumentos militares. Somente nas últimas décadas é que começou a haver uma reavaliação do trabalho policial. Abriu-se espaço para a criação de uma polícia amiga do cidadão. Mas o resquício da cultura policial repressiva perdura até os dias atuais.
O crescimento do mercado privado de segurança foi responsável pelo desenvolvimento de diversas áreas de proteção como patrimonial, pessoal, orgânica, eletrônica, do trabalho e da informação, que contempla a proteção de dados e transações via redes de comunicação como, por exemplo, a Internet.
Problemas e desafios em cenário de crise
Embora a Segurança Pública tenha ocupado um espaço de destaque na agenda política brasileira desde os anos 90, como expressam os planos e conferências nacionais, são evidentes as dificuldades do poder público cearense na sua missão de garantir a segurança das pessoas. Ao lado da demanda por mais segurança, verifica-se uma crescente insatisfação de boa parte dos profissionais dessa área. Três greves na Polícia Civil e uma na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros foram realizadas em menos de um ano no Ceará. Dentre as reivindicações, aumento salarial e diminuição da carga horária.
Lamentavelmente, o Governo do Estado deixou a situação da Segurança Pública chegar a tal ponto. Solicitações para dialogar e negociar não faltaram. A insensibilidade e a intransigência do Governo foram fatores para a deflagração das greves. Duvidou que os policiais fossem tão longe na sua resistência e as consequências foram diversas. O efeito imediato foi a ampliação generalizada do sentimento de medo e de insegurança, como observado no dia 3 de janeiro quando os cearenses recolheram-se apavorados em suas casas.
Ainda que o gasto com a Segurança Pública tenha sido de R$ 47,6 bilhões em 2010, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2011, o Brasil é o terceiro em ranking de homicídios na América do Sul e o Nordeste é a região que registrou a maior alta na taxa de homicídios. No Ceará, houve um aumento de 104,5% no período de 2000 a 2010.
Ironicamente, o Ceará foi um dos estados que menos investiram na área da Segurança Pública, ficando à frente apenas do Piauí e do Distrito Federal. O discurso e o incentivo governamental em torno de novas tecnologias e de novo policiamento repetem em larga medida o argumento tradicional de “mais viaturas e mais armas”, concentrando os esforços policiais em atividades eminentemente ostensivas e repressivas. São práticas que não tocam na essência do problema.
São inegáveis alguns avanços na área da Segurança Pública como o emprego de novas tecnologias e a maior abertura para o melhoramento da formação policial com a recente criação da Academia Estadual de Segurança Pública do Ceará.
Todavia, muito ainda falta ser feito. Seu avanço pressupõe, entre outras medidas, investimentos e valorização do capital humano, respeitando os profissionais, dando-lhes oportunidades reais para dialogar e negociar as suas demandas. Do contrário, teremos dificuldades de construir uma Segurança Pública verdadeiramente democrática, eficiente e que respeite os direitos humanos.
Robson Mata
robson-mata@hotmail.com
Sociólogo, membro do Laboratório de Estudos da Violência e membro da Associação de Ciências Criminais do Ceará
terça-feira, novembro 06, 2012
O LUCRO NÃO COMPENSA A DOR
Revendo as manchetes dos últimos anos, parece existir um padrão recorrente entre líderes profissionais e figuras do esporte, com quedas graves de suas posições de privilégio, riqueza e honra, para a desgraça pública e o ridículo.
Quer sejam altos funcionários de Bancos envolvidos em manipulação de taxas, ou altos executivos de empresas de investimento recomendando operações com conflito de interesses, ou ainda a liderança executiva de uma universidade de prestígio acobertando falhas morais graves, todos perderam fortunas, posições de liderança, respeito do meio empresarial e liberdade pessoal, por causa de decisões péssimas. Ao tomá-las acreditavam que poderiam “se safar” e não ser descobertos.
Se pudesse entrevistar cada um deles, eu lhes perguntaria se o lucro potencial ou real de suas ações valeu o preço que pagaram, estão pagando ou pagarão no futuro. A maioria provavelmente admitiria ter cometido erros graves e, se tivesse nova oportunidade, escolheria outro curso de ação.
Líderes empresariais têm a tendência de acreditar que podem fazer o que quiserem porque “a empresa é MINHA”. CEO’s e altos executivos que professam seguir a Jesus Cristo, porém, sabem que não é bem assim. Não é a "nossa empresa" que estamos dirigindo: é a empresa de Deus! Ele nos designou como administradores por breve período de tempo. Um dia Ele nos pedirá contas daquilo que fizemos com o que Ele nos deu.
Assim, a pergunta que devemos responder é: como nos preparar antecipadamente para uma boa prestação de contas de nossa gestão? Permita que eu faça algumas sugestões que podem ajudar-nos a permanecer no caminho certo:
§ Você estaria disposto a abrir suas operações empresariais, inclusive os registros contábeis, e permitir que Jesus Cristo examine cada documento, processo e procedimento? Você poderia dar-Lhe explicação clara e honesta de cada detalhe operacional?
§ Você estaria disposto a deixar seu cônjuge e amigos íntimos olhar sua agenda dos últimos 90 dias e ver onde esteve e com quem se encontrou? Você os deixaria examinar os registros do seu smartphone para ver com quem tem conversado?
§ Você estaria disposto a deixar seu líder espiritual e amigos comunitários olhar os sites da web que tem visitado em seu computador pessoal ou no da empresa?
§ Existe alguém em sua vida, para quem você presta contas da vida profissional e pessoal de forma periódica?
Se respondeu honestamente com um “sim” às quatro perguntas, você está agindo bem, tanto para com Deus, como com aqueles que lhe são importantes. Se respondeu "não", é tempo de arrepender-se de sua conduta errada e fazer restituição a quem você prejudicou, antes que sofra tremenda queda. Geralmente as pessoas nos perdoarão se acreditarem que estamos sendo sinceros e prontos para mudar nossa forma errada de pensar e agir.
A Bíblia declara: “O seu pecado os encontrará!” (Números 32.23). Os líderes a que me referi aparentemente não acreditavam nisso e foram descobertos um a um!
Antes de buscar lucro de maneira errada, considere se vale o sofrimento que trará no final.
Questões Para Reflexão
1. Por que tendemos a acreditar que “ninguém vai ficar sabendo” quando adotamos uma ação errada ou imprópria nos negócios e na vida pessoal?
2. Como você se mantém no “caminho certo”? Você tem um amigo ou sócio que se importa com você de forma totalmente franca e direta, quando você saiu do rumo?
3. Você está disposto a responder “sim” às perguntas feitas, dando a outras pessoas e a Deus acesso a todos os seus contatos e relações pessoais e profissionais?
4. Você acredita que no final de sua vida terá de prestar contas a Deus pela forma como dirige seus negócios ou desempenha suas responsabilidades profissionais?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 10.9; 11.23; 12.19,22; 13.6; 16.2-3; 18.12; 21.2; 22.4; 26.24-26.
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Texto de Lane Kramer, empresário, fundador do "The CEO Institute", em Dallas, Texas, organização societária que ajuda CEO’s a construir empresas de ponta, fundamentadas em princípios e valores bíblicos. Website: www.ceoinst.com Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes
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